Seja, Bem Vindo.

terça-feira, 9 de março de 2010

Laptop do futuro

Bem enrolado. Empresa alemã leva a sério o conceito de computador portátil e desenvolve um projeto que pretende ser o notebook do futuro.

Uma empresa alemã já está pensando em um futuro muito mais distante. A Orkin Design desenvolveu o protótipo de um notebook ultraportátil com tela dobrável. Batizado de Rolltop, o aparelho promete ser a cara dos computadores do futuro.

É fato que os computadores estão cada vez menores e mais potentes, mas ainda não é possível fazer muita coisa com eles, ainda mais quando se fala em mobilidade. Apesar de pequenos, tudo o que você pode fazer, até o momento, é levantar a tampa, digitar em teclas imóveis e fechar a tampa. O Rolltop não deixa de ser um computador portátil, no entanto, ele vai muito além.
Dois em um

Com foco em estilo, leveza e mobilidade, o protótipo abusa das novas tecnologias no ramo das telas flexíveis. De acordo com a empresa desenvolvedora do projeto, o Rolltop possuirá uma tela multitoque OLED flexível de 17 polegadas, caso o usuário o use como um tablet, ou 13 polegadas se for usado como um notebook “comum”.

Logo do projeto

Muito enrolado

O vídeo de apresentação do protótipo dá a ideia de como ele poderá ser quando chegar ao mercado. Com visual não muito futurista, ao bater o olho você até pode pensar que ele é apenas um tubo com alças. Isso porque, por ter tela dobrável, você pode aposentar as mochilas com compartimentos acolchoados. O Rolltop pode ser enrolado e carregado com a ajuda de uma alça no ombro ou, até mesmo, em uma mochila, mas você terá muito mais espaço para outras coisas.

Assista ao vídeo a seguir e veja como o Rolltop pretende funcionar:

Torre de entradas

No vídeo também é possível observar que a tela fica presa em uma barra e ela é responsável por armazenar toda a parte de hardware de que o aplicativo necessita. Por ser apenas uma tela, aparentemente, o HD, bateria, placas e conexões foram transportadas para a barra, sendo assim, a tela pode permanecer fina e leve.

Tela e torre de conexões

Carregador de bateria

Ao contrário do protótipo da Fujitsu, o computador de tecido, que permitiria ao usuário apenas realizar tarefas elementares – nada de DVDs, disco rígido e webcam – o Rolltop comporta ferramentas que o deixariam mais completo. Na barra de hardware o usuário poderá contar com uma webcam, alto-falantes, três entradas USB e o fornecedor de energia.
Sonhos de consumo
Além de levar ao extremo o conceito de computador portátil, o Rolltop conseguiu reunir dois dos maiores sonhos de consumo dos geeks de plantão: os netbooks, objetos de desejo de qualquer usuário que queira se manter conectado e em dia com as novidades da tecnologia e os tablets, ainda mais famosos depois dos rumores do lançamento do Apple Tablet.

Com isso, o notebook dobrável permite que os fãs de dispositivos móveis se deliciem com um notebook com teclas sensíveis ao toque ou um tablet para editar fotos ou realizar tarefas mais complexas. Para usar um dos dois aparelhos, basta desenrolar a tela completamente, no caso do tablet, ou dobrá-la 90° para digitar textos ou navegar pela web com um notebook 100% touchscreen.

Tela enrolada

Para fechar o pacote de sonhos de consumo, ele ainda permite visualizar vídeos ou fotos como se fosse uma televisão portátil. No vídeo de apresentação é possível observar que a tela possui um apoio na parte de trás. Com isso, você pode deixá-la de pé e assistir a um filme enquanto aguarda um email do seu chefe.
Sonho mesmo
Se você já entrou no eBay ou Amazon para ver o preço do Rolltop é melhor se acalmar. O notebook ainda nem saiu do estágio de projeto, ou seja, ele existe apenas no mundo virtual e nos aplicativos de desenho 3D de seus desenvolvedores. Preço, peso, material do revestimento externo, capacidade de processamento e hardware, por exemplo, ainda nem foram cogitados pelo desenvolvedor do projeto. É provável que ele demore um bom tempo para começar a ser produzido e chegar até as prateleiras das lojas.
Tendências
Sem dúvida, o Rolltop impressiona no quesito inovação e originalidade, pois enrolar um notebook é uma forma genial de poupar espaço. Ao remover o hardware da tela e transportá-lo para um dock, que serve como suporte para a tela quando enrolada, também foi uma grande sacada.

Tela desenrolada

Os conceitos apresentados neste projeto confirmam as tendências do mundo da tecnologia: telas flexíveis, tablets, flexibilidade e mobilidade. Mesmo com o apelo de aparelhos cada vez menores, certamente os notebooks não ficarão tão menores quanto já são, mas provavelmente carregá-los para o trabalho, faculdade ou uma viagem será muito mais fácil.

Assim como o Froot da Dell, o Rolltop é apenas um conceito de como os computadores portáteis do futuro podem ser. É claro que tendências mudam diariamente no mundo da tecnologia, pois novidades não param de pipocar pelos quatro cantos do mundo.

E você? Mesmo sem perspectiva de lançamento, ficou curioso para saber como o Rolltop vai funcionar? Acredita que as telas flexíveis são mesmo o futuro? Acha que as entradas USB serão tão importantes no futuro quanto são atualmente? Deixe sua opinião.

Conheça o computador de tecido

Saiba sobre esta nova tecnologia, conheça o que anda se desenvolvendo sobre o assunto e divirta-se com o Blog do IGOR imaginando vários usos para o papel eletrônico no qual se baseia a tela do PC de tecido.

Que tal um laptop que, além de leve e funcional, é quase um super-homem: indestrutível. OK, quase indestrutível, uma vez que a kriptonita dá conta do recado. Para acabar com o computador, uma fogueira resolve.

Mas, neste caso, estamos falando em um PC de tecido. Um notebook muito mais resistente e flexível. Pode parecer exagero, porém a ideia de um PC de tecido já está sendo desenvolvida pela empresa Fujitsu. Nós aqui do Blog do IGOR contamos para você como funciona esta tecnologia.

Como funciona

Protótipo do Laptop de tecidoO conceito da Fujitsu é chamado de Fabric PC (PC de tecido ou PC têxtil). Ele não será montado em uma “redoma” de metal como os PCs atuais, mas sim construído com uma estrutura flexível, sem ser frágil . A tecnologia da tela fará com que a mesma possa ser dobrada, com textura e maleabilidade parecidas com uma folha de papel laminado.

Diferentemente dos laptops de hoje em dia, o PC de tecido teria os equipamentos básicos, porém distribuídos de forma a adicionar na flexibilidade. A bateria, por exemplo, não seria tão grande, devido ao consumo consideravelmente menor da tela dobrável.

Componentes não essenciais seriam removidos. Com a possibilidade de fazer downloads sem fio com rapidez, por exemplo, o drive de CD/DVD não seria necessário.

Outra mudança deve ser feita em relação à memória do computador. Neste caso não é possível usar um disco rígido, devido ao peso e a pouca maleabilidade. Para resolver o problema seria utilizada a memória flash, mais leve e menor do que as memórias normais. Ela colaboraria com a flexibilidade do produto e já é usada com sucesso em cartões de memória e câmeras fotográficas.

Tela dobrável e papel eletrônico

Papel EletrônicoO principal atrativo do PC de tecido seria a tela dobrável, criada através da tecnologia do papel eletrônico. Esta tecnologia está sendo desenvolvida principalmente pelas empresas Xerox e pela E-Ink (em associação com a Philips). Apesar de contarem com projetos um pouco diferentes, a base para a criação da tela é basicamente a mesma.

O papel eletrônico é construído através de um filme de polímero extremamente fino, recoberto com circuitos eletrônico construídos por uma técnica semelhante a da impressão. Não distorce quando é dobrado e pode ser aplicado em superfícies curvas.

Há a compressão de duas folhas de plástico flexível, e dentro estão minúsculas partículas pretas e brancas, suspensas em um fluido transparente. Com a passagem de corrente elétrica estas partículas se organizam de acordo com o que foi pré-estabelecido, funcionando como um pixel separado no display de tinta eletrônica.

Por ser extremamente maleável sem ser frágil, a Fujitsu baseia nele o projeto de PC de tecido. Ao utilizar esta tela, ganha-se em termos de flexibilidade, peso, durabilidade e também em consumo de energia.

O papel eletrônico consome menos energia, pois uma vez formada a imagem, ela permanece na tela mesmo na ausência do campo elétrico que a formou. Isso quer dizer que a energia só será gasta na hora de trocar de visualização na tela.

