Seja, Bem Vindo.

domingo, 14 de março de 2010

Celulares da Microsoft cada vez mais reais

Alguns já diziam que eles não passavam de conversa fiada, mas depois de uma enxurrada de novas informações os smartphones da Microsoft estão mais reais do que nunca.

Quando o assunto envolve uma marca de peso como a Microsoft, boatos e rumores de todos os gêneros é o que não falta antes do anúncio oficial de um novo produto. Ainda mais quando o projeto é mantido a sete chaves e uma pequena janela, por onde escapam algumas informações que de tempos em tempos incendeiam os sites de tecnologia.

Depois de várias fotos vazadas pela internet e até boatos afirmando que o projeto fora cancelado, os smartphones da Microsoft estão mais vivos do que nunca. Novas informações e imagens dos aparelhos em pleno uso estão à solta, saiba todas as novidades sobre os celulares e conheça para onde os rumores apontam.

Recapitulando...

Depois de a Microsoft comprar a Sharp, nasceu a marca Danger e fortes rumores surgiram quanto a uma possível linha de smartphones. Pouco tempo depois o mundo conheceu o Zune, player da Microsoft recheado de ferramentas multimídia e semelhanças com o iTunes.

Em meados do ano passado foi a vez de os rumores esfriarem por conta do primeiro do Zune HD, player portátil fruto da Danger aos moldes do iPod. Quando ninguém mais se lembrava do tal smartphone, eis que vazaram em setembro do ano passado imagens dos aparelhos “Pure” e “Turtle” ambos parte de um suposto Pink Project, causando um imenso barulho.

Novos celulares da Microsoft.

(Crédito: Gizmodo)

As fotos renderam muitas especulações sobre os celulares da Microsoft, mas como meses se passaram sem que houvesse qualquer confirmação da empresa, a notícia esfriou. No início deste ano foi a vez de o Windows Phone 7 ser aberto ao público, um sistema operacional móvel desenvolvido para aparelhos terceirizados. Quando fofocas já apontavam para o abandono do projeto, eis que surgem novas imagens e notícias quentíssimas dos smartphones.

O que há de novo?

No início deste mês foi a vez de uma imagem publicitária do Pink Project vazar. Ao lado do aparelho “Turtle”, a foto traz a seguinte frase: “Make your network more social” (Torne a sua rede mais social, em tradução livre). Os créditos mais uma vez são do site Gizmodo.

Suposta imagem publicitária do Turtle.

(Crédito: Gizmodo)

Além de uma noção superficial da campanha publicitária, a imagem confirma o conceito do público-alvo dos aparelhos do Pink Project: adolescentes. Junto de uma grande biblioteca de jogos 3D, players multimídia e câmeras integradas, o aparelho deve valorizar sobretudo as redes sociais.

Em pleno funcionamento

Mais tarde no mesmo dia, novas fotos dos aparelhos em pleno uso vazaram pela internet. Novamente as imagens foram retiradas do site Gizmodo e apontam para os registros de uma fonte anônima de confiança que supostamente teria até manuseado o aparelho.

Pure em funcionamento.

(Crédito: Gizmodo)

A interface oferece uma infinidade de ícones na forma de quadrados, trazendo todas as principais funções a um único toque do usuário. Torna-se visível que o sistema operacional do aparelho já não é tão similar ao Window Phone 7 e aproxima-se mais da interface dinâmica do Zune.

Pure em funcionamento.

(Crédito: Gizmodo)

Embora nada esteja confirmado, isso indica a provável integração do aparelho com o Zune, seguindo a receita de sucesso da AppStore e do iPhone. Se isso for verdade, os aplicativos do celular serão baixados por uma loja virtual pelo computador ou pelo próprio aparelho.

Mais sobre os smartphones

Nem tão funcionais, mas nem por isso menos empolgantes, existem ainda algumas imagens do material de design gráfico do aparelho circulando pela web. Como se era de esperar, ícones de diversas redes sociais aparecem lado a lado com as opções do Zune, apontando para a integração com o serviço.Ícones do aparelho.

(Crédito: Gizmodo)

Ouve-se ainda falar de nomes como “Pride” e “Lion”, mas aparentemente não passam da nomenclatura internacional dos mesmos aparelhos. Segundo matéria do Gizmodo, a resolução máxima do Turtle deve chegar aos 320x240 e a do Pure aos 480x320, a mesma do iPhone. Vale lembrar que, apesar de tantas semelhanças, a Microsoft declarou não estar produzindo um concorrente para o celular da Apple.

E quando eles chegam ao mercado?

Se as imagens do final do ano passado foram mais que suficientes para aflorar a imaginação do mercado, desta vez não seria diferente. Mas segundo a maior parte dos sites de tecnologia, os celulares da Microsoft devem chegar ao mercado norte-americano ainda no primeiro semestre deste ano.

Alguns mais otimistas apostam que até final de abril os smartphones já estarão à venda nos Estados Unidos, mas essa estimativa parece improvável. Vale lembrar que a empresa nada declarou oficialmente sobre os aparelhos e também não fez qualquer anúncio sobre suas vendas nos EUA ou em qualquer parte do mundo.

