Seja, Bem Vindo.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Upgrade 2010: o que você precisa saber para montar um PC de jogos

Saiba como escolher os componentes ideais para dar uma guinada na configuração do seu computador neste ano!

Estamos entrando em uma nova década, já rodeados por um bombardeio de tecnologias. Do campo verde (Nvidia), temos nomes como 3D Vision, SLI e outras siglas de virar os olhos. A AMD ATI segue de perto na onda do 3D, introduzindo na mistura também brincadeiras como suporte para múltiplos monitores (Eyefinity) e DirectX 11.

Esses, no entanto, são somente alguns dos nomes quentes que pairam pelas telas de todos, ao menos no mundo dos jogos e dos PCs. Mas falando em computadores, como vai a sua querida máquina? Poderosa, equipada e pronta para os desafios da nova década? Se a resposta for sim, parabéns: siga adiante e corra para aproveitar os seus games prediletos.

3D, múltiplos  monitores e muito mais

Agora, se o seu pobre PC já está “capenga” com aquela placa de vídeo de dez anos atrás, à beira da autodestruição graças ao acúmulo excessivo de poeira e vítima de muitos anos de uso, não se preocupe.

No especial de hoje você lê dezenas de dicas para aqueles que buscam um novo companheiro, abrangendo principalmente quais são componentes capazes de exibir os jogos com a qualidade que eles merecem!

Entendendo a divisão

Aos apressados, que fique bem claro: a primeira porção do texto será dedicada à explicação do que é necessário atualmente dentro de cada família de componentes, de modo que se obtenha um desempenho minimamente aceitável nos jogos.

São esclarecidas também algumas dúvidas mais frequentes a respeito das diferenças entre os modelos de processadores, velocidades e núcleos, sistemas operacionais e até mesmo acerca da quantidade de memória RAM necessária.

Somente depois de detalhado tudo isso é que chegaremos às configurações mínimas sugeridas para jogos — seção recheada de opções e comentários para quem ainda estiver na dúvida.

Vídeo demonstrativo da tecnologia Eyefinity

Se mesmo depois de tudo isso você continuar perdido, não esquente, pois algumas sugestões “organizadas” estão disponíveis ao fim do texto, separadas de acordo com seus respectivos custos. Pronto para atualizar um pouco seu desejo por um novo computador? Então vamos lá!
Dual vs. Triple vs. Quad vs. Octo

Nem sempre mais cabeças significam maior velocidade

Quando falamos em poder de processamento dos computadores, uma ideia é unanime: quanto mais, melhor! Mas será que essa é realmente uma lógica correta? Tratando exclusivamente dos processadores temos um grande dilema, referente ao número de núcleos de processamento.

Os modelos com apenas uma “cabeça” — tais como os antigos Athlon XP — já não são mais frequentes nos desktops, tendo um mercado mais forte em ultraportáteis e celulares. Em seu lugar entraram os modelos com dois, três, quatro e até mesmo oito unidades idênticas que trabalham em paralelo processando os dados, garantindo máximo desempenho em situações que exigem gerenciamento multitarefa.

Sem suporte para todos

Porém, muitos dos programas (inclusive jogos) ainda não foram programados para tirar vantagem do processamento em paralelo, utilizando um ou dois dos núcleos na maior parte dos casos. Isso significa que muitas vezes um processador do tipo Dual-Core pode desbancar com facilidade um Octo-Core nos jogos, desde que tenha um ciclo de funcionamento mais elevado (clock).

Unreal Tournament 3

O próprio Tim Sweeney — da Epic Games — afirmou que a Unreal Engine 3 (de Unreal Tournament III e Gears of War) foi otimizada somente para duas unidades físicas de processamento, tendo pouquíssimos ganhos com mais delas.

A briga do custo e do desempenho

Como elas trazem mais “processadores dentro do pacote”, as variantes com muitos núcleos também tendem a ser mais caras em comparações diretas de clock por clock. Também geram muito mais calor, o que exige que suas frequências de operação sejam mais baixas. Logo, não há vantagem imediata na compra delas.

Os modelos do tipo Dual-Core ainda contam com mais espaço para a prática do overclock (justamente pela menor emissão de calor e pela complexidade reduzida na alimentação de energia). Isso acarreta um ganho praticamente imediato de desempenho, ainda mais em situações complexas, tais como explosões com partículas, muitos inimigos na tela ou ainda no caso de jogos com rotinas avançadas de inteligência artificial.

Familia de  processadores Intel

Entretanto, muita atenção com relação ao overclock: apenas quem é experiente deve tentá-lo, afinal de contas, ajustes impróprios e condições inadequadas de uso podem literalmente fritar o processador (e todo o seu investimento).

E no futuro?

Os sistemas operacionais já vêm mostrando evoluções significativas com relação à utilização de rotinas multitarefa. De tal forma, é no mínimo natural que os desenvolvedores de jogos trilhem um percurso similar, angariando mais das capacidades dos modelos com quatro (ou mais) núcleos. Alguns dos únicos exemplos atuais de jogos que têm código dedicado à utilização de quatro núcleos são Crysis (da Crytek, conhecida pelos seus feitos tecnológicos) e Supreme Commander.

Logo, quem quiser se preparar para a nova onda de aplicativos que virá em breve pode se armar com modelos como o AMD Athlon II X4 620 e o Intel Core i7 860, que oferecem uma boa mescla entre características, velocidade e custos.

Crysis lidera em  efeitos gráficos

Cabe notarmos que enquanto a Intel está levando ampla vantagem em desempenho com a sua nova linha iX de processadores, a AMD dá um banho na concorrente quando o assunto é preço baixo. Não se preocupe, pois a seguir você verá algumas opções “prontas” de modelos de equipamentos para comprar.

Placa de vídeo

Este será um dos componentes mais caros do seu computador

Você ainda roda os jogos naquela “MX 440”? Pois é, a cada mês que passar menos jogos serão compatíveis com tecnologias passadas. Muitos dos games recentes trazem como requerimento absoluto o suporte para DirectX 9 e Shader Model 3.0, enquanto outros apelam para o cúmulo de não rodar em nenhuma placa inferior à Nvidia GeForce 8800 GT (ou equivalente da AMD ATI).

Os jogos estão tão pesados assim? A resposta é que sim e você precisa se adequar aos novos tempos. A boa notícia, no entanto, é que as placas de médio custo (mid-range) de última geração estão sendo vendidas a preços bem mais acessíveis do que os vistos no passado, algumas ficando abaixo até mesmo de R$ 450 pelo Mercado Livre.

DirectX 11 ou não, eis a questão...

Para este ciclo de placas de vídeo, quem está atrasada é a Nvidia, que possui apenas a linha 200. Ela traz recursos para imagens em 3D (desde que em conjunto com o kit 3D Vision) e desempenho considerável de acordo com os modelos, mas suporte apenas para DirectX 10. A nova linha (Fermi) tem previsão de lançamento para março, mas as coisas ainda estão bem incertas pelas fábricas.