Outra característica interessante dos e-papers é que não emitem luz. Isso quer dizer que ele funciona como refletor de luz, assim como o papel comum, fazendo com que haja um maior conforto visual.

A Fujitsu aproveita esta noção para criar uma tela grande e dobrável, e um laptop que não tem necessidade de uma bateria grande, ou ainda que conte com uma bateria de maior duração.

Look do PC de tecido

Obviamente que o que se vê ainda são protótipos do que pode ser, e ainda precisam ser desenvolvidos. Uma das peças-chave para que isso aconteça é o progresso dos estudos já feitos com o papel eletrônico.

Um dos desafios técnicos daqueles que estudam as funcionalidades do papel eletrônico é a capacidade de exibição completa de cores, algo que os monitores de alta definição já trabalham com muita propriedade.

Outro problema é o alto custo do e-paper. É preciso baixar o preço da tecnologia, para torná-la acessível para a produção e comércio, e em longo prazo para a grande parte da população.

Artigos disponíveis no mercado

FlepiaApesar de estar em desenvolvimento, há produtos disponíveis no mercado que se utilizam da tecnologia do papel eletrônico, como alguns celulares. Leitores eletrônicos como o Kindle (da Amazon) e o Reader (da Sony) também se beneficiam desta tecnologia.

Em março de 2009, a mesma desenvolvedora do PC de tecido lançou no Japão um aparelho chamado de Flepia. É um leitor de textos, só que colorido (260 mil cores). Conta com bateria de autonomia de 40 horas e armazena o conteúdo de até 5 mil livros de 300 páginas.

Outro projeto da Fujitsu é o visualizador de cartão. Funciona como um bloco de notas de papel eletrônico, com folhas que se destacam do dispositivo, mantendo as informações contidas no bloco. A folha exibirá a mesma imagem até ser recolocada em outro bloco e atualizada.

Isto mostra que o desenvolvimento do e-paper está a todo o vapor, fazendo com que a possibilidade de um PC de tecido seja algo não apenas da imaginação. E por falar em imaginar...

Deixe a imaginação tomar conta: situações de uso

Quem sabe acontece no futuro...

Situação 1 - Imagine a seguinte cena: você está feliz, passeando tranquilo pela rua quando, de repente, lembra de um email urgente que deveria ter mandado, mas não mandou. O que fazer? Mas é claro que isso não será um problema. Você desdobra sua mochila e lá está um computador pronto para ser usado!

Situação 2 – Precisando de uma graninha? Que tal fazer propaganda na camiseta? Veja como é fácil! Use esta camiseta com o logo da minha marca e eu te pago. Mas desculpe você vai ficar brilhando durante uma semana, pois a minha tecnologia é do papel digital, colado no seu peito!!! Aliás, outdoor hein! Que boa ideia!

Situação 3 - Você está no shopping e adorou aquela blusinha rosa com bolinhas amarelas. Até provou e ficou perfeita para esconder as gordurinhas. Porém, está muito cara! Eis que uma promoção relâmpago surge e todas as peças são remarcadas instantaneamente, afinal as etiquetas são de papel eletrônico, conectadas a um sistema de comunicação sem fio. Claro que você leva a blusinha...

Situação 4 – Você resolve ir ao bar com os amigos, louco para comer aquela porção de filé mignon que tanto adora, mas sabe que estava em falta. Chegando ao bar, você percebe que a carne não está mesmo no cardápio, o que é uma frustração. Duas horas depois, você displicentemente pega o cardápio e vê que este foi atualizado, e pasmem, a carne acabou de chegar, fresquinha e pedindo para ser preparada.

Imaginação à parte, a tecnologia do e-paper e tudo que pode vir dela é real, e pode estar disponível em menos tempo do que se espera. Se ficou curioso, dê uma olhada no vídeo abaixo para acompanhar a apresentação do PC de tecido em uma feira de tecnologia.

Agora é sua vez! Deixe a imaginação rolar e crie invenções com papel eletrônico. Passe também para deixar sua opinião sobre o artigo. Quem sabe em alguns anos você estará mostrando aos outros este comentário através do seu PC de tecido.

O Windows 7 ajuda você a recuperar arquivos modificados e até apagados

Saiba usar o recurso que mantém arquivos e pastas sempre com backups de segurança e recupere o que precisa em caso de acidentes

Que levante a mão o usuário de computador que nunca editou ou apagou um arquivo para depois perceber a grande besteira que fez. Pensando nessa situação mais corriqueira do que todos gostariam, o Windows 7 tem um recurso para recuperar arquivos editados ou deletados: as versões anteriores deles.

As versões anteriores são um recurso da proteção do sistema do Windows 7. Com ela ativada, o Windows cria um ponto de restauração uma vez por dia, mantendo uma cópia de arquivos, pastas e estado do sistema.

Versões anteriores também são criadas quando você faz cópias de arquivos com o Windows Backup. A diferença é que a proteção do sistema faz tudo automaticamente, enquanto o Backup é um procedimento manual.

Dessa maneira você pode acessar uma versão anterior de um arquivo ou então recuperar um documento deletado, por meio de uma versão anterior do diretório onde ele estava salvo, por exemplo. Neste artigo, você vai aprender a ativar a proteção do sistema e recuperar versões anteriores dos seus arquivos.Ativando e configurando a proteção do sistema

A proteção do sistema é ativada automaticamente na unidade em que o Windows está instalado. O que você precisa é ativá-la em outros drives caso os utilize. Vá ao Painel de Controle, ná área "Segurança e Sistema". Clique em "Proteção do sistema".

Acesse a proteção de sistema através do Painel de Controle.

Escolha a unidade desejada e clique em "Configurar" e defina se a proteção do sistema deve restaurar configurações do sistema e versões anteriores dos arquivos ou somente as versões anteriores.

Acesse as configurações e otimize a proteção do sistema para seu perfil.

Por padrão, as cópias da proteção do sistema ocupam 5% do disco rígido. Nas configurações, você pode alterar esse valor e até mesmo desabilitar a proteção do sistema.

Defina o espaço em disco utilizado pela proteção de sistema.

Para acessar as versões anteriores, basta abrir a janela do Explorer, clicar com o botão direito do mouse sobre o arquivo ou pasta e em "Restaurar versões anteriores". Observe que esta opção aparece somente em arquivos e pastas, mas não em drives e bibliotecas.

Acesse o menu de contexto para restaurar um arquivo.

Você verá uma lista com as versões anteriores disponíveis tanto pelo Backup do Windows quanto pela restauração do sistema. Selecione a melhor versão para abrir, copiar ou restaurar. Atente para o fato de que somente arquivos restaurados pelo sistema podem ser abertos e copiados, e não arquivos gerados pelo Windows Backup.

Veja quais versões estão disponíveis para restauração.

No caso de restauração, tenha em mente que a versão restaurada substituirá a atual do computador, e isso não poderá ser desfeito.

Um arquivo restaurado substitui o arquivo atual no disco.

Se você não encontrar versões anteriores de um arquivo, o mais provável é que ele não tenha sido alterado (versões anteriores só estão disponíveis para arquivos modificados). Também é possível que nenhum ponto de restauração ou backup tenha sido criado desde a última alteração feita.

Em uma rede local, ainda é possível que o administrador tenha desativado o recurso de versões anteriores. Arquivos de sistema também não têm versões anteriores. Para esse tipo de documento, o indicado é usar a ferramenta de Restauração do Sistema.

Esperamos ter ajudado você com mais um guia. Até uma próxima.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Seleção: 8 ferramentas para você navegar pela internet com mais tranquilidade

Confira abaixo quais ferramentas podem ajudar você a navegar pela internet com muito mais segurança.

O aumento das ameaças que circulam pela internet fez com que o número de aplicativos voltados para a segurança do usuário crescesse de forma assustadora nos últimos anos.

Além dos já conhecidos antivírus, novos programas como anti-spywares e plugins para navegadores foram desenvolvidos a fim de garantir sua segurança enquanto navega pelos sites na rede mundial de computadores.

Embora a maioria dos softwares seja de boa qualidade é inevitável que algumas falsas promessas surjam. Por isso, o Blog do IGOR selecionou 8 ferramentas muito úteis, as quais ajudam a manter seu computador livre das ameaças provenientes da internet.

WOT

Os usuários é que avaliam!Com essa ferramenta são os próprios usuários que classificam os sites visitados, dizendo se eles são seguros, livres de spam, spywares e todas estas pragas que circulam pela Internet. Esta ferramenta pode ser instalada em forma de complemento, e está disponível para dois dos principais navegadores: Internet Explorer e Mozilla Firefox.

