Seja, Bem Vindo.

sábado, 7 de agosto de 2010

Até pulseiras têm projetos para se transformar em computadores!

A combinação de várias tecnologias que se tornarão possíveis com os avanços da ciência já desenham novas linhas no horizonte e uma delas é uma pulseira-computador!


Quando você menos espera surgem várias novidades tecnológicas. Coisas que parecem ter saído das mentes de gente como Steven Spielberg ou Stanley Kubrick e vieram diretamente das telas do cinema para sua casa.

Conheça agora o Mercator, uma pulseira despretensiosa à primeira vista, mas que é um projeto de um computador para múltiplas tarefas que usa nanotecnologia e holografia para agilizar a vida de seus usuários.

Mercator. Fonte: Kingyo

Mercator. Fonte: Kingyo

Mercator

O dispositivo é um projeto da empresa de design de UI (interface de usuário) da cidade de ChengDu, na China. O equipamento combina alta tecnologia para servir de apoio a pessoas que são tão reféns da vida moderna que não podem perder tempo acessando um notebook para tarefas simples como ver email, saber a previsão do tempo, fazer lista de compras etc.

A intenção do equipamento não é substituir outros equipamentos como notebooks, netbooks, palms, tablets e desktops, contudo, ser um apoio para o dia a dia de qualquer cidadão atarefado. Ele torna mais simples e reúne várias funções corriqueiras em uma pulseira visualmente comum.

Ele se utiliza de projeção holográfica de imagens, nanotecnologia e nanomateriais como um novo processador em forma de chip da AMD. Com isso, ele forma um bracelete simples que pode ser carregado no pulso tal qual uma pulseira convencional ou um relógio.

Controle de saúde

Além de informações como as citadas acima, o Mercator tem a capacidade de prestar informações sobre a saúde de seu utilizador, informando batimentos cardíacos, exibindo uma curva de sinais vitais e emitindo uma mensagem avisando se tudo vai bem ou não com o seu corpo.

Que tal informações sobre sua saúde direto no pulso?. Fonte: Kingyo.

Que tal informações sobre sua saúde direto no pulso? Fonte: Kingyo

Agenda

A vida moderna é corrida, isso é fato. Cada vez mais as pessoas têm menos tempo e acabam se perdendo em meio a tantos compromissos. O Mercator, se um dia se tornar realidade, coloca no pulso todas as tarefas que você precisa levar a cabo, evitando atrasos por ter se esquecido de uma ou outra atividade.

Não perca mais nenhum compromisso. Fonte: Kingyo

Não perca mais nenhum compromisso. Fonte: Kingyo

Mapas

Ninguém mais fica parado e para quem se desloca diariamente por sua cidade ou então costuma viajar para lugares diferentes, o Mercator também conta com um sistema de mapas que indicam sua localização e permite a você acesso rápido a ruas e locais próximos de onde você se encontra.

Mapas sem nenhum problema. Fonte: Kingyo

Não perca mais nenhum compromisso. Fonte: Kingyo

Lista de compras

O Mercator também substitui itens corriqueiros da vida humana, como a lista de compras em papel. Em vez de levar anotações em papel e uma caneta, bastaria uma projeção holográfica com o dispositivo para verificar quais itens necessitam ser adquiridos, tornando ainda mais prática a organização das compras mensais.

Nada de papel na hora de fazer a lista de compras. Fonte: Kingyo

Nada de papel na hora de fazer a lista de compras. Fonte: Kingyo

Obviamente, o Mercator ainda não é realidade e estas são apenas algumas de suas funções. Contudo, ele aponta para um caminho interessante, da interação entre várias vertentes da alta tecnologia com o intuito de facilitar a vida humana. Vocês veem utilidade em um dispositivo como o Mercator? Será que se ele um dia se tornar realidade, vai cair nas graças de consumidores ao redor do mundo? Dê sua opinião nos comentários.

Da ficção para a realidade: Caprica

Como a série de ficção científica se inspirou em produtos e tecnologias atuais para manter a verossimilhança entre presente e futuro.


Bem-vindo às 12 Colônias, planetas muito semelhantes a Terra e povoados por humanos como os que você conhece. Essa semelhança vai além da espécie dominante e de formações geológicas, entretanto. Nossa tecnologia – em muitos casos – também é bastante parecida com a terráquea. Mas já entraremos nesse assunto.

Por enquanto, é importante perceber que cada um dos planetas que compõem as 12 Colônias é culturalmente bastante diferente dos outros, ainda que alguns traços essenciais – religião, tecnologia e esportes, por exemplo –sejam comuns a todos.

Todos os planetas têm nomes que provavelmente você reconhecerá – com maior ou menor facilidade -, já que foram batizados a partir de constelações: Aerilon (Áries), Tauron (Touro), Geminon (Gêmeos), Canceron (Câncer), Leonis (Leão), Virgon (Virgem), Libran (Libra), Scorpia (Escorpião), Sagittaron (Sagitário), Caprica (Capricórnio), Aquarion (Aquário) e Picon (Peixes).

As bandeiras das 12 Colônias

Fonte: Wikipedia

Cada um desses planetas é mantido por uma das tribos de Kobol, o planeta onde a raça humana surgiu pela primeira vez, e de onde se espalhou pelo universo. A Terra é – para nós coloniais – a 13ª tribo, perdida há muito tempo e finalmente encontrada.

Aqui em Caprica City – capital da colônia de mesmo nome – você encontrará pessoas de todas as origens, desde o mais religioso Gemenoniano até os mafiosos Ha’la’Tha de Tauron. Provavelmente a cidade é a única em todo o universo conhecido que abriga os descendentes de todas as tribos de Kobol. Essa variedade se deve a um motivo muito simples: tudo acontece em Caprica.