Fermi é promessa, mas está atrasada

De tal forma, aqueles que quiserem o máximo de tecnologia disponível no mercado devem recorrer à série Radeon HD 5XXXX, da AMD ATI, que por sua vez já tem suporte nativo para DirectX 11, tecnologias de tecelagem (tesselation) de polígonos e outras inúmeras vantagens. Os custos não são tão maiores, ainda mais se levarmos em conta a existência de modelos de médio porte, como o 5770, que será descrito na segunda parte deste especial.

De qualquer modo, se você pretende montar um novo computador a dica é clara: fuja dos modelos mais caros das séries anteriores (tais como as GeForce 9800 GTX ou ainda as Radeon 4870) e invista nos produtos de médio porte deste ciclo, uma vez que eles possuem quase as mesmas capacidades de processamento gráfico e algumas tecnologias novas.
Memória RAM

Não há máximo, mas é bom investir em um mínimo generoso!

A resolução das telas aumenta constantemente, junto com a complexidade das cenas. Mas quem cuida de armazenar toda essa informação? Depois da placa de vídeo (que conta com memória gráfica dedicada, algo que veremos abaixo), a próxima vítima é a memória RAM, que deve ser capaz de guardar rapidamente uma infinidade de texturas de alta resolução e devolvê-las com o mesmo desempenho.

Para quem está pensando em montar um computador hoje uma coisa é clara: esqueça 1 GB de memória RAM, pois ele não serve mais. Aliás, já que o assunto é “jogo”, vale mencionarmos que nem mesmo 2 GB conseguem mais dar conta de “todo o recado”, pois muitos jogos já ficarão picotados graças à falta de espaço para o trabalho pesado.

Trident Series

Sendo assim, considere com muito apreço a compra de 4 GB de RAM, uma quantia que não servirá somente para os jogos, mas também para a utilização de programas pesados, como Photoshop e outras variantes da Adobe. Para os mais vidrados em gráficos e qualidade, 6 GB já estão se tornando o alvo, principalmente com a popularização dos pentes de 2 GB de capacidade.

Velocidade e banda

Mas nem só de quantidade é feito o desempenho da memória RAM no computador. Entra em cena também a velocidade de operação (medida em Hertz e mostrada pela especificação do componente) e a banda de transferência com a placa-mãe, que é elevada com algumas tecnologias de processadores e placas-mãe.

Não entraremos em detalhes, afinal de contas este não é o foco deste artigo, mas dê preferência à compra de pentes de memória em paridade tanto de capacidade quanto de velocidade, o que permite a configuração de canais duplos e triplos de comunicação. Se estiver com dúvidas, mais uma vez continue lendo para verificar nossas sugestões mais abaixo.

O sistema operacional

Seguindo a corrente natural do tempo

Você pode se entristecer, não acreditar e chegar até a se revoltar, mas não há como negar que o tempo do Windows XP está chegando ao fim — mesmo tendo cerca de 50% de mercado atualmente. O sistema operacional já está muito defasado, tanto em termos de recursos quanto de suporte às novas tecnologias que surgem no mercado (sendo o DirectX 11 uma delas).

O suporte para 64 bits nele também não é dos mais versáteis (não havendo emulação para 32 bits), o que limita muito as opções dos usuários. Para quem não sabe, os sistemas atuais em suas versões “32 bits” conseguem ver um máximo de 4 GB de memória RAM no PC inteiro, estando essa quantia dividida entre sistema principal (com 3 a 3,5 GB) e memória de vídeo.

Por esse motivo, a opção pelas versões de 64 bits é praticamente obrigatória. Mas não há porque temê-las, afinal de contas os sistemas Vista e 7 lidam muito bem com todo esse "problema". Os processadores recentes também trazem suporte nativo.

Windows 7 é a resposta

Qual é o melhor?

Se a dica é abandonar o navio XP, então para qual os usuários devem migrar? Para o Windows Vista é que não! O sistema apresentou uma série de falhas desde o seu lançamento e mesmo com inúmeras atualizações nunca atingiu grande sucesso. Além disso, ele é reconhecidamente o mais lento dentre os três, "pesando" até mesmo para abrir algumas pastas e janelas... Imagine Crysis!

O Windows 7, assim como o Vista, oferece alta taxa de utilização de memória durante a navegação pelo sistema operacional, entretanto ele é bem otimizado, contando com desempenho excelente e com uma interface projetada para rodar bem nos mais variados computadores. Portanto, ele é a escolha do momento para os jogos.

O resumo da obra
Do que você precisa para jogar?

Depois dessas explicações, nada melhor que algumas sugestões mais claras e objetivas a respeito dos componentes mencionados acima. Fique ligado, pois abaixo você encontra de três a quatro recomendações de peças para cada categoria de equipamento, seguidas de suas respectivas vantagens, custos e características.

O preço mostrado representa uma média entre os vendedores do Mercado Livre quando disponíveis, portanto quem for buscá-los nas lojas pode esperar um preço relativamente mais alto. Os itens listados em dólares refletem os preços de lojas internacionais, como NewEgg.

Outra observação importante: abaixo não estão listados todos os itens que compõem um computador, mas sim aqueles que têm os maiores e mais diretos impactos sobre o desempenho final nos aplicativos tradicionais e jogos. Confira!

Processadores

AMD Athlon II X3 435

Preço médio: R$ 150

Este é um dos mais novos processadores da companhia e também o que oferece atualmente uma das melhores relações entre custo e benefício. Construído em processos de 45 nanômetros, o X3 435 carrega três núcleos de processamento, clock de 2,9 GHz e poder suficiente para rodar games como Crysis e Resident Evil 5 sem titubear.

Game rodará sem problemas com esse processador

AMD Athlon II X4 620

Preço médio: R$ 250

O preço para esta variante já um tanto mais alto, mas isso se deve ao fato de ele possuir quatro núcleos de processamento (isto é, similar aos Quad-Core da Intel). Sua velocidade de operação é de 2,6 GHz, enquanto a memória cache L2 oferece 512 KB para cada unidade (2 MB no total). Em termos de desempenho nos jogos, ele fica muito perto do modelo X3 435, mas quando o assunto é multitarefa ele se sai melhor.

Intel Core i5 750Linha Core domina em termos de performance

Preço médio: R$ 490

Se você é fiel à Intel e não pretende colocar um AMD em seu computador, é melhor preparar o bolso, pois a nossa próxima sugestão é o Core i5 750. Embora ele custe quase o dobro, há também um ganho de performance no uso cotidiano, em aplicativos intensos e (pouco) nos games. São quatro unidades de processamento físicas rodando a 2,66 GHz e 8 MB de memória cache em nível L3.

Intel Core i7 860

Preço médio: R$ 800

Sim, este processador já está fora do alcance de muitos, mas é importante a sua presença neste especial: ele carrega todas as tecnologias dos outros de ponta da Intel (os que custam mais de R$ 1500 no Brasil), tais como o HyperThreading e modos turbinados de operação - que desligam alguns dos núcleos para acelerar o clock, algo perfeito para os jogos atuais, como já citado.