McAfee SiteAdvisor

Disponível tanto para o Internet Explorer quanto para o Mozilla Firefox, o presente plugin auxilia os usuários mostrando um ícone no canto inferior direito do navegador marcando como verdes os sites considerados seguros, e vermelhos os sites considerados duvidosos.

Glubble

GlubbleO Glubble é uma poderosa ferramenta que restringe o acesso dos usuários a páginas consideradas perigosas ou com conteúdo impróprio para menores de idade. Infelizmente a aplicação está disponível apenas para o navegador da raposa.

Dr. Web Antivirus Link Checker

Outra poderosa extensão para o Firefox que veio a fim de aumentar a segurança na Internet. O Dr. Web Antivirus Link Checker verifica os links de downloads e sites em busca de algum vírus ou programa malicioso que possa prejudicar seu PC. Uma maneira simples, porém muito eficaz de manter seu computador imune a essas pragas.

IP Hider

IP HiderEsconder o IP enquanto navega na internet pode ser uma boa prática de segurança, por isso o aplicativo IP Hider pode ser muito útil. Ele modifica as configurações do seu navegador, redirecionando a sua conexão para um servidor proxy anônimo. Assim, você preserva a privacidade da sua navegação, inibindo spywares e scripts maliciosos.

KeePass Password Safe

Manter as senhas em um lugar seguro é essencial para a sua segurança, por isso o KeePass Password Safenão poderia ficar de fora da lista. Com ele você armazena todas as senhas em um único banco de dados.

Long URL Please

A criação dos encurtadores de URL trouxe uma falha de segurança bem grande: a falta de informações reais a respeito do link final. Para minimizar os problemas, os usuários do Firefox contam com o Long URL Please, que revela a URL completa, com todas as informações originais.

NoScript

Com essa ferramenta o usuário é capaz de bloquear a execução de scripts em sites de origem duvidosa. Uma garantia a mais de que seu computador está protegido contra as pragas que circulam pela internet.

Gostou dos complementos escolhidos? Deseja sugerir algum outro? Então não perca a chance: comente!

O que é um webhit?

Quer saber como se tornar um fenômeno na internet? Confira alguns dos vídeos mais engraçados da rede e saiba como ficar (ou não) famoso como eles.

O que um bêbado, um anão dançarino, uma faxineira e um pastor evangélico têm em comum? A primeira vista pode soar estranha a pergunta, mas se você é um daqueles usuários que navega bastante pela internet já deve ter se deparado com vídeos de algumas dessas “personalidades”.

O bêbado Jeremias, Sônia do Youtube a dança do quadrado e o pastor pilão são apenas alguns dos exemplares da vasta criatividade dos usuários do YouTube que, seja por meio da edição intencional ou da ingenuidade de outros, acabaram por consagrar certas pessoas como personalidades da web.

São os famosos webhits, vídeos espontâneos que acabam por se tornar virais, lançando ao sucesso seus protagonistas. Mas toda essa visibilidade, que muitas vezes passa dos milhões de visualizações é boa ou ruim para os envolvidos? Quais as características comuns responsáveis por todo esse sucesso? Existe uma regra ou essas são grandes exceções?

O poder da imagem

Na década de 60 o mundo pela primeira vez se deu conta do poder da televisão. Nos Estados Unidos John Kennedy e Richard Nixon, então candidatos à presidência do país, pela primeira vez travaram um debate político diante das câmeras. O visual jovial e alegre do primeiro foi um contraponto à figura carrancuda e de poucos amigos de Nixon e, nas urnas, Kennedy venceu e entrou para a história como o primeiro presidente da era da TV.

De lá para cá o domínio sempre foi da televisão e, ainda para muitos, a TV é o principal meio de informação, comportando-se verdadeiramente como uma espécie de janela para o mundo. Esse panorama persistiu até a metade desta década, quando a internet, já em pleno desenvolvimento começou a tomar aos poucos uma fatia do bolo da televisão.

O auge, mais uma vez, de deu contra eleição de um presidente norte-americano. Desta vez foi o democrata Barack Obama quem soube utilizar melhor os recursos da web e derrotou o republicano John McCain. O fato colocou em evidência o poder da web em criar novos “mitos” virtuais e sustentá-los na vida real.

Regras ou exceções

Mas se ações de sucesso requerem um uso consciente das ferramentas, como explicar o fato de ilustres “desconhecidos” caírem na boca do povo pelas suas atuações na web. Podemos apontar algumas características em comum à maioria dos vídeos. Saiba quais são elas:

Espontaneidade – na maioria dos casos tanto os protagonistas quanto os autores do vídeo não tinham a idéia de se transformar em um webhit. Não foi algo, premeditado, mas sim espontâneo. Ou seja, muito cuidado com o que você vai fazer diante de uma câmera.

Ridicularização – com raras exceções, os vídeos de maior sucesso são aqueles em que alguém é ridicularizado ou está fazendo algo muito fora dos padrões normais. Aqui, não só vale a espontaneidade como também a interpretação do espectador (ou a maneira como a edição do vídeo irá conduzir a isso).

Referencias à própria web – muitos dos vídeos de sucesso fazem referência direta a ações ou termos que surgiram na própria internet. Assim, vídeos como o do Pastor Pilão ou mesmo da Sônia Youtube podem não fazer tanto sentido assim quando visto por um público mais amplo, como das emissoras de TV, que nem sempre terá as mesmas referências.

Pós-fama – os 15 minutos de fama na internet nem sempre são sinônimos de algum benefício no futuro. Um dos casos mais clássicos é o de Jeremias José. Embora o programa em que a matéria foi veiculada tenha ganhado destaque nacional, seu protagonista seguiu um caminho inverso, tornando-se cada vez mais motivo de chacota.

Confira um Top 5 com alguns dos webhits mais marcantes da rede

quinto lugar

Uma matéria de um grupo de estudantes de Jornalismo sobre doação de sangue. Até aí tudo bem. Até um dos entrevistados declarar que a doação de sangue era tranqüila e que todos podiam vir sem medo. E ficar espantado com o tamanho da agulha. Também virou webhit e ganhou diversas outras paródias na rede.



quarto

Era pra ser apenas um curioso vídeo sobre um pastor girando em uma performance durante um culto. Mas algum engraçadinho decidiu colocar uma música tema do jogo Street Fighter. Estava criado o clima de algo engraçado e, é claro, mais um webhit. O pastor girando já ganhou mais de uma dezena de versões, entre elas Michael Jackson, ballet, Pião da Casa Própria, La Bamba, e He-Man.



terceiro

Um grupo de atores protagonizando uma dança divertida parodiando o ritmo e as letras do funk. A dança do quadrado virou webhit e fez tanto sucesso que foi parar na televisão. O grupo foi premiado pela MTV como webhit do ano. Embora tenha sido concebida para ser uma peça divertida, não se imaginava o tamanho do sucesso que ela poderia atingir. Ponto positivo para uma boa idéia.



segundo lugar

A faxineira Sônia ganhou fama pelo país ao tentar pronunciar (e não conseguir) o endereço www.youtube.com. Sua dificuldade em pronuncia foi gravada por um dos seus “colegas” de trabalho e jogada na rede. O vídeo recebeu mais de um milhão de acessos e Sônia virou webhit. O sucesso foi tanto que chegou a gerar uma loja virtual, chamada Loja da Sônia, vendendo produtos alusivos ao vídeo.



primeiro lugar

Era para ser apenas mais uma matéria para um programa policial sobre a prisão de alguém embriagado. Mas este alguém era ninguém menos que Jeremias José. Na prisão, por dirigir sua moto embriagado, soltou pérolas como “eu matava até o delegado” e “foi o cão quem botou pra nóis (sic) beber”.

O vídeo ganhou dezenas de outras versões e até funk. Jeremias José seria preso ainda outras duas vezes. Infelizmente ficou famoso da pior maneira possível e não colheu fruto algum do seu sucesso.



E você, quais outros webhits recomenda? Deixe as suas indicações de vídeos do Youtube nos comentários e participe conosco.

Interatividade, o futuro do cinema?

Conheça os novos recursos que podem pintar nas telas dos cinemas e que vão muito além dos efeitos de terceira ou quarta dimensão.

Nos últimos meses os cinemas de todo o mundo foram sacudidos pela novidade dos efeitos em terceira dimensão. A realidade dos mundos em 3D parece ser a bola da vez na indústria da tecnologia e do entretenimento, e nos próximos meses, PCs, notebooks, TVs, Blu-ray Players, e até mesmo celulares com suporte para o formato devem chegar ao mercado.

Mas, em se tratando de cinema, nenhuma novidade parece ser suficiente para saciar a inventividade de Hollywood. Na Coreia, o filme Avatar já é exibido em 4D nos cinemas – para conhecer mais sobre a tecnologia 4D confira este artigo – e, caso seja bem-sucedido, o novo formato deve se espalhar pelas salas de cinema mundo afora.

