Seja, Bem Vindo.

domingo, 16 de maio de 2010

Controle seu player de música pelo navegador

Se você curte escutar música ao mesmo tempo em que surfa na web, descubra como controlar seu player pelo browser. Surpreenda-se com a comodidade e a facilidade de executar suas canções preferidas!

A maioria dos usuários de computador gosta de ouvir suas músicas favoritas enquanto estuda, trabalha, realiza pesquisas e, principalmente, navega pela internet. É uma forma de descontração e de esquecer os problemas acumulados no dia a dia.

Apesar de ser uma atividade muito relaxante e agradável, geralmente as multitarefas não possuem tanta praticidade como gostaríamos.

Para que o usuário consiga surfar pela web e ao mesmo tempo curtir suas bandas ou cantores prediletos, ele deve manter aberta algumas abas na Barra de tarefas.

Convenhamos que ficar minimizando e abrindo janelas a toda hora que queremos trocar de música não é nada cômodo, não é mesmo? Alguns players possuem um formato que disponibiliza botões de comando na Barra de tarefas, o que já facilita sua manipulação. Entretanto, não são todos que oferecem tal ferramenta.

Com jeitinho para tudo existe uma solução. O Portal Baixaki vai ensiná-lo a usar o browser para controlar o seu player de música. Navegar pela internet e escutar música vai se tornar algo prático e descomplicado.

Pré-requisitos

  • Ter instalada a extensão para navegadores FoxyTunes. Clique nas figuras abaixo para fazer o download:

Para Firefox

Clique para Baixar

Para Internet Explorer

Clique para Baixar

Faça você mesmo

Antes de começarmos o procedimento de instalação é importante deixar algumas observações: como você pôde observar, o FoxyTunes tem compatibilidade com os navegadores Firefox e Internet Explorer. A utilização do plugin em ambos os casos é semelhante, a diferença ocorre no momento da instalação, a qual será especificada neste artigo.

Com as ressalvas feitas e o aplicativo baixado, você já possui todas as premissas para começar o processo de configuração do complemento para browsers. Então, mãos à obra!

INSTALAÇÃO NO FIREFOX

Primeiramente, abra o Firefox, clique em “Arquivo” e, no submenu exibido, clique em “Abrir arquivo...”.

Abra o navegador

Na janela do Windows Explorer apresentada, encontre o arquivo do FoxyTunes baixado, selecione-o e clique em “Abrir”.

Abra o arquivo selecionado

A central de instalação de extensões e tema do navegador deve ser apresentada. Aguarde a contagem regressiva até que apareça a inscrição “Instalar agora” e então clique neste botão.

Instale a extensão

Uma janela com o andamento da instalação é exibida. Ao final desse processo você deve reiniciar o browser. Clique em “Reiniciar o Firefox”. Atenção: lembre-se de salvar ou finalizar qualquer atividade que esteja sendo realizada nas outras abas do navegador, caso contrário você pode perder seu trabalho.

Reinicie o browser

Sem mais delongas, a extensão já está pronta para ser usada. Siga para o tópico “Como utilizar o FoxyTunes” deste artigo.

INSTALAÇÃO NO INTERNET EXPLORER

A instalação no Internet Explorer talvez seja mais simples. Após realizar o download do arquivo do FoxyTunes, rode o aplicativo dando duplo clique. Ao realizar essa ação uma janela deve ser exibida. Selecione a caixa referente a “I accept the terms in the License Agreement” (Aceito os termos na licença de adesão), para aceitar os termos de licença do software, e clique em “Install”.

Rode o aplicativo

Aguarde o término do processo de instalação que ocorre automaticamente e em seguida clique em “Finish” na tela apresentada.

Finalize a instalação

É isso aí, já acabou! Confira na imagem seguinte o visual do FoxyTunes no Internet Explorer.

Interface do aplicatino no IE

COMO UTILIZAR O FOXYTUNES

Com o software instalado, os possíveis problemas já foram deixados para trás. A usabilidade do FoxyTunes é muito intuitiva e descomplicada, não tem nenhum segredo. Até mesmo os usuários iniciantes devem rapidamente se adaptar aos comandos do plugin.

Para curtir um som você deve clicar na aba ao lado do símbolo do Windows Media Player (o player que vem configurado como padrão no aplicativo) e selecione qual você utiliza para ouvir músicas - caso não seja o próprio player da Microsoft.

Clique na aba indicada

Feito isso, está na hora de soltar a voz. Clique no botão central do menu de controle para dar o “Play”.

Clique no botão indicado

Para passar ou retroceder uma música, bem como pausar e reiniciar a execução, não tem erro, usufrua à vontade dos botões de comando.

Utilize os botões explicitados para manipular as músicas

É ou não é muito mais prático controlar o player de música dessa forma? Sua navegação se torna mais tranquila e sem o incômodo daquele abre e fecha de janelas e abas na Barra de tarefas.

Tem alguma outra dica para facilitar a execução de músicas através de navegadores? Conhece outra maneira de tornar essa atividade simultânea menos complicada? Deixe seu comentário com suas ideias. Boa navegação enquanto curte seus artistas prediletos!



Playstation 3 versus Xbox 360

Qual o melhor console desta geração? Entre nesta guerra entre sonystas e caixistas e ajude nossos fanboys a defender seu video game favorito!

Poucos assuntos no mundo da tecnologia são tão polêmicos quanto a questão do melhor video game da nova geração. Donos de Playstation 3 e Xbox 360 defendem seus consoles com unhas e dentes e lutam até o fim pelo título de mais potente.