Placa-mãe

Gigabyte GA-MA770T-UD3P

Preço médio: US$ 76,99

Esta placa é a companheira perfeita para o seu Athlon X3 435, trazendo suporte exclusivo para memória DDR3, tecnologias que facilitam a realização de overclocks, oito canais de áudio embutidos (onboard), oito portas USB e mais uma pilha de recursos que lhe serão úteis quando os jogos forem abertos.

ASUS M4A785TD-V EVO

Preço médio: R$ 350

Os que optarem pelo Athlon X4 encontram nesta ASUS muitas vantagens, apesar do custo ligeiramente maior. A maior de todas é a placa integrada, uma ATI 4200 com saída HDMI, DVI-D e VGA já de fábrica. Há também suporte para CrossFire, a tecnologia que permite ao usuário ligar duas placas de vídeo da AMD ATI para ganhos enormes de desempenho nos jogos.

Modelo robusto


O resto também é bom: áudio de oito canais, seis portas USB e suporte para até quatro pentes de memória DDR3-1800 em configuração de canal duplo (Dual Channel). Pelo preço, ela certamente vem "carregada"!

ASRock P55 Extreme

Preço médio: US$ 111,99

Partindo para a Intel, temos a ASRock com suporte para padrões de operação 2600 (com overclock) de memória DDR3, suporte simultâneo para Quad-SLI (da Nvidia) e CrossFire através de três slots PCI Express e facilitações para todas as tecnologias carregadas pelos processadores da família i5.

ASUS SABERTOOTH 55i

Preço médio: R$ 769

Se o objetivo é subir o orçamento com um i7 860, é melhor ter um bom "berço" para deitar o processador. Nesse caso, nada melhor que a ASUS Sabertooth 55i. A placa possui tecnologias próprias para a dissipação de calor (através de ceras especiais e ventoinhas silenciosas), uma infinidade de portas e conectores e, mais uma vez, suporte tanto para a tecnologia CrossFire quanto SLI.

Memória RAM

G Skill RipJaws Series 4gb (2 X 2gb) DDR3-1600

Preço médio: R$ 350

Se você está pensando em primeiro lugar na economia, este kit com dois pentes de 2 GB cada oferece uma boa quantia de memória, além de ótimo desempenho, dissipadores de calor estilizados e mais espaço, que fica para as próximas melhorias na sua máquina.

Corsair 6GB (3 x 2GB) DDR3-1600

Preço médio: R$ 600Corsair

Este é um dos melhores kits do mercado (dado o custo), oferecendo ótimo desempenho e fabricação especial para uso com processadores e placas que suportem configurações em Triple Channel.

Placas de vídeo

Radeon HD 5750 1GB

Preço médio: R$ 450

Esta placa de nível de entrada é extremamente compacta, oferecendo ao comprador saídas em padrão HDMI, DVI e Display Port, suporte para DirectX 11, além de 1 GB de memória gráfica. Seu desempenho não é magnífico, mas a maioria dos jogos deve rodar sem problemas em resoluções como 1280x720.

Radeon HD 5770

Preço médio: R$ 570

A variante 5770 é muito similar à listada acima, tendo formato mais imponente e um pouco mais de poder de processamento gráfico. A diferença é notável o suficiente para fazer com que jogos como Crysis rodem em resoluções como 1680x1050 — nas configurações gráficas de alta qualidade — com desempenho superior a 40 quadros por segundo (FPS). O investimento de R$ 120 a mais pode fazer muita diferença na longevidade da máquina.

Radeon HD 5870

Preço médio: R$ 1200

Esta é uma placa que pode ser considerada como High-End, isto é, voltada a consumidores com alto poder aquisitivo e sede por desempenho. O seu custo é justificado: Crysis pode ser jogado sem problemas em resoluções de até 2560x1600, desde ajustadas adequadamente as propriedades dos gráficos.

Isso significa que você não terá problemas com quaisquer outros jogos e ainda leva para casa todas as tecnologias da última série da AMD ATI. Modelos mais fortes existem, mas eles ainda não valem o investimento.

GeForce GTX 260

Preço médio: R$ 640

Os estoques de placas da Nvidia estão cada vez mais escassos, o que alavancou muito os preços para os modelos de ponta. Logo, não há escolha, a não ser se contentar com o modelo intermediário.

A família 200 carrega apenas suporte para DirectX 10, mas já estão disponíveis no mercado os óculos e os monitores especiais para projeções em 3D, além de ferramentas da companhia que "convertem" as imagens dos jogos para o padrão estereoscópico.

GeForce GTX 260

Apesar de estarem um ciclo aquém dos produtos da AMD, as placas da linha GTX 260 oferecem bom desempenho (ficando entre as Radeon HD 5750 e 5770) e preço amigável para quem não abandona a Nvidia.

Sugestões

De configurações a PCs montados, nós mostramos o caminho

Os componentes já foram mostrados, mas agora, com o que mais eu monto o meu computador e quanto ele vai custar? Bem, a resposta varia de acordo com o tanto de desempenho que você planeja ter. Para facilitar a vida de todos, tentamos organizar três "montagens" básicas — contendo todos os componentes necessários, exceto pelos monitores.

Elas apresentam preços crescentes, mas em geral correspondem a algumas das melhores combinações existentes nas prateleiras das lojas, sejam elas reais ou virtuais. Pronto para conferir suas opções? Então mãos à obra:

O econômico


Modelo Preço (R$)
Processador AMD Athlon II X3 435 150
Placa-mãe Gigabyte GA-MA770T-UD3P
180
Memória 4 GB 1600 - genérica 300
Placa de vídeo AMD ATI Radeon HD 5750 450
Disco rígido Seagate Barracuda 7200 120
Gravador de DVD LG GH22NS50 SATA 80
Gabinete ATX 4 baias 90
Total
1370

Resultado: por menos de R$ 1400 você terá um sistema completo (sem a necessidade de reaproveitar nenhuma peça do PC antigo), capaz não só de rodar todos os seus programas favoritos, mas como também todos os jogos lançados até hoje, ainda que não com todas as opções gráficas ativadas.

O processador e a placa-mãe são praticamente uma garantia de overclock para que o máximo de desempenho seja obtido (sem contar na possibilidade de destravar o quarto núcleo do Athlon, algo para os entendidos). É possível investir em modelos mais baratos de placas de vídeo, mas para um jogador essa não é a melhor das hipóteses.

O inteligente


Modelo Preço (R$)
Processador AMD Athlon II X4 620 250
Placa-mãe ASUS M4A785TD-V EVO
350
Memória G Skill RipJaws Series 4gb DDR3-1600
350
Placa de vídeo AMD ATI Radeon HD 5770 570
Disco rígido Seagate 1.5 TB
290
Gravador de DVD LG GH22NS50 SATA 80
Gabinete ATX 4 baias / ventilação lateral / 500 W
140
Total
2030

Resultado: O salto é de praticamente R$ 600, graças a processador, placa-mãe, placa de vídeo, memória de melhor qualidade e mais espaço para armazenamento dos dados (algo obrigatório quando se quer instalar uma infinidade de jogos no computador), entretanto, o ganho de desempenho também é notável.