E onde entra a interatividade? Em que momento o espectador poderá decidir que rumo a história deve tomar? A atração já é realidade em algumas exibições-teste e pode dar início a um novo segmento nos cinemas, os filmes interativos. Vamos entender melhor como isso funciona.

Você decide

Na década de 90 o seriado Você Decide, exibido pela Rede Globo, acabou se tornando um dos maiores sucessos da emissora. O programa consistia numa história simples com final aberto, em que os próprios espectadores decidiam qual era o desfecho da história. Em seus episódios de maior audiência, Você Decide chegou a receber milhões de ligações em um curto intervalo de tempo.

Algo similar já está disponível e pode ser a atração em breve num cinema perto de você. O 13th Street, uma canal da rede americana NBC especializado na produção de filmes de terror e thrillers, desenvolveu um sistema em que é possível fazer o espectador interagir com a história e decidir os rumos dela durante a produção.

O projeto intitulado “Last Call” consiste em um filme de terror em que o protagonista, perseguido e acuado, liga para um espectador aleatoriamente na plateia. O escolhido, utilizando um celular, responde as perguntas do protagonista durante a projeção e, com isso, decide o rumo da historia.

A decisão de para qual lado seguir e subir ou não um lance de escadas fica para um dos espectadores. O resultado amplia as possibilidades de desenvolvimento da trama garantindo que nenhuma sessão seja igual à outra.

Filme interativo

Longe dos cinemas, um conceito similar começa a dar as caras também no mundo dos games. O jogo Heavy Rain: The Origami Killer, lançamento exclusivo para Playstation 3, nada mais é do que um grande filme que permite ao usuário interagir e definir os rumos da história.

Com uma jogabilidade diferenciada o game não é nenhum primor em termos de ação, no entanto apresenta uma história densa, um drama contado do ponto de vista de quatro personagens aparentemente desconexos, mas que, com o desenrolar da história, aproximam-se.

Se o jogo fará sucesso ou não só o tempo vai dizer. No entanto, já no seu lançamento, é possível notar como os olhos da indústria estão sobre ele e, caso seja bem-sucedido, espera-se uma nova leva de jogos do gênero também para outras plataformas.

A sala de cinema como palco de entretenimento

Com a possibilidade de o espectador montar em sua casa um home cinema cada vez mais real e acessível, a tendência das salas de cinema é agregar novos conceitos e atrações para não perder mercado e se constituirem em um diferencial significativo.

Em Londres algumas salas de cinema já exibem jogos de rúgbi em 3D e em tempo real. O silêncio do espectador na sala dá lugar a torcedores fanáticos gritando e vibrando pelo seu clube, com um copo de cerveja na mão e óculos 3D no rosto.

É bem verdade que, mesmo com novidades tecnológicas ou recursos para cativar a atenção do espectador, nada substitui uma história bem contada e que faça rir ou chorar com a intensidade que só o cinema é capaz.

Porém, em termos de entretenimento, é inegável a tendência das salas de cinema, cada vez mais, tornarem-se pólos de entretenimento e de estímulo a todos os sentidos. Se a novidade vai agradar ou não ao espectador, cabe ao público determinar. Ou seja, no final das contas, você decide.

domingo, 7 de março de 2010

Água, vento, cadeira se mexendo e até cheiro de explosivos. Conheça as atrações do cinema em 4D, uma experiência ainda mais interativa com o público

Água, vento, cadeira se mexendo e até cheiro de explosivos. Conheça as atrações do cinema em 4D, uma experiência ainda mais interativa com o público

O final do ano de 2009 foi marcado pela megaprodução cinematográfica Avatar, do diretor James Cameron. Sem entrar no julgamento de enredo, o filme marcou a história do cinema, bateu recordes e deve estipular novos padrões em termos de captura e projeção de imagens nos cinemas.

Se você se surpreendeu com a tecnologia 3D empregada nele, prepare-se para mais. Na Coreia do Sul, a produção de James Cameron foi exibida em 4D, com direito a cheiro de explosivos, água e vento nos espectadores.

A experiência começou a ser preparada em 2009. De fato, o cinema 4D não é totalmente novo para os coreanos —Viagem ao Centro da Terra já foi exibido em uma sala com 88 lugares — mas o sucesso de Avatar deu o empurrão que faltava para levar mais diversão para o grande público.

Mais uma dimensão

3D e 4D podem ser o futuro do cinema?Resumidamente, o cinema 4D adiciona experiências sensoriais a um filme 3D, “cutucando” os cinco sentidos dos espectadores. A cadeira se mexe e outros elementos são utilizados em sincronia com o que se passa na telona.

Os efeitos incluem espirros de água, vento, bolhas de sabão, prendedores nas pernas, cheiros, iluminação com estrobos, cadeiras vibratórias — enfim, qualquer atrativo que enriqueça a experiência do público.

Em um filme sobre piratas, por exemplo, a cadeira pode balançar como um navio, e espirros de água e jatos de vento brisa simulam a força do mar e as condições do tempo.

Na verdade, não há uma lista com o que é usado: o que for possível adicionar a uma sala para despertar os sentidos do público vale. A exibição de Avatar em 4D na Coreia utilizou não menos que 30 efeitos durante os 162 minutos de filme, que incluiam cadeiras que balançavam, cheiros de explosivos, esguichos de água, laser e vento.

Algo está errado fisicamente

Recapitulando as aulas de física: as três dimensões são altura, largura e profundidade. A quarta dimensão representa o tempo, ou a passagem do tempo em si. É uma dimensão que não pode ser realmente vista, mas pode ser, de certo modo, percebida.

O físico teórico alemão Albert Einstein, por exemplo, contribuiu para os estudos da quarta dimensão. Para ele, o tempo passa de maneira relativa, isso depende se uma pessoa está em repouso ou em movimento.Quanto mais rápido o movimento, menos o tempo passa. O físico teórico japonês Michio Kaku, em 2000, definiu a quarta dimensão de maneira tão simples quanto interessante: “é a metáfora para o estranho e misterioso”.

Logo, cinema 4D é um nome de marketing, criado para continuar uma sequência crescente, de maneira parecida com os MP4, MP9, "MP500" da vida. Por mais avançada que seja a tecnologia de Avatar, um filme que desafia os conceitos físicos sobre o tempo nesse nível não deve sair do papel.

Não é exatamente novo

A Disney é uma referência em experiências nesse sentido e exibe títulos desde a década de 80. Claro que não com a qualidade e o nível de interação atuais, mas com alguns desses elementos. Captain EO, um filme 3D exibido em parques da Disney nas décadas de 80 e 90, é considerado o primeiro filme 4D da história, porque aplicou efeitos como lasers e fumaça nas sessões. O filme voltará a ser exibido em 2010 no Magic Eye Theater, na Disney. O roteiro é de George Lucas, a direção é de Francis Ford Coppola e no elenco está um tal de Michael Jackson.

Os Muppets podem ser assistidos em 4D.Filmes em 4D são atrações que já fazem parte de diferentes parques temáticos, como Flamingo Land Resort, London Eye e Thorpe Park (Inglaterra); Busch Gardens Africa, Enchanted Kingdom (Filipinas), Sentosa (Singapura), Movie Park (Alemanha), Universal Studios, Warner Bros. Movie World e SeaWorld (EUA).

As salas do complexo CJ-CGV, que exibiu Avatar em 4D na Coreia, são consideradas as mais avançadas do mundo pelos criadores. Kim Daehee, responsável pela publicidade do complexo, afirma que “não há salas 4D como a nossa pelo mundo. O complexo 4D da CJ-CGV é o primeiro no mundo que oferece experiências para os cinco sentidos em um único filme.”

Em 2009, foram exibidos 10 filmes com efeitos 4D no complexo coreano. O que Avatar fez foi levar a experiência a outro nível, e a expectativa é que cada vez mais filmes de sucesso ganhem também sua versão 4D.

No Brasil, a primeira sala 4D do Brasil foi inaugurada em 2009, no Alpen Park, em Canela, no Rio Grande do Sul. “A projeção em 4D tem simulação de movimentos nas poltronas e efeitos sensoriais, que serão os grandes diferenciais da novidade. As simulações permitem a percepção do vento, respingos d’água e de contatos de objetos, por exemplo. Além disso, um sistema de som de última geração vai garantir alto nível de entretenimento e diversão”, anuncia o site oficial do parque.

A sala começou a ser projetada em 2007. Já estão programadas exibições de Uma Ode à Vida e A Ilha Perdida. Os ingressos custam R$ 15 e as sessões acontecem de 30 em 30 minutos, de acordo com o site do Alpen Park.