Um novo tablet vem aí

Se você pensou que estamos falando do iPad anunciado recentemente pela Apple está enganado. Além da nova linha de smartphones, a Microsoft desenvolve um novo conceito de tablets focados no público profissional. Os conceitos do “Courier” já podem ser vistos em alguns vídeos, mas como de praxe mais informações permanecem em sigilo.

O mínimo que se pode deduzir é que, caso se confirme a integração do Zune com o Pink Project, é quase certo que o Courier também desfrute da loja de aplicativos. Se em matéria de smartphones a Microsoft deixou a Apple dominar o mercado sozinha por quase três anos, com os tablets a história será bem diferente.

Análise: COOL-ER Gato Sabido

Reviramos do avesso este e-reader de fabricação nacional para descobrir seus pontos fortes e fracos.

Enquanto 2009 foi considerado o ano dos e-readers no exterior, especialistas afirmam que o mesmo acontecerá no Brasil, porém em 2010. Para provar a afirmação, temos aqui nada menos do que um e-reader de fabricação nacional, o COOL-ER, da Gato Sabido.

O último Natal apresentou um grande número de vendas em arquivos digitais, chegando a ultrapassar a quantidade de livros e objetos físicos vendidos. Algo que estimulou o aumento das vendas foi a existência de e-readers como o Kindle e o Sony Reader. Ambos com grande qualidade e recheados de recursos para atrair mais compradores.

A principal função de um e-reader é exibir as páginas de um livro, melhor ainda se for utilizando a tecnologia e-ink, para simular uma página de verdade. Fora isso, o resto é luxo: conexão Wi-Fi e/ou 3G para baixar e-books da internet para seu aparelho, tocar músicas, tela touchscreen, entre outras regalias muito bem-vindas.

COOL-ER e Kindle

Sendo o COOL-ER de fabricação nacional, seu preço é muito inferior ao dos dois gigantes já mencionados, pois não há impostos referentes à importação. Por cerca de 750 reais você adquire o seu e leva sua biblioteca digital para onde quiser, bem como colocar uma música de fundo para embalar a leitura.

Aprovado

Do que nós gostamos

Parece papel

Usar a tecnologia e-ink faz o gasto de bateria ser bastante reduzido (cerca de 8 mil viradas de página), pois o texto é impresso na tela e você só consome quando vira páginas - além de tornar a tela parecida com uma página de livro.

Outro fator que torna a leitura agradável é a ergonomia do COOL-ER - sem mencionar as oito opções de cores do leitor, as quais o deixam agradável também aos olhos. Segurá-lo não cansa suas mãos porque seu peso é de 178 gramas.

Cartão SD de até 4 GB

Leia até cansar

O COOL-ER permite a execução de músicas enquanto você aproveita sua leitura, bastando transferi-las para o aparelho. Caso o 1 GB não seja suficiente, utilize um cartão SD para aumentar em até 4 GB a capacidade deste “gato sabido”. Por outro lado, a compatibilidade de arquivos também não é problema, uma vez que é possível visualizar PDF, EPUB, FB2, RTF, TXT, HTML, PRC e JPG.

Bateria trancada

Durante a leitura você decide qual dentre três tipos de fonte prefere visualizar e seu respectivo tamanho na tela. Além disso, caso você não deseje ler seus e-books no formato “retrato” (vertical), existe a opção de trocar para o modo “paisagem” (horizontal). Sua biblioteca acabou? Sem problemas! Acesse a loja virtual da Gato Sabido e acrescente livros de vários preços à sua coleção, sejam eles de domínio público ou best-sellers atuais.

Reprovado

O que espantou o Baixaki

A bateria acabou? Que pena...

Um grande problema do COOL-ER pode aparecer quando a bateria acaba. Afinal, só é possível recarregar sua bateria através de um cabo USB ligado a um computador. Você pode ter pensado “ah, mas é só levar uma bateria reserva que resolve o problema”.

Talvez resolva, mas não tão facilmente: a tampa que segura a bateria é presa com um parafuso pequeno. Ou seja, para não ser pego desprevenido é preciso ter sempre consigo: ou uma bateria reserva com chave para abrir a tampa, ou um notebook para recarregá-la.

Comandos

Como travar o COOL-ER

Uma excelente maneira de perder pontos preciosos da bateria é escutar músicas neste e-reader. Pois além de, provavelmente, reduzir drasticamente o tempo útil da bateria, fazê-lo ainda garante outra dor de cabeça: esperar dez segundos por uma virada de página. Em outras palavras, fica muito claro que 128 MB de memória não são suficientes para executar um arquivo de áudio e visualizar um e-book ao mesmo tempo.

Segurar, OK. Apertar... Que preguiça!

Como já mencionado anteriormente, segurar o Gato Sabido é confortável e não cansa as mãos. Entretanto, na hora de apertar os botões que você percebe certa falta de praticidade: eles são duros. É também nesta hora que você sente falta de uma tela touchscreen no aparelho.

Acessórios

Através dos botões você altera o volume, muda a visualização de “retrato” para “paisagem”, volta à biblioteca, abre um menu de opções de ação e escolhe itens. Porém, você não demora muito para notar que fazer certas coisas é muito demorado. Por exemplo, num menu com várias opções, é necessário apertar várias vezes um botão duro para chega àquela desejada e, caso você cancele a ação, deve voltar desde o início.

