Seja, Bem Vindo.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Recém-nascidos 'posam' em novo livro de irmãs fotógrafas

O livro de Tracy Raver e Kelley Ryden, chamado Sleeping Beauties: Newborns in Dreamland ("Belezas Adormecidas: Recém-nascidos na Terra dos Sonhos", em tradução livre), apresenta fotos de bebês de 5 a 10 dias de vida, fase em que estão mais "flexíveis" para ficar em poses.


Bebê fotografado por Tracy Raver e Kelley Ryden

A fotógrafa canadense Stephanie Robin também participou do projeto. O fato de ela ser fisioterapeuta ajudou muito às irmãs na hora de posicionar os bebês.

As irmãs explicam que sempre buscam colocá-los em posições naturais, encolhidos, como se ainda estivessem no útero de suas mães, e geralmente dormindo.

"Os recém-nascidos são naturalmente muito dorminhocos, e nós ainda pedimos às suas mães que encham as barrigas deles antes de os trazerem ao estúdio", contam.


Bebês fotografados por Tracy Raver e Kelley Ryden

A dupla de fotógrafas trabalha em um estúdio em Nebraska, nos Estados Unidos. Os pais que quiserem que seus filhos sejam fotografados nos primeiros dias de vida pelas irmãs terão de desembolsar US$ 1,7 mil (cerca de R$ 3 mil). O livro será lançado em abril.

A propaganda do futuro

Conheça os displays interativos, a nova moda do mercado publicitário que vai impactar a maneira como você interage com as propagandas.

Televisão, rádio, mídia impressa, outdoors e internet. Diariamente somos bombardeados com um verdadeiro arsenal de mensagens publicitárias nos mais variados meios e de diversas espécies. Com raras exceções, quase sempre esse caminho é uma via de mão única, com os as empresas enviado suas mensagens e os consumidores assimilando a informação.

Porém nos últimos anos, e principalmente graças à internet, a situação mudou um pouco de figura, permitindo aos usuários mais possibilidades de interação e personalização da mensagem que recebem. O advento da TV digital também deve colaborar para tornar esse cenário mais realista.

Em tempos de mobile marketing – uma forma de comunicação que visa dialogar com o consumidor, permitindo a ele interagir com a mensagem das mais variadas formas – a bola da vez do mercado publicitário parecem ser os displays interativos.

Visual de um display. Foto: Displax / Divulgação.

Displays interativos: o que são?

Se você acompanhou os lançamentos da CES 2010 ou mesmo está sempre ligado nas novidades tecnológicas no Blog do Igor, já deve ter percebido que as telas no estilo touch são uma das principais tendências do momento, estando presentes em celulares, tablets e até mesmo controles remoto dos aparelhos de TV.

Os displays interativos podem se apresentar de diversas formas, utilizando-se de diversas tecnologias, mas a ideia mais comum é a seguinte: tornar qualquer superfície touchscreen e, com isso, permitir ao consumidor interação total com a propaganda. Parece impossível? Nem tanto.

Chamadas Películas Interativas Touchscreen, em geral elas são aplicadas sobre monitores ou TVs de LCD, LED e plasma. Sua precisão faz com que não seja necessário ao usuário fazer força, bastando apenas deslizar os dedos sobre a superfície para interagir com o dispositivo. As telas desse formato podem variar de 30 a 100 polegadas.

Intel Infoscape - Produto similar que chamou atenção na CES 2010

Já os sensores óticos são utilizados para aquelas de grandes formatos – entre 71 e 110 polegadas – e reconhecem o toque na tela a partir de dois sensores instalados em diagonal, nos cantos da tela. Outra possibilidade é a aplicação das películas interativas no chão. Assim, ao pisar sobre ele o usuário interage com o aplicativo, sendo possível deixar no piso as logomarcas dos patrocinadores ou outros detalhes que o cliente julgar conveniente.

Brasil sai na frente

Embora novidades tecnológicas costumem demorar um pouco para chegar em terras brasileiras, definitivamente este não é o caso quando falamos do mercado publicitário. A propaganda brasileira é internacionalmente reconhecida como uma das melhores do planeta. Ela também ganha seguidos prêmios nos principais festivais do setor.

No Brasil, o display interativo já está disponível e, embora sua aplicação ainda seja tímida, há infraestrutura e empresas especializadas em comercializá-la. Uma delas é Intuitto, empresa do grupo Projetta.

As ações realizadas até agora ficaram restritas a feiras de tecnologia ou eventos de grande porte. A novidade, é claro, chama atenção do usuário por ser algo pouco visto por enquanto, independente da mensagem que transmita. Porém, inegável as possibilidades de comunicação que os displays interativos abrem.

Visual de um dos displays. Foto: Displax / Divulgação.

Uma propaganda para cada um

Embora permitam já uma certa de dose de interatividade com o consumidor, as possibilidades que displays interativos abrem no mercado são muitas. A personalização da propaganda para cada consumidor é uma delas.

A exemplo do que acontece em alguns sites de vendas online, nos quais em sua conta o usuário tem acesso a páginas personalizadas, compras com um único clique e mesmo ofertas que vão ao encontro de seu perfil como consumidor, imagine poder interagir dessa forma dentro de um shopping center ou mesmo na rua?

No futuro será possível, por exemplo, ver a propaganda de um determinado produto, clicar sobre a imagem dele para obter mais informações e, caso seja do seu interesse, comprá-lo online utilizando seus dados pessoais e receber a mercadoria em sua casa.

Essa última hipótese, é bem verdade, está ainda um pouco distante, mas não deixa de ser uma das possibilidades de interação com o consumidor. Se para o usuário isso representa mais uma possibilidade de compras e, por que não dizer, de informação, para as lojas e empresas os displays interativos acabam por se converter em mais um canal de vendas.

O que você achou dessa nova possibilidade de propaganda? Acredita que os displays interativos vão se tornar populares no mercado publicitário? Participe deixando a sua opinião nos comentários.

Como forma de combater o download ilegal de sua programação, redes apostam em alternativas como transmissão online e programações em 3D.

Como forma de combater o download ilegal de sua programação, redes apostam em alternativas como transmissão online e programações em 3D.

Embora ainda ocupe o posto do meio de comunicação mais utilizado, é possível notar que, a cada ano que passa, a televisão perde audiência para outros meios de comunicação, especialmente a internet.