E o que se conclui

Avatar levou o cinema 3D a outro nível de popularidade, será que vai levar o 4D também.O cinema 4D é ambicioso e aposta na memória do espectador. Ao assistir a um filme 4D, a sensação é de que se participou de algo, de que se fez parte de uma atração. A memória não acaba no “eu vi tal filme”, ela chega a outro nível: “eu participei de tal filme”. O cérebro tende a considerar a experiência real.

Assim como Avatar não foi a “estreia” do 3D (acredite, havia 3D na década de 50), esta exibição especial na Coreia não é o primeiro passo do 4D. Trata-se de um novo foco, um novo mercado para a tecnologia.

De parques temáticos, as experiências com os sentidos podem chegar a Hollywood. Provavelmente não será um fenômeno e não acontecerá da noite para o dia, mas certamente surgirá com força quando a indústria sentir a necessidade.

Análise: Archos 9 Tablet

Analisamos o tablet da francesa Archos, que vem com o Windows 7 e consegue deixar bem claro por que algumas tecnologias vão definir se um computador da categoria pode substituir um netbook ou não.

Desde que os rumores sobre um possível tablet da Apple se intensificaram ano passado, muitas empresas, analistas de mercado e sites especializados voltaram seus holofotes para o tipo de produto que poderia sair da cartola de Steve Jobs. Afinal, em 2007 a gigante de Cupertino tinha alçado os smartphones a um novo nível, com o lançamento do iPhone.

A história dos tablets não tem perna curta. O mouse, companheiro de muitas batalhas, nunca foi uma unanimidade quando o tema é interação entre homem e máquina. Sim, ele é extremamente útil e, para algumas tarefas, insubstituível. Contudo, sempre se almejou uma ferramenta que fosse mais prática. E até mesmo o teclado físico não fica de fora dessa.

O conceito de um computador mais prático e intuitivo — para uso comercial e pessoal — já tem mais duas décadas, mas foi o amadurecimento de algumas tecnologias que o tornaram atraente e viável. E por que os tablets estão despertando desejo de consumo hoje?

Os tablets querem conquistar o mercado de portáteis!

Não há como falar deles sem antes relacionar outra história, que também tem sua origem lá no início da década de 90. Trata-se dos netbooks, laptops compactos que foram conceituados também pela mesma Apple, com o eMate 300, aparelho descontinuado juntamente com o Newton quando Jobs voltou à empresa em 98.

Uma década para frente, a ousadia da Asus revelou um novo nicho de mercado, com o seu Eee PC, cujo sucesso cunhou o termo “netbook” aos notebooks ultracompactos. Hoje, os netbooks são amplamente vendidos por diversas empresas de eletrônicos.

A aceitação do público ficou evidente assim que se percebeu que para tarefas como navegar na internet, ler emails, escutar músicas e redigir pequenos trabalhos, não é necessário ter uma capacidade colossal de processamento.

Após uma introdução um tanto alongada — com a qual nossa intenção foi contextualizar o atual cenário da computação pessoal, que vive o renascimento de uma categoria adormecida e deve iniciar uma reviravolta em 2010 — saiba agora os pontos fortes e fracos do primeiro tablet analisado pela equipe do Blog do IGOR!

Um francês entre nós

Lançado em outubro de 2009, o tablet francês possui uma tela de 9 polegadas, processador Intel Atom Z510 rodando a 1.1 GHz e 1 GB de memória RAM. Dentro do seu disco rígido de 60 GB a 4200 RPM, um Windows 7 Starter Edition instalado com resolução de tela máxima em 1024 x 768 pixels. O chipset gráfico também é da Intel: GMA 500.

Medindo 25,6 x 13,4 x 1,6 centímetros, o aparelho pesa 800 gramas e tem uma bateria de Lítio-Íon Polímero com duração de 4 horas, Bluetooth 2.1 e Wi-Fi nos padrões 802.11 b/g/n. Há ainda um microfone e uma webcam de 1.3 megapixels.

Escolhemos este tablet como o primeiro a ser analisado pelo Blog do Igor porque ele é um ótimo parâmetro de referência de quais tecnologias e configurações um tablet de nova geração deve dispor para alcançar o sucesso.

O Archos 9 tem um design robusto e não se preocupou em economizar no número de botões. Ao todo são cinco além do trackpad para mexer no cursor. Acompanha ainda uma caneta stylus, como a do Nintendo DS e alguns smartphones da Palm e Blackberry.

É possível adicionar um teclado externo no tablet.

1. Entrada proprietária para adicionar teclado externo e outros acessórios.

Webcam inexistente no iPad dá as caras no Archos 9.


1. Alto-falante esquerdo;
2. Webcam de 1.3 megapixels;
3. Tela de Login do Windows e Liga/desliga Wi-Fi se pressionado junto aos itens 5 e 6;
4. Teclado virtual e aumenta ou diminui brilho se pressionado junto aos itens 5 e 6;
5. Botão esquerdo do mouse (aumenta brilho e liga Wi-Fi);
6. Botão direito do mouse (diminui brilho e desliga Wi-Fi);
7. Microfone;
8. Entrada de áudio;
9. Porta USB;
10. LEDs que indicam se o tablet está ligado, recarregando ou utilizando o HD;
11. Entrada do recarregador.

Por que ter trackpad se é touchscreen?

1. Alto-falante direito;
2. Ligar/desligar aparelho;
3. Trackpad.

Muitos botões, não é mesmo? Parece que a empresa deixou de lado a tendência de enxugar a quantidade de teclas físicas dos portáteis e complicou um pouco a vida do usuário. Enfim, vamos aos pontos positivos e negativos.

Aprovado

Do que nós gostamos

Tem o que faltou no iPad

É praticamente impossível deixar de lado uma comparação com o iPad da Apple. Mas são produtos diferentes! Sim, são. Porém, a expectativa criada pelos boatos sobre o produto de Jobs deixou os consumidores eufóricos e, depois da apresentação, decepcionados com algumas especificações.

Até quem não sabia ainda o que era um tablet ficou desanimado, logo fica claro que tais quesitos são relevantes para o público. Eles são: webcam integrada, multitarefas, suporte para tecnologia Flash (por rodar Windows) e entrada USB. Esses quatro tendões de Aquiles do iPad são supridos pelo Archos 9.

Assista vídeos com mais  conforto... Se você conseguir reproduzi-los!A webcam do Archos 9, limitada à resolução de 1280 x 1024 pixels, bem que poderia ser no meio do aparelho, ao invés de ficar no lado esquerdo. Contudo, o empecilho é amenizado pelo fato de ela dar conta do recado quando você quiser fazer uma conferência de vídeo e áudio na internet pelo Skype e MSN. Afinal, 1.3 megapixels são mais do que suficientes para uma tela que tem resolução de 1024 x 768 pixels.

A entrada USB realmente faz diferença. Por meio dela, você pode ligar uma câmera digital e transferir fotos, usar um celular como modem para conexão 3G ou até mesmo conectar um pendrive para trocar arquivos. O tablet ainda conta com um pedestal para ficar de pé, embora seja bastante frágil.

Ajuda na hora de ver filmes ou de ficar ligado quando chegam novas atualizações no seu Orkut ou Twitter, por exemplo.

Na crista da onda

Se você gosta de ouvir música enquanto navega na internet , o Archos 9 vai agradar. Com dois alto-falantes em modo estéreo, não verificamos nenhuma distorção de graves e agudos que prejudicasse a reprodução quando o volume estava no máximo.

O som tocou de forma cristalina e forte mesmo em vídeos que possuíam muitos efeitos sonoros de forma simultânea. Porém, em conversações o volume do microfone mostrou-se aquém do esperado, necessitando aproximação do aparelho.

Enfim, é claro que tablets não têm o objetivo de ser unanimidade em áudio, por isso a experiência com o Archos 9 acaba sendo mais positiva do que negativa.

Pronto para viagem

Portáteis que não possuem bateria removível sempre são alvos de críticas, principalmente quando o equipamento tem autonomia de poucas horas. Felizmente isso não acontece com o Archos 9. Se você pretende sair e não pode levar o recarregador para lá e cá a todo instante, é possível remover a bateria e colocar outra no lugar.

Aliás, o recarregador não é grande, tampouco pequeno. Em horas de emergência, comprar uma bateria a mais para levar na mala ou bolsa é mais conveniente do que ficar andando com o transformador.

Ao utilizar o tablet por horas, com Wi-Fi ligado e intensidade de brilho no máximo, você terá aproximadamente 4 horas de duração de bateria. Ao reproduzir vídeos no YouTube ou Windows Media Player com frequência, a autonomia pode cair para 3 horas. Portanto, sua duração não é excepcional, mas cumpre o que o fabricante diz nas especificações.