Cadê aquela imagem?

Talvez esteja dividida entre várias páginas por não caber na tela. Tudo bem, se o tamanho da fonte é aumentado, a imagem aumenta proporcionalmente. O problema é que vê-la aos pedaços dá no mesmo que não vê-la!

Somado com a navegação lenta e as teclas duras (pior ainda quando escutando músicas), o resultado é um aparelho no qual você está limitado a ler e-books - apesar da existência de opções de organização, pesquisa e afins.

Avaliação Final

Vale a pena?


Sejamos realistas, querer comparar um produto nacional, recente, com similares de renome internacional é quase covardia. No entanto, há critérios básicos que não deveriam ser deixados de lado durante a produção seja lá do que for - como praticidade e velocidade.

Nesses dois quesitos, o COOL-ER deixa a desejar, porém ainda não é um caso perdido: talvez a substituição do material dos botões e o aumento da memória já resolvam grande parte dos problemas constatados aqui.

E-ink

O preço do Gato Sabido COOL-ER é inferior ao do Kindle e do Sony Reader, uma diferença que gira em torno de 200 e 400 reais. Estes, apesar de mais caros, possuem muito mais funções que o COOL-ER.

Por outro lado, ele é muito mais fácil de ser adquirido por não envolver importação de nenhum tipo. Tal característica, todavia, seria um fator que justificaria um preço muito menor do cobrado atualmente, quem sabe até mesmo a metade!

Em suma, ao optar pelo Gato Sabido COOL-ER você evita demoras por causa da importação e economiza dinheiro. Contudo, ao comprar os e-readers “bestsellers” você ganha um aparelho prático e com uma maior gama de funções.

Você prefere comprar um e-reader nacional ou um importado? Deixe sua opinião!

Copie para a nuvem: Google Docs agora tem área de transferência própria

Nova ferramenta do Google Docs facilita a transferência de conteúdo entre seus aplicativos, indo além do simples Ctrl+C e Ctrl+V.

O Google Docs é, sem dúvida, uma ferramenta muito útil. Através dele, é possível acessar seus principais documentos através da internet. Além disso, você cria documentos de texto, planilhas, formulários e até apresentações de slide.

Com todas estas opções, o Google adicionou uma nova função que torna o trabalho através do Docs ainda mais prático. Ao invés de utilizar o famoso copia e cola através dos atalhos Ctrl+C e Ctrl+V, agora é possível copiar o conteúdo desejado para uma nuvem.

Esta “nuvem” é uma área de transferência própria do Google Docs, que faz com que seu conteúdo não se perca na área de transferência do Windows, e também não perca sua formatação.

Área de  transferência.

Ao selecionar o que deseja copiar, clique no ícone da pasta com uma nuvem e selecione “Copiar texto para a área de transferência do servidor”. O Google Docs cria um atalho para o conteúdo copiado logo abaixo. Isto também faz com que seja possível colocar mais de um conteúdo ao mesmo tempo na área de transferência.

Escolha como vai colar o conteúdo.


Para colar o conteúdo, clique no mesmo ícone e selecione na lista o que deseja transferir. Ao clicar em cima dele, você tem a opção de fazer a cópia em HTML ou somente o texto. Além disso, caso você copie uma tabela, também pode aplicar o conteúdo como tabela novamente.

Vários arquivos na  área de transferência ao mesmo tempo


Cada vez mais o Google Docs traz novas ferramentas para sofisticar este serviço já tão útil. Esta nova área de transferência deixa seus conteúdos armazenados, até mesmo se precisar se desconectar. Ao logar novamente, tudo que você deixou na nuvem, ainda está lá.

sábado, 13 de março de 2010

IBM cria chip ultraveloz que utiliza luz para realizar suas transmissões

A empresa de tecnologia divulgou a criação de um componente capaz de alcançar até 40 gigabits por segundo e 20 vezes mais econômicos que os atuais.

Imagine um chip até mil vezes mais rápido do que os atuais e que, ao invés de utilizar sinais elétricos, faz as transmissões por meio de pulsos de luz. Pode parecer coisa de ficção científica, mas esse tipo de tecnologia está a um passo de existir e pode ser a primeira iniciativa para uma nova geração de computadores muito mais rápidos.

Cientistas da IBM divulgaram a criação do conceito da chamada “célula nanofotônica de avalanche”, um pequeno chip capaz de transferir até 40 gigabits por segundo e com um consumo de energia 20 vezes menor do que os componentes atuais. Com isso, espera-se que a troca de informação entre semicondutores, como acontece com o processador e a memória, seja feita de maneira muito mais rápida e econômica.

Avalanche de luz

Como o próprio nome diz, o funcionamento do novo chip é semelhante a uma avalanche. A partir de um pequeno pulso de luz, alguns elétrons são liberados e liberam outros e assim gradativamente, até que o efeito final seja muito maior do que o sinal original.

Apesar disso, esse efeito avalanche não é uma novidade na informática, pois outros componentes já o utilizavam, mas em menores proporções. A diferença é que a velocidade é incrivelmente superior à obtida anteriormente.

O grande diferencial está na tecnologia usada para a formação do chip. Ao invés de utilizar fios de cobre, a célula nanofotônica usa circuitos de silício para otimizar a transmissão do sinal ótico. Isso, em conjunto com o germânio ali existente, possibilita que até mesmo os mais fracos pulsos de luz sejam detectados e então amplificados.

