Seja, Bem Vindo.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Qual a melhor página inicial para sua navegação?

Fofocas, notícias do mundo, entretenimento e propagandas ainda fazem parte da sua página inicial? Conheça alternativas interessantes e criativas para aproveitar melhor sua navegação.
Quem nunca se pegou assistindo a vídeos engraçados ou lendo notícias quando na verdade abriu o navegador para verificar sua caixa de mensagens ou conferir seu extrato bancário? Isso é comum porque somos bombardeados por uma quantidade imensa de informações variadas em diversos locais da internet.

Desviar um pouco do assunto não é necessariamente mau, mas certamente também não é bom quando estamos em busca de eficiência. Seja para não se distrair com bobagens, não perder uma notícia de interesse ou economizar tempo, confira as dicas de página inicial que o Blog do IGOR separou para seu navegador.

Qual seu interesse?

Ao menos que este texto tenha sido copiado para outro site, você está visitando o Blog do IGOR. Logo, pode-se deduzir que você se interessa por jogos, downloads, notícias referentes a tecnologia e novidades do mundo eletrônico. Ótima escolha, pois se trata de uma página dinâmica, com um foco bem definido e que atualiza seu conteúdo diariamente.



Ao contrário, domínios muito abrangentes acabam poluindo a tela e distraindo o usuário com assuntos de menor interesse. Claro que o Blog do IGOR é apenas um exemplo de site com foco bem definido. Quem gosta de games pode adotar clickjogos como página inicial e o Muita Música é perfeito para quem gosta de um bom som entre tantos outros.

Apenas o mínimo

A ideia de contar com uma página inicial em branco pode parecer estranha diante de tantas opções completas e personalizáveis, no entanto, ela é bastante utilizada. Não se trata de uma página propriamente dita, mas do conhecido about:blank, o oposto do que normalmente nos empurram.



Já reparou que abrir uma nova aba consome recursos do seu computador e de conexão? Bem, isso não existe caso você selecione uma página em branco como sua página inicial. Ideal para bandas estreitas e computadores com poucos recursos, basta colar a sentença “about:blank” (sem aspas) em sua opção de página inicial.

O grande guru

Não se pode negar que a alternativa acima é perfeita para manter o usuário focado naquilo que deseja fazer. Outra opção eficaz é adotar a busca do Google. Além de leve, assim você evita o bombardeio de propagandas e notícias logo na primeira página.



Por outro lado você também conta com as diversas ferramentas Google, que volta e meia acabam sendo requisitadas.

Tudo no mesmo lugar

E por falar no grande nome das buscas, seria impossível deixar de citar o iGoogle. A página de widgets é extremamente personalizável e permite que os usuários criem uma página inicial com todos os seus interesses.



Contar com seus endereços favoritos, notícias fresquinhas e várias opções logo na capa do seu navegador é um verdadeiro serviço de primeira. Claro que o iGoogle já não se encaixa em um exemplo enxuto e exige uma conta para salvar suas preferências.

Livre acesso

Confirmar seu login está longe de representar um incômodo, mas certamente não é a alternativa mais prática. Se você não está disposto a entrar com seu nome e senha para contar com um serviço personalizado, fav4.org permite que você escolha quatro de suas páginas favoritas.



Nada de anúncios piscando na tela ou incontáveis páginas de texto, tudo o que você encontra é a logo das quatro páginas que escolheu. Para personalizá-las, clique no ícone da engrenagem ao canto da tela. fav4 salva sua escolha na forma de cookies, ou seja, você não precisa se preocupar com nomes e senhas.

Atalhos de navegador

Entre várias opções para sua página inicial, alguns usuários optam por todas elas de uma única vez. Quem já utilizou o Chrome sabe que o navegador exibe a miniatura das páginas mais acessadas pelo usuário em uma nova navegação. Já o Opera permite que você especifique até 25 endereços para as boas-vindas.



Se você utiliza o Firefox, Speed Dial é uma extensão capaz de trazer as práticas miniaturas para a página inicial. A única diferença é que ele não as exibe ao abrir novas abas.

Sua própria página

Caso você possua uma página pessoal ou blog, por que não visitá-lo logo ao início da navegação? Manter seu espaço web atualizado é vital para garantir seu futuro. Afinal, ninguém gosta de visitar um endereço que parece abandonado.



Outra solução para quem tem afinidade HTML é criar uma página de boas-vindas personalizada e salvá-la no diretório local. Funciona como o “about:blank”, mas ao invés de uma página completamente em branco, você se depara com suas próprias ideias.

As alternativas deste artigo não são as mais populares, elas ilustram um apanhado de ideias diferentes e originais. É incrível a quantidade de pessoas que não se dá ao trabalho de facilitar sua navegação personalizando sua página inicial.

E você, qual página inicial utiliza em seu navegador? Tem alguma sugestão interessante?

Por dentro de uma fábrica de chips

Entenda como um punhado de areia se transforma em processadores e chips de memória flash.

Independente de ser utilizado como processador ou para armazenagem de dados, os chips de silício são cada vez mais onipresentes no dia a dia das pessoas. Desde seu celular até seu computador – passando por iPod, pendrive e câmera digital – todos esses aparelhos utilizam pelo menos um chip de silício.

Apesar de diferenças estruturais significativas, a produção de chips para processamento de dados ou armazenagem de informação é muito semelhante. Ambos os produtos surgem de wafers (bolachas, em tradução direta) de silício tratadas com pigmentos, esculpidas quimicamente e recortadas ao final do processo.

A fantástica fábrica de wafers

No começo de fevereiro de 2010 a IM Flash Technologies – joint venture da Intel e da Micron Technologies – abriu as portas da sua fábrica em Lehi, Utah, para diversos membros da imprensa.

A IMFT Lehi é uma fábrica exclusivamente dedicada à produção de memória NAND Flash, mas como o processo produtivo de wafers não difere muito, o local servirá de exemplo neste artigo.

IMFT Lehi

O prédio da IMFT Lehi é enorme, e como você pode conferir, fica num cenário de montanha de dar inveja. Aliás, vale lembrar: as fotos utilizadas neste artigo são de autoria do pessoal do PC Perspective, um dos blogs convidados a visitar a fábrica durante sua instalação e início da produção.