Vem com Windows 7...

A vantagem de rodar o sistema operacional mais popular do mundo é óbvia. Instalar os mesmos programas com que você está acostumado é uma sensação incrível de poder na palma da sua mão.

Quem já experimentou smartphones mais novos sabe: programas como navegadores, por melhores que sejam, sempre passam uma impressão de estarem incompletos. Isso não acontece quando você está com o todo-poderoso da Microsoft em mãos.

O Firefox vai estar disponível com todas as suas extensões favoritas, assim como o MSN Messenger vai poder instalar todos os complementos de que você gosta. Outro recurso positivo é que o sistema operacional consegue gerenciar o uso de tela do aparelho, escurecendo ou desligando-a quando não está sendo utilizado.

Windows 7 na palma da mão.

Reprovado

O que espantou o Blog do IGOR

...Starter Edition

A versão mais básica do Windows 7 não inclui alguns recursos que visivelmente fazem falta, como a interface Aero Glass e opções de personalização para trocar papeis de parede, cores de janela e sons. Sim, você não pode nem trocar seu papel de parede!

Tudo bem, a vida prossegue. Que tal instalar uns programas com suporte nativo para telas sensíveis ao toque? Nada feito. Se quiser, vai ter que instalar a versão Home Premium via USB (o que vai ser uma tortura pela velocidade de transferência).

Pior ainda, o sistema utiliza muito espaço em disco (cerca de 20 GB) que somado ao “Recovery Mode” — um backup para restaurar o Windows em caso de problemas — sugam juntos 30 GB, ou metade da capacidade de armazenamento. Dá para desinstalar e juntar a partição, mas é trabalhoso.

No aspecto multitarefas, conseguimos rodar o Mozilla Firefox com o Windows Media Player e o MSN Messengersem problemas, porém a queda de desempenho é notável e não é possível abrir muitas abas ou iniciar várias conversações. A suíte Microsoft Office se sai razoavelmente bem apenas se você abrir um programa por vez e não utilizar recursos pesados.

Vale ressaltar ainda, qualquer que seja a versão do Windows 7, 1 GB de memória RAM não é o suficiente para tudo ficar suave e fluido. Tudo bem que estamos falando de um tablet, ou seja, teoricamente vai ser utilizado para tarefas mais simples, entretanto a vantagem de ser multitarefas vai bueiro abaixo. Sem falar na velocidade do HD, que por ser 4200 RPM é lenta demais.

Processador Atom, o grande pecado

O maior vilão do Archos 9 é seu processador, o Atom Z510. Não precisa nem abrir algum programa ou processo no sistema, basta dar Ctrl+Shift+Del e ver o uso de processador. Ele já vai estar próximo do gargalo. Mais um motivo para multitarefas se transformar em “multitarefas”.

O aparelho trava a todo instante. Abrir mais de um programa: só se não for abusar do processador. Não adianta apelar para Gerenciador de Tarefas também, abrir o teclado virtual durante o travamento não é uma tarefa fácil.

Antivírus? Nem pensar! E como ficar sem software de segurança utilizando o Windows, que é o sistema mais visado pelos crackers? O resultado: evitar todo e qualquer tipo de site e programa desconhecido. Mesmo.

Em nossos testes com o MSN Messenger, não conseguimos fazer videoconferências porque o mensageiro instantâneo travava e o processador entrava em parafuso. Isso, aliás, é comum com o Z510 neste aparelho.

Games em flash engasgam e se tornam praticamente injogáveis.

O chipset gráfico do Archos 9 não é ruim. Ele seria capaz de rodar vídeos em 1080p se não fosse a resolução do tablet, além de suportar, através do Windows 7, o codec H.264 para exibir vídeos de alta definição. No entanto, o processador Atom consegue estragar qualquer pretensão.

Vídeos padrões do YouTube conseguem ser exibidos normalmente, mas quando você for reproduzir um deles em alta definição (tanto no Windows Media Player quanto no navegador), se prepare para ver tudo picado.

Outro teste aplicado foi quanto aos jogos em flash. Ao entrar no Otzee e “brincar” em dezenas de jogos. O Archos 9 também não satisfez qualquer expectativa: é lento e impraticável.

Trackpad para quê?

Tablets são especiais por não disporem, obrigatoriamente, de teclado físico e muitos botões. A Archos, neste modelo, se perdeu ao remar contra a maré. Do lado direito há um trackpad totalmente inútil, pois o aparelho é touchscreen.

Os botões esquerdo e direito do mouse também poderiam ser removidos, mas devem ter sido deixados porque não foi encontrada uma solução para trabalhar com a entrada de teclado fora do sistema operacional.

A tecnologia touchscreen empregada no aparelho é a resistiva. Em outras palavras, você precisa se esforçar um pouco mais e apertar a tela com mais força para ela reconhecer seus movimentos, pois o mapeamento acontece através do contato entre duas placas.

Até aí tudo bem, muitos smartphones ainda não utilizam a tecnologia capacitiva, que funciona através da troca de cargas elétricas entre os dedos e o vidro do monitor. O erro grave mesmo é não suportar multitoques. Acredite, isso faz uma diferença danada!

Teclado virtual complicado e espaçoso

Imagine agora que você deseja digitar uma URL. Soa intuitivo clicar em “Endereço” no navegador e o teclado virtual aparecer, não é verdade? Pois é, isso não ocorre no Archos 9. Se for começar a colocar qualquer caractere em um campo de texto, você precisa clicar no botão de teclado virtual.

Este, por sinal, ocupa metade da tela e não é tão confortável quanto o teclado virtual do próprio Windows 7. Some a isso o fato de o aparelho não ter acelerômetro, portanto só é possível navegar nele em disposição deRetrato se alterar a tela dentro do próprio Windows.

Mudada a disposição de Paisagem para Retrato, o teclado virtual do aparelho não cabe mais na tela a não ser que o tablet seja reiniciado, forçando você a utilizar o do próprio Windows. Não há escapatória. Agora chato mesmo é tentar, em vão, ver o que você está digitando na busca do Menu Iniciar, uma vez que o teclado virtual nativo sempre sobrepõe a tela.

Rolar uma página através da caneta stylus não é nada divertido. Além disso, tentar digitar rapidamente é para poucos: por não ser multitoque, o cursor pode ficar pulando caso você encoste-se em algum canto ou tecla diferente.

Teclado virtual espaçoso deixa a desejar.

Conclusão

Vale a pena?

Levando em consideração o custo de 500 dólares (sem contar impostos e frete), não compensa. É pesado, tanto fisicamente com seus 800 gramas quanto virtualmente com a lentidão do processador, e por esse preço atual não vale o investimento. Na dúvida, procure por outro tablet ou um netbook.

Embora tenha câmera, suporte para tecnologia Flash e Windows 7 para rodar os mesmos programas que você já conhece e confia, o ponto crítico é o Intel Atom Z510, que tem um desempenho medíocre e aniquila as chances de a característica “multitarefa” atrair os consumidores.

No final das contas, os pontos negativos se sobressaem muito mais que os positivos. A pouca qualidade de imagem, que distorce os pixels em muitas áreas de contraste, somada à baixa praticidade de uso com a falta de suporte para multitoques e acelerômetro, faz do Archos 9 um ótimo exemplo de como um tablet de nova geração não pode ser feito.

Todos os passos para baixar filmes e assistir a eles no PC ou televisão

Quem gosta de programas no estilo Media Center ficará de queixo caído com esse tutorial.

Os meios pelos quais vemos e ouvimos nossos programas de TV, fotos e músicas mudam desde que foram inventados. A quantidade também, e ela só aumenta. Por isso, ao longo do tempo foram criadas ferramentas para ajudar a manter organizada nossa crescente coleção de mídia.

Diversos programas tentam, mas nenhum consegue, em um só lugar, reunir tudo de que um usuário precisa para gerenciar seus arquivos. Sempre foram necessários diversos programas diferentes — por mais que fossem usados no máximo um player de mídia e o Windows Explorer — e isso não mudou.

O que mudou foi a facilidade, a interatividade e o número de funções que os programas de gerenciamento de mídia oferecem, além da quantidade imensa na oferta de softwares de qualidade e gratuitos, que ficam a cada dia mais especializados em determinadas tarefas.

Sente e relaxe. Este tutorial vai sacudir sua vida.