Por serem feitos de matérias materiais considerados simples (ambos já são utilizados na criação de chips), acredita-se que a produção em larga escala possa ser feita pelos mesmos métodos utilizados atualmente.

Chips ultravelozes

Outro motivo que potencializa a transmissão é o espaço da ação. Como tudo acontece a uma escala nanométrica, sua velocidade é surpreendentemente alta. Tudo isso porque a perda durante o processo (os chamados ruídos) é entre 50 e 70% menor.

Mil vezes mais rápido

Para mensurar o desempenho dos cálculos que um computador deve executar, utiliza-se uma unidade medida denominada FLOPS (sigla em inglês para “operações de ponto flutuante por segundo”). Os mais modernos computadores que utilizam chips tradicionais alcançam alguns petaflops (1015 flops).

Com o semicondutor baseado em pulsos óticos, os pesquisadores pretendem que a velocidade chegue a uma velocidade mil vezes maior, ou seja, no chamado exaflops (1018 flops). Para uma visualização numérica, apenas um exaflops tem cerca de um milhão de bilhões de flops.

O que se espera do futuro

Ao alcançar essa grande escala, espera-se que uma nova geração de computadores seja capaz de realizar tarefas a uma velocidade muito maior do que acontece hoje em dia. É claro que isso não vai ser feito do dia para a noite, mas o primeiro passo já foi dado.Computadores mais rápidos e econômicos

Porém, o que isso significa para o usuário? Se dizer que os novos chips são mil vezes mais velozes é algo muito abstrato ou exagerado, saiba que o computador mais rápido da atualidade chega a 1,75 petaflops, ou seja, 600 vezes menor que um exaflops. Agora imagine isso em comparação a seu PC.

Além disso, a estimativa é que a possível nova geração não seja apenas mais rápida, mas também mais econômica. Os chips desenvolvidos pela IBM consomem apenas 1.5 volts, enquanto os atuais gastam aproximadamente 25V.

Porém, por mais positivos que sejam os resultados e estudos, qualquer estimativa em relação ao lançamento do chip ainda é incerta. A divulgação da IBM é apenas sobre o conceito e a viabilidade da criação.

É claro que isso significa que o primeiro passo já foi dado e não impede que, dentro de algum tempo, vejamos nossos computadores equipados com essa avalanche de velocidade.

Conte para o Blog do IGOR o que você espera desta nova tecnologia. Deixe sua opinião nos comentários.

Sua internet está lenta? Faça um teste!

Descubra se a companhia telefônica não está lhe enganando...

O Brasil é um país que tem um número relativamente alto de usuários insatisfeitos com seu serviço de internet banda larga. Alguns motivos para isso são: quedas, downloads em baixa velocidade e falhas durante chamadas VoIP.

Claro que nem todas as operadoras oferecem serviços de baixa qualidade e muitas vezes nem há problema com a conexão. De um modo ou de outro, quem sempre tem de verificar se está recebendo o que pagou é o consumidor. Portanto, veja abaixo um pouco do que ocorre e como você pode solucionar tais problemas.

Velocidade falsa...

Antes de você pensar em fazer qualquer coisa, tenha em mente que ao contratar um serviço de internet banda larga, você já está sendo enganado. Por exemplo: se você contratou uma internet de “2 Mega”, não adianta se iludir e pensar que irá baixar arquivos da internet com a velocidade de 2MB (MegaBytes), pois o termo “Mega” que as operadoras utilizam faz referência a megabits (equivalente a um oitavo do MegaByte).

Portanto, para calcular a velocidade real de sua internet, basta você dividir o valor da sua conexão por oito, veja o exemplo abaixo.

A velocidade real é bem menor do que a prometida

Velocidade alternada

Ultimamente algumas operadoras têm utilizado o esquema de alternar a velocidade, ou seja, há velocidades diferentes para horários específicos. Esse truque é interessante — para as operadoras claro! — e só é aplicado em planos residenciais, visto que as empresas não contratam planos deste tipo.

Para que você enxergue melhor a situação, confira a imagem abaixo.

Velocidade alternada...

Downloads abaixo do esperado?

Os motivos para sua internet ficar lenta são vários, sendo que a culpa principal é da operadora. No entanto, se você é um usuário das redes P2P ou um adepto dos downloads via torrent, pode ter certeza que ao utilizar aplicativos com tais capacidades, sua internet perderá velocidade. O grande problema nas redes P2P é que seu computador envia e recebe dados simultaneamente, fator que deixa sua internet mais lenta. Em alguns casos é bom provável que ao abrir um aplicativo deste porte, a navegação em sites comuns seja quase impossível.

Já se você é um internauta comum, que gosta apenas de navegar pelos sites e blogs baixar programas, tenha certeza que a utilização comum da internet não deve acarretar em problemas de velocidade.

Muitos computadores deixam a conexão mais lenta!

Em redes há vários computadores interligados e geralmente utilizando a mesma conexão de internet. Em casos como este, esteja ciente que a navegação na web sempre fica mais lenta, pois a velocidade total é dividida entre os vários PCs da rede.