Tecnologia além do chip

O prédio da fábrica é um show à parte. Toda a estrutura é mantida nos pilares dos andares mais baixos, e nenhuma parede interna do andar ocupado – Cleanroom “Ballroom Fab” na imagem abaixo - suporta carga, servindo apenas como divisórias de ambientes.

Corte esquemático da fábrica IMFT Lehi

Com isso, o andar principal torna-se um enorme salão de vão livre. Nele os operários transitam, operam equipamentos e carregam informação para o maquinário espalhado nos andares inferiores – Clean Subfab eUtility level.

Um ponto importante – e bastante interessante – do processo de fabricação é que, em nenhum momento, os operários entram em contato direto com os wafers de silício. Mesmo assim as normas de operação exigem que os funcionários utilizem máscaras completas – deixando apenas os olhos descobertos – e roupas especiais para evitar a contaminação por partículas na fábrica.

Visão interna mostrando as perfurações no assoalho da plantaNa foto ao lado você percebe que o assoalho do andar é todo perfurado. Isso é mais uma providência tomada para impedir a contaminação por poeiras e outras partículas no ambiente da fábrica.

Como a temperatura e a umidade do ar são controladas, a engenharia dos andares utiliza o próprio ar-condicionado para gerar um fluxo descendente, carregando pó e qualquer outro elemento estranho para o andar mais baixo do prédio, onde apenas serviços de manutenção são desempenhados.

Todo o material produzido é manuseado por máquinas. Robôs programados carregam os FOUP (Front Opening Unified Pod – cartucho unificado aberto pela frente) com as bolachas pelas diversas estações de fabricação, fazendo com que o trabalho humano seja principalmente de manutenção, acompanhamento e resolução de problemas.

Ensopado e churrasco

O processo de obtenção dos wafers é relativamente simples. Antes de tudo é necessário se obter silício – um dos principais componentes da areia. Obviamente determinados tipos de areia contêm um percentual maior de silício em sua composição, o que os torna ideais para a obtenção do material.

Com a areia correta carregada, além de alguns outros elementos necessários para a obtenção das propriedades elétricas necessárias a um chip de computador, cria-se um melt ao derreter a mistura de areia e outras cargas.

Processo de obtenção das barras de silício que serão fatiadas em wafers

Pronto o melt, aplica-se um cristal de silício extremamente puro (em torno de 99,99% de silício) e sem falhas estruturais. O silício presente no melt se agrupa em torno deste cristal quase puro, formando uma barra de silício com praticamente a mesma pureza – com uma parcela mínima dos aditivos usados na mistura inicial.

Quando a barra de silício já tem tamanho suficiente, ela é retirada e levada para o corte. Os wafers são fatias transversais da barra cristalina, mais ou menos como um churrasqueiro faz com uma linguiça.

Da bolacha à lasca

Com o wafer recortado, o disco de cristal de silício passa por uma série de ajustes visando remover imperfeições e preparar a superfície para a impressão dos circuitos.

Wafer de 300mm com pingmentosDepois de ter sua face polida, cada bolacha recebe várias camadas de pigmentos e outras substâncias químicas. Essas camadas extras receberão a impressão do circuito responsável pelo funcionamento do chip.

Essa impressão é feita de maneira semelhante a uma gravura, em um processo chamado fotolitografia. O desenho dos circuitos é criado em uma máscara – em um tamanho bem maior do que o do chip – e projetado através de lentes sobre as camadas que foram adicionadas depois do polimento.

Os locais onde a luz incide sobre o wafer são impressionados pela luz – não muito diferente do que acontece em uma fotografia – e tratados com agentes químicos para remover as partes indesejadas no circuito. Essa é a impressão dos caminhos dos elétrons.

Perceba que um wafer hoje considerado como estado da arte tem 300 mm de diâmetro – o próximo passo é aumentar essa medida para 450 mm – e chips de computador são muito menores do que isso. Cada disco recebe a impressão de vários chips, que serão posteriormente destacados e destinados às embalagens escuras que você encontra dentro da sua máquina.

Imagem macro de dies de 25nmCada wafer é dividido, através da impressão dos circuitos, em dies – a área correspondente ao espaço ocupado por um elemento do circuito. No caso das bolachas de 300 mm utilizadas hoje, um único disco pode entregar até bilhões de dies.

Nem todos os dies são funcionais, entretanto. Contando o espaço de manipulação pelas máquinas, as áreas com informação de produção e falhas de impressão ou deposição de camadas, uma parcela de cada wafer é desperdiçada.

Como cada die não forma um circuito completo, esses bilhões de espaços tornam-se milhares – e em alguns casos apenas centenas – de chips. Depois de completado o processo de impressão, os chips são recortados do wafer e embalados em plástico para receber seu destino final.

Os chips criados por esse processo – como já foi dito antes – são utilizados tanto em processadores como em memória flash. O que diferencia um do outro são o tamanho final – chips de memória têm um formato padrão, o que não acontece com processadores – e o circuito impresso na etapa da fotolitografia .

O pessoal do PC Perspective colocou uma comparação interessante entre os tamanhos dos dois tipos de chip, que você confere nas fotos a seguir. Perceba que os chips de memória são bem menores que os de processadores (a moeda de quarter - à esquerda - tem aproximadamente o tamanho da moeda de 50 centavos brasileira, enquanto a de cent - à direita - tem o tamanho da nossa moeda de 1 centavo).

Processador em comparação com um quarter americano Cip de memória flash comparado a um cent americano

Saindo da fábrica

Drive SSD com 10 chips NADN flash de 16 GB. Cada chip usa 3 dies de 4 GB.No total, o processo de fabricação de um chip – da extração do silício até as ligações elétricas e acondicionamento em plástico – dura duas semanas. A IMFT Lehi, ao atingir sua capacidade máxima de produção, fabricará dois mil chips por dia, prontos para a venda a empresas como a Intel e a Micron.

Dentro de cada computador, celular, MP3 player ou praticamente qualquer equipamento que você utiliza está – pelo menos – um desses componentes. Agora você já sabe toda a jornada que faz com que areia se torne um eletrônico refinado e de altíssima tecnologia.