Sempre que o assunto video game surge em algum fórum ou página de discussão, o que se vê é um campo de batalha em que “sonystas” (usuários de PS3) e “caixistas” (donos do Xbox 360) digladiam-se, enaltecendo os pontos positivos de seu sistema e destacando os defeitos do rival. A batalha é tão intensa que até mesmo outros debates, como qual o melhor sistema operacional ou navegador, são deixados de lado.

E é claro que o Blog do Igor não ficaria de fora dessa guerra. Para colocar mais lenha na fogueira, estreia aqui mais uma série de artigos. O Versus coloca lado a lado dois tipos de tecnologia rivais e analisa todas as suas vantagens e desvantagens.

Xbox 360Porém, não somos nós que fazemos o comparativo. Para tornar tudo ainda mais emocionante, deixamos as opiniões dos redatores do Blog do Igor de lado para ouvir os argumentos usados pelos usuários dos consoles. Em outras palavras, um verdadeiro duelo de fanboys.

Conhecendo os lutadores

No canto direito, vestindo verde e branco e com compatibilidade nativa com vários recursos do Windows, a grande caixa: o Xbox 360. Lançado em 2005 o console foi a segunda tentativa da Microsoft no mercado de video games. Com um suporte online bem feito e uma vasta biblioteca de games, possui jogos exclusivos de peso para entrar na luta, como Halo, Alan Wake e Gears of War.

Playstation 3Já no canto esquerdo, todo de preto, com um potente leitor de Blu-ray e gráficos que abusam de alta definição, o sucessor da plataforma mais vendida do mundo: ele, oPlaystation 3! Apesar do começo lento, as vendas da aposta da Sony para essa geração de video games deslancharam graças a grandes títulos e à potência oferecida por seu hardware.

Para ajudar os dois gigantes na batalha, nada melhor do que usuários fanáticos por cada console. Portanto, para defender o Xbox 360 temosCaxias, apaixonado pelos games da plataforma da Microsoft, e Sonia, que veste a camisa do Playstation 3 de corpo e alma.

Round 1: Características físicas

Quando olhamos os dois consoles pela primeira vez, vemos dois video games consideravelmente robustos. Em comparação com as gerações anteriores, o espaço ocupado por ambos realmente é bem maior. Mas e quando o assunto é apenas entre os gigantes?

Caxias toma a iniciativa.

Deitado, o console da Microsoft possui cerca de 31 centímetros de largura por 26 de profundidade. Já o Playstation 3 Slim, e portanto uma versão já “mais compacta” do console, é um quadrado de 34 cm.

Além disso, o aparelho da Sony é duas vezes mais alto do que o Xbox, que tem apenas 8 cm de altura. Para finalizar, a caixa também é mais leve com 3,5 kg, contra os 4,3 do PS3.

Defesa da Sony.

Apesar do tamanho exagerado, o video game da Sony é muito mais bonito do que o rival. As curvas e demais detalhes, aliados aos potentes componentes internos, contribuem para que ele seja maior.

Além disso, ele lembra um ponto que faz com que o Xbox seja visualmente menor, mas que é bastante incômodo: a fonte. Enquanto no PS3 ela é interna e discreta, no Xbox 360 ela fica exposta e faz com que o espaço total ocupado seja maior.

Porém, por conta disso o Playstation 3 aquece muito mais do que o Xbox 360. Quem não se lembra da imagem que comparava o aparelho da Sony com uma churrasqueira elétrica?

Round 2: controles

Dual Shock contra o resto.

O popular controle do Playstation 3 é adorado por muitos jogadores devido ao seu formato ergonômico que não cansa as mãos mesmo depois de horas de jogatina. Além disso, para os “sonystas”, sua forma é pioneira e, inclusive, deu origem ao joystick do Xbox.

O bom e velho Dual Shock.

Além de permitir que até sete pessoas joguem simultaneamente (contra apenas quatro do console da Microsoft), o Playstation 3 tem a grande vantagem de possuir um controle com bateria recarregável. Basta conectar o cabo USB e pronto. Já o Xbox 360 utiliza duas pilhas AA que, além de tornarem o periférico muito mais pesado que o do concorrente, dificultam o manuseio.

Projeto Natal: o ás na manga da Microsoft.

Mas é na mão da Microsoft que reside um dos mais ambiciosos e promissores acessórios para video games: o Projeto Natal. O sensor de movimento que dispensa a utilização de controles é visto como o futuro por muitas pessoas e é aguardado por toda a indústria.

Por mais que o PS Move, joystick com sensor da Sony, tenha empolgado e se mostrado muito eficiente, o Natal ainda é de longe o grande marco no mundo dos games para 2010. Vai ser tudo aquilo que a gente espera? Só o futuro pode dizer.

Round 3: jogos exclusivos

Outra disputa de peso. Comparar os dois video games sem citar seus títulos exclusivos é impossível, principalmente quando temos dois fanboys defendendo ferrenhamente seus consoles.

O Xbox 360 vem com grandes séries, como Gears of War, Halo e o novíssimo Alan Wake. Além disso, outras franquias de sucesso só pintaram na caixa da Microsoft, como os populares Fable e Forza.

Porém o Playstation 3 possui nomes de peso, como God of War 3, Metal Gear Solid 4 e Uncharted. Isso sem falar de Little Big Planet e Gran Turismo, os quais apenas quem possui um console da Sony pode conferir.

Verdade ou mentira?

Esse é um dos principais argumentos de ataque utilizado por “caixistas”. Apesar de ter sido verdade no início das vendas das plataformas, hoje a quantidade de games disponíveis para o console da Sony é quase tão grande quanto a do Xbox 360.