Neste artigo, o Blog do Igor mostra a você como deixar o processo de gerenciamento mais rápido, automatizando tarefas e facilitando a execução posterior dos arquivos. Mas antes, veja de quais programas você deverá fazer o download e instalar para poder continuar — clique nos nomes dos programas para baixá-los:

Programas necessários

— EventGhost: automatiza tarefas, cria macros e define teclas de atalho para abertura de programas, entre outras funções;

— XBMC: programa similar ao Windows Media Center, com suporte para vídeos, imagens, músicas, etc;

— TheRenamer: renomeia arquivos de mídia para que não fiquem com títulos estranhos, com excesso de informações ou muito longos;

— Ember Media Manager (clique aqui para a versão 64 bits): feito especificamente para usar com o XBMC, o software localiza e faz download automático de informações sobre seus arquivos de vídeo;

— uTorrent: programa que gerencia o download de arquivos torrent. Ainda não conhece esse tipo de arquivo? Confira os artigos A bíblia do Torrent e Melhores programas de download por torrent feitos pelo Blog do IGOR acabe com suas dúvidas.

Depois de fazer o download de todos os programas, instale-os um a um, exceto o Ember Media Manager, que não precisa de instalação, bastando que você extraia o conteúdo do arquivo baixado.

Mãos à obra

O primeiro passo é organizar suas pastas para que o XBMC consiga localizar os arquivos e as informações de que precisa para baixar os dados da internet.

Será necessário que você possua uma pasta específica para deixar seus arquivos de mídia, além de deixar seus nomes definidos de forma que o programa entenda os títulos e encontre as informações corretas para eles.

1. Organização das pastas

Antes de qualquer coisa, crie uma pasta especial para seus arquivos de mídia e depois subpastas para cada tipo. Exemplo: fotos, filmes, seriados, documentários e músicas, de acordo com o que você gostaria que fosse automatizado.

Crie também uma pasta com o nome “Organizar”, ou algo que faça você se lembrar do motivo da existência dela, que é para deixar os arquivos que estiverem com o nome fora do padrão. Falaremos sobre essa pasta mais adiante.

Exemplo de disposição das pastas.

Uma informação importante a ser ressaltada é que as pastas que você criou não devem conter arquivos. Elas devem ser organizadas da seguinte maneira:

— Para filmes: dentro da pasta de filmes, crie uma subpasta com o título e o ano de lançamento, como no exemplo abaixo. A presença do ano no nome da pasta, cercado por colchetes, é para evitar que filmes homônimos confundam os programas (como o filme “Crossroads”, de 1986 e participação do ilustre Steve Vai; e “Crossroads”, de 2002, cuja protagonista é Britney Spears).

Exemplo:

Pasta de mídia\Documentários\The Conspiracy Files [2007]\The.Conspiracy.Files.[2007].ENG.DivX.avi

— Para seriados: se você costuma assistir a seriados no computador, já deve estar acostumado com a forma mais fácil de dar nome aos arquivos e controlá-los.

Assim como nos filmes, você deve criar uma pasta com o título do seriado e o ano de lançamento. Em seguida, separe cada temporada em uma pasta específica.

O nome do arquivo será dado pelo programa TheRenamer, cuja função é justamente deixar os títulos de arquivo em um padrão específico, que mostraremos no momento em que chegarmos no passo certo. A demonstração abaixo ilustra como os arquivos de seriado ficarão organizados após terminado todo o processo:

Exemplo:

Pasta de mídia\Seriados\Lost [2009]\Series 6\Lost – s06e03 - What Kate Does.avi

*Repare que a pasta de temporadas está em inglês (“Series”) para que o XBMC entenda. O “s06” significa sexta temporada e “e03” significa episódio 3.

Exemplo de nome de pasta de documentário.

— Para músicas: a pasta de músicas deve ser organizada com subpastas para os nomes dos artistas e respectivos álbuns, com os arquivos de áudio dentro da pasta do álbum. Não é necessário digitar o ano de lançamento, pois é praticamente impossível que os artistas repitam nomes de álbuns.

*Se você preferir ordenar as patas cronologicamente, fique à vontade para digitar o ano de lançamento antes do nome do álbum. Assim, se você acessar a pasta pelo Windows Explorer, ela ficará na sequência certa.

Exemplo:

Pasta de Mídia\Músicas\Lady Gaga\Nome do álbum\Faixa 1.wma

— Para fotos: não é necessária qualquer estrutura específica de diretórios para as imagens, pois elas não terão informações baixadas da internet. Portanto, deixe-as organizadas da maneira que preferir, dentro do diretório de imagens.

2. Copiando os arquivos

Copiando os arquivosAgora que todos os diretórios de mídia estão organizados, copie seus arquivos de vídeo para dentro da pasta “Organizar”, a menos que você tenha a certeza de que os vídeos já estão com os nomes definidos da maneira correta. Os demais tipos de mídia devem ser colocados diretamente em suas respectivas pastas.

3. Fazendo download das informações dos arquivos
Agora é a vez do Ember Media Manager. Sua função é justamente procurar os dados dos arquivos que você possui, como capa do DVD, trailers e outros.

O XBMC possui uma ferramenta para baixar essas informações, mas o Ember Media Manager é especializado nisso, então deixaremos o XBMC responsável exclusivamente pela reprodução de mídia.

Depois de extrair o conteúdo do arquivo que você baixou, abra o executável “Ember Media Manager.exe”. Será mostrada a tela de boas-vindas, com a opção de idioma da interface em branco. Escolha “English” (já que não há outra mesmo) e clique em “Next”.

Adicionando a fonte dos arquivos.

Na tela exibida, clique no botão “Add Source”, para adicionar ao Ember Media Manager a pasta em que estão seus arquivos de mídia. No campo “Source Name”, digite um nome qualquer para sua fonte de dados. Marque a caixa do campo “Scan Recursively”, para que todas as subpastas do seu diretório de mídia sejam monitoradas.

Depois, clique no botão com as reticências, que está do lado direito do campo “Source path” e navegue até o local onde você criou sua pasta de mídia. Selecione-a e clique em "OK". Em seguida, clique em "OK" novamente e depois em “Next”.

Adicionando sua pasta de mídia ao Ember Media Manager.

Na tela seguinte, marque os tipos de conteúdo que você deseja que o Ember Media Manager procure para os arquivos, como pôsteres, folders, capas, trailers, etc. e clique em “Next”, depois em "OK". O programa deve abrir sua interface principal.

Se você tiver organizado corretamente todas as suas pastas, a interface do programa deverá mostrar cada um dos filmes como um item no painel da esquerda. Quando selecionados, os itens mostrarão no painel da direita o conteúdo disponível para eles.

Ember Media Manager

Agora é só fechar o programa e esquecer de sua existência, pois como automatizaremos as tarefas realizadas por ele, com o EventGhost, você provavelmente nunca mais precisará abrir o Ember Media Manager.

4. Renomeando e movendo arquivos

Raramente os arquivos de mídia vêm nomeados de forma que programas da categoria “Media Center” sejam capazes de entender. Pelo contrário, cada fonte diferente ou programa que você usa deve nomear o arquivo de um jeito próprio, que inclusive nem sempre é claro o suficiente para que você saiba do que se trata.

Para conferir um padrão “legível” aos seus arquivos, sem que você ou o XBMC precisem tentar decifrar o nome, vamos utilizar o TheRenamer para manter tudo com nomes em um formato único.

A instalação do TheRenamer não tem nenhum segredo. Vá clicando em “Next” até que a última tela seja exibida e depois clique em “Finish”. O programa será aberto automaticamente.

TheRenamer

O TheRenamer é capaz de renomear e mover arquivos de seriados e filmes. Em sua primeira execução, a interface deve mostrar a tela acima. Para mudar para a opção de filmes, simplesmente clique no texto “tvshows”. A tela ficará azul e o texto mudará para “movies”. Para voltar ao modo anterior, clique em “movies”.

Você deve se lembrar da pasta “Organizar”, que foi criada no começo. Esse diretório serve para que você deixe os arquivos que estiverem com o nome fora do padrão já mostrado.

Se você costuma comprar DVDs e guardá-los no PC, por exemplo, defina a pasta “Organizar”, como diretório padrão no seu programa preferido de extração de DVDs, CDs, etc.

4.1. Organizando os seriados

Na janela do TheRenamer, clique no botão “Settings”, que fica no canto superior direito. Deixe marcadas as seguintes opções:

No campo “Renamed format”, marque o item “s1e01”, para que todos os episódios dos seus seriados fiquem com esse formato de título; marque também o “Add ‘0’ for Season”; e “Use Caps (SE/X)”. Esse é o padrão, mas ele é meramente estético.

*Você pode marcar o que preferir, pois as opções de renomeação mostradas são reconhecidas pelos demais programas.

Logo abaixo há o campo “Fetch folder”, local em que definiremos onde estarão os arquivos a serem renomeados. Clique em “Browse” e localize a pasta “Organizar”, criada anteriormente dentro da sua pasta de mídia. Depois, marque a opção “Include subfolders”, para que, se houver alguma subpasta, ela também seja monitorada.