Caprica City

fonte: DrexFiles

Desde os C-Bucs – como é conhecido o time local de Pirâmide, esporte favorito dos coloniais - até as Indústrias Graystone, Caprica City é o coração e o cérebro das 12 Colônias. Nestes prédios logo em frente – os laboratórios da Graystone – são criadas e mantidas muitas das tecnologias que você veio conhecer.

Tecnologia móvel

Nossa primeira parada é a área de pesquisa e desenvolvimento em tecnologia móvel da Graystone. Caso vocês realmente acreditem que seus smartphones são impressionantes, o que acham dessa folha de papel?

Papel ativoAlém do formato tradicionalmente usado nas 12 Colônias – ao invés do retângulo a que vocês estão acostumados – essas folhas são dispositivos realmente fantásticos. Sensíveis ao toque, o display é completamente flexível e a comunicação online é ininterrupta.

Para manter o consumo de energia em níveis aceitáveis, a tecnologia da tela é semelhante ao e-ink que vocês usam em leitores digitais. Porém, além de poderem ser dobradas, nossas folhas digitais também são coloridas e capazes de exibir vídeos. Nada mal para um pedaço de papel, não acham?

Realidade virtual

Pelo que eu entendi, a Terra deixou de lado o conceito de realidade virtual e decidiu buscar a realidade aumentada, não é isso? Mas vocês têm equipamentos capazes de simulação ambiental, mesmo que um pouco ultrapassados, eu sei. Então comparem aqueles enormes e desconfortáveis capacetes com esse aparelhinho: a holoband.

Holoband

Fonte: SyFy

O design da holoband é fruto da imaginação do Dr. Graystone, assim como a sua programação. Com esse dispositivo, qualquer pessoa pode entrar em um mundo virtual. Um avatar baseado na identidade do usuário é criado automaticamente, e cada indivíduo é recebido pessoalmente pelo avatar de Daniel Graystone.

Capacete de realidade virtualAo contrário do que vocês fizeram – tentando gerar estímulos sensoriais análogos aos existentes no meio – o Dr Graystone descobriu uma maneira de “hipnotizar” o usuário, enviando estímulos elétricos e luminosos para determinadas regiões do cérebro.

Dependendo da vontade do programador responsável por determinado ambiente dentro do mundo virtual – ou V-World como é chamado aqui -, você encontrará um lugar exatamente igual à realidade, ou possibilidades de variantes sem fim.

Eu nem devia contar isso, mas já existem casos de pessoas que hackearam uma holoband e criaram um V-World paralelo, sem muitas das seguranças oferecidas pela Graystone. Aparentemente, existe até uma New Caprica City neste V-World ilegal, e dizem que alguns jogos lá podem ser fatais.

New Caprica City, no V-World

Fonte: SyFy

Mas isso é algo que não temos como confirmar, já que se realmente conseguiram alterar a programação da holoband, esses dispositivos estão fora da rede Graystone e não podem influenciar o V-World como ele foi imaginado pelo fundador da empresa.

O nosso sistema, inclusive, pode ser comparado – com ressalvas a respeito da tecnologia utilizada – a um jogo que vocês terráqueos inventaram. Se não me engano, o nome do ambiente é Second Life, não é isso?

Holoband

Fonte: SyFy

Então, o nosso V-World segue o mesmo conceito geral, porém, em vez de controlar um personagem através do computador, a holoband cria um avatar baseado em você para uso no ambiente virtual.

Computadores coloniais

Provavelmente você imagina que todos os computadores usados aqui nas 12 Colônias sejam peças absurdamente diferentes daquelas a que você está acostumado, não é mesmo?

A holoband sendo usada em conjunto com um desktop

Fonte: SyFy

Apesar de realmente existirem dispositivos que a tecnologia terráquea ainda não conseguiu desenvolver, não é incomum encontrar um desktop com monitor, teclado e outros periféricos do tipo. Naturalmente que alguns mais afortunados já utilizam interfaces mais refinadas, mas as configurações que você conhece de sua casa também são úteis e econômicas em Caprica City.

A interface de toque do Dr. GraystoneAo mesmo tempo, alguns desenvolvimentos que vocês começam a obter já são realidade nas colônias. Por exemplo, eu fiquei sabendo que um computador inteiramente controlado pelo toque – Surface, se não me engano – está há algum tempo no mercado, mas não é muito bem aceito.

Bem, por aqui o próprio Dr. Graystone desenvolveu e usa essa interface. Desculpem não poder mostrar mais sobre isso, mas como esse equipamento é utilizado no laboratório particular do dono da empresa, o acesso a visitantes é um pouco restrito.

Novos processadores

Todo computador tem uma central de processamento, chamada normalmente de CPU. Isso é verdade tanto aqui nas 12 Colônias quanto na Terra. Porém a nossa tecnologia está caminhando para um enorme passo além das CPUs como as conhecemos.

MCP - Metacognitive ProcessorO MCP – “Metacognitive Processor”, ou processador metacognitivo – é um novo paradigma na maneira com que computadores processam informação. Ao invés de simplesmente definir o destino de pacotes de dados, o MCP utiliza processos de aprendizado – por isso é cognitivo – e interpreta como os novos dados chegaram onde estão.

Em teoria, um MCP calibrado e com o software apropriado é capaz de reconhecer novas informações, descobrir como e por que esses dados foram adicionados ao sistema, e extrapolar isso em busca de ainda mais informação. Em suma, o MCP – quando programado corretamente – pode ser considerado uma unidade de inteligência artificial verdadeira.

