Seja, Bem Vindo.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Tecnologia dos super-heróis: Homem-Aranha

Escalar paredes e balançar por uma teia já não são mais exclusividades do Amigão da Vizinhança. Conheça as tecnologias existentes no universo do super-herói mais popular das histórias em quadrinhos.

O que é preciso para você se transformar em um dos maiores super-heróis já criados até hoje? Poderes fenomenais? Uma fantasia colorida e moderna? Muito dinheiro ou um vilão cruel e poderoso? Apesar de tudo isso ajudar na construção da fama, o que realmente importa é a identificação que acontece entre herói e público.

Nesse quesito, ninguém é melhor que o Homem-Aranha. Depois de ter sido picado por uma aranha geneticamente modificada, o jovem Peter Parker recebeu poderes de um aracnídeo, como a capacidade de escalar paredes, lançar teias, superforça e até mesmo o incrível sentido aranha.

Porém, isso não mudou o fato de ele continuar sendo o nerd de sempre. Mesmo sendo um herói, continuava a sofrer bullying dos colegas e a mulher de seus sonhos nem sequer reparava em sua existência. Quem nunca passou por algo assim?

Além disso, o que fez o Homem-Aranha conquistar o coração das pessoas é o bom humor que ele possui até mesmo no calor das batalhas contra os vilões mais perigosos de Nova York. É por conta desse alto astral que ele é até hoje chamado de o Amigão da Vizinhança.

Divulgação/Sony

Como a vida imita a arte, é óbvio que os incríveis poderes de Peter Parker logo iriam se transformar em artigos tecnológicos fora das histórias em quadrinhos. Por mais que as habilidades de aranha fossem decorrência de um acidente genético, isso não é nada que não possa ser adaptado na realidade.

O legado do Aranha

Como todo bom super-herói, o Homem-Aranha teve sua maior lição antes mesmo de lutar contra o crime. Em uma conversa com tio Ben, o homem que o criou como um pai, o jovem Peter Parker ouviu as palavras que norteariam sua vida por baixo da máscara de aranha: “com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades”.

É a partir desse momento que ele decide lutar contra o crime e usar suas habilidades para o bem, criando o característico uniforme e a famosa identidade do Amigão da Vizinhança. Mas e na vida real, como isso funciona?

Escalar paredes

Divulgação/Sony

Tentar simular os poderes do Homem-Aranha é algo bem recorrente. Quem nunca viu personagens de desenhos animados que escalavam prédios, da mesma forma que o Amigão da Vizinhança, utilizando desentupidores de pias e outros objetos de sucção?

Apesar de parecer absurdo, o conceito não é de todo falso. Diversas tentativas de recriar (ou adaptar) a habilidade a partir dessa proposta foram criadas, mesmo que a maioria delas tenha fadado ao fracasso.

Porém, alguns experimentos realmente funcionaram. É o caso da invenção de Jem Stansfield, um americano que decidiu fazer aquilo que todos já imaginaram quando criança: transformar um aspirador de pó em uma fantástica engenhoca.

Ele retirou os motores de dois eletrodomésticos e adaptou-os em uma espécie de mochila acoplada com duas pranchas de sucção utilizadas em suas mãos. Com isso, ele conseguiu escalar uma parede de nove metros. O único problema é o desconforto de carregar algo tão grande, barulhento e incômodo nas costas.

Um pouco mais profissional

É claro que de todos os poderes do Homem-Aranha, o mais possível de ser recriado é a habilidade de escalar paredes. Além das tentativas caseiras, diversas empresas decidiram reaproveitar a ideia em seus produtos e equipamentos.Apesar de falarmos em aranhas, a inspiração veio da lagartixa.

A empresa americana BAE Systems, por exemplo, desenvolveu uma espécie de superadesivo, batizado de Synthetic Gecko, capaz de suportar o peso de uma pessoa, o que a permite a escalada. Tudo isso sem deixar qualquer tipo de resíduo, além de poder ser reutilizado.

Porém, a base inspiradora dessa tecnologia não é a aranha, mas a lagartixa. O adesivo, assim como o pequeno réptil, utiliza nanofibras que funcionam como uma espécie de velcro e grudam na superfície da superfície em contato.