TheRenamer

No campo “TV Shows Archive”, marque a opção “Auto move after renaming” para que o programa mova os arquivos para seus respectivos diretórios, retirando-os da pasta “Organizar”. Em seguida, clique em “Browse” e localize a pasta “Séries”, dentro de seu diretório de mídia.

Na lateral direita da tela de configurações, deixe marcadas as opções “Showname”, “Season”, “Episode Titles”, “Confirmation”, “To TV Show Folder” e “To Season Folder”.

Pronto. O TheRenamer está configurado para renomear e mover os vídeos da sua pasta “Organizar” para o diretório correto. Você já pode fechar o programa.

IMPORTANTE: não usaremos o TheRenamer para renomear filmes, pois isso pode fazer com que o Ember Media Manager não consiga encontrar as informações de pôsteres, trailers, etc.

5. Automatizando tarefas

Chegou a hora de usarmos o software responsável por fazer a mágica funcionar: o EventGhost. Quando você iniciá-lo pela primeira vez, o painel da esquerda virá com diversos itens.

Trata-se apenas de um log para registro das ações realizadas pelo programa. Como esse painel não nos é útil no momento, iremos ocultá-lo.

5.1. Automatizando o TheRenamer

No canto superior direito do painel da direita, há um pequeno botão com o desenho de uma janela. Clique nele e o painel de configuração passará a ocupar a janela inteira do EventGhost.

Agora clique no botão “Add plugin” (é o sétimo, da direita para a esquerda), conforme demonstrado na imagem a seguir:

Adicionando um plugin.

Uma lista de plugins disponíveis será exibida. Role a tela para baixo até encontrar, na última pasta, o item “Directory Watcher”. Clique nele e depois em "OK".

Na janela seguinte, clique no botão com a imagem de uma pasta e localize o diretório “Organizar”. Marque a opção “Watch subdirectories also” e dê "OK".

Perceba que o plugin que acabamos de adicionar aparece no painel do EvenGhost. Agora, repita o procedimento exatamente como o parágrafo acima, mas ao invés de usar a pasta indicada, localize e adicione o diretório “Filmes”. Com ambos os plugins adicionados, sua tela do EventGhost deve ficar como na imagem:

Adicionando plugins.

Até o momento só adicionamos as configurações. Agora faremos uma macro para automatizá-las. Clique no botão “Add Macro” (é o quinto da direita para esquerda, que possui uma engrenagem como desenho).

Na próxima janela, clique no sinal de adição (+) que fica ao lado do item “System”, selecione “Start Application” e dê "OK". No campo “Executable”, clique no botão com o desenho de uma pasta, localize o diretório de instalação do TheRenamer e selecione o executável. Se você tiver instalado o programa sem alterar a pasta de destino, o caminho deve ser C:\Program Files\theRenamer\theRenamer.exe.

No campo “Command line options”, digite “-fetch” (sem aspas, não esquecendo o sinal de subtração). No campo “Window Option”, selecione a opção “Minimized”. A janela deverá ficar igual à da imagem abaixo. Clique em "OK".

configurando o EventGhost

Voltando à tela principal do EventGhost, clique com o botão direito do mouse no item que foi criado com o desenho de uma engrenagem.

No menu que aparece, clique na opção “Rename Item” e renomeie a macro para “Organizar e renomear”. A macro que acabamos de criar automatiza o trabalho do TheRenamer.

Neste ponto é interessante que você salve a árvore de configurações que criou no EventGhost. Para isso, clique no botão com o desenho de um disquete, dê um nome para o arquivo e selecione o local onde deseja salvá-lo.

5.2. Automatizando o XBMC

Clique no botão “Add plugin” e, na lista que aparece, abra a pasta “Program Control”. Selecione o item “XBMC” e dê "OK". Na janela aberta, clique em “Cancel” para que não sejam criadas ações desnecessárias para esse plugin.

Agora, selecione a macro “Organizar e renomear” e clique no botão “Add action”. Na janela exibida, abra a pasta “XBMC” e localize o item “Update Video Library” e dê "OK". Neste ponto, a janela do EventGhost deve se parecer como a imagem abaixo.

Configurando o EventGhost para o XBMC.

5.3. Automatizando o Ember Media Manager

Clique no botão “Add macro”, localize a pasta “System” e selecione o item “Start Application”. No campo “Executable”, clique no botão com o desenho de uma pasta e localize o executável do Ember Media Manager, conforme o local para onde você o extraiu.

No campo “Command line options”, digite “-newauto -all” (sem aspas, não esquecendo o sinal de subtração). A janela deverá ser parecida com a imagem abaixo. Clique em "OK".

Configurando o EventGhost para o Ember Media Manager.

Sobre a macro que você criou, clique com o botão direito do mouse e, no menu que aparece, clique em “Rename Item” e digite o nome “Dados de filmes”.

Clique com o botão direito do mouse na ação “XBMC: Update Video Library”, que está abaixo de “Organizar e renomear”, e selecione “Copy”.

Na macro “Dados de filmes”, clique com o botão direito do mouse e depois em “Paste”. Isso fará com que a ação seja repetida em ambas as macros. Neste ponto, a interface do EventGhost deve parecer com a imagem a seguir:

Configurando o EventGhost.

5.4. Finalizando

Ainda no EventGhost, selecione a macro “Organizar e renomear” e clique no botão “Add event” (é o quarto, da direita para a esquerda).

Digite o nome “DirectoryWatcher.Updated” (sem aspas), observando as letras maiúsculas. Faça o mesmo com a macro “Dados de filmes”, digitando “DirectoryWatcher2.Updated” (sem aspas) para o nome do evento.

6. Configurando o XBMC

Cansou? Então aguente só mais um pouco, pois este é o último passo. Agora vamos configurar nosso programa de gerenciamento de mídia para que ele cumpra seu papel, que é reproduzir e catalogar com sucesso os seus arquivos de mídia.

DICA: se você tiver uma impressora, imprima este trecho do tutorial para facilitar o processo. O XBMC é um centro de mídia e, por isso, é executado em tela cheia. Portanto, o passo final deste tutorial será mais bem aproveitado se você imprimi-lo.

6.1. Para filmes

Abra o XBMC e clique na opção “Videos”. Na tela seguinte, clique em “Add source”, depois em “Browse”. Navegue até a sua pasta “Filmes” e clique em "OK". Clique no botão “Set Content” e, na tela que se abre, clique na seta para baixo até que a opção “Movies” apareça.

Selecionando a fonte dos dados.

Agora você pode escolher a fonte de dados dos seus filmes. O serviço “themoviedb.org” é um ótimo recurso, então não é necessário alterá-lo. Marque a opção “Use folder names for lookups” e clique em "OK" e depois em "OK" novamente.

Em se tratando de filmes, a inserção de legenda nos vídeos é um processo que gera muitas dúvidas e dificuldades. Caso precise de ajuda nesse assunto, verifique este artigo e perceba que essa atividade não é um bicho de sete cabeças.

6.2. Para seriados

O processo para configurar o XBMC para seriados é praticamente o mesmo: na tela principal do XBMC, clique em “Videos”, depois em “Add source” e navegue até a pasta “Séries” e dê "OK". Clique no botão “Set Content” e, na tela que se abre, clique na seta para baixo até que a opção “TV Shows” apareça.

Escolha a fonte de dados dos seus seriados e clique em "OK", sem alterar qualquer outra opção. Depois, dê "OK" novamente.

6.3 Músicas e imagens

O procedimento para adição de músicas e imagens ao seu centro de mídia é similar ao realizado para os vídeos, lembrando que você deve clicar em Music > Add Source para adicionar sua pasta de músicas e emPictures > Add Source para adicionar a de imagens.

Pronto!

Seu sistema automatizado de gerenciamento de mídia está pronto para ser usado. Tudo o que você precisa fazer é deixar sempre o EvenGhost ligado quando for usar o XBMC para que ele execute as operações de atualização dos nomes, movimentação dos arquivos para as pastas corretas e efetue o download das informações adicionais.

O procedimento que ensinamos é longo, trabalhoso, mas para quem gosta de manter sua coleção de música, vídeos e imagens atualizada, o pacotão de programas que mostramos é mais do que útil, é praticamente indispensável e um ótimo economizador de tempo.

XBMC

É importante deixar bem claro que o Blog do IGOR não tem o interesse de apoiar a pirataria com o presente artigo, ou qualquer outro que ensine a realizar downloads e organizar os arquivos baixados. Todos as mídias utilizadas durante a elaboração do artigo possuem distribuição legal. Use as tecnologias disponíveis com consciência e respeito aos profissionais que trabalham com entretenimento.

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