E o Traffic Shapping?

Traffic o quê? Bem, se você ainda não conhece esse termo, talvez uma apresentação seja interessante. Este é o nome concebido a limitação que as operadoras vêm impondo nas conexões de internet banda larga para frear um pouco os downloads dos usuários. Portanto, se sua operadora utiliza tal recurso, pode saber que muitas das vezes que o YouTube está lento não é um problema no site.

Confira seu modem

Caso você possua conhecimentos mais avançados de internet e saiba como acessar seu modem, talvez seja interessante conferir se a velocidade indicada no modem é a mesma que você contratou. Deste modo, você evita testes inúteis e pode ir se preparando para reclamar com sua operadora telefônica.

Confira a velocidadeTestando a conexão

Antes de reclamar com sua operadora, você deve efetuar alguns testes, pois muitas vezes é comum se enganar pensando que a internet está lenta, quando na verdade você está desfrutando normalmente da velocidade oferecida. Você pode testar sua conexão através de sites e programas, confira abaixo os principais sites indicados para tais análises.

Sites

http://www.speedtest.net/
http://www.rjnet.com.br/1velocimetro.php

Você também pode efetuar testes na página da sua operadora (se ela possuir tal análise).

Programas

http://www.baixaki.com.br/download/myspeed-pc.htm

Caso você efetue os testes e veja que seu resultado está muito abaixo do indicado, talvez seja ideal você conferir com sua operadora se está tudo normal. Vale frisar que caso haja mais de um computador usando a mesma conexão, você deve desligar os outros computadores durante o teste, pois eles podem estar consumindo parte da velocidade.

A crescente adoção de novas tecnologias nas academias do mundo

Suor que vira energia, Wii Fit no aquecimento. Mínimo esforço e máximo resultado. Conheça como novas tecnologias são adotadas nas academias do mundo.

A atividade física sempre foi determinante na vida de um ser humano. Não importa a época, quem conseguia manter uma alimentação regular e saudável, assim como uma rotina de exercícios, era capaz de viver mais tempo. Claro, a evolução da Medicina também foi crucial para diminuir as taxas de mortalidade por doenças simples, mas isso é outro assunto.

Há algumas décadas, a preocupação com a obtenção de um corpo saudável cresceu e incentivou cientistas a pesquisar como o corpo humano funciona e quais os seus limites. De acordo com o resultado de várias dessas pesquisas foi possível elaborar diversos tipos de exercícios para obtenção de condicionamento, assim como aparelhos específicos para a correta execução dos movimentos.

Contudo, nem todos os exercícios elaborados serviam para qualquer pessoa ou eram seguros o bastante para serem feitos regularmente. Com isso, a preocupação em desenvolver aparelhos que pudessem ser usados por pessoas de diferentes condicionamentos e idades aumentou. Surgiram então máquinas capazes de medir batimentos cardíacos, feitas de maneira a diminuir o impacto nas articulações do usuário.

Corpo bonito e saudável

Além de buscar o conforto e a segurança dos praticantes, a intenção das novas tecnologias que sempre aparecem nas academias é fazer com que o mínimo de esforço seja transformado no máximo de resultado. Isto é, os objetivos dos avanços tecnológicos dos aparelhos de ginástica são garantir a segurança (evitando lesões e acidentes) e o treino mais adequado para o usuário alcançar suas metas.

Praticidade e segurança

Conforme alguns aparelhos ou técnicas se tornam populares, tipos diferentes de aulas são criados para implementar seu uso - por exemplo, as aulas “Body”: “Body Step”, “Body Pump”, “Body Combat”, etc. Há diversos tipos de equipamentos que auxiliam nessas aulas, tais como cama elástica, bola de borracha, bicicleta ergométrica inclinada e o elíptico.

Abdominal na bola de borracha

Outro aparelho interessante é a mistura de uma esteira com escada rolante. A princípio há a sensação de queda iminente, mas este se prova um excelente exercício quando feito corretamente. Entretanto, existe a chance de você lesionar seus joelhos ao forçar demais o exercício, portanto, não use esse aparelho sem acompanhamento de um instrutor.

Quem tem preguiça de se exercitar, invariavelmente, acaba apelando para os eletroestimuladores - aparelhos que contraem os músculos através de impulsos elétricos. No entanto, já foi comprovado que o resultado desse método é inferior àquele que seria obtido através de exercícios “de verdade”. Isso porque há diversos outros fatores que influenciam no ganho de massa, além da contração muscular.

Existe alguma “academia verde”? Sim! Em Portland, nos Estados Unidos, a “Green Microgym” se preocupa bastante com o meio ambiente: a energia elétrica consumida por ela é totalmente “limpa”.

Isso porque todo o esforço dos alunos vira energia! Sim, as bicicletas e esteiras possuem dínamos especiais, geram a energia da academia de modo semelhante a um moinho de vento. Além do suor transformado em eletricidade, a academia também conta com painéis solares.

Diversão

Para fugir dos exercícios, muita gente usa a desculpa de que ir à academia é chato demais. Porém, com ideias simples, academias do mundo todo estão anulando esse argumento.

Uma academia no Canadá criou uma sala onde os alunos podem se divertir com os jogos do Wii Fit - da Nintendo - seja como parte do aquecimento ou do treino em si.