U-87

Este protótipo é o que há de mais moderno e interessante em termos de tecnologia em qualquer uma das 12 Colônias. Mais uma das invenções do Dr. Graystone, a unidade Cylon – abreviação de “Cybernetic Lifeform Node”, Nó Cibernético em Forma de Vida – é a esperança maior para a defesa de Caprica.

Unidade Cylon U-87

Fonte: SyFy

Eu acredito que não haja nada semelhante na Terra, apesar das iniciativas de produção de exoesqueletos militares terem propósitos semelhantes. Quem sabe uma parceria entre as colônias e nosso parentes distantes do sistema solar não possa facilitar esse desenvolvimento?

Ainda que vivamos em tempos de paz, o Ministério da Defesa de Caprica encomendou um substituto para as tropas humanas utilizadas pelo exército, e as Indústrias Graystone chegaram ao U-87 tentando atender a essa encomenda.

Unidade Cylon U-87

Fonte: SyFy

Além do corpo robótico extremamente poderoso e resistente, o Cylon é gerenciado por um MCP, dotando-o de inteligência suficiente para desempenhar qualquer atividade na frente de batalha com tanta – ou mais – eficiência do que um humano. O lado positivo é que vidas não mais serão perdidas em combate.

O Cylon ainda não está pronto, faltam ainda vários testes e o processo de afinar todos os componentes do corpo cibernético ainda deve levar alguns meses até ser completado. Ainda assim, em exibições particulares, o U-87 se mostrou mais capaz do que era esperado, e os planos para produção em massa devem der terminados em breve.

Fim da visita

Agora que vocês já conheceram um pouco mais da tecnologia desenvolvida nas 12 Colônias, e até mesmo compararam o que temos disponível em nossos planetas com aquilo que já existe em suas casas, podemos dar adeus às Indústrias Graystone.

O Dr. Daniel Graystone pede desculpas por não recebê-los pessoalmente nesse passeio. Sua ausência é devida aos trágicos eventos que aconteceram recentemente – como o falecimento de Zoe, filha do fundador da empresa, em um ataque terrorista – e uma série de pequenos problemas com a população de Tauron residente aqui em Caprica, felizmente já resolvidos.

De qualquer maneira, o fundador me pediu-me para acompanhá-los e agradecer o interesse de cada um de vocês em nossos produtos. As portas das Indústrias Graystone estarão sempre abertas para todos vocês. Voltem sempre!

Caprica


sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Diminua o tempo necessário para abrir novas abas no Internet Explorer

Desabilitar complementos faz com que o navegador demore menos para abrir e atue de forma mais eficiente.


O Internet Explorer é um programa que representa uma situação inusitada no mundo da tecnologia: embora não seja a alternativa mais eficiente em seu campo de atuação e os principais concorrentes sejam totalmente gratuitos, há anos o navegador ocupa o primeiro lugar na lista dos mais utilizados. Mesmo com quedas constantes em sua popularidade, ainda deve demorar até que essa situação mude.

Isso pode ser explicado por dois motivos: além de ser o navegador que acompanha o Windows, o Internet Explorer apresenta uma interface convidativa para quem está iniciando no mundo da informática e não é muito exigente quanto à necessidade de complementos para gerenciar senhas ou transferir informações entre múltiplos computadores.

A principal crítica relacionada ao programa é o tempo de espera necessário para abri-lo, além de demorar muito mais do que o esperado para abrir novas abas. Parte deste problema é devido aos complementos instalados, que deixam o navegador mais pesado e aumenta o tempo de carregamento.
Neste artigo mostramos como desabilitar os complementos do Internet Explorer, garantindo mais rapidez. O resultado é uma utilização mais rápida e sem tanta demora na hora de abrir novas abas ou carregar o navegador.

Aumente a velocidade do navegador

Desabilitar os complementos do Internet Explorer é uma tarefa fácil, assim como decidir quais deles podem permanecer ativos sem muitos problemas – isto porque o navegador indica o tempo complementar de carregamento causado por cada um, tornando mais fácil a seleção do usuário. Siga os passos abaixo para realizar as mudanças desejadas:

1) Abra o menu Ferramentas e selecione a opção “Gerenciar Complementos”;

2) Na janela que se abre, surge a lista completa dos complementos instalados no navegador. No canto direito da tela, preste atenção ao campo “Tempo de carregamento”, conforme mostra a imagem abaixo:

3) Antes de começar a ajustar os complementos instalados, certifique-se de selecionar no canto esquerdo da tela a opção para exibir todos os complementos;

4) Para desabilitar um complemento, clique sobre ele para que sejam exibidas as informações específicas sobre as funções que ele realiza. Para prosseguir, selecione a opção “Desabilitar”, localizada no canto direito inferior da tela;

5) Na janela que surge, selecione a opção “Desabilitar” para confirmar a ação;

6) Realize novamente as etapas apresentadas com todos os complementos que deseja habilitar, feche a janela “Gerenciar Complementos” e reinicie o navegador para aplicar as mudanças. Lembre-se de sempre conferir as funções de cada complemento antes de desabilitá-los, pois muitos deles apresentam medidas de segurança essenciais para proteger o computador contra invasões.


quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Microsoft Street Slide: passeio nas cidades como a Google não conseguiu fazer

A guerra continua e a agora empresa das janelas resolve investir em um serviço de mapas com fotos terrestres ainda mais robusto. A Google que se prepare...


Desde que a Google foi lançada ela comprou briga, mesmo que involuntariamente, com uma quantidade significativa de empresas. Apesar de no início os recursos serem focados em pesquisas na internet, a companhia foi mudando seus objetivos e agora domina um grande número de segmentos.