Captação de ondas cerebrais para controlar o computador

Tecnologia inovadora permite mover um avatar na tela do computador utilizando nada além do pensamento.

A CeBIT 2010 declara guerra ao mouse e ao teclado. Depois do controle de interface por meio do olhar, a austríaca Guger Technologies trouxe para a feira uma tecnologia surpreendente, que permite movimentar um avatar no computador utilizando apenas as ondas cerebrais.

O sistema exige que você vista uma touca que é no mínimo estranha, repleta de eletrodos para a captação das ondas. Criar uma tecnologia assim demanda muitas pesquisas e testes. O BCIsys, como é chamado pela empresa, já permite que o usuário mova um personagem na tela do computador utilizando apenas o pensamento, mas fica por aí.

Se o ritmo do desenvolvimento for mantido, é possível que daqui alguns anos, o controle de interfaces por meio das ondas cerebrais seja realidade no nosso dia a dia. Por enquanto, você pode conferir um vídeo de testes, que mostra de forma clara todo o poder desta nova tecnologia.

CeBIT 2010

quinta-feira, 4 de março de 2010

Como formatar o Windows

Desvendando o bicho de sete cabeças da formatação.

Ao utilizar o computador durante alguns meses, sem tomar as devidas precauções em relação à manutenção do sistema operacional, além dos cuidados necessários com vírus e programas semelhantes, podem acontecer erros muitas vezes irreversíveis ao Windows.

Em muitos casos a única saída é formatar o computador. No entanto, muitos usuários acham que realizar essa tarefa é um verdadeiro bicho de sete cabeças, envolvendo um processo complexo e difícil de ser efetuado.

Este tutorial vai ensiná-lo a formatar o seu computador com segurança, dispensando serviços de terceiros, poupando um bom dinheiro com isso. No entanto, algumas tentativas podem ser feitas antes de partir para a formatação.

Restauração do sistema

Se recentemente seu computador passou a apresentar falhas, em especial ao inserir ou remover algum programa, os problemas podem ser corrigidos através de uma restauração do seu sistema operacional, o que não apagará seus dados nem nada de importância para você.

Como fazer

1. Primeiro, clique no botão “Iniciar” e siga o caminho: Todos os programas > Acessórios > Ferramentas do sistema > Restauração do sistema;

2. Na nova janela, marque a opção “Restaurar o computador mais cedo”. Clique para avançar;

3. Escolha a data e o ponto de restauração (é recomendado selecionar uma data em que seu computador estivesse funcionando sem problemas);

4. Feche todos os aplicativos abertos e avance até que a restauração comece (seu computador será desligado e reiniciado automaticamente, o que pode levar alguns minutos extras).

Escolha uma data segura para restaurar.

Não resolveu o problema?

Se mesmo com a indicação acima os problemas continuarem, parece mesmo que a saída é formatar o computador. Antes de entrarmos no guia é interessante explicar um pouco mais sobre o que consiste o processo de formatação.

Conceito

Ao formatar o computador, você estará na realidade apagando todos os arquivos contidos no seu disco rígido, deixando-o “zerado”. Por esse motivo, vamos ensiná-lo a guardar seus arquivos importantes antes de limpar o HD.

Assim que o disco rígido estiver sem nenhum arquivo, será realizada uma nova instalação do Windows. Depois que ela for realizada com êxito, os drivers (aplicativos que fazem as principais funções do PC funcionarem) deverão ser instalados.

COMEÇANDO

Antes de mais nada, é necessário realizar os procedimentos para salvar arquivos, instaladores e demais executáveis de sua preferência, como músicas, aplicativos, vídeos, entre outros. O processo mais fácil, nesse caso, é gravá-los em CDs ou DVDs, sem realizar modificações no seu HD.

No entanto, para evitar que esse processo se repita sempre que você quiser formatar o computador, é interessante dividir o seu disco rígido em duas ou mais partes. Assim você pode manter seus arquivos de mídia e documentos na partição secundária, deixando apenas o Windows e seus programas instalados na principal.

Para aprender a particionar o disco rígido, acesse nosso tutorial referente ao tema. Há um guia completo de aplicativos simples que realizam a tarefa, além de um tutorial para dividir o HD no Windows Vista.

Programas essenciais

Vale lembrar que alguns instaladores devem ser guardados, como antivírus e programas do gênero de sua preferência. Além de tudo, é fundamental ter o instalador do Service Pack 2 no seu backup, o que deixará o Windows compatível com diversos softwares atualizados, evitando problemas.

Não se esqueça dos drivers!

Sem entrar em termos técnicos, drivers são pequenos aplicativos que fazem a ligação entre as partes física e virtual do seu computador. Ao instalar um driver de som, por exemplo, sua placa de som reconhece os dados executados no Windows, fazendo com que as caixinhas emitam o áudio corretamente.

Em alguns casos, ao comprar um computador, você poderá receber um CD com os drivers referentes à sua placa-mãe. Caso isso não aconteça, é necessário fazer uma cópia deles, o que fica mais fácil com alguns aplicativos interessantes.

DriverMax

Este pequeno aplicativo é muito importante na hora de realizar cópias dos seus drivers. Ao clicar no link de download do programa, leia sua descrição e instale-o, aguardando a listagem dos drivers, o que pode demorar alguns minutos.

Faça um rápido backup dos seus drivers.

Assim que ele terminar, você estará apto a utilizá-lo. Clique na opção indicada na figura para começar o backup. Depois, selecione todos os drivers e, logo em seguida, comece o processo. Na próxima janela, estipule a pasta em que os drivers serão salvos (lembre-se de salvar a pasta com os drivers em um DVD ou na partição criada no seu disco rígido, além, é claro, do instalador do DriverMax).

Comece a Formatar

Antes de mais nada, é necessário mexer em algumas configurações da sua placa-mãe para carregar o CD do Windows. Na maioria dos casos, basta teclar Delete ou F2 na primeira tela exibida para acessar as opções. Como existem vários modelos e marcas diferentes de hardware, siga os passos de forma semelhante aos exibidos no trecho abaixo:

1. Acesse a opção “Advanced BIOS Features”;

2. Na opção “First Boot Device”, deixe a opção indicada como CDROM;

3. Salve as mudanças antes de sair, através de algum atalho ou como na opção indicada.

As opções são semelhantes em muitas placas.