Em países como os Estados Unidos, o impacto das conexões online de alta velocidade já preocupa muitas redes de televisão, especialmente aquelas que disponibilizam conteúdo pago. Muita gente está deixando de lado assistir aos programas no horário em que são transmitidos devido à facilidade de baixá-los em um momento posterior de forma totalmente gratuita.

Televisão perde cada vez mais espaço para o meio online

Exemplo dessa mudança de comportamento é a série Lost, um dos maiores fenômenos de audiência dos últimos anos. Em sua primeira temporada, o programa teve uma audiência média de 18 milhões de pessoas por episódio. Já o primeiro episódio da sexta temporada, que estreou esse ano, teve audiência de 11,4 milhões de espectadores, queda considerável.

Porém, isso não significa que as pessoas tenham deixado de ver a série: uma breve visita a sites que disponibilizam torrents, como o Pirate Bay, revelam milhões de downloads de cada novo episódio.

Para reverter esse quadro e trazer de volta aqueles consumidores que deixaram a televisão de lado, diversas emissoras estão investindo em meios de superar a rapidez que a internet oferece.

Seja disponibilizando conteúdo online exclusivo ou transmissão de programas em 3D, o futuro aponta para uma verdadeira revolução na programação doméstica, mais ou menos como o 3D e o Imax fizeram com o cinema atual.

Programação sob demanda na internet

Uma das formas que as redes de televisão encontraram para concorrer com a rapidez dos grupos piratas da internet é buscar uma maneira diferenciada de se inserir no meio.

A ABC, rede responsável por séries populares como Lost e Grey’s Anatomy, permite que usuários dos Estados Unidos assistam a episódios completos das séries que transmite através de seu site oficial.

EProgramação de TV no computador? Só para quem é assinantembora não impeça o download das produções por vias alternativas, é um bom exemplo de iniciativa que visa diminuir o impacto da pirataria.

A Comcast e a Time Warner, duas das maiores distribuidoras de televisão a cabo nos Estados Unidos, têm como principal aposta o sistema “TV Anywhere”, que permite ver a programação completa de diversos canais de qualquer lugar que a pessoa esteja.

Porém, o conteúdo só está disponível para quem já é assinante do serviço caseiro: ou seja, é mais um complemento às opções da televisão a cabo tradicional do que uma nova plataforma de negócios.

A iniciativa é semelhante ao que aos estúdios Paramount, Lions Gate e MGM fizeram com seus filmes, que são oferecidos através do sistema EpixHD, somente para quem assina esses canais através de serviços de televisão a cabo. A HBO também aposta no mesmo modelo de negócio e já anunciou que vai disponibilizar seus filmes e séries online, somente para quem paga pelo serviço televisivo.

Emissoras apostam na distribuição online de seu conteúdo, mediante pagamento

Embora transportar o conteúdo de canais populares para a internet seja uma boa iniciativa, o fato de estarem vinculados à assinatura de um serviço de TV a cabo não parece compatível com a nova realidade digital. Tudo indica que, caso essas companhias não encontrem um modelo de negócios próprio para a internet, continuarão perdendo terreno para a pirataria.

Filmes e programas em 3D no conforto de casa

Uma iniciativa que se mostra mais promissora e promete ser a sensação dos próximos anos é a transmissão de programação em três dimensões através de televisores, de forma semelhante ao que é feito pelo cinema. Essa forma de distribuição representa um diferencial real em relação à programação encontrada na internet e pode trazer de volta quem trocou a televisão pelo meio virtual.

Embora ainda esteja em fase inicial de testes, diversos canais pelo mundo já estudam transmitir programação tridimensional para os telespectadores. Embora a tecnologia esteja avançando a passos largos principalmente em locais como o Japão, Estados Unidos e Reino Unido, emissoras e operadoras de cabo já apostam na transmissão de programação 3D no Brasil.

Desde 2009 a Rede Globo realiza testes de gravação e transmissão de programação através de imagens tridimensionais e, semana passada, junto à operadora de TV por assinatura NET, transmitiu em 3D o carnaval através do canal 750, exclusivamente para o Rio de Janeiro.

A experiência foi restrita aos clientes do bar Baretto-Londra, localizado no hotel Fasano Ipanema, mas a operadora já planeja transmitir a programação para todos seus clientes a partir do final de 2010. Todos os assinantes teriam acesso à programação, embora não tenham sido divulgados quais conteúdos serão transmitidos com a tecnologia.

O obstáculo para a difusão da programação 3D está no equipamento necessário: televisores compatíveis com o formato ainda são inacessíveis para a maioria da população mundial, pois podem chegar a mais de 2500 euros nos modelos mais simples.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Ana Maria Brega reata casamento em Miami

Tudo indica que Ana Maria Brega e Marcelo Frisoni voltaram às boas. Nesse domingo (21), o casal foi visto caminhando de mãos dadas depois de um almoço no restaurante Trindade, em São Paulo.

AgNews
De volta às boas: Marcelo Frisoni e Ana Maria Braga almoçam juntos

A apresentadora e o empresário, que oficialmente ainda são casados, enfrentaram uma crise no final do ano passado, cheia de idas e vindas. Nos últimos dias, porém, Marcelo vinha fazendo de tudo para reatar de vez com Ana Maria. Amigos contam que depois de inúmeros telefonemas, ele foi até Miami - durante o Carnaval - para encontrar a "ex".

Agora, com o casamento aparentemente reatado, Marcelo já comenta com os mais próximos que contará, inclusive, com o "incentivo" da mulher para mais uma empreitada na política. Ele quer se candidatar a vereador em São Paulo como fez em 2008, mas não foi eleito.

Altere o relógio do Windows e fique em dia com a chegada do horário de inverno.

No dia 18 de outubro de 2009 começou o horário de verão, uma medida do governo brasileiro para poupar energia e aproveitar a luminosidade dos dias mais longos do verão.

A medida para economizar energia foi sancionada pelo presidente Lula a partir do decreto n° 6.558, assinado em 8 de setembro de 2008.

Segundo o documento, o horário de verão terá início sempre as zero hora do terceiro domingo de outubro. Porém, em 2010 um “erro de cálculo” aconteceu e o horário de verão que iria terminar no dia 14 de fevereiro, foi adiado para o dia 21, devido ao Carnaval.

Por causa desse imprevisto, alguns usuários do Windows levaram um susto ao ligar o computador no domingo, dia 14.

Quem não fez as atualizações liberadas pela Microsoft no mês de Dezembro de 2009, ficou sem o pacote que corrigia o adiamento da data. Para resolver o problema, a fabricante do Windows liberou uma atualização de emergência para todas as versões e que pode ser baixada aqui.