Apesar disso, o conceito não foge em nada do universo do Homem-Aranha. Em seu primeiro filme, lançado em 2002, Peter Parker percebe o crescimento de pequenas fibras em suas mãos, o que lhe permite escalar paredes.

A capacidade de aderência do Synthetic Gecko é incrivelmente potente, suportando cerca de 3 mil quilos por metro quadrado. Isso significa que um pedaço de 60 cm² desse elemento é capaz de suportar o peso de um carro de família.

Porém, mesmo que isso possibilite que você aja como o Amigão da Vizinhança, sua utilização não é para o combate ao crime. Até então, o superadesivo foi desenvolvido para ser usado na reparação de tanques de gasolina e conserto da superfície de aeronaves.

Ainda mais perto da ficção

Divulgação/Marvel ComicsSe a utilização de um adesivo lhe parece pouco heroico ou nada prático para se locomover por uma cidade como Nova York, que tal ter essa habilidade na sola dos seus pés ou na palma de suas mãos? Pois pesquisadores americanos criaram aquilo que chega mais próximo do poder do Homem-Aranha.

Trata-se de uma bota com um dispositivo elétrico em um solado cheio de pequenos orifícios alimentado por uma bateria comum de 9 volts. Ela cria uma espécie de campo magnético em volta do pé do usuário, que passa a escoar água por meio desses pequenos furos, o que cria uma força de sucção capaz de suportar o peso de uma pessoa. Para descer, bastar alterar a polaridade da corrente elétrica para que a aderência acabe.

A grande vantagem desse tipo de tecnologia sobre o Synthetic Gecko é a possibilidade de ser utilizada em vários tipos de superfície. Enquanto o adesivo precisa ser usado em ambientes secos e lisos, a bota elétrica é mais versátil e pode ser “colada” em qualquer tipo de material. Isso sem falar que a proximidade estética com o Homem-Aranha é muito maior.

Com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades

Como a grande maioria das criações tecnológicas, o primeiro mercado a estudar os benefícios desse sistema de escalada é o Exército Americano, seja para missões de invasão quanto para de resgate.

Divulgação/Sony

Primeiramente, equipamentos como a bota elétrica e o Synthetic Gecko possibilitariam que soldados escalassem prédios sem a utilização de cordas. Assim, resgatar pessoas de construções cujo acesso interno é comprometido torna-se muito mais simples e prático.

Outra funcionalidade que o dispositivo elétrico possui é de destruir. Em determinados casos a sucção do aparelho é tão forte que é capaz de deformar a superfície, de maneira semelhante quando você puxa o ar de um copo plástico. Uma luva equipada com esse tipo de tecnologia, por exemplo, poderia “explodir” uma porta facilmente.

Teia

Outra habilidade de nosso herói que sempre chamou a atenção da indústria fora dos quadrinhos é a teia que o Homem-Aranha utiliza para se balançar entre os prédios de Nova York e para lutar contra os criminosos da cidade.

Porém, há uma pequena divergência sobre a origem do fluido utilizado pelo Amigão da Vizinhança nas histórias em quadrinhos e nas versões adaptadas para o cinema.

Divulgação/Sony

Originalmente, Peter Parker criou um pequeno dispositivo que ele usava nos pulsos para disparar uma espécie de teia sintética. O problema é que ela era feita de um material resistente que nem mesmo o Exército dos EUA tinha conseguido reproduzir. Para evitar qualquer incoerência, adotou-se nos filmes o conceito de que a teia era produzida pelo próprio organismo do rapaz após o incidente genético.

Entretanto, oito anos após o lançamento do primeiro longa-metragem, a realidade é um pouco diferente. Apesar de ainda ser impossível recriar um elemento capaz de suportar o peso de um homem fantasiado de aranha, os avanços na criação de uma espécie de teia resistente já é algo próximo de sair das páginas das histórias em quadrinhos.

Divulgação/Sony

A empresa Nexia Biotechnologies misturou genes de uma aranha em uma cabra. O resultado foi a presença de um material no leite deste animal com resistência equiparável ao aço. Estima-se que ele seja capaz de suportar uma tensão de mais de 210 milhões de quilos por metro quadrado.