Com as mudanças realizadas, ligue o computador e insira o CD do seu Windows XP nele. Antes de o sistema operacional começar, você verá a opção “Pressione qualquer tecla para iniciar do CD”. Clique em qualquer botão do teclado para que o disco de instalação seja carregado.

Aguarde alguns momentos até que a tela azul apareça, contendo os próximos passos da instalação. Siga as instruções abaixo para formatar o seu Windows XP:

1. Em “Bem vindo ao programa de instalação” (Welcome to Setup), tecle Enter para proseguir;

2. Na tela sobre o contrato de licença do Windows, tecle F8 para concordar com os termos descritos;

3. Duas opções aparecerão na tela. Tecle “Esc” para reinstalar o Windows XP;

4. Este é o menu com as partições. Caso você tenha criado uma nova partição para backup, lembre-se de não mexer nela neste momento;

5. Selecione a partição que contém o seu Windows e a exclua, com a tecla D. Confirme a exclusão com os comandos requeridos nas etapas que seguem;

6. Clique em “Espaço não particionado” e tecle Enter, para instalar o Windows neste local;

7. Escolha a opção “Formatar a partição utilizando o sistema de arquivos NTFS”, o que pode levar um bom tempo, dependendo da capacidade do seu disco rígido;

8. Aguarde a cópia dos arquivos e a reinstalação automática do sistema.

INSTALAÇÃO DO WINDOWS

Deixe que seu computador inicie normalmente (não clique para iniciar o sistema do CD como anteriormente) e siga os passos indicados nas primeiras janelas. Agora seu Windows estará acessível pelo mouse e pelo teclado, o que torna as coisas mais intuitivas.

A partir deste ponto, o próprio Windows XP lhe indicará os passos a serem seguidos, de um modo muito explicativo. Basta seguir todas as etapas corretamente e o programa terminará sua instalação em alguns minutos. Aguarde o término do processo e a última reinicialização, terminando de configurar o sistema operacional.

PRIMEIROS PASSOS COM O SISTEMA NOVO

Ao iniciar o Windows pela primeira vez, você deve instalar, primeiramente, os drivers do seu computador. Para isso, vá até a partição de backup ou insira o DVD com os arquivos importantes salvos, executando o instalador do DriverMax.

Agora, clique na opção “Importar Drivers”, selecionando a pasta salva com os aplicativos. Aguarde a instalação dos drivers e reinicie o seu computador para evitar eventuais problemas. Assim que ele iniciar novamente, instale o Service Pack 2, reiniciando-o novamente em seguida.

Dessa forma, seu computador estará novo em folha, com seu registro intacto e operando de maneira funcional, sem os problemas encontrados anteriormente. Tudo que resta a você é instalar os programas e aplicativos de sua preferência.

Considerações finais

Vale ressaltar que formatar um computador requer prática e é um processo um tanto quanto complicado para usuários iniciantes. Caso você esteja enfrentando dificuldades em realizar a tarefa, é interessante pedir ajuda para alguém que entenda melhor do assunto, ou, em último caso, de um técnico especializado.

Resumindo um pouco as coisas, é fundamental lembrar-se de salvar os arquivos importantes do computador antes de começar a formatação, pois, depois que ela começar, os dados do seu HD principal serão perdidos. Com calma e atenção, o bicho de sete cabeças da formatação será eliminado e você poderá economizar um bom dinheiro com isso.

Como serão feitas as compras no futuro?

Ambientes virtuais, monitores portáteis conectados à internet e etiquetas inteligentes prometem transformar totalmente a maneira como compramos produtos nos próximos anos.

O crescimento do comércio online global aponta que esse será um dos seguimentos que mais deve crescer na próxima década. Mesmo em um momento de recessão global o segmento cresce a largos passos, especialmente em países em que as plataformas online não foram totalmente exploradas.

O Brasil é um exemplo de país em que o comércio online ganha cada vez mais espaço. No Natal de 2010 foram obtidas vendas de cerca de 1,6 bilhão de reais, crescimento de 28% em relação ao mesmo período de 2009. O cenário é ainda mais surpreendente quando comparado ao varejo físico, que obteve crescimento de 6,8% no mesmo período.

Porém, por maior que seja o crescimento do comércio online, isso não quer dizer que as vendas físicas estão condenadas ao esquecimento. Apesar das comodidades do meio virtual, ainda há setores em que o conforto de ficar em casa não compensa a perda de experiências como provar o caimento de uma roupa ou conferir de perto a aparência de um alimento, para citar alguns exemplos.

Algumas novidades tecnológicas prometem revolucionar o modo como fazemos compras em lojas físicas, facilitando o trabalho do vendedor e diminuindo o tempo gasto em tarefas rotineiras como abastecer a dispensa de casa.

Este artigo apresenta algumas das novidades que em breve devem fazer parte de nossa rotina, e mostra como o meio virtual pode se tornar um parceiro de lojas físicas para fortalecer o comércio e tornar mais fácil a vida do consumidor.

Lojas inteiras dentro do computador

Partindo do comércio online, um campo que promete ganhar espaço no futuro é o das lojas virtuais, em que o consumidor acessa uma versão tridimensional do ambiente de compra e interagie com os produtos e atendentes, tudo no conforto de casa.

Quem aposta nessa tendência tenta aproximar o ambiente virtual do real, trazendo alguns elementos que faltam aos tradicionais sites de comércio online. Não é difícil encontrar situações em que se desiste de uma compra por não haver alguém responsável por responder dúvidas ou por falta de certeza se determinada roupa ou acessório ficaria bem em seu corpo.

Os ambientes online para a compra de produtos prometem introduzir cada vez mais elementos encontrados em universos como o Second Life, em que é possível interagir com ambientes realistas por meio de um personagem que simula as características do usuário.

A combinação desses elementos com a tecnologia da realidade aumentada promete trazer uma experiência muito mais cômoda e acabar com algumas dúvidas comuns nos sites atuais. Não sabe como determinada camisa ou calça vai cair no seu corpo, ou se está comprando o tamanho certo? Nas lojas virtuais do futuro bastará ligar a webcam para ver uma representação realista do produto escolhido na tela do computador.