Como a maioria dos alunos escuta suas próprias músicas durante a série, uma esteira como a Life Fitness vira uma mão na roda: nela é possível carregar a bateria do iPod e correr com leveza, pois conta com um sistema que controla o grau de impacto da corrida e ainda com um “personal trainer virtual” para incentivar o aluno a não desistir no meio do caminho!

Academias, em geral, sempre deixam as televisões ligadas num mesmo canal, todavia este nem sempre agrada a todos. A solução foi simples: cada bicicleta tem sua própria televisão, na qual o aluno escolhe o que deseja assistir.

Se assistir à televisão não é o suficiente para você, recentemente, na CeBIT 2010, surgiu o “Smart Health Assistant”. Este consiste numa bicicleta ergométrica ligada a um computador e uma tela, a qual exibe um passeio virtual por diversos trajetos e monitora distância percorrida, batimentos cardíacos e perda de calorias.

Controle de resultados

Sabe aquela ficha de papel em que sua série de exercícios era anotada? Coisa do passado! Já existem academias, mesmo no Brasil, que utilizam painéis coletivos com a série do aluno acompanhada de gráficos de rendimento e algumas dicas. Outra versão dessa tecnologia substitui a ficha de papel por uma chave. Esta, quando inserida num aparelho, controla a intensidade do exercício de acordo com o desejo do instrutor (quem programa o dispositivo).

Nike +

Dezenas de aparelhos são capazes de medir os batimentos cardíacos, a velocidade, contar passos e gasto calórico, desde esteiras até aplicativos do iPhone. Um exemplo interessante é a combinação entre o tênis Nike + e o iPod nano 5G. Os dois juntos medem tudo isso e ainda escolhem as músicas de acordo com o andamento do treino. Para completar, é possível mandar os dados obtidos para o site da Nike e conferir dicas de treinos para melhorar seus resultados.

Cada vez mais a tecnologia invade as academias para melhorar a vida dos alunos. Sua academia já conta com alguma das inovações mencionadas aqui? Comente!

O Ubuntu vai ganhar uma interface nova!

Com novas cores e estilos, a versão da distribuição Linux mais famosa do mundo vem para conquistar ainda mais usuários.

O crescimento do sistema operacional Ubuntu foi arrasador nos últimos anos. Desde seu lançamento, em 2004, a distribuição representa hoje cerca de 50% de tudo o que há baseado em Linux no mundo, uma marca impressionante, conquistada com o trabalho e a cooperação de desenvolvedores do mundo inteiro.

Segundo os criadores do Ubuntu, a décima versão do sistema operacional merece uma reformulação visual que trará novas metas ao projeto. Para tornar isso realidade, um pequeno time liderado por Mark Shuttleworth conduziu uma revisão completa da marca, além de seus valores e identidade.

Baseado nesses princípios, um novo conjunto de elementos visuais foi produzido e compartilhado com os principais membros da comunidade de arte do Ubuntu. Os representantes do Ubuntu, Kubuntu, Edubuntu, Xubuntu, Mythbuntu e SpreadUbuntu trabalharam juntos para aprimorar as mudanças que você confere abaixo.

Valores da marca

A reformulação do Ubuntu se aplica principalmente aos valores da marca. Em resumo ao que foi publicado pelos desenvolvedores, o sistema operacional é sinônimo de precisão em funcionalidades e prazos, confiabilidade, colaboração entre desenvolvedores e a liberdade trazida pelo código aberto.

O crescimento da marca Ubuntu é fruto de qualidade em desenvolvimento, o que o torna a distribuição Linux de maior sucesso na história. O objetivo daqui para frente é reformular o sistema operacional para que ele dispute lado a lado com Microsoft e Apple e seja gratuito para todos usarem e contribuírem.

Leve para olhar e usar

Outro ponto de destaque nas mudanças que virão com o Lucid Lynx são quanto ao visual do sistema e de suas marcas. Todo o conjunto terá a leveza como foco, o que deverá ser percebido ao ver e utilizar o novo Ubuntu.

Para os desenvolvedores um aplicativo leve não é necessariamente simples, mas deve usar os recursos do computador com eficiência, rodar rapidamente e ser personalizado sem complicações. Esses ideais serão aplicados na nova versão do Ubuntu e reformularão diversos aspectos do sistema operacional.

A mudança mais interessante é na interface dele, que mostra elementos e efeitos de muito bom gosto aplicados ao visual. O modelo em tons escuros chama a atenção e mostra que em termos de elegância o Ubuntu não perde em nada para os outros sistemas operacionais. O Lucid Lynx será disponibilizado para download precisamente no dia 29 de abril, gratuitamente para todos os usuários do mundo.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Mobile Surface: o que acontece quando o Projeto Natal se encontra com o Microsoft Surface!

A nova cartada da Microsoft é inovar ainda mais na interação entre usuário e computador, o que fica comprovado com os novos produtos da empresa.

A Microsoft trouxe com o Windows 7 diversos novos rumos a serem seguidos quando o assunto é interagir com o computador. As possibilidades de uso do sistema operacional com dispositivos touchscreen já são usadas amplamente por diversas empresas.