Depois de muitos investimentos, a Google criou o serviço Google Earth. Este era o primeiro passo para mapear todo o planeta Terra, mas evidentemente demandava um enorme esforço da companhia. O Earth evoluiu, assim como o Maps também foi incrivelmente melhorado. Com o crescimento de ambos surgiu o Google Street View, o qual disponibiliza fotos com uma visão terrena das ruas de todo o mundo.

Um concorrente para o Street View

É evidente que a Google não monopolizaria o ramo por muito tempo e, assim como a Microsoft já vinha fazendo antes para concorrer com outros serviços, resolveu criar um para mapeamento fotográfico terreno: o Bing Maps Streetside. Apesar de proporcionar boas imagens, a empresa de Bill Gates não estava satisfeita e agora anuncia o novíssimo Microsoft Street Slide. Antes de continuarmos falando sobre o novo serviço da Microsoft, vale conferir um vídeo do Street View:

Apesar de ainda não estar disponível para o público, a nova ferramenta da companhia de Bill Gates promete ser bem inovadora em vários aspectos. As novidades são muitas e incluem desde a facilidade para navegar até a qualidade elevada em imagens.

Por se tratar de um ramo de alto investimento, a Microsoft pesquisou muito antes de dar o primeiro passo. Agora com o anúncio oficial e até vídeo de demonstração, os utilizadores já podem ficar na expectativa de um serviço bem aprimorado.

A flechada no calcanhar de Aquiles

Já contava a história grega que Aquiles morreu por ser atingido em um ponto vulnerável. Talvez a Google não fique com muito medo no começo, porém o investimento da Microsoft foi justamente na “falha” do serviço concorrente: a navegação.

Imagem de divulgação do Microsoft Street Slide

Enquanto o Street View trabalha com sistema de bolhas, o Street Slide promete operar com um sistema de navegação panorâmico. Qual a diferença? Basicamente o serviço da Google proporciona uma visão como se o utilizador realmente estivesse andando na rua, enquanto que o da Microsoft permite ver a rua como um todo e somente depois de escolher um ponto específico utilizar como o Street View.

Um sistema bem robusto

Evidentemente o Microsoft Street Slide é totalmente baseado em fotos reais (assim como o concorrente), mas por se tratar de um serviço com o estilo “Slide”, o serviço faz uma montagem instantânea da rua que o utilizador deseja visualizar. A navegação é bem simplificada, de modo que o usuário precisa apenas afastar a câmera para que o zoom automaticamente mude para o estilo “panorâmico”.

As fotos são montadas em sequência, sendo que uma fica ao lado da outra e complementa os detalhes para dar mais realismo. No vídeo abaixo podemos ver como funcionam todos os recursos do novo serviço da Microsoft:

Muito mais do que você pensa

Se utilizar o Street View e o Bing Maps Streetside já é fantástico, aproveitar tudo o que o Street Slide oferece vai ser impagável! O novo serviço da Microsoft possui botões facilitados para girar a câmera em 360 graus (quando no modo panorâmico), oferece possibilidade para rotacionar 90 graus quando em cruzamentos, permite navegar através dos números das residências de cada rua ou então ir até determinada loja apenas clicando no banner dela.

Não há divulgações quanto ao progresso de mapeamento do Street Slide, mas é provável que ainda nem mesmo os EUA estejam totalmente fotografados. A Microsoft não informou se utilizará fotos já existentes do Bing ou se vai refazer todo o mapeamento, mas é possível que para lucrar mais a empresa use de esperteza e tire novas fotos, afinal será bem interessante realizar a divulgação das lojas para obter retorno financeiro.

Uma ameaça?

Será mesmo que o novíssimo Microsoft Street Slide representa alguma ameaça para o pioneiro do ramo? Tudo indica que os recursos aprimorados podem fazer boa parte dos usuários mudar de ideia, mas nada garante que o mundo inteiro vá adotar o novo serviço.

A data de lançamento da nova solução em mapas da Microsoft ainda não foi divulgada, porém é possível que uma versão de testes seja disponibilizada ainda este ano. Você gostou do serviço? Quer muito usar o novo Street Slide? Deixem seus comentários!

Fique famoso fazendo transmissões ao vivo na internet com o Twitcam

Veja como é fácil fazer parte do Twitcam, novo sucesso do Twitter.


Twitcam. Quem usa o Twitter muito provavelmente já conhece essa palavra. Mas, se você não conhece, não se preocupe. O Blog do Igor explica o que é e ensina você a utilizar o serviço. Então, vamos começar!

Twitcam é um serviço que transmite vídeos ao vivo a partir de webcams e os divulga através do Twitter. Aliás, a integração com o serviço de microblog é o grande atrativo do serviço. Quem assiste à transmissão pode participar através de tweets.

Cada transmissão suporta até 100 mil espectadores e tem endereço próprio. O vídeo pode ser acessado mesmo depois da transmissão ao vivo. O serviço cresce a cada dia e já é considerado a “nova moda do Twitter”.

Muitos usuários recorrem aos vídeos pelo Twitter por diferentes razões: famosos entram em contato com fãs; bandas transmitem ensaios e shows; cantores anônimos também utilizam como divulgação; políticos aproveitam a época de eleição e promovem debates; blogueiros e vlogueiros discutem diferentes assuntos com seguidores; outros simplesmente usam para tentar aparecer. Enfim, as razões são várias.

Como encontro uma Twitcam?

Sempre que uma transmissão começa, o endereço é enviado via Twitter pela conta de quem promove o vídeo. Os seguidores recebem a mensagem com o link. Portanto, se você segue alguém que começou uma transmissão, vai receber o link na sua timeline.