No entanto, você pode acertar o seu relógio no dia 21 “no braço” e ficar em dia com seus compromissos.

Acerte o seu relógio!


Este pequeno tutorial ensinará você a modificar o seu relógio do Windows, adequando-o ao horário de verão. O sistema operacional utilizado no guia foi o Windows Vista, mas o processo é praticamente igual dentro do XP e 7.

Primeiro, clique com o botão esquerdo do mouse no relógio localizado no canto inferior direito da tela e selecione a opção "Alterar configurações de data e hora”.

Acerte seu relógio

Uma nova janela será aberta. Nela, clique sobre o botão "Alterar data e hora".

Clique no botão indicado.

Selecione as horas no horário indicado e mude o valor para um número abaixo, atrasando o relógio. Ou seja, se o seu relógio marcar 0h, mude para 11h.

Para realizar a mesma mudança no Windows XP, basta clicar duas vezes sobre o horário na bandeja do sistema e, logo em seguida, atrasar seu valor em uma hora.

Cuidado para não alterar mais do que o necessário!

Dessa forma, relógio estará adequado ao horário de verão. Se você quiser acertar o relógio sem nehuma margem de erro, pode conferir a hora exata usando um relógio atômico. Há várias opções lá no portal Baixaki. Clique aqui para conhecer algumas.

Transforme vídeos em formato de alta definição e veja-os no YouTube

Veja como é possível transformar qualquer vídeo em alta definição para colocar no YouTube

Querendo ou não, já estamos na época dos vídeos em alta definição. Também identificados pela sigla HD (High Definition), já há alguns meses o YouTube utiliza esses vídeos como um dos novos padrões.

Dessa forma, os navegantes do site que têm conexões mais velozes podem aproveitar vídeos em excelente qualidade de definição. É uma boa adição ao serviço até pelo fato de várias televisões novas trazerem consigo um canal YouTube.

Neste tutorial você confere como é possível converter vídeos de várias resoluções diferentes em HD para que o YouTube os suporte.

Preparando o material

Antes de começar a conversão, tenha em mãos o vídeo que você quer transformar em HD. Se você já tem o arquivo pronto, pode prosseguir com o tutorial. Entretanto, se gostaria de usar o conteúdo de um DVD, é necessário extrair o vídeo antes, com algum programa como o WinX DVD Ripper, CloneDVD ou FormatFactory.

Para converter os arquivos com este tutorial você precisa ter instalados em seu PC: K-Lite Mega Codec Pack eFormatFactory.

O meu vídeo já está em HD (1280x720 pixels)

Se o vídeo já estiver com o tamanho correto para envio HD (alta definição) no YouTube, então você não precisa fazer absolutamente nada além de convertê-lo para o melhor formato possível. Segundo o YouTube, é recomendável vídeos no formato H.264 (eles têm extensão .MP4), duração de 10 minutos no máximo e tamanho de arquivo menor do que 1 GB.

Para converter no formato citado acima você pode seguir os mesmos passos que serão mostrados a seguir.

Convertendo vídeos em resoluções diferentes

É claro que, como o HD é um formato widescreen, o ideal é você ter um vídeo com esse aspecto, seja de resolução maior ou menor. Mas, se o aspecto for diferente (como 4:3), o resultado é um vídeo no formato quadrado, com barras pretas no lado ou esticado.

Para começar, abra o FormatFactory, clique na guia "Vídeo" do lado esquerdo da tela e selecione "Todos para MP4":

Clique em todos para mp4.

Clique em "Adicionar Arquivo" e procure pelo vídeo que você quer converter:

Adicione arquivo.

Agora vamos definir como o arquivo final deve ser. Clique no botão "Configurações de Saída":

Clique em Configurações de Saída.

Primeiramente, certifique-se de que a opção "Codificar Vídeo" está como "AVC (H264)". Depois, escolha o "Tamanho do Vídeo". Como o que queremos é um vídeo HD, deixe a opção como "1280x720 HD Device":

Escolha o tamanho do vídeo.

Agora é hora de definir a qualidade do vídeo. A taxa de bits é a quantidade de espaço que o vídeo vai usar por segundo. No programa, 1024 seria 1MB por segundo, por exemplo. Como estamos deixando em HD, é necessário usar uma taxa de bits relativamente alta, pelo menos 1024:

Defina a taxa de bits.

"FPS" são os quadros por segundo. Para que não aconteça nenhum problema no vídeo, como engasgamentos, o recomendável é deixar "Padrão":

Deixe FPS em padrão.

"Aspecto" é o formato do vídeo na tela. 4:3 é um vídeo fullscreen, enquanto 16:9 corresponde a uma imagemwidescreen. É bom deixar a opção "Automático" selecionada. Caso contrário, seu vídeo pode ficar deformado.

Ou seja, se a proporção do vídeo de origem é fullscreen, o seu vídeo, depois de convertido, fica com barras pretas no lado e aparece somente no meio. Se você não se importa que o vídeo fique um pouco esticado e quer que ocupe todo o espaço para ele na tela, use a opção "16:9":

Aspecto automático.

As opções de áudio também são fundamentais. A "Taxa de bit" funciona da mesma forma que para o vídeo e determina a qualidade final. Um áudio de 128 a 256 KB já tem ótima qualidade:

Defina opções de áudio.

Depois de determinar as configurações de saída e voltar para a janela anterior, pressione "Opções":

Clique em Opções.

Aqui você pode selecionar uma área específica para a conversão do seu vídeo. Se você quer somente um trecho específico, basta definir qual o "Tempo Inicial" e o "Tempo Final" e pressionar "Ok":

Caso queira, é possível fazer cortes.

Quando todas as configurações já estiverem certas, o seu arquivo é adicionado à lista. Agora é só pressionar "Iniciar" e aguardar o processo de conversão. O seu arquivo é exportado para o local que diz "Saída". Para localizá-lo facilmente, clique em "Pasta de Destino" quando terminar a conversão:

Pressione para iniciar.

Enviando e visualizando no YouTube

O envio de vídeos para o YouTube em HD é feito da mesma maneira que qualquer outro convencional. Quando você manda um vídeo que está em resolução maior, a identificação do site é automática. Sendo assim, você não precisa se preocupar com nenhuma preocupação extra.

Depois que o vídeo for enviado, você nota uma nova opção logo no canto inferior direito da tela, para deixar o vídeo em três resoluções: 360p (640x360 pixels) , 480p (640x480 pixels) e 720p (1280x720 pixels). Para assistir em HD, é só escolher a última opção:

Assista o vídeo em alta definição.