Grandes inovações

Em abril de 2008 a empresa colocou o Microsoft Surface no mercado. Para quem não conhece, o aparelho é uma prancha eletrônica de trinta polegadas que responde a toque e gestos de um ou mais usuários. A superfície é capaz de reconhecer objetos, toques de pessoas e movimentação dentro de sua área em até 52 pontos simultâneos.

Outra novidade foi a apresentação do Project Natal, um sistema de sensores que capta e compreende movimentos realizados pelo usuário. Ele será aplicado no Xbox 360 e chega ao mercado no final deste ano.

Microsoft Surface + Project Natal

Outra grande novidade apresentada pela Microsoft na TechFest foi um sistema que utilizará conceitos dos outros dois produtos já anunciados. O produto ainda não tem um nome oficial, mas por hora é chamado de Mobile Surface.

Ele consiste em um sistema de projeção de imagens em um plano com recursos de captura de movimentos. O reconhecimento de ações em profundidade torna o resultado muito atraente e abre um bom leque de utilizações para o conceito.

No vídeo acima você pôde observar que o protótipo do Mobile Surface é bastante funcional, mesmo em sua fase inicial de desenvolvimento. Repare que, para aumentar ou diminuir o volume, o usuário levanta e abaixa as mãos, o que comprova o reconhecimento em três dimensões.

A ideia inicial de aplicação é colocar o sistema em dispositivos móveis, como smartphones e netbooks. Imagine ter um teclado virtual em tamanho padrão projetado na mesa para digitar emails e utilizar o celular. Toda essa comodidade parece muito próxima da realidade nos próximos anos, de acordo com as expectativas da Microsoft para o projeto.

Desafio Blog do Igor: vivendo uma semana sem Google!

O que você faria se não pudesse usar nada da Google por uma semana? Fizemos a experiência e você lê aqui o que aconteceu.
Imagine a seguinte situação: uma das maiores empresas de tecnologia do mundo acabou e todos os seus serviços e aplicativos sumiram do mapa. Esta empresa se chamava Google e todos – todos mesmo – os sites e programas deixaram de existir de uma hora para outra.

Isso aconteceu comigo, pois durante uma semana eu senti na pele o que é não poder usar o buscador, YouTube, Gmail, Orkut, Maps, enfim, tudo o que fosse de propriedade Google estava riscado do meu cotidiano.

O dia fatídico aconteceu em 1° de março, quando fui desafiada a passar uma semana sem Google. No início achei a tarefa simples, afinal no cotidiano da redação os serviços mais usados são o buscador e YouTube, acessado apenas para procurar por vídeos que enriqueçam os textos sobre aplicativos e artigos.



1° dia – Mudanças

O primeiro dia consistiu apenas de adaptações, pois como a Google está tão presente no trabalho, a tarefa mais difícil foi lembrar-se da limitação imposta. A primeira ação tomada após o recebimento do desafio foi trocar o buscador padrão usado no Firefox. Ao invés do Google, comecei a usar o Bing.

Por sorte – ou não – tenho como email pessoal o Hotmail, feito há anos. Logo, o Gmail não faria a menor falta. No entanto, tenho uma conta no email da Google apenas para realizar cadastros em aplicativos e serviços testados para o Blog do IGOR. Isso evita que a caixa de entrada do email pessoal fique lotada de spam, mas no primeiro dia não precisei dela.



Por usar o Firefox desde que entrei para a redação, o Google Chrome também não fez falta, exceto quando algum serviço não funcionava na raposa e tive que apelar para o Internet Explorer.
2° dia – o YouTube

O segundo dia seguia normalmente, pois o Bing estava dando conta do recado e não precisei realizar nenhum cadastro em sites. No entanto, ao precisar fazer um artigo sobre as novidades no Bing Maps, ironicamente, o YouTube precisava ser a fonte dos vídeos necessários para ilustrar melhor a matéria.

Por sorte - ingenuamente pensei -, os desenvolvedores do vídeo o postaram em outro serviço, porém depois de colar o código de compartilhamento no artigo veio a surpresa: o código era do YouTube. Busquei em vários sites de vídeos uma alternativa e nada de encontrar o vídeo.



Então percebi que a tarefa não seria tão fácil como o imaginado. O primeiro “fail” do desafio acabara de acontecer e eu nada poderia fazer, pois o YouTube, querendo ou não, é a melhor fonte de vídeos disponível no país.

Ao longo do período de trabalho outra situação difícil de contornar surgiu: o Google Talk. Ultimamente, tenho usado o comunicador da Google para conversar com minha família e alguns amigos. Ficar longe deles durante esta semana não ia ser fácil.
3° dia – O Google Talk

O terceiro dia não começou bem. Ao chegar à redação e ligar o computador, o Gtalk - que inicia junto ao Windows – mostrou uma mensagem. Minha mãe, que mora em outro estado, me chamando para conversar.



Como mãe é mãe, não poderia deixar de respondê-la e o Gtalk, desde então, se mostrava um serviço difícil de não usar. Ela não usa outros mensageiros e pedir que ela baixasse e instalasse o MSN estava fora de cogitação.

Preciso confessar que não havia percebido o quanto o Gtalk era importante no meu cotidiano, porém fiz de tudo para usá-lo o menos possível.