Exemplo de mensagem que divulga a transmissão.

Além disso, diferentes comunidades no Orkut ajudam a divulgar as transmissões. Tópicos especiais sobre transmissões do momento estão sempre em destaque. Os membros acessam e deixam o link de sua transmissão.

Os comentários deixados pelos espectadores também funcionam como forma de divulgação. Todo comentário enviado é um tweet normal acompanhado pelo link da transmissão. Ou seja, se eu deixo um comentário, meus seguidores saberão e terão o link para acessar e saber do que se trata.

Exemplo de comentário postado em uma transmissão.

Como assisto uma Twitcam?

Não há segredo nenhum: clicou no link, você começa a assistir. Você só precisa ter o Adobe Flash Player instalado para acompanhar o vídeo. Se você ainda não tem, clique aqui e faça o download.

Não é preciso conta de usuário para assistir, mas é necessário fazer login em sua conta do Twitter para deixar comentários.

O vídeo fica à esquerda. Ao lado direito, ficam os campos para digitar nome de usuário e senha do Twitter para fazer o login e comentar. Os comentários aparecem também à direita, logo abaixo dos campos de login.

Acompanhando uma transmissão.

Abaixo do vídeo, você encontra diferentes ferramentas para compartilhar a transmissão. A primeira delas, “Embed”, é o código HTML para publicar em algum site. A segunda, “Link”, é o endereço da transmissão, sempre http://twitcam.com/ acompanhado de um código único.

Você ainda encontra o botão “Share on Facebook”. Com ele, você faz o login no Facebook e compartilha o endereço da transmissão com todos os seus amigos através das atualizações de status da rede social.

Possibilidades de compartilhamento.

Como faço minha própria Twitcam?

Com uma webcam devidamente conectada e funcionando, acesse http://twitcam.com/. No topo da página, faça o login com sua conta do Twitter. Na página inicial de usuário, o Twitcam informa quantos vídeos têm, quando foi a última transmissão, endereço do perfil no Twitter, localidade e número de seguidores.

Acesse o Twitcam e entre com seu Twitter.

Para começar sua transmissão, clique em “Broadcast Live”, um botão vermelho bem destacado.

Clique em qualquer um desses botões.

O Adobe Flash Player precisa acessar sua câmera e seu microfone para transmitir. Portanto, permita o acesso do programa a eles quando receber o aviso.

Permita o acesso à sua câmera.

Se o Twitcam exibir a mensagem “Camera is required to use this application”, significa que sua câmera não está conectada ou não está funcionando. Se exibir a mensagem “Camera in use”, significa que a webcam está sendo usada por outro aplicativo.

Antes de iniciar, você pode conferir a câmera, o áudio e preparar uma descrição da transmissão. Repare em dois botões logo abaixo da tela com a imagem. Com eles, você escolhe os dispositivos de áudio e vídeo.

Defina os dispositivos.

Logo abaixo, Um campo de texto serve para você digitar a primeira mensagem de divulgação, a mensagem que será enviada aos seus seguidores no Twitter. Feito isso, clique em “Broadcast & Tweet”. Após clicar, repare que o botão muda para “Stop Recording & Begin Archiving”, que a partir de então, serve para finalizar a transmissão e arquivar o vídeo.

Os comentários vão aparecendo à direita. Clique em “Start Chatting” e faça seu login no Twitter se quiser deixar comentários de texto.

Esse foi o guia básico para você fazer transmissões usando o Twitcam. Aproveite o que o serviço tem de melhor, abuse da criatividade e até o próximo tutorial.

Análise: Motorola Backflip

Com cara de iPhone, celular inteligente da Motorola aposta teclado versátil e em redes sociais para conquistar público variado. Saiba o que achamos de suas funcionalidades.


Se há pouco mais de um ano tínhamos poucas opções de smartphone no mercado, hoje a situação já é outra. Depois do sucesso da Apple com o iPhone, outras empresas entraram no ramo de celulares inteligentes e trouxeram novas alternativas, principalmente para quem gosta de ter mais liberdade para personalizar seu aparelho.

A Motorola, conhecida pela grande variedade de modelos disponíveis no mercado, é um exemplo de empresa que entrou com tudo no mundo dos smartphones, oferecendo produtos para os mais variados perfis de usuários.

Entretanto, com o Motorola Backflip, um de seus últimos lançamentos, a companhia pretende atingir um público muito mais amplo. Em vez de atingir apenas um nicho específico de consumidores, ela apostou em um aparelho mais potente e versátil para agradar a todos. O resultado é um dos melhores smartphones disponíveis no mercado.

Divulgação/Motorola

Características

Como todo celular inteligente, o Motorola Backflip é voltado a usuários que procuram um aparelho não apenas para fazer e receber chamadas. Com diversos recursos de navegação, ele é realmente um pequeno computador de bolso, além de possibilitar conexões a redes Wi-Fi e 3G.

Visual do aparelho fechadoEntretanto, seu grande foco está na integração com redes sociais. Desenvolvido pela Motorola para ser utilizada em conjunto com o sistema Android, o MotoBlur reúne informações e contas de diversas redes para que você esteja sempre antenado com o que acontece ao seu redor. Com ele é possível acompanhar as novidades do Twitter, Facebook e, para a alegria dos brasileiros, até do próprio Orkut.

Outro grande destaque do Motorola Backflip é a característica que lhe dá nome. Apesar de parecer bastante com um smartphone comum (o design é semelhante ao de um iPhone 4 menor), ele esconde um útil teclado QWERTY em sua parte traseira. Basta abrir o flip para que você tenha acesso às teclas de maneira prática.