......................................................

E o tutorial fica por aqui. Se você tem mais dicas relacionadas aos vídeos em alta definição e/ou usa outros programas, não se esqueça de comentar logo abaixo. Até a próxima.

AMD Fusion: novo processador que integrará placa de vídeo está chegando!

Embora o lançamento esteja previsto apenas para 2011, a AMD mostra mais detalhes de seu novo processador, o AMD Fusion.

Quem acompanha o Blog do Igor já está por dentro das primeiras novidades que a AMD está preparando em seu mais novo processador, oAMD Fusion. Embora o lançamento desse componente esteja previsto apenas para o ano de 2011, a empresa liberou mais algumas novidades que possivelmente estarão presentes no processador.

Também conhecido como Llano, o AMD Fusion é uma versão melhorada no processador Phenom II, comercializado no mercado atualmente. Além de maior velocidade de processamento, o novo processador traz características que estão presentes graças à compra da ATI pela AMD.

Parece que o ano de 2011 vai ser movimentado no mercado de processadores. Então, confira o que vem por aí com o AMD Fusion.

The future is Fusion

Recapitulando

Antes de mostrar as novidades fresquinhas do AMD Fusion, é bom relembrar o que já foi falado a respeito do novo processador. Para começar, a característica principal do componente, que também dá origem ao seu nome: unir CPU E GPU, formando o que está sendo chamado de APU (Accelerated Processor Unit).

CPU e GPU, qual a diferença?

É muito comum ver usuários confusos quanto às diferenças entre CPU e GPU. Para entender bem como o Fusion funcionará, é preciso ter essa diferença bem clara. CPU é a abreviação para Central Processing Unit(unidade central de processamento).CPU

Em poucas palavras, a CPU é a responsável por processar praticamente todas as informações do computador. Seria como o cérebro humano, que controla cada movimento do corpo, desde os mais complexos até os mais simples.

GPU, por sua vez, é abreviação de Graphics Processing Unit(Unidade de processamento gráfico). Ou seja, ela é a responsável por todo o processamento gráfico e visual em computadores e video games.

Continuando...

Como você já deve estar imaginando, o Fusion trará em uma mesma peça de silício o processador gráfico e a CPU. Com isso os usuários podem assistir a filmes e rodar jogos 3D sem “fritar” o processador.

Como já era de se esperar, o AMD Fusion promete trazer quatro núcleos de processamento, sendo três deles voltados à CPU e um totalmente dedicado para a GPU. Com esse esquema híbrido, o Llano promete desempenhos excepcionais em diversas tarefas, em especial nas que necessitam de qualidade gráfica elevada.

O que vem por aí

Amd FusionAgora que você já relembrou as novidades anunciadas anteriormente pela AMD, é hora de ficar por dentro das novas promessas da empresa. O AMD Fusion promete trabalhar com velocidade superior a 3 GHz, somando os quatro núcleos.

Cada um dos núcleos de CPU contará com 1 MB de memória cachê L2 e TDP entre 2,5 W e 25 W (leia aqui uma explicação simplificada sobre TDP). A AMD ainda não anunciou qual será o TDP total do processador (CPUs mais GPU).

Mas, de acordo com a empresa, se os três núcleos de processamento estiverem trabalhando em sua frequência total, o TDP poderá ficar entre 10 watts e 100 watts. Esse valor pode aumentar consideravelmente com o chip gráfico, já que componentes de processamento visual são famosos por devorarem energia e gerarem muito calor.

Há, no entanto, uma tecnologia que pode ajudar a diminuir o TDP. É a chamada propagação de energia por núcleo, apresentada este mês pela AMD em São Francisco, na International Solid State Circuits Conference.

Com essa tecnologia, quando um núcleo não está sendo utilizado ele é desligado e a energia é então distribuída entre os demais cores do processador. Além de economizar energia, isso ajuda a diminuir a dissipação de calor do componente.

O AMD Fusion traz ainda suporte nativo para o DirectX 11, da Microsoft, permitindo um desempenho gráfico superior na execução de aplicativo pesados e games de última geração.

Para ajudar a entender um pouco melhor como funcionará a nova arquitetura dos processadores AMD, não deixe de conferir a imagem abaixo. Ela mostra como é o esquema dos componentes atuais e como provavelmente será o do AMD Fusion.

Entendendo o TDP

Com tanta tecnologia de processamento nova que surge, é inevitável que os componentes do PC trabalhem cada vez mais rápido. Essa crescente rapidez faz com que a máquina trabalhe mais e, consequentemente, produza mais calor.

Para que o calor excessivo produzido no interior do computador não queime nem prejudique o funcionamento dos seus componentes, é necessário haver o resfriamento deles e é este o papel destinado ao cooler.

O TDP é o acrônimo de Thermal Design Power (projeto de força térmica). Em poucas palavras, é a quantidade de energia que o cooler precisa utilizar para dissipar o calor produzido pelo processador. Quanto menos energia ele utilizar, maior será a economia para o usuário.

Um processador com 20 W TDP, por exemplo, significa que o cooler precisará de pelo menos 20 W energia para resfriar o componente de maneira aceitável, ou seja, o suficiente para que o processador não queime.

Obviamente, quanto maior o número de núcleos de um processador, maior será o calor dissipado por ele e, como consequência, o TDP também será maior.

Para quando e para quem?

O AMD Fusion é mais voltado para notebooks com uma configuração comum, ou seja, aqueles destinados a usuários domésticos, que utilizam o computador para tarefas simples. De acordo com a empresa AMD, haverá também um modelo do Fusion voltado para desktops, com a mesma capacidade de processamento dos computadores portáteis.

Embora o lançamento do novo processador da AMD tivesse programado para 2009, utilizando tecnologia de fabricação de 45nm, a empresa resolveu adiar a colocação do componente no mercado até que a tecnologia de 32 nm fosse concebível. Com isso é possível construir um componente menor, mas com uma eficiência enérgica muito maior.

Dessa maneira, a empresa anunciou que alguns protótipos do AMD Fusion poderão ser vistos ainda neste ano, mas o lançamento oficial está previsto apenas para 2011.

A ideia do Fusion é sem dúvida muito interessante, e os resultados ao criar a APU (CPU + GPU) parecem animadores, mas por enquanto é necessário esperar até que as primeiras unidades sejam liberadas para testes e as primeiras impressões do produto apareçam.