Essa configuração permite o uso de resoluções mais altas para a imagem em aplicativos 3D, além de trazer muitos recursos como a porta HDMI e o próprio CrossFire embutido, que aumentará ainda mais o desempenho da máquina em situações extremas.

O poderoso


Modelo Preço (R$)
Processador Intel Core i7 860
800
Placa-mãe ASUS SABERTOOTH 55i
769
Memória Corsair 6GB (3 x 2GB) DDR3-1600
600
Placa de vídeo Radeon HD 5870
1200
Disco rígido Seagate 1.5 TB
290
Gravador de DVD LG GH22NS50 SATA 80
Gabinete Cooler Master Storm Scout com fonte
500
Total
4240

Resultado: viu como os melhores equipamentos são realmente salgados? Com esse orçamento é possível comprar três das máquinas econômicas ou duas da configuração inteligente. É claro que seus jogos ficarão mais rápidos e belos do que nunca, mas lembre-se: esta nem é a configuração mais potente existente hoje.

Um computador com "tudo de ponta" não sairia por menos que R$ 5000, um investimento ridiculamente alto, até mesmo para quem adora jogos e diversão. O jeito é usar o bom senso e aproveitar as promoções das lojas.

DiRT 2 já carrega consigo efeitos DX 11

Depois de toda essa enxurrada de informações, ainda se tem a sensação de que muito poderia ser dito a respeito da compra de um novo computador para o ano de 2010. Itens e acessórios como teclados sem fio, mouse de alta precisão, caixas de som e monitores infelizmente tiveram que ficar de fora da lista, mas nada impede que eles apareçam em outro especial, não é mesmo?

Antes de finalizarmos, mais um conselho: aguarde ao menos até o final deste mês de fevereiro, pois as últimas informações apontam para o lançamento de uma nova placa de vídeo da AMD ATI, a Radeon HD 5830, que trará desempenho alto a custos mais acessíveis.

Esperamos que você tenha gostado e se sinta mais apto a encarar os vendedores e as escolhas. Boas compras a todos e, acima de tudo, boa jogatina com computadores novinhos em folha. Até a próxima!

O que a Google está preparando para os próximos anos?

É sempre assim... Quando você acha que já viu de tudo, vem a Google e prova que o que você viu até hoje não era nada. Descubra o que a maior empresa de internet anda testando pela rede afora!

Toda vez que um novo produto Google é lançado milhares de pessoas se comovem, lutam por convites, discutem, fazem apostas e todo tipo de oferta para ter uma barganha melhor e quem sabe receber o tal email dos sonhos.

Entretanto, todo o mistério que a maior empresa do ramo de internet faz em torno dos seus produtos pode causar alguns problemas e até mesmo encoraja alguns “espertinhos” a criar brincadeiras e fraudes.

Quem estava conectado à timeline do Twitter na manhã do dia 11 de fevereiro deve saber muito bem qual o tipo de comoção que aconteceu. Os rumores do lançamento de um tal de Orkut Ouro fez muita gente correr atrás de um convite.

Isso mesmo que o produto oferecido pedisse um pagamento mensal – mas não passava de uma fraude. Se isso aconteceu com um produto que nem sequer estava na lista dos originais da Google, quem dirá o que acontece com os legítimos.

O Orkut Ouro enganou muita gente!

Fonte: Reprodução

Não é difícil imaginar, visto que há alguns meses o lançamento do Novo Orkut gerou tanto barulho quanto o Google Wave e depois o Buzz. Mas nem tudo que causa frisson no início é um sucesso de utilização.

Você deve se lembrar de toda a bagunça dos convites para o Wave. Era gente fazendo qualquer negócio para poder testar o novo produto. Só que depois de alguns dias utilizando e quando finalmente você conseguiu quase descobrir para quê ele realmente serve, viu que não tinha muita gente com quem interagir.

O Google Buzz chegou com muitas dúvidas quanto ao seu uso!

Estranho não é? Coisa parecida anda acontecendo com o Google Buzz. Os usuários de Twitter não pretendem deixar o passarinho azul para começar a usar o balão multicolorido da Google. Apesar de oferecer integração com o Gmail e ainda permitir que você incorpore seus principais perfis em redes sociais (até mesmo o próprio Twitter), blogs e o Google Reader à sua timeline no Buzz, o serviço ainda não impressionou ninguém.

Mas depois de tanta coisa boa e outras que nós ainda não entendemos, o que será que a Google vem pensando em lançar no mercado de aplicativos web? Essa é uma pergunta bastante curiosa e vale a pena ser investigada.

O laboratório nem tão secreto assim

Os laboratórios do Google!

Todo aquele charme de laboratórios, cientistas malucos e invenções fumegantes não combinam muito bem com o jeito Google de inventar novos produtos – isto é, exceto aqueles que algum dia serão o carro-chefe da empresa.

Então se você quer conhecer algumas das novidades, as portas do Google Labs estão abertas para quem desejar vê-lo. As áreas de criação são bastante grandes. Portanto, tome cuidado para não se perder.

As respostas para a tal pergunta interessante podem ser encontradas neste artigo que, sem dúvida alguma, é um dos mais curiosos que o Blog do IGOR já produziu. Portanto, veja uma pontinha do futuro que a Google reserva a todos nós dentro de pouco tempo. É bom lembrar que algumas dessas novidades já podem ser testadas, basta clicar sobre a imagem de cada uma delas.
Googleografia intensa e supermapas

As aulas de geografia antes do Google Maps e Google Earth não eram tão divertidas quanto podem ser agora. Em vez de procurar em um globo comum, com tons pastéis, agora qualquer estudante com acesso a internet pode ver o relevo das cidades, traçar rotas e ainda aproveitar para explorar as ferramentas de teste que a Google vem lançando no Google Maps Labs. É muito simples fazer com que essas opções se tornem disponíveis no seu mapa.

Sempre que você acessar o Maps, observe o canto superior direito do conteúdo da sua janela. Se houver um frasco verde, como aqueles usados em laboratórios, clique sobre ele e aguarde a janela de novidades aparecer.

Ali você encontra uma série de coisas novas e divertidas para complementar o seu Google Maps. Um atributo muito interessante que pode ser implementado ao mapa é o questionário no qual é preciso associar a imagem de satélite ao nome do país em questão.

A geografia não é mais a mesma depois do Google!

Outro recurso muito interessante que pode ser adicionado é o “Arrastar e aplicar zoom”. É muito simples e não requer nenhum tipo de superconhecimento em mapas. Tudo o que você precisa fazer é clicar e arrastar, de maneira a desenhar um quadrado em volta da área desejada para zoom.