Defesa da Sony.

Nos primeiros anos após o lançamento do Playstation 3, o número de títulos exclusivos para ele realmente eram bem menores do que os do rival, que fora lançado dois anos antes.

O principal motivo do lento começo foi o potente hardware, que assustava as desenvolvedoras devido ao alto custo de produção. Além disso, elas não estavam acostumadas a criar jogos com a qualidade gráfica oferecida pelo PS3.

Round 4: gráficos

Gráficos de última geração.

É inegável a potência do hardware do console da Sony. A maioria dos games do Playstation 3 rodam a 1080p, aproveitando toda a resolução oferecida pelas melhores TVs Full HD. Além disso, como utiliza mídias Blu-ray capazes de armazenar até 50 GB de informação (contra os 9 GB dos DVDs do Xbox), a possibilidade de criação e perfeição técnica é enorme.

Exemplos não faltam. Basta ver os últimos títulos exclusivos do console, como Uncharted 2 e o arrasa quarteirões God of War 3. Muito se falou sobre a perfeição gráfica, que mais parecia cinema do que um jogo de video game.

God of War 3

Outra vantagem que o aparelho da Sony possui é uma atualização recente que permite ao jogador visualizar seus games em 3D. Com isso, além dos super gráficos, o usuário ainda pode ter a sensação de realmente estar dentro da ação.

O dilema multiplataforma.

Por outro lado, alguns games que são lançados para os dois consoles apresentam melhores resultados no Xbox. É o caso de Bayonetta, visualmente melhor no video game da Microsoft devido a erros de programação que resultaram em travadas e quedas na taxa de quadros no PS3.

Bayonetta: polêmica em todos os sentidos.

Apesar disso, não é regra que games multiplataforma fiquem melhores no Xbox 360. Diversos sites especializados consideraram a versão para Playstation de Final Fantasy XIII visualmente mais agradável do que em seu rival.

Round 5: plataforma online

Live: a felicidade do Xbox.

Um dos grandes destaques da Microsoft é o Xbox Live, uma área destinada para jogatinas online, além de download de demos e conteúdo exclusivo. Por mais que a Sony tenha a Playstation Network, a estrutura e a quantidade de material disponível na Live é muito mais robusta, além de melhor estruturada.

Troféus e PSN

Por outro lado, a PSN é totalmente gratuita. Enquanto é preciso pagar uma mensalidade para acessar e usufruir das comodidades online do Xbox 360, o Playstation permite acesso irrestrito a todo proprietário do console.

Na PSN, assim como no Xbox Live, existe um ranking que indica os melhores jogadores para cada game. Na plataforma da Sony isso é computado a partir da quantidade de Troféus entregues ao usuário quando ele completa determinados desafios. Ao conseguir todos, recebe o prêmio Platina.

Usuários do PS3, como nossa amiga Sonia, acreditam que a conquista dos Troféus é muito mais empolgante, já na plataforma da Microsoft existe uma pontuação dada para cada realização.

Round 6: problemas técnicos

3RL no queixo da Microsoft.

O pesadelo de todo dono de Xbox 360 é também a maior arma de ataque de proprietários do Playstation 3. O famoso problema das três luzes da morte (“3 Red Light”, em inglês) que atingiu boa parte dos consoles da Microsoft acontece devido a um superaquecimento no processador gráfico. Apesar de o erro ter sido corrigido nas novas versões do aparelho, a fama de “defeituoso” continua.

Mas a Sony também tem seus problemas.

Quem pensa que os problemas de hardware são exclusividade do Xbox 360, engana-se. O Playstation 3 possui um defeito semelhante às 3RL que, apesar de ser menos recorrente que as do rival, também significam a morte do aparelho.

A chamada “Yellow Light of Dead” (Luz amarela da morte) possui as mesmas causas e efeitos das vermelhas e simplesmente faz com que o aparelho pare de funcionar.

Round 7: compatibilidade com outras mídias

Leitor de Blu-ray como arma.

Uma das grandes vantagens do Playstation 3 é a compatibilidade que ele possui com outros tipos de mídias. Os primeiros modelos do console, por exemplo, rodavam sem problema alguns jogos da geração passada. Infelizmente esse recurso foi removido na versão Slim.

Além disso, como seus games são feitos em discos Blu-ray, o video game também é um ótimo aparelho para assistir a filmes de alta resolução. Como o preço do Blu-ray player ainda é elevado, o Playstation 3 torna-se uma ótima opção pelo custo-benefício.

Street Fighter: é jogo, é filme, é Blu-ray.

Já o Xbox 360, por utilizar um leitor de DVD, sofre com os mesmos problemas que os players normais. A maior dor de cabeça para os donos do console é a questão relacionada às regiões dos discos.

Assim como acontece com filmes, cada disco é categorizado com uma região a partir de onde ele foi fabricado. O problema é que os video games só são capazes de ler jogos e filmes de sua área correspondente. Sendo assim, se você possui um Xbox europeu ou japonês, desista de comprar jogos americanos, já que eles não vão rodar.

Como o PS3 não possui essa trava por região, ele é capaz de executar qualquer tipo de jogo, independente de ser americano, japonês ou europeu. A única restrição fica por conta dos filmes tanto em DVD quanto Blu-ray, que ainda devem respeitar a área do console.

Compatibilidade com o Windows.

Quem possui um console da Microsoft usufrui de toda a praticidade oferecida pela Windows Media Center. Com isso, é possível baixar filmes e músicas da central e vê-los em sua TV sem ter de usar o computador para isso. Tudo é gerenciado pelo Xbox 360.