A AMD promete mais do que uma simples fusão entre chip gráfico e CPU. E quanto a você, usuário, o que está achando de toda essa tecnologia? Não deixe de compartilhar sua opinião no comentarios aqui Blog do Igor.


domingo, 21 de fevereiro de 2010

Mito ou Verdade: desligar o PC antes do Windows faz mal?

Descubra mais um mistério da informática cotidiana na série Mitos e Verdades do Blog do Igor. Hoje iremos saber se desligar o computador sem o Windows tê-lo feito antes causa danos. Preparado? Vamos lá!

“João, desligue esse notebook e preste atenção na aula!”, disse o professor Mário enquanto João e seus amigos riam apontavam para o computador durante a aula de Língua Portuguesa na faculdade. Ao perceber que o professor não brincava, um dos amigos de João decidiu tomar uma atitude drástica antes que ele pudesse fazer algo – apertou o botão desligar até que o notebook não exibisse mais nada na tela. De repente, João ficou pálido e disse ao amigo: “Se o meu computador começar a ter problemas, você vai ver!”.

Se você já passou por algo parecido, mesmo que não tenha sido um amigo seu que desligou seu computador, já deve ter se perguntado – “Desligar o computador antes do Windows faz mal?”. Existem testes que dizem que se você fizer isso mais de dez vezes, pode causar danos irreversíveis ao seu disco rígido, de modo que o seu Windows não iniciará da maneira correta. Assim, podem acontecer travamentos e até mesmo problemas mais graves.

Desligar o computador antes do Windows faz mal?

Entretanto, há outra linha de pesquisadores de defende a teoria de que este tipo de procedimento não causa danos físicos e sim ao Windows, já que com essa medida o sistema não terá como finalizar os processos que está executando no momento em que você ordenou que o computador fosse desligado ao pressionar o botão. Assim, vários arquivos são corrompidos e alguns programas podem parar de funcionar corretamente.

Será que o disco rígido é prejudicado?

Se você adotar a linha dos pesquisadores que acreditam em danos irreparáveis no hardware, é bom ficar atento para problemas que podem acontecer devido ao corte brusco de energia nos circuitos do seu computador. O mais prejudicado nesta história pode ser o seu HD, que poderá não rodar da maneira correta e até mesmo ser riscado de uma maneira quase irreversível. Assim, o computador fica com problemas bastante sérios.

Essa é uma questão que divide muitas opiniões pelo mundo afora. Sempre haverá quem diga que não vai acontecer nada, ou então aqueles que ficam abismados toda vez que ver alguém desligar o computador direto na energia. O fato é que o sistema operacional precisa fechar algumas rotinas para que quando você ligue o computador novamente, encontre tudo como deixou no momento anterior.

Desligamentos abruptos podem fazer com que alguns arquivos do sistema operacional sejam corrompidos e não funcionem bem. O Windows, assim como outros sistemas operacionais, trabalha com arquivos importantíssimos tanto na sua iniciação quanto no encerramento. Para que o sistema continue a funcionar bem, é melhor que você use o processo convencional de desligamento através do Menu Iniciar do seu computador. Entretanto, se isso acontecer apenas uma vez ou duas, não precisa se desesperar como fez o João do exemplo acima.

Tome cuidado ao desligar o seu computador!

O problema vem quando esse tipo de desligamento se torna frequente. As rotinas do Windows, das quais já falamos, passam a ser cortadas ao meio, danificando arquivos. Imagine que o mesmo João estava fazendo um trabalho durante a aula em vez de assistir vídeos no YouTube. Se o amigo dele desligar o computador enquanto João estivesse salvando este trabalho, o Word talvez não tivesse tempo de fazer a cópia de segurança do arquivo para que quando o sistema voltasse à ativa, pudesse ser retomado do último ponto de salvamento. Agora, imagine se em vez de um trabalho, fosse uma configuração importante do seu sistema operacional. Se o Windows desligasse de repente sem que houvesse tempo para salvar este registro, com certeza você irá enfrentar alguns problemas para utilizar o computador.

Os discos rígidos antigos sofriam com o desligamento inadequado. Os novos também podem sofrer!

Agora, vamos tratar sobre o hardware. Enquanto o seu computador está ligado, existe energia circulando pelas placas e circuitos. Essa energia é filtrada pela fonte, componente vital para o seu computador. A fonte é a responsável por permitir apenas a entrada de uma quantidade específica de eletricidade na sua máquina. Há algum tempo, interromper a alimentação de um computador acarretaria consequências bastante sérias. Entretanto, as fontes de hoje em dia já conseguem garantir alguma segurança quanto a isso.

Cuide bem do seu computador!

Mesmo assim, isso não significa que existe algum tipo de imunidade a esses problemas. Outra informação importantíssima: fonte não é o estabilizador. A fonte do seu computador fica dentro do gabinete. É dela que saem os fios amarelos, vermelhos e pretos para serem ligados aos dispositivos do seu computador. O estabilizador ou no break é um utilitário externo ao seu computador. É nele que você irá ligar a tomada para que aconteça uma estabilização da energia que é enviada ao computador.

Procure não interromper a alimentação do seu computador abruptamente!

Dependendo de onde você morar, a oscilação de energia pode fazer com que os componentes sejam danificados. Por isso, o uso do estabilizador se faz importante, já que ele possui peças dispostas de maneira que a energia que chega às suas placas e discos rígidos não se torne um problema. Falando sobre discos rígidos, é importante lembrar do tempo em que o sistema operacional usado em boa parte dos computadores era o DOS.

Desligue o computador corretamente

Enquanto no Windows não é necessário fazer nenhum tipo de ação relacionada ao disco rígido para desligá-lo, no DOS o usuário precisava digitar a linha de comando “park” para que o HD fosse “estacionado” na posição correta. Caso isso não acontecesse, o disco poderia ser corrompido e todos os dados perdidos.

Muito bem, agora que você já conhece os riscos que corre se desligar o computador antes do Windows, fica a seu critério decidir qual é a melhor opção. Mas lembre-se, de qualquer maneira o sistema operacional será danificado. Pode ser que não tenha acontecido até agora, mas para que dar chance para o azar? Se existe a opção “Desligar” é porque o Windows precisa de algum tempo para ser encerrado com segurança!

Fique ligado para mais “Mitos e Verdades” aqui no Blog do IGOR!

Até a próxima!


Fevereiro de 2010: qual o melhor navegador?

O Blog do IGOR testou os cinco navegadores mais difundidos atualmente. Confira os resultados.