O recurso de zoom inteligente também ajuda bastante naquelas horas em que você quer aproximar uma área que não está disponível. Antes que você descubra isso só quando já tiver aumentado o zoom, o mapa alerta sem precisar chegar tão perto.

Vá de ônibus, o Google ajuda!

Não há coisa pior do que chegar a uma cidade completamente estranha e nova sem conhecer os caminhos para chegar aonde queremos. É confuso e o risco de ficar perdido é bastante grande. Mas se houver alguém para dar boas informações sobre as rotas e quais ônibus, metrôs ou qualquer outro tipo de transporte público pegar, fica tudo mais fácil, não é?

Vá de ônibus, o Google Transit ajuda!

É mais ou menos essa a intenção da Google. Agora as rotas de transporte público podem ser inseridas no seu Google Maps. Então, se você não é lá muito chegado a pedir informações para estranhos, o seu celular pode resolver bastante coisa. Uma consultinha breve e pronto!
Indexação de áudio

Não. Não se trata de mentiras, pegadinhas ou até mesmo algo tirado de livros e filmes de ficção científica. A indexação de áudio já é algo que promete bastante nestes novos planos da Google. Com a inclusão de aparelhos celulares – smartphones, mais precisamente – toda e qualquer contribuição no terreno do som pode ser extremamente importante. Então por que não investir em busca por trechos de áudio?

Já pensou em indexação de áudio?


Você já se imaginou digitando um trecho de uma palestra a qual você gostaria de ver o vídeo, ou então procurando alguma reportagem que contenha uma palavra-chave em específico? Pois é, o Google pode encontrar para você. Neste primeiro momento, o sistema está operando apenas com vídeos de políticos, mas em breve já poderá indexar a biblioteca completa do YouTube. Já imaginou?

Peça pelo códigos

Algumas das ferramentas mais versáteis que a Google poderia implementar ao seu sistema de buscas é o Code Search, ou seja, busca pelo código-fonte das páginas que já estão indexadas no seu banco de dados.

Imagine que você está estudando algum tipo de linguagem de programação e precisa encontrar referências do uso de um determinado comando ou então algumas linhas para usar de exemplo em algum trabalho. Este é o melhor jeito de encontrar o que você procura.

Procure pelo código fonte do site!

Afinal é muito mais rápido do que acessar página por página e então clicar com o botão direito para, através do menu de contexto, abrir a janela do código-fonte daquele site em questão. O que você está esperando?
Uma imagem que fala mil palavras

Todo mundo já ouviu o clichê “uma imagem vale mais do que mil palavras”. Mas e quando essa mesma imagem acaba gerando as tais mil palavras? Com o Google Goggles o paradigma muda de ordem e a foto tirada com o seu smartphone Android pode dar informações importantes a respeito dos objetos que você fotografou. Isso é bastante simples de ser entendido para quem assistia a Pokémon. Basta lembrar da PokéDex que Ash usava em suas aventuras.

Sempre que o personagem encontrava um novo monstrinho, sua agenda informava os dados a respeito dele. O que acontece com o Google Goggles é semelhantee seu forte está em livros, pontos turísticos, logomarcas, obras de arte e uma série de outras coisas que já estão indexadas e outras que ainda não foram.

Uma pessoa está distante de outra por seis graus
Essa afirmação é quase uma lenda urbana. Mas será que é verdade mesmo? Desde o lançamento do Orkut, muita gente tem se dedicado a descobrir se estão a seis graus de separação de alguma personalidade.

Entenda que, nesse contexto, grau significa pessoa. Assim, você pode conhecer alguém, que por sua vez conhece outras cinco pessoas até chegar em Bill Gates, por exemplo. Estranho? Pode ser que seja verdade!

Encontre o grau de proximidade com alguém!

O Google People Hopper é um aplicativo para Orkut muito divertido e que serve justamente para isso, medir a proximidade entre as pessoas e os contatos que fazem o “meio campo” entre elas. Suponha que você é um jornalista e precisa entrevistar alguém muito famoso, mas não tem nenhum contato direto com essa pessoa.

Em outras circunstâncias mais formais, você deveria contatar a assessoria de imprensa dessa pessoa, mas com algo como o People Hopper, você pode procurar quem dos seus contatos está mais próximo do seu entrevistado e pedir informações a respeito dele. Parece estranho e muito fora do convencional quando se trata de procurar um entrevistado, mas pode virar tendência no futuro!

Uma mãozinha para o SEO

Se você ainda não ouviu falar em SEO é porque anda deixando de lado o seu direito de produzir sua própria informação pela internet. A sigla SEO significa “Search Engine Optimization” e consiste, basicamente, em utilizar técnicas relacionadas às palavras-chave e outros tipos de instrumentos para fazer com que o seu site ou blog seja melhor visto e ranqueado pelos buscadores como o próprio Google, Yahoo!, Bing e outros.

Digite as palavras chave as quais você quer encontrar correlatas!

Mas, se você já sabe o que é SEO e vem trabalhando algumas dessas técnicas para melhorar a sua relevância, saiba que o próprio Google pode dar uma mãozinha nessas horas. O Google Sets é uma ferramenta especializada em relacionar palavras chave para que você possa fazer uso de conteúdos afins àqueles que já estão listados nas suas tags. Ali você digita algumas palavras e gera uma lista – pequena ou grande – das palavras relacionadas ao seu tema.

Notícias de um jeito que você nunca viu!

O algoritmo de buscas do Google é um dos maiores segredos existentes na web. Embora muitos programadores já tenham conhecimento de parte dele, estima-se que mais de 200 elementos combinados entrem em ação quando você faz uma simples pesquisa por uma palavra.

O código desse algoritmo é dinâmico, ou seja, a cada semana são implementadas novas mudanças e corrigidos alguns itens, sempre buscando torná-lo mais completo e eficiente para o usuário. Um desses elementos se refere à web semântica.

Explicando: web semântica nada mais é do que uma tentativa do algoritmo de buscas para entender a razão da pesquisa de um usuário. Por exemplo, ao procurar no Google o termo “restaurante em Curitiba”, o código lista não apenas os restaurantes, mas também itens relacionados como serviços de táxi, preço de refeições, cardápios e outras opções complementares - possivelmente, relevantes.

Embora o Google já aplique itens como esse em sua busca desde meados de 2009, seu resultado ainda não é tão eficiente devido à falta de informações oferecidas no código dos próprios sites da web.

Assim como hoje existe o SEO – Search Engine Optimization (Otimização para mecanismos de busca) – em breve devem ganhar corpo algumas técnicas de SMO – Semantic Marketing Optimization – visando aproveitar melhor esse segmento.

Visual do Google Fast Flip

A web semântica não deve afetar apenas as suas buscas, mas também a maneira como você lê e recebe notícias. Uma das ideias disponíveis no Google Labs é o Google Fast Flip. Trata-se de um serviço para recebimento e leitura de notícias que permite visualizar simultaneamente a principal procurada assim como notícias relacionadas.