Round 8: preço

Para finalizar este duelo de titãs, o calcanhar de Aquiles de ambos: o preço. Como todos sabem, o valor cobrado por qualquer console no Brasil é excessivamente alto e se torna um dos principais fatores relevantes de quem pretende comprar um ou outro aparelho.

O velho argumento.

Quando o Playstation 3 começou a ser vendido no Brasil, era possível encontrá-lo por mais de R$ 2 mil na maioria das lojas especializadas. Outras, empolgadas com os avanços e a surpreendente qualidade do aparelho, chegaram ao absurdo de vendê-lo por 8 mil reais!

Tudo isso serviu para fixar estigma de que o PS3 é incrivelmente caro. Além disso, seus jogos também seguiram essa tendência e chegaram a ser vendidos por mais de 300 reais.

O Xbox 360 também sofria com o alto preço. Sendo vendido inicialmente por quase R$ 2500, teve a sorte de receber diminuições gradativas que tornaram sua aquisição mais acessível para os usuários.

Questão de preço.

Isso aconteceu pelo fato de a Microsoft já ser distribuída oficialmente no Brasil, o que resultou em uma diminuição nas taxas de importação e, portanto, uma maior aceitação do público nacional. A Sony só anunciou a venda oficial em nosso país no final de 2009, mas nada de PS3 até então.

Apesar de os preços ainda não serem os ideais, já é possível encontrar os dois consoles por menos de mil reais. Os jogos também vêm sendo barateados. Quem ganha com isso é o usuário, independente da plataforma.

Round Final: o usuário

Para finalizar a luta entre Playstation 3 e Xbox 360, nada melhor do que uma análise dos próprios usuários. Seja você “sonysta” ou “caixista”, deixe sua opinião nos comentários e ajude-nos a descobrir qual é o grande console desta geração.


sábado, 15 de maio de 2010

Smartphone: muito mais do que um celular inteligente

Quando se pensa em smartphones, logo vêm à mente os nomes iPhone e BlackBerry. Acompanhe este artigo para conferir que há muito mais para ser descoberto neste segmento.

Há muitos usuários que imaginam os smartphones como um segmento fechado e dominado pela Apple e pela BlackBerry. É verdade que estes são os mais conhecidos no setor, pois não haviam lançado aparelhos com poucos recursos, como é o caso de outras fabricantes, como a Nokia e a Samsung.

Mas é necessário saber que há outras marcas muito importantes no cenário, marcas que podem se adequar ao seu perfil e atender a todas as suas necessidades a preços mais agradáveis. Também há aparelhos mais luxuosos, que ultrapassam os valores do iPhone da Apple.

Confira neste artigo alguns conceitos interessantes sobre os smartphones, como marcas menos reconhecidas e também um pequeno guia do que deve ser analisado antes de comprar um aparelho. Mas para começar é necessário ter bem definido o conceito do smartphone.

Os smartphones vão além dos limites da Apple

Os smartphones vão além dos limites da Apple

O que é um smartphone?

Em definições básicas, um smartphone é um telefone celular que possui funcionalidades muito superiores às funcionalidades comuns dos aparelhos normais. Ao invés de apenas armazenar informações de telefones, efetuar e receber ligações e os mesmos processos com as mensagens de texto, os “celulares inteligentes” realizam várias tarefas mais avançadas.

É comum confundir os conceitos relacionados à tecnologia presente nos telefones celulares mais modernos. Muitos, equivocadamente, consideram os celulares com reprodução multimídia como sendo smartphones, mas há algumas diferenças básicas entre eles.

O tempo passa

Muita coisa mudou com o tempo

A diferença mais básica está na plataforma de controle das aplicações disponíveis nos aparelhos. Por exemplo, enquanto os smartphones possuem sistemas operacionais avançados que permitem a instalação de softwares e execução de tarefas não nativas; os celulares comuns rodam apenas programas nativos instalados no firmware ou aplicações simples em Java.

Não se pode esquecer também que smartphones ganharam esse nome e não foi por acaso. Eles são realmente inteligentes, pois possuem processadores similares aos utilizados em computadores, permitindo até mesmo a utilização de vários aplicativos ao mesmo tempo em alguns dos modelos.

Outra coisa bem interessante relacionada aos celulares inteligentes é que a grande maioria possui sistema operacional aberto. Importante não confundir com sistema operacional de código livre, pois enquanto este pode ser modificado por qualquer um, aquele é distribuído para que qualquer um crie aplicativos compatíveis.

Motorola Dext

Motorola Dext

Muito além do que se conhece

Quando se pensa em um smartphone, geralmente dois modelos de utilização distintos são imaginados. O primeiro deles está relacionado à diversão e à capacidade de armazenamento multimídia presentes no iPhone, da Apple. Isso porque o aparelho com tela multitoque possui a maior app store entre os smartphones disponíveis no mercado.

O segundo padrão está sedimentado no mundo profissional, pois possui uma série de aplicativos específicos para a utilização de executivos, por exemplo. Trata-se do Blackberry, que a cada geração ganha novos recursos e funcionalidades, como é o caso do Blackberry Presenter que possui um projetor integrado para apresentações.

Apesar de esses serem os smartphones mais conhecidos pela grande maioria dos usuários de tecnologia, há várias outras marcas de telefones e sistemas operacionais que possuem particularidades e podem se adequar a diferentes perfis de utilização dos mais diversos usuários.