O celular mostra sua versatilidade

Os smartphones disponíveis no mercado estão cada vez mais poderosos, podendo ser comparados a versões mais simples de computadores domésticos. Pensando nas facilidades de uso e praticidade que smartphones oferecem, empresas como o eBay estão desenvolvendo softwares próprios que permitem ao usuário comprar e vender produtos de qualquer lugar em que estejam.

O celular também apresenta uma alternativa para quem procura mais praticidade na hora de realizar compras em lojas físicas. Um supermercado da Alemanha já permite que clientes utilizem seus aparelhos portáteis como verdadeiros leitores de códigos de barra.

Basta instalar um software próprio e acionar a câmera do dispositivo: uma foto do código de barras do produto selecionado o adiciona automaticamente à lista de compras, mostrando o valor total na tela do aparelho.

Quando finaliza as compras, basta selecionar uma opção para exibir um código de barras na tela do aparelho que, ao ser passado em um leitor especial, desconta o valor direto na conta do usuário.

O supermercado do futuro já existe

A prova de que a tecnologia disponível atualmente já é capaz de modificar o jeito com que fazemos compras é a Future Store (Loja do Futuro, em uma tradução livre), localizada na cidade de Rheinberg, na Alemanha.

Uma experiência patrocinada por marcas como a Intel, Cisco Systems, Coca-Cola, Hewlett Packard, IBM, Kraft Foods, Nestlé, Philips e outros nomes de peso, o supermercado conta com o que há de mais novo em tecnologia para deixar mais cômoda e agradável a experiência de realizar as compras do mês.

A diferença começa logo na entrada: cada carrinho é equipado com um monitor próprio, no qual é possível verificar o preço de cada produto, obter dicas de receitas e utilizar um prático mapa para identificar a localização de cada produto nas estantes.

Caso o cliente assine um plano de fidelidade, ainda tem a possibilidade de fazer o upload de listas de compras feitas online, o que traz mais praticidade à experiência.

Na hora de consultar preços, outra facilidade: em vez dos velhos papéis indicando ofertas e valores cobrados (quem já não deixou de comprar algo por ter dado pela falta do preço?), pequenos painéis eletrônicos informam quanto o cliente vai gastar.

Isso permite modificar os valores de maneira rápida e realizar facilmente ofertas por tempo limitado - que são enviadas para o monitor do carrinho utilizado, permitindo que todos saibam o que está acontecendo.

Quando é preciso pesar frutas, nada de esperar sua vez em filas imensas enquanto aguarda um funcionário realizar o serviço: diversas balanças com câmeras espalhadas pelo mercado reconhecem o tipo de alimento e seu peso, fabricando automaticamente a etiqueta adequada. Em caso de dúvidas, um monitor permite que o usuário selecione qual a fruta correta para pesagem.

Terminais espalhados pela loja permitem que a pessoa aprofunde o conhecimento sobre cada produto disponível, obtendo informações de uso ou comparando preços entre marcas semelhantes. Dessa forma, é possível saber qual vinho comprar para combinar com o prato que se pretende cozinhar no jantar, além de obter alguns detalhes sobre sua história e local de origem.

Porém, o grande destaque da loja é a utilização de etiquetas RFID (Radio Frequency Identification, ou Identificação por Frequência de Rádio), que permitem saber quando está acabando o estoque de algum produto ou se é preciso substituir algo cujo prazo de validade está espirando.

RFID, etiquetas inteligentes que podem ser o futuro das compras

Para entender como funcionam as RFID é preciso comparar a tecnologia com os códigos de barras comuns, encontrados em praticamente qualquer produto disponível atualmente.

Imagine se em vez de ter que passá-los um por um em um leitor próprio, esses códigos de barra fossem capaz de enviar sinais indicando a quais produtos pertencem e sua localização exata? É justamente isso que faz o RFID, proporcionando mais praticidade ao cliente e à loja.

Dessa forma, quando for preciso passar pelo caixa na hora de retirar os produtos da loja, basta ao atendente passar o carrinho por um sensor para identificar em poucos instantes tudo o que se está comprando e o preço total obtido. Assim, não é mais preciso passar pelo processo chato de colocar e tirar as compras do carrinho diversas vezes.

A tecnologia também permite maior segurança, ao permitir que guardas do local verifiquem com maior facilidade atividades suspeitas e evitem roubos. Além disso, seu uso inteligente permite verificar com eficiência o transporte de produtos ou permitir o manuseio de equipamento somente por quem estiver com o uniforme necessário, isso só para citar alguns exemplos.

Como toda nova tecnologia, o RFID gera polêmica por abrir a possibilidade de que a privacidade do cliente seja violada, já que as etiquetas permitem localizar os produtos em qualquer lugar que estejam.

Embora essa seja uma preocupação real, existem soluções como apagar todos os dados sobre o produto assim que o pagamento fosse feito. Porém, isso traria como consequência negativa a impossibilidade de realizar compras mais personalizadas ou facilitar a troca de produtos defeituosos.

Como funciona a tributação sobre os jogos eletrônicos?

Saiba tudo o que você paga ao comprar um game.

Quando falamos sobre pirataria, há algumas semanas, muitas pessoas expressaram a opinião de que se os jogos originais fossem mais baratos, em território nacional, elas deixariam as cópias ilegais de lado. No entanto, constatamos uma grande ilusão por parte de alguns de que o preço baixaria a níveis absurdamente pequenos — mesmo se não houvesse imposto algum, isso não aconteceria.

Afinal de contas, basta fazer um pouco de matemática simples para entender que não veremos o preço de grandes lançamentos por menos de R$ 100,00, mesmo que um milagre faça com que toda a tributação sobre o setor desapareça. Veja abaixo uma comparação feita com o preço padrão de um “blockbuster”:

  • Estados Unidos — 50 dólares — R$92,73 (utilizando a taxa de câmbio de 11/02/10)

Se adicionarmos o lucro do vendedor, e assumindo que exista apenas ele de intermediário, cem reais é o mínimo que seria atingido; ou seja, nada dos 30 ou 40 reais que muitos acham “justo” para um título cujo investimento de produção foi de milhões de dólares.