O visual é semelhante ao das páginas de acesso rápido, como os existentes nos navegadores Google Chrome e Opera – com a diferença que as miniaturas são atualizadas a cada carregamento de página. Assim, é possível determinar termos específicos para serem visualizados constantemente ou optar pelas novidades de cada busca em páginas relacionadas no Google News.

Suas compras nunca mais serão as mesmas

Outro serviço que ainda está em testes nos laboratórios do gigante das buscas é o Google Shopper. Similar ao Google Products, este recurso estará disponível em smartphones que operam com o sistema Android.

A proposta é exibir imagens do produto pesquisado, por meio da busca textual ou mesmo a partir de comandos de voz. O serviço está em testes apenas com livros, CDs, DVDs e videogames, mas a ideia é expandi-lo para outras variedades. A identificação é feito pelo código de barras.

A partir dos resultados é possível favoritar produtos e as informações ficam disponíveis para o usuário acessar a partir de qualquer ponto de internet. Também será possível acessá-las no Facebook e no Twitter.

E então? O que você está esperando para conhecer essas ferramentas todas? É certo que para ter acesso a algumas delas será necessário esperar um pouco – nem que seja para juntar aquele dinheirinho para comprar o seu smartphone com Android – mas ainda assim não deixam de ser fascinantes. Não é fácil passar por tantas novidades sem eleger uma favorita. Portanto, chegou a hora de dizer qual delas conquistou seu coração!

Fique atento para mais novidades no Blog do IOGOR!

Até logo!

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Compartilhe seus feeds do Google Reader no Twitter

Não é difícil rechear o seu Twitter automaticamente com os feeds que você segue. Aprenda neste tutorial relâmpago.

O Google Reader — leitor de RSS do Google — tem um recurso para compartilhamento de itens favoritos. Tais itens são compartilhados para seus seguidores no serviço do Google. Mas eles também podem ser compartilhados via Twitter, inclusive os itens de sua pasta com estrela. Neste artigo você vai ver como é fácil “tuitar” seus feeds RSS favoritos do Reader.

Além de conta no Reader e no Twitter, você precisa também de uma conta no Twitterfeed (serviço com o qual você aplica um RSS na sua conta do Twitter e, cada vez que o feed tiver novidades, será enviado em forma de posts no Twitter).

Para que um item seja compartilhado, é necessário que a pasta a qual ele pertence seja pública. Itens com estrela, por exemplo, são particulares por padrão, então você precisa acessar as configurações do Reader e, em Pastas e tags,marcar a pasta “Seus itens com estrela” como público.

Para começar, defina quais pastas você quer compartilhar.

Então você deve acessar a página pública da pasta que deseja compartilhar. No canto direito, clique com o botão direito do mouse sobre o link Feed Atom e copie o endereço.

Copie o endereço do feed da pasta.

Agora acesse sua conta do Twitterfeed e crie um novo feed com o link que você acabou de copiar. Nas configurações, tenha atenção a alguns detalhes como freqüência de atualização, informações durante a postagem e número de posts. Lembre-se que atualizações exageradas incomodam seus seguidores. O Twitterfeed passará a jogar automaticamente os feeds do Reader no Twitter.

Use a URL copiada para configurar o feed no Twitterfeed.

Esperamos ter ajudado você. Deixe seu comentário e até uma próxima.

Governo Lança o Salario Metro.

Extra Extra Governo Lança o Salario Metro.

Para você fazer comparação do seu Sálario com outros da Mesma Areá.

Mirasol: tecnologia pretende revolucionar as telas de leitores digitais e tablets

Qualcomm lança telas com nova tecnologia para melhor qualidade e economia no consumo de energia.

No início do ano, a feira de eletrônicos CES 2010 foi tomada por e-readers (leitores digitais), o que gerou uma mobilização de boa parte da indústria de tecnologia para lançar novos aparelhos e implementar melhorias aos sistemas que já estavam empregados nos dispositivos lançados até então.

O mercado dos leitores digitais se agita a cada dia, calcula-se que apenas em 2009 mais de cinco milhões de aparelhos tenham sido vendidos em todo o mundo. Esses números animaram ainda mais as grandes fabricantes(vírgula) que veem no segmento uma oportunidade de lucrarem muito nos próximos anos.

A Qualcomm, empresa responsável pela fabricação e distribuição de chips controladores para tablets, netbooks e e-readers, também entrou na corrida por novos avanços tecnológicos referentes aos leitores.

A empresa anunciou, neste mês, o lançamento de um novo modelo de telas para os dispositivos, baseado em elementos da natureza e que promete revolucionar o mundo digital. São as telas Mirasol.

Mirasol

Inspiradas nas borboletas (que, apesar de não possuírem muita pigmentação nas asas, refletem cores estonteantes e por isso são consideradas algumas das mais belas criaturas da natureza), as novas telas aproveitam a iluminação do ambiente em que estão para refletir a luz e causar impressões visuais de saturação e brilho com bastante qualidade e fidelidade.

As telas do Qualcomm não são de LCD, nem possuem a tecnologia utilizada em outros leitores digitais, como a e-Ink, que simula o papel de verdade. Na verdade, as telas Mirasol apenas utilizam um sistema mecânico que reflete a luz ambiente.

Como a reflexão gera cores na tela?

Essa reflexão só é possível graças à nova forma de modulação das telas, a IMOD (Modulação Interferométrica, que gera cores combinando luzes de diversas fontes diferentes). Com esse novo padrão de reflexão de cores, as telas Mirasol dispensam a necessidade de luzes de fundo, podendo, portanto, utilizar menos energia.

O IMOD é composto por duas placas condutoras. Uma é formada por uma camada de filme e acoplada a um substrato de vidro, a outra é uma membrana reflexiva e suspensa sobre esse substrato. Entre as duas placas existe um vazio, completo apenas por ar.

Funcionamento

  • Glass substrate: substrato de vidro
  • Thin film stack: camada fina de filme
  • Air gap: espaço preenchido por ar
  • Reflective membrane: membrana reflexiva
  • Open state: aberto
  • Collapsed state: pressionado
  • Red subpixel: subpixel vermelho
  • Green subpixel: subpixel verde
  • Blue subpixel: subpixel azul

Quando tocadas por uma voltagem baixa, as duas placas se aproximam devido à atração eletroestática, mas quando não há voltagem aplicada, as placas são separadas. Quando juntas, os elementos ficam escuros, quando separadas, ficam brancos. A cor representada pelo IMOD é gerada através da distância entre as duas placas.

Cada IMOD é minúsculo, possuindo até mil pontos por polegada. Para a criação de uma tela com IMODs, são utilizados muitos deles, assim criando painéis em vários formatos para a utilização em diversos dispositivos.

Baixo consumo

Nesse ponto, as telas Mirasol demonstram mais uma vez a inspiração da natureza utilizada na montagem do eletrônico. Por ser um gadget de baixo consumo, tendo autonomia de bateria de até 8,6 dias, os e-readers são considerados eletrônicos verdes, ou seja, não são ambientalmente nocivos.