Omnia da Samsung

Nokia

Uma das empresas fabricantes de telefones que mais disponibilizou modelos durante a ascensão da telefonia móvel foi a Nokia. Além da variedade de modelos, também havia a variedade nos perfis dos consumidores, devido à grande variação de valores cobrados por eles.

Anos depois, a Nokia foi novamente responsável por uma contribuição enorme no mercado, disponibilizando aparelhos de diversos modelos. Outra vez a variedade contribui para que vários tipos diferentes de usuários tenham acesso aos aparelhos.

A maioria deles possui o sistema operacional Symbian em suas mais diversas versões. Este sistema possui uma gama interessante de aplicativos para fins profissionais, porém o número de jogos disponíveis é bem limitado se comparado com o iPhone, por exemplo.

HTC

Ainda com pouco mercado no Brasil, a HTC possui alguns smartphones muito bons e extremamente interessantes em matéria de design dos aparelhos, que oferecem traços luxuosos. Esse luxo em grande parte dos modelos oferece uma placa de metal personalizável na parte de trás deles.

Variedade de cores da HTC

Interessante lembrar que HTC foi a marca escolhida pela Google para lançar o primeiro celular da empresa, Google Nexus One. Isso demonstra a confiabilidade da empresa, afinal a Google não depositaria suas fichas em qualquer fabricante.

Outro ponto bacana dos smartphones HTC está na disponibilidade de dois sistemas operacionais. Não em um mesmo aparelho, é lógico, mas há modelos que são vendidos com o Windows Mobile da Microsoft e outros com o Google Android, sistema de código aberto.

Microsoft

Entrando na onda dos telefones inteligentes, a Microsoft lançou os celulares Kin, dois modelos com diferentes configurações que prometem integrar o melhor das redes sociais nas interfaces simples dos aparelhos. Além disso, eles também possuem integração com serviços de email e anexação instantânea de arquivos.

Também contam com o sistema de reprodução multimídia similar ao utilizado no Zune HD, com ferramentas de integração para diversos formatos de reprodução de vídeos e áudio. O sistema operacional é baseado no Windows Phone, compatível com vários aplicativos de escritório.

A internet nos smartphones

Ao contrário dos celulares mais antigos que possuíam internet WAP (Protocolo de aplicações sem fio), os smartphones têm acesso à internet similar ao utilizado por computadores, utilizando navegadores em versões reduzidas e adequadas às limitações dimensionais e sua correspondente capacidade de processamento.

Internet dos celulares

Smartphones não precisam utilizar apenas os navegadores nativos de seus sistemas operacionais. O iPhone por exemplo, possui o Safari nativo, mas roda também o Opera se instalado no aparelho. E para alimentar os navegadores é necessário carregar os dados de algum lugar, eis que surgem dois modos de acesso à internet.

Wi-Fi

Presente nos computadores portáteis e também em alguns de mesa, as placas de internet wireless também estão em quase todos os smartphones mais modernos. Isso garante o acesso à internet a partir de qualquer ponto que esteja ao alcance de uma antena de transmissão de dados.

A parte boa é que não são utilizados transmissores específicos para celulares, mas sim os mesmos que transmitem sinais para computadores. Isso garante a facilidade no acesso para qualquer usuário que esteja nos grandes shoppings, empresas, universidades e residências com o dispositivo.

Sempre conectados

3G

Para quem precisa utilizar a internet em locais onde não há a disponibilidade do sinal wireless, nada mais eficaz do que assinar um plano 3G. O número de aparelhos que aceita o formato é bem menor em relação ao Wi-Fi, mas as vantagens são claras para quem precisa do acesso a qualquer momento. O ponto fraco da 3G é o consumo de energia.

Não erre na hora de comprar um smartphone

Há vários aspectos que devem ser analisados antes de comprar algum smartphone. A primeira pergunta que deve ser feita é: “realmente preciso de um smartphone?”. Se suas necessidades são apenas relacionadas a câmeras e reprodução multimídia, a resposta é não. Mas se seu perfil é de utilização de softwares móveis e você precisa de processamento e acesso à internet a qualquer momento, a resposta muda.

Os diferentes teclados

Há dois formatos principais de teclado disponíveis para os aparelhos. Ambos são QWERTY (o formato de ordenação de teclas semelhantes ao utilizado nos teclados de computadores), a diferença está na existência física dele. Por exemplo: o Kin Two da Microsoft possui teclado físico (tangível), já o iPhone possui teclado virtual (carregado na tela).

Exemplo de teclado físico

Exemplo de teclado físico

Quanto tempo ele aguenta?

Não adianta ter um telefone com os jogos mais legais, os programas mais úteis e o design mais moderno se ele tiver de ser carregado a cada duas horas. Por isso é importante escolher um aparelho com bastante autonomia da bateria, assim não serão necessárias interrupções nas aplicações para buscar uma tomada.

Capacidade de armazenamento

Alguns aparelhos possuem entrada para cartões de memória flash, mas é bom observar sua capacidade de memória interna. Por exemplo, um iPhone 3GS pode ter até 32 GB de memória interna, ótimo para armazenar programas e documentos, mas não suportam cartões externos. Outros podem ter apenas 8 GB de memória, mas suportam cartões de memória para ampliar essa capacidade.

Recursos multimídia

Importante observar as especificações dos recursos multimídia do aparelho. A câmera digital integrada captura imagens com quantos megapixels de resolução? Quais os formatos de reprodução de áudio e vídeo? E a resolução dos vídeos reproduzidos? Assim você saberá se o telefone se adéqua às suas necessidades e expectativas.