Alguns usuários de navegadores menos conhecidos se arriscam a dizer que o melhor browser que existe é aquele que pouca gente usa, pois ele tem suas falhas menos exploradas — já que não faz sentido que hackers tentem quebrar a segurança de um programa que pouca gente usa.

Em parte, isso é verdade. Em parte. Assim como pouca gente os utiliza, e por consequência, poucas falhas são exploradas, a compatibilidade de navegadores pouco usados também é extremamente limitada e a disponibilidade de ferramentas adicionais para eles é praticamente inexistente.

Índice

1. Polêmica
2. Os candidatos
3. Como? Quando? Onde?
4. O que foi avaliado?
Índice4.1. Testes de compatibilidade e desempenho
4.1.1. Velocidade de abertura e carregamento
4.1.2. Consumo de memória
4.1.3. Acid2
4.1.4. Acid3
4.1.5. Peacekeeper
4.2. Funcionalidades e personalização
5. Os resultados
5.1. Compatibilidade e desempenho
5.1.1. Velocidade de abertura e carregamento
5.1.2. Memória usada
5.1.3. Acid2
5.1.4. Acid3
5.1.5. Pontuação Peacekeeper
5.2. Funcionalidades e personalização
6. Análise final

1. Polêmica

A pergunta que dá título a este artigo é extremamente perigosa, pois pode ter diversas respostas sem que nenhuma esteja errada. No entanto, a melhor resposta o Blog do IGOR se encarrega de apresentar (tom de mistério e tambores rufando): depende. Pedimos desculpas de antemão se essa resposta não satisfaz os leitores mais exigentes, mas seria irresponsabilidade dizer que este ou aquele navegador de internet é melhor ou pior.

Logicamente, o parágrafo acima só é verdade se levarmos em conta os cinco navegadores testados. Existe muita coisa ruim por aí, e é por isso que não vale a pena falar delas — lembrando que o fato de não testarmos outros navegadores não significa que eles sejam piores. Todos os browsers testados por nós são ótimos porque cumprem as tarefas para as quais foram programados e das quais nós, usuários, criamos graus diferentes de expectativa de qualidade.

Polêmica

Não podemos afirmar se determinado browser é pior ou melhor, simplesmente porque isso é muito relativo. O desempenho de um navegador varia por inúmeros motivos: configuração do computador usado, sistema operacional, quantidade de aplicativos abertos simultaneamente, velocidade da conexão, quantidade de plugins, extensões, barras de ferramentas ou outros complementos, além de diversas outras características.

Outro fato que nos “proíbe” de dizer que o navegador X, Y ou Z é o melhor pode ser descrito por um ditado mais que conhecido de todos: “gosto não se discute”. Aqui mesmo, na redação, temos usuários de Firefox, Opera, Internet Explorer, Chrome e diversos outros. Cada um, quando questionado, defende com unhas e dentes o navegador que utiliza.

Levando tudo isso em consideração, submetemos cinco candidatos a diversos testes, com critérios que hoje são considerados indispensáveis para o bom desempenho de um browser. Fizemos tudo isso e deixamos que você, leitor e usuário do Blog do IGOR, chegue à conclusão de qual é o melhor navegador da atualidade.

2. Os candidatos

Google Chrome, Opera, Internet Explorer 8, Mozilla Firefox e Safari.

3. Como? Quando? Onde?

Dedicamos toda esta semana para os testes. Ou seja, foram cinco dias de pesquisas — para definirmos quais testes são relevantes e quais características deveriam passar pelo crivo da postagem do Blog do IGOR —, formatações, instalações, desinstalações e execuções exaustivas dos candidatos.

A máquina usada como cobaia é um Dell Dimension C521, com um processador AMD Athlon 64 rodando a 2.2 GHz, com 2 GB de memória RAM, Windows XP com Service Pack 3. Cada navegador foi testado em um ambiente completamente limpo.

Isto é, formatamos a máquina, instalamos o Windows, o próprio navegador e fizemos os testes sem alterar qualquer configuração padrão do browser, ou mesmo do sistema. O procedimento foi repetido para os cinco navegadores testados.

Dessa forma, garantimos que os testes não seriam distorcidos e todos os browsers trabalhariam nas mesmas condições. Vale lembrar que o Internet Explorer leva certa vantagem, pois é pré-carregado juntamente com o sistema operacional. Mas lendo este artigo, você perceberá que essa vantagem de nada adianta.

4. O que foi avaliado?

Um navegador deve ser capaz de executar diversos tipos de tarefas, e fazer isso com rapidez. Também é necessário que ele seja capaz de renderizar e exibir as páginas de acordo com as especificações das linguagens disponíveis hoje para programação — CSS, XML, HTML, JavaScript, DOM, etc.

4.1. Testes de compatibilidade e desempenho

Abrir as páginas de maneira rápida é indispensável, pois evita que a paciência do usuário se esgote e ele resolva procurar outro navegador. Veja abaixo como procedemos para verificar a compatibilidade e velocidade dos candidatos.

4.1.1. Velocidade de abertura e carregamento

Para cada navegador, fizemos testes cronometrando o tempo demorado por eles para abrir, do momento em que o Enter é pressionado até o programa entregar o controle ao usuário. Foram medidos os tempos de abertura nas seguintes situações:

bullet Primeira execução após instalação;

bullet Segunda execução (com a página inicial padrão);

bullet Tempo levado para abrir a janela sem qualquer site sendo carregado;

bullet Tempo para abrir uma nova aba vazia;

bullet Tempo para abrir a janela com sete abas, com sites definidos como página inicial nas configurações do browser — alguns navegadores não permitem a abertura simultânea de vários sites como página inicial. Para esses casos, salvamos a sessão e reiniciamos o navegador com os sites abertos anteriormente. Isso não distorce o tesde de nenhuma forma;

bullet Tempo para abrir uma nova aba contendo uma página web, a partir do clique em um link na aba anterior.

*Exceto pelo teste da primeira execução, todos foram cronometrados três vezes para garantir que nenhuma interferência, seja de hardware ou outros softwares, distorcesse o teste. O resultado final é uma média dos três tempos.

4.1.2. Consumo de memória

O uso de memória também é extremamente importante, pois quanto mais memória o navegador utiliza, mais lento fica seu processamento, bem como o desempenho do computador como um todo.

Usamos o Gerenciador de tarefas do Windows para verificar a quantidade de memória utilizada nas situações abaixo, exceto pelo Google Chrome. Para ele, usamos o relatório de memória do próprio navegador, pois é aberto um processo para cada aba, o que distorce a medição mostrada pelo Gerenciador de Tarefas do Windows.