Funcionamento dos e-readers

Aplicando as telas

Para apresentar as telas, a Qualcomm utilizou um protótipo de e-reader chamado de Qualcomm Mirasol. O eletrônico possui uma tela pequena em relação a outros aparelhos que começam a ganhar espaço no mercado, são apenas 5,7 polegadas, mas a qualidade obtida não deixa a desejar, nem mesmo quando colocada ao lado de displays Pixel Qi.

Telas em atividade  no Qualcomm Mirasol

Outra funcionalidade que o leitor digital da Qualcomm possui é a capacidade de reproduzir vídeos com alta qualidade e sempre com cores, ao contrário do que outras telas de e-reader oferecem a seus usuários, como vídeos coloridos apenas na presença do sol. Ainda não foram divulgados dados sobre reprodução de vídeos em alta definição.

Quando utilizado na função de leitor digital, o Qualcomm Mirasol pode ser configurado para exibir animações a cada troca de página, simulando o que acontece com livros fisicamente reais, sempre ressaltando a fidelidade obtida na representação das escalas cromáticas presentes nas páginas.

Além de leitor digital e reprodutor de vídeos, o Qualcomm Mirasol também pode ser usado para navegação na internet.

Utilizando as telas  para navegação

Limitações das telas reflexivas

O grande problema encontrado nas telas Mirasol é a falta de estabilidade na fidelidade de reprodução de cores. Quando estáticas, as telas refletem cores perfeitamente, mas em variações na angulação, ocorrem perdas significativas da representação das escalas cromáticas obtidas pelo reprodutor de vídeos ou leitor digital.

Estima-se que no futuro, as telas Mirasol possam ser utilizadas em vários dispositivos eletrônicos, não apenas em e-readers. Com isso, espera-se que a qualidade nas imagens obtidas esteja crescendo a cada novo aparelho lançado.

O que você espera dessa nova tecnologia? Quais dispositivos podem aderir às telas Mirasol?

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Recém-nascidos 'posam' em novo livro de irmãs fotógrafas

O livro de Tracy Raver e Kelley Ryden, chamado Sleeping Beauties: Newborns in Dreamland ("Belezas Adormecidas: Recém-nascidos na Terra dos Sonhos", em tradução livre), apresenta fotos de bebês de 5 a 10 dias de vida, fase em que estão mais "flexíveis" para ficar em poses.


Bebê fotografado por Tracy Raver e Kelley Ryden

A fotógrafa canadense Stephanie Robin também participou do projeto. O fato de ela ser fisioterapeuta ajudou muito às irmãs na hora de posicionar os bebês.

As irmãs explicam que sempre buscam colocá-los em posições naturais, encolhidos, como se ainda estivessem no útero de suas mães, e geralmente dormindo.

"Os recém-nascidos são naturalmente muito dorminhocos, e nós ainda pedimos às suas mães que encham as barrigas deles antes de os trazerem ao estúdio", contam.


Bebês fotografados por Tracy Raver e Kelley Ryden

A dupla de fotógrafas trabalha em um estúdio em Nebraska, nos Estados Unidos. Os pais que quiserem que seus filhos sejam fotografados nos primeiros dias de vida pelas irmãs terão de desembolsar US$ 1,7 mil (cerca de R$ 3 mil). O livro será lançado em abril.

A propaganda do futuro

Conheça os displays interativos, a nova moda do mercado publicitário que vai impactar a maneira como você interage com as propagandas.

Televisão, rádio, mídia impressa, outdoors e internet. Diariamente somos bombardeados com um verdadeiro arsenal de mensagens publicitárias nos mais variados meios e de diversas espécies. Com raras exceções, quase sempre esse caminho é uma via de mão única, com os as empresas enviado suas mensagens e os consumidores assimilando a informação.

Porém nos últimos anos, e principalmente graças à internet, a situação mudou um pouco de figura, permitindo aos usuários mais possibilidades de interação e personalização da mensagem que recebem. O advento da TV digital também deve colaborar para tornar esse cenário mais realista.

Em tempos de mobile marketing – uma forma de comunicação que visa dialogar com o consumidor, permitindo a ele interagir com a mensagem das mais variadas formas – a bola da vez do mercado publicitário parecem ser os displays interativos.

Visual de um display. Foto: Displax / Divulgação.

Displays interativos: o que são?

Se você acompanhou os lançamentos da CES 2010 ou mesmo está sempre ligado nas novidades tecnológicas no Blog do Igor, já deve ter percebido que as telas no estilo touch são uma das principais tendências do momento, estando presentes em celulares, tablets e até mesmo controles remoto dos aparelhos de TV.

Os displays interativos podem se apresentar de diversas formas, utilizando-se de diversas tecnologias, mas a ideia mais comum é a seguinte: tornar qualquer superfície touchscreen e, com isso, permitir ao consumidor interação total com a propaganda. Parece impossível? Nem tanto.

Chamadas Películas Interativas Touchscreen, em geral elas são aplicadas sobre monitores ou TVs de LCD, LED e plasma. Sua precisão faz com que não seja necessário ao usuário fazer força, bastando apenas deslizar os dedos sobre a superfície para interagir com o dispositivo. As telas desse formato podem variar de 30 a 100 polegadas.

Intel Infoscape - Produto similar que chamou atenção na CES 2010

Já os sensores óticos são utilizados para aquelas de grandes formatos – entre 71 e 110 polegadas – e reconhecem o toque na tela a partir de dois sensores instalados em diagonal, nos cantos da tela. Outra possibilidade é a aplicação das películas interativas no chão. Assim, ao pisar sobre ele o usuário interage com o aplicativo, sendo possível deixar no piso as logomarcas dos patrocinadores ou outros detalhes que o cliente julgar conveniente.

Brasil sai na frente

Embora novidades tecnológicas costumem demorar um pouco para chegar em terras brasileiras, definitivamente este não é o caso quando falamos do mercado publicitário. A propaganda brasileira é internacionalmente reconhecida como uma das melhores do planeta. Ela também ganha seguidos prêmios nos principais festivais do setor.

No Brasil, o display interativo já está disponível e, embora sua aplicação ainda seja tímida, há infraestrutura e empresas especializadas em comercializá-la. Uma delas é Intuitto, empresa do grupo Projetta.

As ações realizadas até agora ficaram restritas a feiras de tecnologia ou eventos de grande porte. A novidade, é claro, chama atenção do usuário por ser algo pouco visto por enquanto, independente da mensagem que transmita. Porém, inegável as possibilidades de comunicação que os displays interativos abrem.

Visual de um dos displays. Foto: Displax / Divulgação.

Uma propaganda para cada um

Embora permitam já uma certa de dose de interatividade com o consumidor, as possibilidades que displays interativos abrem no mercado são muitas. A personalização da propaganda para cada consumidor é uma delas.