Você gostaria de comprar Mass Effect 2 por cem reais?

Tributos

Fazendo as contas

Mas então por que um game no Brasil é vendido a exorbitantes 250 reais, ainda considerando um grande “blockbuster”? Para entender, vamos fazer algumas contas. Abaixo segue uma pequena lista dos tributos que incidem sobre uma cópia de um jogo eletrônico, de acordo com a pesquisa que realizamos:

  • Imposto de Importação: 20%
  • Imposto sobre Produtos Industrializados: 30%
  • PIS/Cofins: 9,25%
  • Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços: 18 - 25%

Esses são apenas os impostos, e não contam os custos de importação — tentamos obter esses de algumas empresas que comercializam games no Brasil, mas não recebemos resposta em tempo de inseri-las neste artigo. Ou seja, transporte, lucro de intermediários, fretes e outros gastos nesse sentido não estão sendo contabilizados.

Peguemos o preço obtido acima, R$ 92,73. Com toda a tributação — que se aplica cumulativamente, na ordem exposta — o preço passa a R$ 157,35. Ou seja, mesmo que ninguém esteja lucrando nada, e todos os envolvidos estejam trabalhando de graça (o que é um cenário absurdo e exclusivamente hipotético), este é o preço de um jogo, para que entre de forma legal no país.

Nem a foice de Dante consegue cortar os preços

Se passarmos a um cenário simulado, puramente para fins de exercício mental, no qual existem três envolvidos — uma distribuidora internacional, uma distribuidora nacional e a loja na qual a cópia está sendo vendida — e cada um deles coloca em cima do preço a que recebe o produto um lucro de 10%, a coisa fica ainda mais compreensível (todos os valores abaixo são aproximados):

Os R$ 92,71 passam a R$ 101,98 antes mesmo de entrar no Brasil. Aí incidem os impostos, que levam o game a R$ 185,78. A distribuidora nacional então incute seus custos e lucro, aumentando esse valor para R$ 204,38. A loja então embute seus lucros, e o preço que você na prateleira é o de R$ 224,81. Parece familiar? Isto porque nossa situação hipotética é bastante modesta.

Indignação

Você pode estar pensando, a essa altura: “mas isso é uma tremenda pilantragem!”. E com razão, já que o preço mais do que dobrou — o preço final de nosso exercício mental realizado acima é 242,50% maior do que o preço original do produto; sendo que, ao ser vendido por 50 dólares no exterior, a cópia já levou em consideração a produção, fabricação e distribuição do game por lá.

A situação é ainda pior quando consideramos que não existe indústria nacional para substituir os produtos que estão sendo taxados. Ou seja, existe uma proteção a uma indústria praticamente inexistente, que não se beneficia dessas medidas. Se mais games entrassem no Brasil, inclusive, as empresas de fora poderiam instalar-se aqui e trazer tecnologia que seria absorvida pelas companhias nacionais.

Consoles sofrem ainda mais

Já que levantamos o assunto de consoles, vale lembrar que as plataformas sofrem ainda mais do que os games. Isto porque os impostos são mais altos e os custos de transporte, armazenamento e logística em geral para a vinda deles ao Brasil é ainda maior. Façamos algumas contas como as que fizemos para games acima:

  • PlayStation 3 Slim 120Gb nos Estados Unidos — 299,99 dólares — R$ 556,24 (com a cotação de 10/02/10).

Os impostos incidentes sobre as plataformas seguem abaixo:

  • Imposto de Importação - 20%
  • Imposto sobre Produtos Industrializados - 50%
  • PIS/Cofins - 9,25%
  • Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços - 18 - 25%

Ou seja, os consoles pagam muito mais IPI e um Imposto de Importação ligeiramente maior. Mas, como são mais caros que um game, o resultado é ainda maior. Sem contar custos adicionais, assumindo mais uma vez que as pessoas trabalhem de graça, o custo sobe para algo em torno de R$ 1367,31 após os impostos. Já é quase três vezes o preço original. No entanto, existe um porém.

Se verificarmos o preço de um PS3 Slim em diversas lojas, ele é encontrado por algo em torno de R$ 1399,00. Ou seja, a margem de lucro em cima deles é bem menor, e os custos são aliviados através da produção em massa. Além da política de ganhar dinheiro em cima de games, e não de consoles, obviamente.

Se comparado aos games, ele até que sai por um preço razoável...

Se adicionássemos os lucros e custos dos intermediários, o preço subiria ainda mais! Ou seja, embora não tenhamos nenhuma resposta oficial, imaginamos que os consoles são vendidos aos distribuidores internacionais a um preço inferior ao que vemos acontecer com os game; cujo preço é proporcionalmente muito maior para nós, se comparado ao de consoles.

Mas nós entramos direto nos cálculos e mostramos muitos números, sem dizer por que eles são desse jeito. Então aproveitemos a nossa deixa sobre a indústria nacional e passemos a uma breve explanação sobre a razão de ser de tanta tributação sobre um de nossos hobbies favoritos.

Razões

Quem quis assim?

Como bem sabemos, a indústria da informática é um ramo relativamente novo, especialmente no Brasil. Assim, as leis que discorrem sobre o assunto surgiram, na forma como as conhecemos hoje, apenas na década de 90. A Lei nº 8248, de 23 de outubro de 1991, “dispõe sobre a capacitação e competitividade do setor de informática e automação, e dá outras providências”, segundo seu próprio texto.

Nela, existem inúmeras disposições sobre benefícios, incentivos e outras definições do setor, mas deixa de lado os jogos eletrônicos em específico. Por isso, surgiu em 2007 um projeto de lei do deputado Carlito Merss, que visava incluir os games nos benefícios concedidos pela lei supracitada. Ou seja, haveria apoio legal à indústria.

No entanto, o projeto não parece ter ido adiante e infelizmente continuamos a ter uma tributação pesada sobre o mercado de jogos eletrônicos. Segundo o projeto de lei do deputado, o preço de um console pode chegar a 257% do valor FOB — free on board, estilo de importação largamente utilizado e que representa o preço do produto na hora em que está no navio pronto para ser encaminhado ao destino.