O Kin da Microsoft integra várias funções de mídia

O Kin da Microsoft integra várias funções de mídia

Considerações finais

Agora que você já sabe um pouco mais sobre estes aparelhos, considera seu perfil de utilização e necessidade como compatível com os aparelhos? Qual o seu modelo favorito? O que acha que deveria ser adicionado ou mudado nos smartphones para que eles pudessem ser ainda melhores?

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Quando o Alt+Tab não basta

Você costuma se perder enquanto usa seu computador graças à quantidade de aplicativos abertos ao mesmo tempo? O Blog do Igor dá algumas dicas para facilitar a sua vida.

Desde os primeiros ambientes gráficos – quando os computadores pararam de depender de linhas de comando para executar processos – o conceito de multitarefa, ou de fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo, ganhou força entre os usuários.

Editor de texto, navegador de internet, mensageiro instantâneo e mais uma enorme quantidade de aplicativos – de reprodutores de mídia ao Twitter – costumam estar abertos ao mesmo tempo na maioria dos desktops.

Seja um computador de trabalho ou de lazer, a multitarefa é uma das exigências principais das máquinas modernas. Até mesmo smartphones apresentam essa capacidade, mostrando o quanto é importante poder realizar mais de uma atividade a cada momento.

Excesso de informaçãoPorém, a atenção humana tem limites. Abrir dezenas de aplicativos – somados às centenas de abas de navegação – pode atrapalhar o desempenho correto das tarefas cotidianas. Assim, é necessário lançar mão de artifícios para facilitar a organização e o gerenciamento de todas essas atividades.

Não existe uma maneira correta de fazer isso, já que cada indivíduo tem necessidades e condições diferentes, dependendo tanto de sua própria maneira de levar a cabo seus compromissos quanto das condições de funcionamento do computador.

Por esse motivo, este artigo apresenta diversas maneiras de organizar sua Área de trabalho para aproveitar ao máximo o espaço do seu monitor e as capacidades do Windows.

Foco seletivoQuem já tem o costume de lidar com muitas janelas ao mesmo tempo pode ganhar tempo dividindo sua Área de trabalho em regiões menores dedicadas a certos aplicativos. Para isso, basta instalar o Acer GridVista.

Limitando a área dos aplicativos com o Acer GridVista

O programa permite que você divida a sua Área de trabalho, ancorando aplicativos em cada região. Principalmente quando é necessário consultar alguma fonte para o desempenho de outra tarefa, essa divisão da tela com mais de uma janela à mostra ao mesmo tempo pode acelerar o processo e também favorece o foco da atenção na atividade sendo realizada.

Mais de uma Área de trabalhoMudança de Áreas de trabalho usando o DeskHedronFerramenta existente tanto no Mac OS X quanto em várias distribuições Linux, o recurso de múltiplos desktops também ajuda a organizar a vida digital dos multitaskers.

Ao contrário do GridVista, os aplicativos que permitem ao Windows apresentar várias Áreas de trabalho funcionam limitando a atenção do usuário.

Cada desktop pode ser utilizado como “central” de atividades. Por exemplo, é possível manter todos os seus aplicativos de comunicação em uma área, seus programas de trabalho em outra e o gerenciador de mídia em um terceiro desktop.

Assim, mensagens instantâneas, emails e tweets não atrapalham a sua concentração enquanto você escreve, por exemplo, já que a Área de trabalho em que o seu processador de texto está aberto não é a mesma em que os outros programas se encontram.

Para criar essas múltiplas áreas, você pode usar o DeskHedron, o Microsoft Desktops ou qualquer um dos vários outros que você encontra la no Baixaki. Cada um desses tem funcionalidades e limitações diferentes, então teste até encontrar aquele que melhor combina com o seu estilo.

A barra salva

O dock do Mac OS X

Sem dúvida uma das principais inovações do Mac OS X, o dock se tornou referência em interface para inicialização e organização de aplicativos. Apesar de a ferramenta não existir oficialmente no ambiente da Microsoft, desenvolvedores que perceberam a facilidade de uma barra centralizadora criaram diversas opçõespara Windows.

Assim como aplicativos para vários desktops, o ideal é testar alguns docks diferentes até encontrar um que se ajuste a você. Porém algumas ressalvas são importantes.

Como um dock deve – antes de tudo – ser um apoio para a organização de quem faz muita coisa em pouco tempo, é recomendado que um clique no ícone de determinado programa leve para uma instância já existente do aplicativo.

Rocket Dock

Algumas ferramentas desse tipo – como o Dell Dock – criam uma janela a mais quando acionadas, ao invés de mudar a visualização. Assim, terminam por complicar ainda mais a organização da multitarefa.
Felizmente existem opções como o Rocket Dock, que permitem a escolha entre a criação de novas instâncias ou a mudança para uma janela já aberta.

Classe na mudança de janelasA Barra de tarefas do Windows já recebeu adaptações para facilitar a organização de muitas janelas, como o agrupamento de janelas de um mesmo aplicativo em um único botão. Ainda assim, é comum para um usuário se perder na quantidade de miniaturas e botões que se acumulam na parte inferior da tela.

Para encontrar a janela desejada de maneira mais prática, uma possibilidade muito válida é lançar mão de mais um recurso do Mac OS X trazido para o Windows: o Exposé.

Exposé no Windows, usando o MaComfort

Programas como o DExposE2 Reloaded e o Small Windows, por exemplo, permitem que você – ao acionar um comando ou tecla de atalho – crie miniaturas de todas as janelas abertas no momento, independente de quais estão visíveis no monitor.