Além disso, o flip aberto também revela outra funcionalidade do smartphone. Um touchpad é situado na parte de trás da tela, possibilitando que você controle as funções do aparelho sem ter de tocar no visor.

A funcionalidade do Motorola Backflip, contudo, possui pouca diferença entre aberto e fechado, deixando a escolha por conta do usuário e sua afinidade (ou não) com as teclas virtuais. Para quem acha mais prático usar a tela, o celular possui um sistema touchscreen de TFT que facilita bastante a utilização, já que basicamente não sofre interferência de luzes externas na exibição dos elementos. Para tornar o uso mais simples, existem três “botões” na parte frontal do smartphone, referentes aos recursos “Home”, “Voltar” e “Opções”.

A organização da tela é bem simples e agrupa aplicativos semelhantes em telas diferentes para tornar tudo mais intuitivo. Quem nunca utilizou o Android precisa apenas de alguns minutos para se acostumar com a disposição dos elementos. Além disso, o nível de personalização é bem elevado, permitindo que você customize sua área de trabalho somente com aquilo que você julgar útil.

Alternativa de teclado

Considerado como um dos grandes destaques do Motorola Backflip, o teclado físico posicionado na parte traseira do aparelho é, com certeza, o grande diferencial que faz dele muito prático. Se você não possui intimidade com teclas virtuais, basta abrir seu celular para começar a digitar da mesma forma que você faz em seu computador.

Teclado versátil

Divulgação/Motorola

Apesar dos botões serem um pouco duros, o que necessita um pouco mais de pressão para que o aparelho reconheça o comando, não é nada que atrapalhe a utilização. Na verdade, esse ponto é facilmente explicável. Essa resistência é necessária, já que o teclado fica exposto quando o smartphone é fechado. Dessa forma, você pode carregá-lo no bolso sem se preocupar com botões sendo pressionados indevidamente.

Além disso, todas as funções presentes na tela também estão disponíveis no teclado. Isso evita que você tenha de intercalar entre um e outro, fazendo com que a utilização seja muito mais prática.

Interação com redes sociais

Quer saber em tempo real o que seus amigos no Facebook disseram? Que tal contar algo engraçado para seus seguidores no Twitter? Pois tudo isso é possível com o Motorola Backflip.

Como dito anteriormente, ele utiliza o MotoBlur, um sistema da empresa desenvolvido para Android que reúne em um só local diversas redes sociais e permite que você acompanhe atualizações e envie mensagens para todas elas de uma só vez.

Redes sociais

Divulgação/Motorola

Logo na primeira vez que você liga o smartphone já é possível configurar suas contas e passar a receber conteúdo, que são exibidos em sua tela principal. A princípio pode parecer desorganizado e confuso, mas basta alguns minutos de uso para perceber o quão prático é ter tudo centralizado em um só campo.

Seja para enviar ou ler o que seus amigos disseram, tudo é muito simples. Basta um toque na área específica para que você tenha acesso àquilo de que você precisa. No caso de emails, um pequeno alerta avisa a chegada de uma nova mensagem. Em conjunto com o teclado físico, o Motorola Backflip é a solução perfeita para quem gosta de estar sempre conectado à rede.

Design

Visual lateral

Com a presença de um teclado físico na parte traseira do Motorola Backflip, você deve estar imaginando que seu tamanho deva ser consideravelmente grande, certo? Pois você está enganado, pois o aparelho consegue oferecer uma alternativa às teclas virtuais sem se transformar em um “tijolo”.

Quando fechado, o modelo possui um pouco mais de 1,5 cm de espessura, sendo assim um pouco maior que outros smartphones. Entretanto, isso pouco interfere na hora de colocá-lo no bolso, já que ele não ocupa tanto espaço nem dá a sensação de volume.

Ele também é bastante confortável na hora do uso. Por ser bem pequeno – com apenas 10,8 x 5,3 centímetros –, ele encaixa-se perfeitamente na palma da mão, o que o torna a utilização dos recursos touchscreen bem natural.

Quando aberto, o Motorola Backflip mantém as características ergonômicas, mas necessita que o usuário utilize as duas mãos para operar o aparelho. Para evitar que você tenha de soltar o celular para realizar qualquer função, todas as operações oferecidas pela tela estão disponíveis no teclado, assim como a troca de telas pode ser feita com o touchpad traseiro.

Além disso, ele também possui pequenos detalhes que passam despercebidos, mas que fazem diferença no dia a dia. A disposição de entradas e botões é pensada de forma que seja melhor para os usuários. O melhor exemplo está no posicionamento do botão de Câmera, que está em um local estratégico para simular uma máquina fotográfica.

Touchpad

Além do teclado físico, outro destaque deste modelo da Motorola é o touchpad traseiro. Da mesma maneira que acontece em notebooks, você controla tudo o que acontece em seu smartphone por meio dessa superfície, sem que você tenha de tocar na tela para isso.

Apesar de servir para trocar telas quando o smartphone está aberto, sua maior utilidade está na navegação. Ao abrir o navegador, você pode controlar a rolagem da visualização com um toque, mas isso faz com que alguns pedaços da página sejam ocultos por sua mão. Para evitar que isso aconteça, basta utilizar a superfície sensível na parte traseira do aparelho.

Touchpad

Divulgação/Motorola

O único problema é a subutilização desse elemento. São poucas as funções em que ele é realmente necessário, o que quase faz com que ele seja um “artigo de luxo” do Motorola Backflip.

Espaço para navegação

Apesar do pequeno espaço na tela – apenas 3,2 polegadas –, a navegação com o Motorola Backflip é bastante simples. Todo o conteúdo se ajusta automaticamente à área de visualização, tanto com o smartphone fechado quanto aberto.