Consumo de memória  do Safari com sete abas abertas.

bullet Primeira execução;

bullet Consumo, com página inicial padrão;

bullet Execução com página em branco;

bullet Consumo com sete sites abertos, cada um em uma aba.

4.1.3. Acid2

Criado por um grupo chamado “Web Standards Project”, o Acid2 verifica se o browser é capaz de organizar o layout das páginas de acordo com as especificações do CSS 2.1, bem como aspectos da interpretação do código HTML, imagens no formato PNG e processamento de dados.

Para passar no Acid2, o navegador deve exibir uma imagem exatamente como a de referência, que mostramos abaixo.

O nariz deve ficar azul.

*No teste real, passando o mouse sobre a imagem, o nariz da figura ficará azul. Sem o mouse, ele é preto.

4.1.4. Acid3

A versão mais recente do teste Acid dá prioridade para a desenvoltura com que o navegador processa DOM (Document Object Model) e o JavaScript, que são tecnologias cada vez mais utilizadas, principalmente em sites que já contemplam as especificações da web 2.0, responsável por um maior grau de interatividade do usuário com a internet.

Referência do Acid3.

O teste Acid3 mostra diversos quadrados coloridos que são preenchidos gradualmente, bem como uma porcentagem que varia de 0 a 100, que significa exatamente a porcentagem de testes realizados em que o navegador foi aprovado. Quanto mais próximo de 100, maior é a compatibilidade do navegador com as especificações vigentes.

DOM é o nome da forma como diversas tecnologias são integradas para modificar dinamicamente as páginas da internet. Diversos sites grandes já possuem elementos criados usando DOM, evitando que uma nova página tenha que ser carregada a cada clique do usuário, aumentando assim a velocidade de navegação, pois o uso de largura de banda é menor.

4.1.5. Peacekeeper

A Futuremark é uma das empresas de benchmarking mais respeitadas do mercado. Ela desenvolve testes para diversos itens e o mais utilizado é o que verifica a qualidade com que as placas de vídeo atuais processam imagens em 3D. O Peacekeeper faz avaliações mais pesadas que os testes Acid, mas testa as mesmas características.

Peacekeeper

Os resultados do Peacekeeper são exibidos na forma de uma pontuação que soma os números de aprovações de cada um dos testes. Quanto maior a pontuação, melhor a performance do navegador para os itens testados.

4.2. Funcionalidades e personalização

Como já mencionamos, não faz sentido avaliarmos a qualidade de extensões, temas ou outros itens subjetivos, mas podemos colocar à prova a quantidade de possibilidades dadas ao usuário para que ele adapte o browser às suas necessidades.

Não atribuímos pontos para os navegadores nesses quesitos. Só fizemos um comparativo de quais têm e quais não têm as características verificadas, pois certos tipos de personalização podem ser considerados completamente inúteis para algumas categorias de usuário, assim como poderíamos deixar de fora algum complemento utilizado por outros.

5. Os resultados

5.1. Compatibilidade e desempenho

Nossas avaliações não nos surpreenderam, e provavelmente não o farão com você, pois todos os navegadores tiveram desempenho similar ao que já é de conhecimento geral. O Google Chrome foi o grande campeão, tirando nota máxima no Acid3 e saindo disparado no teste do Peacekeeper.

5.1.1. Velocidade de abertura e carregamento

Como o Internet Explorer 8 já vem com o Windows, ele foi o primeiro a sofrer na mão do Blog do IGOR. Porém, no Windows XP, a versão do Internet Explorer não é a 8 e, por isso, tivemos que fazer o download e instalação, tornando o teste mais justo, pois todos os navegadores passaram por isso.

Internet Explorer 8

Parece que os desenvolvedores de software adoram fazer propaganda de si mesmos quando alguém resolve instalar um de seus programas. Todos os navegadores, ao serem abertos logo após a instalação, direcionaram o usuário para as páginas de boas-vindas da empresa desenvolvedora.

O pior desempenho nesse quesito foi do Safari, que carrega uma pesada animação logo no início, dando a impressão de que está travado enquanto ela não inicia. Ele levou absurdos 17 segundos para mostrar tal animação. O Chrome teve desempenho excelente, mas vale lembrar que a página inicial do Google também é extremamente leve.

O Opera, com seu desenho bonitão e arrojado, acabou tropeçando um pouco na primeira inicialização, por causa da pesada página de Speed Dial. De qualquer forma, todos os navegadores, exceto o Safari, foram extremamente rápidos na primeira inicialização, geralmente levando poucos segundos para entregarem o comando ao usuário.

SpeedDial do Opera

Da mesma forma, nas demais inicializações, todos melhoraram os tempos de abertura, exceto quando mandamos que eles abrissem sete abas ao mesmo tempo. Mesmo assim, não houve grandes problemas de desempenho. Lembre-se de que o navegador vai ficando mais lento à medida que mais informações vão sendo agregadas a ele — extensões, histórico e arquivos temporários são os grandes vilões.

No caso específico do Firefox, houve ocasiões em que fechamos e clicamos duas vezes no ícone do programa e nada aconteceu. Ou seja, algumas vezes o navegador simplesmente se recusou a abrir.

Veja abaixo o gráfico comparativo dos tempos de abertura. O tempo está em segundos, com precisão de três dígitos após a vírgula. Quanto menor a barra, mais rápida foi a inicialização naquele passo.

O mais rápido.

Velocidade de abertura.

Legenda
Passo 1: Primeira execução;

Passo 2: Segunda execução, com página inicial padrão;

Passo 3: Execução com página em branco;

Passo 4: Abrir nova aba vazia;

Passo 5: Abrir a janela do navegador com sete abas e os seguintes sites: Blog do Igor, Orkut, Google, Youtube, Cocheita Feliz, Yahoo, Yahoo Respostas.

Passo 6: Abrir página em nova aba a partir de link.

5.1.2. Memória usada

Quem tem memória de sobra no PC (2 GB ou mais), geralmente não precisa se preocupar com a quantidade comprometida pelo navegador, a menos que haja muitos complementos instalados nele. Nos testes, não houve grandes problemas neste quesito e todos os navegadores se saíram bem, não passando do pico de 160 MB.