O atalho Win+Tab do Windows 7 ou Vista cria uma visualização 3D das janelas abertasAo clicar em uma das miniaturas, aquela janela passa ao primeiro plano, permitindo uma mudança de foco entre os aplicativos de forma bem mais rápida e intuitiva do que através do Alt+Tab.

Quem não quer instalar nada e usa as versões mais recentes do sistema da Microsoft – Windows 7 ou Vista – pode utilizar o atalho Win+Tab para ter uma visualização tridimensional dos aplicativos abertos, porém depende ainda de vários cliques ou do mouse para a seleção do novo foco.

Não é tão bonito ou rápido quanto o Exposé, mas para quantidades relativamente pequenas de janelas, é mais do que suficiente.

Mais?Claro que existem várias outras possibilidades. Por exemplo, os movimentos de mouse instituídos no Windows 7 e adaptados para as versões anteriores em programas como o Mouse Extender e Aero Shake, ou mesmo pacotes completos de experiência Apple para o ambiente Windows, como o MaComfort, que traz múltiplos desktops, Exposé e mais algumas funções do Mac direto para seu PC.

Essas foram as principais dicas do Blog do Igor para ajudar você a aumentar sua produtividade, quer precise acessar muita informação ao mesmo tempo, quer você precise evitar distrações sem perder a facilidade de encontrar o material necessário.

Lembre-se que o melhor jeito de aprimorar seu rendimento é testando diversas possibilidades até encontrar aquela que melhor encaixa na sua maneira de usar o computador. Assim que descobrir a sua, deixe um comentário, quem sabe não vem alguma dica que faltou neste artigo?

As 15 melhores extensões para Google Chrome

Confira as dicas do Portal Blog do Igor para tornar o seu navegador muito mais completo e pare de perder tempo com programas adicionais.

Os navegadores que mais crescem em volume de usuários são o Mozilla Firefox e o Google Chrome, ambos de código aberto. O primeiro deles ganhou milhões de adeptos por permitir a integração de vários serviços ao próprio navegador, por meio da utilização de extensões criadas por desenvolvedores independentes.

A Google também abriu possibilidades para que desenvolvedores criassem suas extensões para o navegador Chrome, o que gerou um grande número de aplicações integradas muito interessantes para que os usuários não precisassem de aplicativos alheios ao navegador para várias atividades.

Neste artigo, o Portal Blog do Igor reuniu as extensões mais interessantes para o Google Chrome. Confira agora quais são os 15 aplicativos mais recomendados para que sejam instalados com o navegador da maior empresa relacionada à internet da atualidade.

O Google Chrome está cada vez melhor

Extensões de aplicação direta

Algumas extensões não servem para facilitar o acesso a serviços ou a sites específicos, mas sim para serem aplicadas diretamente no navegador. Ótimos exemplos são o Session Manager, uma ferramenta para o armazenamento de informações de navegação muito funcional que grava dados de várias páginas.

Session Manager salva suas sessões perfeitamente

Também há o Google Chrome Split Screen, que cria uma nova aba dividida ao meio para que duas páginas sejam carregadas simultaneamente. E para evitar que alguém mexa nas suas informações, sessões e abas é importante utilizar o Chrome Lock, que bloqueia o acesso de outros usuários ao navegador.

Google Docs

Um dos grandes trunfos da Google foi o lançamento do Google Docs, que garante a utilização de softwares de escritório sem que seja necessário pagar por isso, nem seja necessário baixar nenhum programa, visto que é tudo online.

Há extensões baseadas no serviço, como o Docs PDF/PowerPoint Viewer, que permite visualizar as miniaturas dos documentos diretamente no navegador, e o Google Docs for Chrome, que integra todos os documentos armazenados no disco virtual do usuário logado.

Acesso direto aos seus documentos

Gmail

O maior serviço de emails do mundo não poderia ficar de fora desta lista de extensões para o Chrome. Foram selecionados dois complementos básicos, porém muito eficientes. Google Mail Checker informa a cada vez em que uma nova mensagem de email chegar à sua caixa de entrada, já Blank Canvas Gmail Signatures permite a criação de assinaturas em HTML, com vários recursos interessantes.

Criando suas próprias assinaturas

Redes sociais

Fenômenos web da década, as redes sociais também possuem suas extensões. Para os “orkuteiros” de plantão recomenda-se a utilização do Orkut Chrome Extension, uma extensão que verifica periodicamente a página do usuário para notificar atualizações e recados deixados pelos amigos.

Facilidade no acesso ao Orkut

O Facebook também possui complementos. Um bastante interessante é o Facebook Styler, que permite a modificação da página inicial do Facebook para alterar as cores de fundo e dos painéis de visualização dos perfis.

Chromed Bird é o cliente de Twitter que se integra ao navegador para levar todas as atualizações dos perfis que o usuário segue diretamente ao Chrome. É bastante similar ao Echofon, utilizado pelo Firefox. Interessante instalar também o Goo.gl URL Shortener, que encurta URLs de uma maneira segura e rápida, muito útil paratweets.

Miscelânea

Também podem ser utilizada extensões variadas que são muito úteis em diferentes momentos da navegação dos usuários. Para quem possui dúvidas nos mais diversos assuntos, nada mais eficaz do que o Wikipedia Chromium Edition, uma extensão que dá acesso direto às informações armazenadas na Wikipedia.

Wikipedia a um clique

Se estiver lendo algum site e por acaso encontre um link que não pode visualizar no momento, instale o Local Reader Later e assim armazene as páginas para que sejam visualizadas no futuro.

Com o Picnik Extension for Chrome qualquer um tem acesso às imagens armazenadas no serviço Picnik e também direto às páginas de edição e carregamento de novas fotos.