É claro que existem alguns pequenos problemas, principalmente de sobreposição quando há muitos elementos variados lado a lado, porém a grande maioria das páginas se comporta de maneira uniforme e torna a leitura mais natural.

Ajustado horizontal e verticalmente

Divulgação/Motorola

A rolagem pode ser feita de três formas: pela tela, pelo teclado ou com o auxílio do touchpad traseiro. Cada um tem suas peculiaridades e basta você escolher aquele que melhor se enquadra com seu estilo de uso.

Outra opção para facilitar a visualização do conteúdo. O navegador do Backflip possui um sistema de zoom que afasta ou aproxima a página para que você regule o tamanho dos elementos. Além disso, é possível exibir tudo de uma vez e controlar uma pequena lupa. Ao destacar um trecho, você é automaticamente direcionado àquela parte.

Câmera

Se você é apaixonado por fotos, o Motorola Backflip vai conquistá-lo rapidamente. Com uma câmera de 5 megapixels com autofoco e flash LED, você pode registrar seus momentos sem deixar a qualidade de lado.

Resolução da imagem

Apesar de não ser nada excepcional, o resultado das fotos é bem satisfatório. Pode ser que esse smartphone não substitua uma câmera fotográfica, mas serve perfeitamente para que você envie imagens diretamente para suas redes sociais.

Além disso, como a câmera está posicionada junto com o teclado virtual, ela também possibilita a realização de videoconferências quando o flip estiver aberto. A resolução da imagem é bem boa (2560 x 1920 pixels) e permite que você converse com amigos sem que eles o vejam “pixelado”.

Variedade de aplicativos

Android MarketAssim como em qualquer computador, é muito importante saber quais aplicativos acompanham seu smartphone. O Motorola Backflip, por exemplo, traz uma grande variedade de recursos disponíveis para que você utilize ao máximo as funcionalidades do aparelho.

Junto de elementos básicos, como despertador, MP3 player e galeria de imagens, o equipamento possui programas de conectividade com serviços Google. Além do sistema de buscas, também estão disponíveis aplicativos para YouTube, Google Maps e Gmail e Gtalk.

Há também elementos destinados a públicos específicos. É o caso do QuickOffice, para quem gosta de ler textos e outros documentos pela tela do celular, e Assassin’s Creed e Prince of Persia, voltado para os gamers.

Entretanto, se nada disso for suficiente, você pode baixar centenas de aplicativos por meio do Android Market, a loja virtual do sistema operacional. São infinitas opções que você pode baixar inteiramente grátis.

O olho que tudo vê

Você abre o Google Maps e automaticamente o aplicativo exibe um mapa com sua posição exata na tela. Assustador, não? Pois o sistema de posicionamento global (GPS) do smartphone é realmente preciso a ponto de fazer isso.

Nos testes realizados na redação, os resultados realmente foram bastante exatos. Ao abrirmos o aplicativo dentro de uma universidade, ele indicou com precisão o local, o bloco e o setor em que o celular estava. Já em relação ao escritório da NZN, ele indicou o prédio ao lado.

Marcas de dedo

O terror de todo equipamento touchscreen ainda não foi eliminado neste smartphone da Motorola. Basta qualquer toque na tela para que ela seja marcada com impressões digitais. Por mais que você lave e esfregue sua mão, as marcas são inevitáveis.

Elas não chegam a atrapalhar a utilização, nem diminuem o tempo de respostas do sistema, mas dão um aspecto de descuido ao celular. Apesar de ser possível remover essas manchas com um pano, é praticamente impossível ficar longe delas, já que o funcionamento do smartphone é baseado no toque.

Agenda confusa

Além de agrupar as redes sociais em seu celular, o MotoBlur também sincroniza os contatos de todos esses serviços em um só lugar. Entretanto, o que deveria servir como uma completíssima agenda se transforma em um desorganizado painel com nomes repetidos e outros inúteis.

As redes sociais atrapalham a organização da agenda

Divulgação/Motorola

Isso acontece porque ele une informações do Twitter, Gmail, Facebook e do próprio telefone e agrupa entradas semelhantes. O problema é que nem sempre isso acontece com exatidão. Se você registrou um apelido, por exemplo, os dados não vão ser encontrados nos serviços online e você vai ter duas (ou mais) informações para o mesmo contato.

Por mais que seja possível fazer uma distinção entre essas listas, ainda é incômodo procurar por alguém e descobrir que o celular registrou-o com um apelido que você nunca imaginaria. A culpa é do seu amigo? Talvez, mas também do Motorola Backflip.

Dedos largos versus teclado virtual

Se você possui dedos largos, esqueça a utilização do teclado virtual. Como a tela é pequena, com apenas 3,2 polegadas, o tamanho das teclas também acompanham essa proporção. O resultado é um espaço diminuto para você digitar, o que facilita a troca de caracteres durante a escrita.

Apesar da existência do teclado físico, é um pouco incômodo ter de abrir o smartphone para escrever qualquer coisa. Se você precisa apenas procurar um contato, pode digitar lentamente para que não erre ou utilizar a alternativa traseira. Porém, de um jeito ou de outro, o incômodo é o mesmo.

Vídeos

Filmes deixam a desejar

Se o resultado obtido com a câmera do Motorola Backflip foi bastante satisfatório, o mesmo não pode ser dito em relação à gravação de vídeos. Apesar dos arquivos manterem uma qualidade visual aceitável, principalmente por serem filmes em formato 3GP, o som deixa a desejar.

Por mais que a gravação seja feita ao lado do objeto em questão, o áudio é muito baixo e mal pode ser ouvido quando executado no computador. É preciso muita atenção e volume máximo para conseguir entender o que foi dito na filmagem.