O gráfico abaixo mostra o consumo de memória de cada um dos navegadores durante os diferentes passos dos testes de desempenho de tempo. A legenda é a mesma do item anterior, então você pode tomá-la como referência. Nos passos 4 e 6, não foi medida a quantidade de memória, pois esse consumo de memória é irrelevante.

O que consome menos memória nos momentos críticos.

Uso de memória.

O modo correto de interpretar o gráfico acima é olhar primeiramente as três primeiras barras (azul, vermelha e verde). A tendência é que o uso de memória caia da direita para a esquerda, como é possível verificar nos gráficos do Firefox e, melhor ainda, no do Safari — isso não quer dizer que esses dois navegadores se deram melhor no consumo de memória, mas se comportaram como o esperado.

Estranhamente, o Internet Explorer 8 consumiu mais memória na segunda inicialização do que na primeira, apesar de não ter sido alterada qualquer configuração e de na primeira execução serem necessários diversos procedimentos de configuração. É desnecessário dizer (mas nós falamos mesmo assim) que em se tratando de inúmeras abas abertas, o Internet Explorer deixa muito a desejar, pois ele foi o que mais usou memória.

O Chrome, apesar de ter se saído melhor na maioria dos testes, foi um dos três que mais consumiram memória quando abrimos todos os sites da NZN de uma só vez. O Firefox, como podemos perceber, foi o que consumiu menos memória, o que nos dá a impressão de que ele é melhor no tratamento de diversas abas abertas ao mesmo tempo.

5.1.3. Acid2

No teste Acid2, os navegadores deveriam ser capazes de exibir corretamente a imagem de referência exibida anteriormente (aquela com o sorriso). Todos os navegadores conseguiram mostrar perfeitamente a imagem e o nariz azul quando o mouse era passado em cima.

Todos compatíveis com os testes do Acid2

5.1.4. Acid3

O Acid3 foi o responsável pela desgraça de um ou outro navegador. O Internet Explorer teve o pior desempenho, mas isso já era esperado, pois a própria Microsoft já declarou que seu foco não é “passar no teste Acid”. Nós, usuários, realmente preferíamos que fosse, pois isso conferiria mais confiança ao IE8, já que os testes Acid são respeitados mundialmente.

No Acid3, somente Internet Explorer 8 e Mozilla Firefox não obtiveram a 100% de aprovação nos testes. O Firefox, no entanto, ficou a somente 6% de ser perfeito. Já o Internet Explorer fez vergonhosos 12% de aprovação, o que nos fez repetir o teste diversas vezes para verificar distorções.

Desempenho do IE8 no Acid3.

Nas repetidas vezes que executamos o Acid3 no IE8, o navegador só conseguiu chegar a 20% de aprovação. Ou seja, sites com tecnologias de ponta provavelmente aparecerão de forma incorreta ou exibirão mensagens de erro.

Três candidatos empataram no Acid3.

5.1.5. Pontuação Peacekeeper

O Peacekeeper foi o teste que melhor ilustrou a batalha entre os cinco navegadores testados. O site disponibiliza um endereço permanente com os testes realizados, para que você possa justamente comparar os resultados com os testes de outros navegadores instalados em sua máquina.

O gráfico abaixo fala por si mesmo. O Google Chrome foi o campeão disparado, apesar de ficar extremamente lento com muitas extensões instaladas — assim como o Firefox, o Opera e qualquer navegador que suporte a adição de complementos.

O Chrome foi o campeão na auditoria de compatibilidade.

Se você quiser conferir nossos testes em detalhe, clique aqui para ir para a URL permanente. Clicando no nome de cada um dos navegadores, você pode ver detalhes da pontuação, que mostram as categorias de recursos avaliados pelo teste.

5.2. Funcionalidades e personalização

Chegamos ao item que causa discórdia entre a maioria dos usuários que gostam de defender o programa que usam. Alguém poderia, por exemplo, achar que estamos depreciando a qualidade do Internet Explorer — apesar de os testes de desempenho mostrarem que ele é o mais lento de todos.

Internet ExplorerPorém, é importante lembrar que o navegador da Microsoft ainda é o mais utilizado no mundo, não só porque já vem com o Windows, mas porque é um dos mais amigáveis, simples e que satisfazem as necessidades de usuários que não precisam de adicionais, como gerenciamento e sincronização de senhas, visualização de abas e diversos outros complementos que, para esses usuários, só fazem qualquer navegador ficar mais lento.

Por outro lado, o usuário mais hardcore certamente preferirá navegadores alternativos. O Firefox deve ganhar um destaque especial por ter o suporte para extensões desde as suas primeiras versões, fazendo com que hoje seja ele o que tem a maior oferta e variedade de adicionais disponíveis.

O Opera é o navegador com uma das interfaces mais interessantes de todas. A ideia de poder visualizar o conteúdo das abas e redimensioná-las é extremamente útil e original para quem quer ou precisa de algo mais visual a fim de gerenciar as dezenas de abas abertas.

MiniTabs

O Google tem se mostrado extremamente preocupado com a experiência do usuário na internet — até porque o sistema operacional anunciado pela empresa será totalmente dedicado à internet. Prova disso são as melhorias quase diárias implantadas ao Chrome.

Ele já suporta a instalação de extensões de forma rápida e fácil, possui uma interface sem frescuras, é extremamente rápido e o melhor de tudo: é compatível com as tecnologias de ponta disponíveis na atualidade.

SafariO Safari (para o sistema Windows!) ficou no final porque, honestamente, não há motivo para baixar um navegador tão simples e escasso de recursos, além de não ter opções de personalização — não possui temas e não tem possibilidade de instalação de extensões. Apesar de ter se saído bem nos testes do Peacekeeper, o Safari não oferece nenhuma vantagem em relação aos outros navegadores, a menos que o nome Apple transmita pompa o suficiente para convencer você.

6. Análise final

Como dissemos na longa introdução, avaliar navegadores é como querer comparar um sorvete de uva com um de banana. É tudo uma questão de preferência. Entretanto, se a banana estiver estragada, certamente você não vai querer comê-la, certo?

Pense nisso fazendo uma analogia com o resultado dos nossos testes de desempenho e compatibilidade: o “sabor” do navegador, ou seja, seus adicionais, interface e supérfluos também são importantes, mas na hora da escolha, pense também se optar pelo navegador mais bonito é realmente a melhor solução.

Como uma dica final, recomendamos que você comente com outras pessoas os testes aqui vistos, para confirmar as afirmações que fizemos e comprovar o que o Blog do Igor demonstrou nas avaliações. De qualquer forma, espera-se que você fique satisfeito com sua decisão.


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