4° dia – Os Feeds

Como o mundo da tecnologia não para um segundo, manter-se bem informado é fundamental. Uma das formas mais fáceis de obter informação filtrada é com a ajuda de agregadores RSS. Há várias opções de serviços que reúnem notícias, mas não sei por que, uso o Google Reader. Não sei se ele é o melhor ou pior de todos, afinal não tenho experiência com outros leitores.



O que marcou o quarto dia sem Google foi justamente a falta da facilidade que os feeds ali, arrumadinhos, filtrados por categorias, comentados pelos leitores fizeram. Já estava há três dias sem utilizar o serviço e procurando novidades e notícias pelo Twitter ou acessando os sites em que busco informações. No entanto, foi muito mais trabalhoso e demorado encontrar o que eu queria e a saudade do Google Reader bateu, mas segurei firme a vontade de acessá-lo.
5° dia – A prova final

Na sexta-feira tudo correu normalmente. O último dia de expediente não reservou muitas surpresas, o Bing continuava ali fazendo seu trabalho, o Orkut não fez a menor falta, não precisei acessar o YouTube depois do “fail” com o artigo, apenas o Google Talk e minha mãe não me deixavam. Antes de ir para casa, parei por alguns instantes e fiz uma avaliação de como foi essa semana de trabalho sem nada da Google. O resultado você lê nas conclusões.
6° e 7° dia – O Epicfail

Durante o final de semana tento me "desligar" um pouco, por isso, uso menos o computador. No entanto, no sábado uma situação engraçada aconteceu. Visto que havia dado a batalha contra o Gtalk como perdida, pois assumo que não consegui ficar sem ele, a coordenadora de conteúdo me flagrou usando o comunicador.

Passada a vergonha, expliquei para ela a situação e felizmente ela entendeu. O Gtalk foi o único serviço da Google que não consegui deixar de usar, por isso, ele me rendeu um "Epicfail" daqueles.



Conclusões

Com o fim do desafio foi possível pensar em várias conclusões interessantes sobre a Google e seus serviços:

– Por ser um desafio em que só uma pessoa participa, é difícil banir qualquer ferramenta do cotidiano, pois as outras pessoas continuam a usá-la. Caso a situação hipotética citada no início do texto acontecesse – a Google acabasse -, acredito que seria mais fácil buscar alternativas, tendo em vista que todos os usuários fariam o mesmo;

–Você já ouviu a frase “ninguém é insubstituível”? Por mais poderosa que a Google seja, sempre há boas alternativas para suas ferramentas. O Bing, por exemplo, foi uma das maiores surpresas do desafio. Apesar de ainda não estar no nível de qualidade do Google, a Microsoft vem fazendo um bom trabalho com ele;

– Sem dúvida, não foi fácil se adaptar às mudanças de um dia para o outro, no entanto, o fato de a Google possuir um grande leque de produtos com muita qualidade permite aos usuários se acomodar e parar de buscar ferramentas alternativas;

– Por estar sempre conectada com o que acontece no mundo da tecnologia, fiquei feliz por dois motivos: pelo Twitter não ser da Google e por usar uma conta no Hotmail, afinal, você já imaginou ficar uma semana sem ver seus emails? Certamente seria mais um "Epicfail" daqueles.



Como você pôde perceber, a Google não é tão soberana quanto parece. Obviamente, há usuários fãs da empresa que não a largam de jeito nenhum, isso é ótimo, pois se cria uma relação de confiança na marca e nos serviços. No entanto, se você quer experimentar um mundo sem Google, isso é totalmente possível, tendo em vista que ninguém é insubstituível – exceto o Gtalk no meu caso. Mas, é importante frisar: uma empresa que está presente no cotiano não é tão fácil de deixar de lado.

Confira a velocidade da sua conexão com o YouTube em instantes

O YouTube My Speed veio para tirar suas dúvidas quanto ao rendimento da conexão com o site. Em apenas um clique você fica sabendo se está tudo bem com a sua rede.

Como anda a velocidade de download dos vídeos que você acessa no YouTube? Está desconfiado se há algo de errado com a sua conexão ou com as taxas de download no site? Para atender a essas e outras questões, além de ser um ótimo comparativo para os usuários, o YouTube acaba de lançar um pequeno serviço dentro do próprio site, chamado de “My Speed”.

YouTube My Speed

Sem complicar as coisas, tudo o que você precisa fazer para saber o desempenho da sua rede no site do YouTube é acessar este link ou digitarhttp://www.youtube.com/my_speed no navegador. Dentro de instantes o site lhe mostra a sua velocidade de download nos últimos dias, com comparações com sua cidade, estado, país e em relação à média mundial.

A primeira coluna, chamada de “ISP”, é referente à sua conexão. Como você pode observar, a notação do teste está em Kbps, que no gráfico exemplifica quantos bits a sua rede baixa por segundo. Para saber a notação mais comum, que observamos no download de arquivos e transferências, basta dividir o número por oito.

Os dados são muito interessantes para analisarmos como anda a situação das velocidades na conexão da nossa cidade, estado ou país em relação ao mundo. É possível notar que as médias das capitais (com maior poder aquisitivo) são bem superiores a do Brasil, por exemplo. Se você quer ver esses e outros dados rapidamente, não deixe de acessar o YouTube My Speed agora mesmo e saiba como anda a sua conexão com o site.

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