A exemplo do que acontece em alguns sites de vendas online, nos quais em sua conta o usuário tem acesso a páginas personalizadas, compras com um único clique e mesmo ofertas que vão ao encontro de seu perfil como consumidor, imagine poder interagir dessa forma dentro de um shopping center ou mesmo na rua?

No futuro será possível, por exemplo, ver a propaganda de um determinado produto, clicar sobre a imagem dele para obter mais informações e, caso seja do seu interesse, comprá-lo online utilizando seus dados pessoais e receber a mercadoria em sua casa.

Essa última hipótese, é bem verdade, está ainda um pouco distante, mas não deixa de ser uma das possibilidades de interação com o consumidor. Se para o usuário isso representa mais uma possibilidade de compras e, por que não dizer, de informação, para as lojas e empresas os displays interativos acabam por se converter em mais um canal de vendas.

O que você achou dessa nova possibilidade de propaganda? Acredita que os displays interativos vão se tornar populares no mercado publicitário? Participe deixando a sua opinião nos comentários.

Como forma de combater o download ilegal de sua programação, redes apostam em alternativas como transmissão online e programações em 3D.

Como forma de combater o download ilegal de sua programação, redes apostam em alternativas como transmissão online e programações em 3D.

Embora ainda ocupe o posto do meio de comunicação mais utilizado, é possível notar que, a cada ano que passa, a televisão perde audiência para outros meios de comunicação, especialmente a internet.

Em países como os Estados Unidos, o impacto das conexões online de alta velocidade já preocupa muitas redes de televisão, especialmente aquelas que disponibilizam conteúdo pago. Muita gente está deixando de lado assistir aos programas no horário em que são transmitidos devido à facilidade de baixá-los em um momento posterior de forma totalmente gratuita.

Televisão perde cada vez mais espaço para o meio online

Exemplo dessa mudança de comportamento é a série Lost, um dos maiores fenômenos de audiência dos últimos anos. Em sua primeira temporada, o programa teve uma audiência média de 18 milhões de pessoas por episódio. Já o primeiro episódio da sexta temporada, que estreou esse ano, teve audiência de 11,4 milhões de espectadores, queda considerável.

Porém, isso não significa que as pessoas tenham deixado de ver a série: uma breve visita a sites que disponibilizam torrents, como o Pirate Bay, revelam milhões de downloads de cada novo episódio.

Para reverter esse quadro e trazer de volta aqueles consumidores que deixaram a televisão de lado, diversas emissoras estão investindo em meios de superar a rapidez que a internet oferece.

Seja disponibilizando conteúdo online exclusivo ou transmissão de programas em 3D, o futuro aponta para uma verdadeira revolução na programação doméstica, mais ou menos como o 3D e o Imax fizeram com o cinema atual.

Programação sob demanda na internet

Uma das formas que as redes de televisão encontraram para concorrer com a rapidez dos grupos piratas da internet é buscar uma maneira diferenciada de se inserir no meio.

A ABC, rede responsável por séries populares como Lost e Grey’s Anatomy, permite que usuários dos Estados Unidos assistam a episódios completos das séries que transmite através de seu site oficial.

EProgramação de TV no computador? Só para quem é assinantembora não impeça o download das produções por vias alternativas, é um bom exemplo de iniciativa que visa diminuir o impacto da pirataria.

A Comcast e a Time Warner, duas das maiores distribuidoras de televisão a cabo nos Estados Unidos, têm como principal aposta o sistema “TV Anywhere”, que permite ver a programação completa de diversos canais de qualquer lugar que a pessoa esteja.

Porém, o conteúdo só está disponível para quem já é assinante do serviço caseiro: ou seja, é mais um complemento às opções da televisão a cabo tradicional do que uma nova plataforma de negócios.

A iniciativa é semelhante ao que aos estúdios Paramount, Lions Gate e MGM fizeram com seus filmes, que são oferecidos através do sistema EpixHD, somente para quem assina esses canais através de serviços de televisão a cabo. A HBO também aposta no mesmo modelo de negócio e já anunciou que vai disponibilizar seus filmes e séries online, somente para quem paga pelo serviço televisivo.

Emissoras apostam na distribuição online de seu conteúdo, mediante pagamento

Embora transportar o conteúdo de canais populares para a internet seja uma boa iniciativa, o fato de estarem vinculados à assinatura de um serviço de TV a cabo não parece compatível com a nova realidade digital. Tudo indica que, caso essas companhias não encontrem um modelo de negócios próprio para a internet, continuarão perdendo terreno para a pirataria.

Filmes e programas em 3D no conforto de casa

Uma iniciativa que se mostra mais promissora e promete ser a sensação dos próximos anos é a transmissão de programação em três dimensões através de televisores, de forma semelhante ao que é feito pelo cinema. Essa forma de distribuição representa um diferencial real em relação à programação encontrada na internet e pode trazer de volta quem trocou a televisão pelo meio virtual.

Embora ainda esteja em fase inicial de testes, diversos canais pelo mundo já estudam transmitir programação tridimensional para os telespectadores. Embora a tecnologia esteja avançando a passos largos principalmente em locais como o Japão, Estados Unidos e Reino Unido, emissoras e operadoras de cabo já apostam na transmissão de programação 3D no Brasil.

Desde 2009 a Rede Globo realiza testes de gravação e transmissão de programação através de imagens tridimensionais e, semana passada, junto à operadora de TV por assinatura NET, transmitiu em 3D o carnaval através do canal 750, exclusivamente para o Rio de Janeiro.

A experiência foi restrita aos clientes do bar Baretto-Londra, localizado no hotel Fasano Ipanema, mas a operadora já planeja transmitir a programação para todos seus clientes a partir do final de 2010. Todos os assinantes teriam acesso à programação, embora não tenham sido divulgados quais conteúdos serão transmitidos com a tecnologia.

O obstáculo para a difusão da programação 3D está no equipamento necessário: televisores compatíveis com o formato ainda são inacessíveis para a maioria da população mundial, pois podem chegar a mais de 2500 euros nos modelos mais simples.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Ana Maria Brega reata casamento em Miami

Tudo indica que Ana Maria Brega e Marcelo Frisoni voltaram às boas. Nesse domingo (21), o casal foi visto caminhando de mãos dadas depois de um almoço no restaurante Trindade, em São Paulo.

AgNews
De volta às boas: Marcelo Frisoni e Ana Maria Braga almoçam juntos

A apresentadora e o empresário, que oficialmente ainda são casados, enfrentaram uma crise no final do ano passado, cheia de idas e vindas. Nos últimos dias, porém, Marcelo vinha fazendo de tudo para reatar de vez com Ana Maria. Amigos contam que depois de inúmeros telefonemas, ele foi até Miami - durante o Carnaval - para encontrar a "ex".

Agora, com o casamento aparentemente reatado, Marcelo já comenta com os mais próximos que contará, inclusive, com o "incentivo" da mulher para mais uma empreitada na política. Ele quer se candidatar a vereador em São Paulo como fez em 2008, mas não foi eleito.

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