Bateria

Como dito anteriormente, o grande foco do Motorola Backflip está na utilização de redes sociais. Com o MotoBlur, é possível enviar e receber mensagens de seus amigos com extrema praticidade. Mas de que adianta poder ficar 24 horas conectado se a bateria não suporta?

Tempo de bateria

Para utilizar os recursos do MotoBlur é preciso ter uma conexão à internet ativa, seja Wi-Fi ou 3G. O problema é que isso faz com que o consumo de energia pelo smartphone seja maior, o que faz com que a bateria se desgaste mais.

Portanto, se você quer aproveitar ao máximo as funcionalidades online do Backflip, prepare-se para estar sempre com o carregador na mochila, pois dentro de algumas horas já será preciso uma nova recarga.


A guerra dos smartphones realmente está cada vez mais quente. Porém, entre iPhones e N97s, o Motorola Backflip vem com tudo e se mostra como um ótimo celular inteligente. A combinação entre Android e MotoBlur é realmente fantástica e promete agradar aos adoradores de redes sociais, principalmente pela facilidade de enviar e receber conteúdo.

Apesar de apresentar alguns pequenos problemas, principalmente em relação ao tamanho da tela e à duração da bateria, o aparelho é recomendado para todos os tipos de usuários. O nível de personalização é bem variado e permite que você transforme o celular de forma que ele seja aquilo que você quer.

O Motorola Backflip pode ser encontrado a partir de R$ 1200. Apesar de ser um valor alto, está dentro da faixa de preço de outros aparelhos com funções de mesmo nível, principalmente por se tratar de um aparelho desbloqueado.


Remova Barras de patrocinadores instaladas sem sua permissão

Você instalou um programa e de repente surgiu essa barra. Aprenda como localizá-la para executar sua remoção.


Muitos programas pedem para você instalar Barras de patrocinadores para que eles continuem a ser gratuitos. Às vezes você não percebe que as instalou até vê-las em seu navegador e quando decide desinstalá-las, simplesmente não consegue descobrir como fazê-lo, pois muitas não aparecem em “Adicionar ou remover programas”. Não se desespere, neste artigo você aprenderá a encontrá-las e removê-las com facilidade e em pouco tempo!

Aqui serão abordados quatro métodos de remoção. Em três deles você não precisa instalar coisa alguma, porém há uma chance consideravelmente alta de que eles sejam ineficientes de acordo com a barra que você estiver tentando remover. O outro método utiliza o programa IObit Uninstaller, um desinstalador que apresenta uma opção com a lista de todas as Barras de patrocinadores instaladas.

Pré-requisitos

  • IObit Uninstaller:

IObit Uninstaller

Faça você mesmo

Como as Barras de patrocinadores são instaladas em navegadores, a tentativa mais lógica é verificar as extensões (também chamadas de complementos ou add-ons) instaladas e tentar remover a barra. No Internet Explorer 8, abra o menu “Ferramentas” e selecione “Gerenciar complementos”. Procure a barra e use o botão direito para mostrar e selecionar a opção “Desabilitar” (aqui você somente a faz desaparecer, podendo ativá-la posteriormente).

Desabilitar

No Firefox é necessário abrir o menu “Ferramentas” e selecionar “Complementos”. Então, procure a barra e use “Desinstalar” para removê-la. Já no Chrome, abra as opções por meio do símbolo de ferramenta e selecione “Extensões”. Agora faça o mesmo que no Firefox, utilize a opção “Desinstalar” para tirá-la de seu navegador.

Entretanto, pode ser que a inconveniente Barra de patrocinadores não apareça na lista de complementos do seu navegador. Nesse caso, o segundo passo para encontrar onde a barra se esconde é abrir o Menu Iniciar, entrar no Painel de Controle e acessar “Adicionar ou Remover Programas” (ou “Desinstalar um programa”, dependendo da versão do Windows).

Na janela aberta, encontre a barra instalada – lembre-se de que ela pode apresentar “toolbar” e “barra de ferramentas” em seu nome, como “Mario Forever Toolbar” ou “Barra de Ferramentas do Google”. Ao achá-la, selecione-a e use a opção “Desinstalar”. Continue lendo caso ainda não a tenha encontrado.

No Windows

Essas barras marotas podem também não aparecer na lista de programas instalados no Windows. Nessa situação, descubra o nome dela (geralmente basta olhá-la para ver sua, logomarca), entre na pasta “C:\Arquivos de programas” (ou “C:\Program Files”) e tente achar uma pasta com o nome dela – a qual pode estar dentro da pasta do programa com o qual ela foi instalada. Caso encontre alguma, execute o arquivo “Uninstall.exe” (ou “Unwise.exe”).

Na pasta

Finalmente, quando nenhuma dessas alternativas funcionou e a Barra de patrocinadores continua vitoriosa em seu navegador, chega a hora de apelarmos para nossa arma secreta: o IObit Uninstaller! Use o botão “Clique para baixar” posicionado no início deste artigo para baixar o programa.

Ele não requer instalação e é extremamente leve, simplesmente rode o arquivo e siga as instruções adiante. Uma vez aberto, selecione à esquerda a opção “Toolbars” (Barras de ferramentas) e marque as barras que deseja remover. Ao lado de “Uninstall” (Desinstalar), use a seta apontando para baixo, escolha “Advanced” (Avançado) e clique em “Sim” (ou "Yes", caso apareça em inglês).

IObit

Espere a remoção ser concluída e use a opção “Powerful Scan” para ter certeza de que tudo relativo àquela barra foi desinstalado e, caso algo seja encontrado, que ela foi removida de uma vez por todas!

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