Outra extensão interessante é a No YouTube Comments, que bloqueia a exibição dos comentários do YouTube. Pode parecer inútil, mas é muito interessante para quem tem filhos e quer que eles não possam ler as muitas mensagens ofensivas que alguns usuários postam nos vídeos.

Sem comentários no YouTube

Considerações finais

Você conferiu extensões relacionadas ao Google Docs, ao Gmail e também às redes sociais mais utilizadas pelos usuários de internet brasileiros. Outros quatro complementos indicados para todos os perfis de navegação foram listados também, mas é sabido que muitas extensões excelentes acabaram ficando de fora da seleção.

Você concorda com as escolhas do Portal Blog do Igor? Acha que algum complemento maravilhoso tenha ficado de fora da lista? Para você, qual o melhor de todos os já criados para o Google Chrome?

Aprenda a economizar a bateria da câmera digital

Não corra o risco de perder ótimas fotos por ficar sem carga na bateria da câmera. O Blog do Igor apresenta algumas dicas valiosas para economizar energia e fotografar à vontade!
A cena é a seguinte: uma reunião de família. Depois de muitas fotos, você resolve juntar todos para registrar esse raro momento. Depois de muita insistência e finalmente conseguir chamar a família inteira, todos estão em posição e quando você tenta ligar a câmera percebe que a bateria está descarregada.

Se essa cena não aconteceu com você, com certeza já ocorreu algo muito parecido. Todos os fotógrafos, sejam eles amadores ou não, já passaram por algo semelhante, perdendo imagens importantes por ficar sem bateria na câmera depois de apenas algumas fotos.

E a verdade é que existem maneiras simples de economizar energia para que isso não ocorra. É claro que a bateria das câmeras varia de acordo com a marca e o tipo da máquina, mas selecionamos dicas gerais para diminuir o consumo de bateria da sua câmera digital.

1. O principal vilão: tela LCD

Com certeza as telas de LCD são as responsáveis pelo maior gasto de bateria desnecessário. Ainda mais agora que estão cada vez maiores, podendo chegar até 4 polegadas.

A maioria das câmeras compactas só possui esta forma de visualizar a imagem na hora da foto, mas uma boa opção – e disponível em 99% das câmeras – é diminuir o brilho da tela. Assim, você garante a economia de energia sem perder o enquadramento da foto.

Para câmeras um pouco mais sofisticas ou profissionais é interessante desligar o visor LCD e fotografar utilizando o visor direto. Seja como for, diminuir o uso do LCD é certeza de economia. E este fator nos leva à segunda dica:
2. Visualizar e deletar imagens? Em casa!

Quantas vezes batemos a foto e ouvimos a pergunta: “Posso ver como ficou?”. Bem, na verdade, não pode. Ficar revendo as imagens feitas, deletando, selecionando em pastas e editando é um costume comum, mas que gasta muita bateria.

Além de deixar o visor LCD ligado por mais tempo, você pede que a câmera realize várias funções que exigem muito da câmera e do cartão de memória, gastando, assim, mais energia. Portanto, se estiver com apenas uma bateria ou em um local sem ter como recarregá-la, deixe para editar e rever suas fotos em casa.
3. Flash: evite!

As câmeras digitais compactas são comumente usadas em modo automático. Nenhum problema até aí, pois eles são geralmente satisfatórios e não exigem conhecimento do usuário. No entanto, esse modo automático define, também, quando utilizar ou não o flash. E podem errar.

O flash gasta muita bateria. Você mesmo pode testar isso, verificando a diferença de fotografar um dia só com flash e outro sem. Com certeza vai perceber que a bateria dura por mais cliques sem a iluminação artificial.

Portanto, se o lugar fotografado for bem iluminado, desligue o flash da câmera. Além de economizar energia, vai proporcionar fotos melhores. Outra opção é utilizar flash externo, no caso de câmeras semiprofissionais e profissionais, pois eles funcionam com bateria própria.
4. Não carregue a bateria mais tempo do que necessário

Este é um erro comum, que muitas pessoas não percebem que cometeram. Ao colocar suas baterias (ou pilhas recarregáveis) para carregar, respeite o sinal luminoso: se ele informa que a bateria já está carregada, retire-a da tomada imediatamente. Deixar suas baterias na tomada por muito tempo pode ocasionar perda de células, diminuindo seu desempenho.



5. Carregar e descarregar

Outra dica com relação à bateria é tentar sempre carregá-la e utilizá-la até o final. Não é necessário esperar até que a câmera desligue. Logo que ela informar que a carga de bateria está baixa, pode recarregar. Mas evite carregar a bateria se ela ainda tem carga para ser utilizada.
6. Observações finais

Mesmo com as dicas acima ainda há coisas que você pode fazer. A primeira delas é verificar se sua câmera tem um modo hibernar. Isso garante que o visor LCD desligue sozinho quando não for usado depois de algum tempo.

Outra dica importante é sempre verificar a carga da bateria antes de sair de casa. Baterias que não forem utilizadas por muito tempo podem descarregar. Vale lembrar que é bom guardá-las em local seco e longe do calor.

E por fim, se puder, sempre carregue uma bateria extra. Melhor ainda se comprá-la juntamente com a câmera, pois a chance de pagar mais barato é maior. Dessa forma, a probabilidade de perder imagens legais por ficar sem carga é menor.

Esperamos que estas dicas ajudem você a não deixar de fotografar nenhum momento importante. São ações simples que podem economizar carga e prolongar a vida útil da bateria de sua câmera digital.

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