A razão principal para tamanha tributação consiste da aplicação de um princípio de direito tributário: o da essencialidade. De acordo com esse princípio, produtos que não sejam essenciais, como o próprio nome indica, sofrem tributação maior.

Art. 1º Aplicar medida de salvaguarda, sob a forma de elevação da alíquota do imposto de importação, por meio de adicional à Tarifa Externa Comum - TEC, sobre as importações de brinquedos acabados a seguir relacionados, classificados nos respectivos códigos tarifários, de acordo com o seguinte cronograma:

[...]

9504.10.10 Jogos de Vídeo, exceto peças e componentes para fabricação dos brinquedos desta posição

9504.10.91 Cartuchos, exceto peças e componentes para fabricação dos brinquedos desta posição

9504.10.99 Outras partes e acessórios, exceto peças e componentes para fabricação dos brinquedos desta posição

Ou seja, jogar video game não é um direito, muito menos algo essencial ao cidadão brasileiro. E, aos olhos de nosso ordenamento jurídico, é até mesmo menos importante do que outras formas de entretenimento que possuem incentivos e regulamentações muito mais apropriados e bem pensados.

O caminho de um produto

Desde o desenvolvedor até a loja

Um dos objetivos iniciais de nosso artigo era explicar passo a passo o caminho percorrido por um título, desde sua criação até a chegada às lojas de varejo. Porém, inúmeras das empresas brasileiras de distribuição já não possuem assessoria de imprensa ou informações concretas nesse sentido. Portanto, precisaremos adiar e estender um pouco mais a pesquisa para trazer dados concretos.

O que já podemos adiantar é que o caminho é longo, e cheio de obstáculos. Desde a saída do software da empresa de desenvolvimento, o envio a uma empresa que o coloca em discos e cria as cópias, a manufatura das embalagens, a distribuição aos diferentes mercados... Ou seja, realmente é algo que precisa de informações precisas, e não vale a pena trazê-las fragmentadas. Quem sabe em um futuro próximo não conseguimos condensar as informações e trazê-las em formato conciso.

Solução

Existe uma?O governo ri à toa e embolsa a grana

Difícil dizer, mas o primeiro passo consiste, sem dúvida nenhuma, de uma análise do cenário da indústria brasileira de video games — realizada pelo próprio governo ou apresentada a ele por alguém. Somente a partir daí poderão ser tomadas decisões sensatas. Com um estudo desse tipo, o governo perceberá rapidamente que os profissionais capacitados que nosso país forma acabam indo ao exterior para encontrar posições dignas de sua formação.

Ao diminuir os impostos e permitir uma maior inserção das empresas e dos produtos internacionais no mercado interno, a custos mais baixos, o governo fomenta a indústria e permite que o consumidor em geral passe a apoiar os esforços genuínos, ao invés de recorrer à pirataria.

Mas esperar que a resposta venha do céu — ou, para ser mais exato, do governo — não adianta muito. O esforço deve partir principalmente das pessoas envolvidas no ramo, na forma de cobranças e apoio àqueles que têm o poder de mudar alguma coisa. Até lá, vamos continuar a pagar muito mais ao nosso governo do que às pessoas que de fato criaram o produto.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Como fazer backup do seu perfil no Firefox 3.6

É muito fácil salvar suas preferências de navegação com o Firefox 3.6. Siga esta dica simples e mantenha um backup sempre à mão.

Não é porque você reinstalou o Firefox, formatou a máquina ou trocou de PC que suas preferências de navegação serão perdidas. O Mozilla Firefox 3.6 permite que os usuários façam um backup das extensões que usa, páginas favoritas e até mesmo das senhas que foram salvas. Com esta dica você nunca mais perderá as informações do seu perfil.

Backup do Firefox 3.6

Com o navegador aberto, digite about:support no endereço de navegação ao acesse a opção “Dados para a solução de problemas...” dentro do menu “Ajuda”. Você é encaminhado para uma página com os dados do navegador. Ao lado da opção “Pasta do perfil”, clique em “Abrir pasta”.

Todo o seu trabalho se resume em copiar a pasta “5aucoigp.default” para um local seguro de sua preferência. Para tal, utilize o bom o velho “Control C” mais “Control V” (copiar e colar). Caso o processo não funcione corretamente, feche seu navegador antes de copiar os arquivos.

Basta copiar a pasta

Para restaurar as preferências

Caso você precise resgatar suas preferências de navegação, basta copiar a pasta “5aucoigp.default” que você fez backup e colar sobre a pasta que o Firefox lhe indica. Não é preciso revirar os diretórios do seu computador para encontrar o local certo, mais uma vez repita o caminho acima. É importante que você substitua todos os arquivos e pastas com o mesmo nome.

Vale lembrar que esta dica vale apenas para a versão 3.6 do Firefox. Não se esqueça de atualizar seu navegador para aplicar a dica.

Tecnologia permite controlar o computador por meio do olhar

Já pensou digitar sem o auxílio de um teclado? Agora é possível.

Como seria abandonar o mouse e o teclado para controlar seu computador usando nada além dos olhos? Durante a CeBIT 2010, a Tobii apresentou sua nova tecnologia em eye tracking, capaz de reconhecer o ponto exato para o qual você está olhando.

O controle visual permite que pessoas tetraplégicas consigam enviar um email ou ler notícias online. Mais do que isso, o reconhecimento do olhar poderá ser utilizado para pesquisas na área da psicologia. Para o que exatamente um bebê está olhando? Qual é o ponto que chama mais atenção em um website? O Tobii responde.

Tetraplégicos serão beneficiados.

Com múltiplas possibilidades de uso, o eye tracking chama a atenção e já se mostra bastante maduro. No entanto, seu funcionamento é complexo e há ainda um longo caminho a ser percorrido até alcançar a perfeição.

Como funciona

Na tela do aparelho, há um sensor infra-vermelho que reflete no olho do usuário. Conforme a reflexão, o sistema calcula o ponto exato de visão, utilizando um padrão geométrico. Uma vez calculado, esse ponto poderá ser visto em um monitor ou utilizado para o controle de interfaces.

Uso na psicologia.

Antes de brincar com o eye tracking, é preciso calibrar o aparelho. O processo, que dura alguns minutos, identifica o seu tipo de olho, ajustando o sistema para oferecer desempenho máximo. Ou seja, você pode testar o eye tracking sem calibrá-lo, mas o resultado será inferior ao esperado.

O Tobii ainda é bastante lento e não tem a função de substituir o mouse e o teclado - pelo menos por enquanto. Quem se interessar pela tecnologia, poderá adquiri-lo por meros US$25 mil.


Tecnologia permite controlar o computador por meio do olhar

Já pensou digitar sem o auxílio de um teclado? Agora é possível.

Como seria abandonar o mouse e o teclado para controlar seu computador usando nada além dos olhos? Durante a CeBIT 2010, a Tobii apresentou sua nova tecnologia em eye tracking, capaz de reconhecer o ponto exato para o qual você está olhando.

O controle visual permite que pessoas tetraplégicas consigam enviar um email ou ler notícias online. Mais do que isso, o reconhecimento do olhar poderá ser utilizado para pesquisas na área da psicologia. Para o que exatamente um bebê está olhando? Qual é o ponto que chama mais atenção em um website? O Tobii responde.

Tetraplégicos serão beneficiados.

Com múltiplas possibilidades de uso, o eye tracking chama a atenção e já se mostra bastante maduro. No entanto, seu funcionamento é complexo e há ainda um longo caminho a ser percorrido até alcançar a perfeição.

Como funciona

Na tela do aparelho, há um sensor infra-vermelho que reflete no olho do usuário. Conforme a reflexão, o sistema calcula o ponto exato de visão, utilizando um padrão geométrico. Uma vez calculado, esse ponto poderá ser visto em um monitor ou utilizado para o controle de interfaces.

Uso na psicologia.

Antes de brincar com o eye tracking, é preciso calibrar o aparelho. O processo, que dura alguns minutos, identifica o seu tipo de olho, ajustando o sistema para oferecer desempenho máximo. Ou seja, você pode testar o eye tracking sem calibrá-lo, mas o resultado será inferior ao esperado.

O Tobii ainda é bastante lento e não tem a função de substituir o mouse e o teclado - pelo menos por enquanto. Quem se interessar pela tecnologia, poderá adquiri-lo por meros US$25 mil.

CeBIT 2010

Deletados para sempre!

Garanta sua privacidade e livre-se de vez de seus arquivos, sem chance de voltar atrás.

ocê quer se desfazer de um arquivo ou pasta de seu computador. Você o coloca na Lixeira e depois o deleta . Mas, você sabia que ele ainda pode ser recuperado? Usando um de vários programas você consegue recuperar um arquivo deletado. Mas e se eu quiser me livrar completamente dele? Neste artigo vou mostrar alguns programas que fazem isso para você.

Esses programas que recuperam arquivos deletados vasculham registros e pistas deixadas pelo programa ao ser deletado. Imagine que tudo que você usa deixa uma marca física no seu HD, pois ele usa uma forma de registro magnético que altera fisicamente o disco. Até mesmo as memórias flash dos pendrives fazem isso. É assim que ele pode ser lido depois. Por mais que você altere o disco, desfragmente ou o formate, vão ainda restar alguns resquícios físicos dos arquivos deletados.

Jogue seus arquivos na lixeira

Usando um programa apropriado, como o PC Inspector File Recovery, o Undelete Plus ou o Recuva, você consegue trilhar as marcas deixadas pelos arquivos deletados e recuperá-los quase que completamente. Alguns fatores dificultam isso, como o tamanho do arquivo deletado ou há quanto tempo ele foi apagado. Mas mesmo assim, isso é possível.

E quando eu não quero que esses arquivos possam ser recuperados? Às vezes empresas trabalham com arquivos confidenciais ou você vai emprestar seu pendrive para um amigo e você não quer que ele possa recuperar os arquivos que você guardava lá. Existem alguns programas que você pode usar para evitar isso.

Freeraser da Codyssey

Um dos pontos fortes deste programa é o visual da Lixeira. Ela é completamente personalizável, podendo mudar seu tamanho e transparência. Ela ainda é animada e você a vê trabalhando enquanto ela deleta para sempre seu arquivos confidenciais. Veja neste vídeo como ela funciona.

Lavasoft File Shredder

Este programa não é tão visualmente bonito quanto o anterior. Porém, ele traz algumas funcionalidades extras bastante interessantes. O Lavasoft File Shreder permite, além de deletar permanentemente arquivos, limpar completamente sua lixeira, eliminar para sempre arquivos de sistema (como arquivos temporários) ou ainda apagar de vez o espaço vazio do seu HD de forma que não haja possibilidade que outra pessoa possa tentar usar algum programa para recuperar os arquivos que você já deletou faz tempo.

Hard Drive Eraser

Este programa não deleta unicamente arquivos: ele formata completamente seu HD, partição ou pendrive. Hard Drive Eraser, diferentemente dos outros, foi feito para você limpar de vez algum HD ou disco de qualquer resquício que tenha ficado de sua última instalação. E tenha certeza que, após utilizar o Hard Drive Eraser, nada que estava no disco apagado poderá ser recuperado. Ele ainda traz diferentes velocidades de formatação, desde o mais rápido para aqueles menos preocupados até o mais lento e eficaz, para os mais paranóicos.

Se arrependimento matasse...

Mas lembre-se que todo arquivo deletado pode ser recuperado. Por outro lado se você o fizer usando algum desses programas, as chances de recuperar algum desses arquivos é praticamente nula. Então só faça isso se você souber que você não vai se arrepender de deletá-los.

Só clique delete se tiver certeza

Privacidade garantida

É claro que esse tipo de recurso é extremamente válido para empresas e pessoas que trabalham com arquivos confidenciais ou precisam se livrar de quaisquer resquícios de arquivos. Ou ainda, caso você use algum computador compartilhado ou disco removível compartilhado e você realmente não quer que ninguém veja os arquivos que você deletou. É uma das melhores formas de você garantir a sua privacidade.

Garanta sua privacidade

E você já usou ou precisou se desfazer permanentemente de algum arquivo de seu computador?

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