Batizada de “BioSteel” (algo como BioAço em uma tradução literal), a substância é semelhante à seda e, por incrível que pareça, parece ser compatível com o corpo humano. Por conta disso, estuda-se sua utilização em tratamentos fisioterápicos, principalmente com tendões e ligamentos.

Entre a ficção e a realidade

Entre os diversos super-heróis existentes nas histórias em quadrinhos, poucos possuem tecnologia correspondente a seus poderes no mundo real. No caso do Homem-Aranha, entretanto, realidade e ficção estão bem próximos.

Apesar disso, essas adaptações das habilidades do herói não significam que dentro de alguns anos vamos ver pessoas fantasiadas de aranha lutando contra o crime nas grandes cidades.

As histórias em quadrinhos servem como fonte de inspiração para que novas tecnologias sejam criadas, mas com novas finalidades. Com o Amigão da Vizinhança não é diferente, mas não seria uma má ideia termos nossos próprios Peter Parker.

Aprenda a bloquear sites pornográficos e perigosos no computador

Evite que outros usuários utilizem o seu computador para acessar sites pornográficos e pare de sofrer com vírus e outros malwares.

Não é exagero dizer que a pornografia ocupa uma parcela considerável da grande esfera da internet mundial. Sites de todos os tipos atendem aos gostos pessoais de cada usuário, disponíveis 24 horas por dia, 7 horas por semana, para quando o usuário sentir vontade de ver alguma foto ou assistir a algum vídeo.

O grande problema do material adulto disponível na internet é que ele não é restrito aos adultos. Além de ser muito fácil burlar as páginas de confirmação, links para estes sites podem ser encontrados em qualquer página que o usuário estiver navegando, nos emails e também em banners escondidos.

Pior ainda é saber que grande parte destas páginas está carregada com arquivos maliciosos, prontos para danificar o seu sistema e criar inconvenientes gigantescos. Vírus, trojans e outros malwares são figuras recorrentes nos sites de conteúdo pornográfico e erótico.

Segurança em primeiro lugar

Se você quer evitar que os outros usuários do seu computador acessem estes conteúdos, uma dica muito boa que não demanda a instalação de softwares é a configuração de um DNS seguro. Neste artigo trazemos oFamily Shield, uma ferramenta provida pelo Open DNS que coloca o seu computador em um servidor DNS que restringe acessos e garante a segurança da sua família.

Aprendendo a configurar

Para configurar o servidor DNS FamilyShield é necessário seguir alguns passos muito simples, mas diferentes para cada sistema operacional encontrado. Confira agora as dicas do Blog do Igor para alterar as configurações do seu computador:

Windows XP

Acesse o Menu Iniciar, em seguida clique sobre o ícone do “Painel de Controle” e então selecione as “Conexões de Rede”. Clique com o botão direito do mouse sobre a conexão ativa e então sobre a opção “Propriedades”.

Acessando as conexões de rede

Selecione “Protocolo de Internet (TCP/IP)” e clique novamente em “Propriedades”.Na janela que será aberta, selecione a opção “Usar os seguintes endereços de servidor DNS” e insira os endereços:

  • Servidor DNS preferencial: 208.67.222.123
  • Servidor DNS alternativo: 208.67.220.123

Inserindo os endereços DNS

Aplique as modificações e pronto. Você já está protegido.

Windows 7 / Vista

Para os dois sistemas operacionais mais novos da Microsoft, as configurações a serem feitas são as mesmas. Acesse o “Painel de Controle” no Menu Iniciar e então clique sobre “Exibir status e tarefas de rede”. Ao lado de “Conexão local”, clique em “Exibir status” e então em “Propriedades”.

Configurações acessíveis

Selecione “Protocolo TCP/IP versão 4” e clique novamente sobre “Propriedades”. Na janela que será aberta, selecione a opção “Usar os seguintes endereços de servidor DNS” e insira os endereços:

Servidor DNS preferencial: 208.67.222.123

Servidor DNS alternativo: 208.67.220.123

Insira os códigos indicados

Assim que aplicar as configurações, você já estará restringindo o acesso do computador a páginas pornográficas.

Linux (Distro: Ubuntu)

Na Área de trabalho do sistema operacional, clique com o botão direito sobre o ícone de rede e então sobre a opção “Editar conexões”. Selecione a conexão utilizada e clique novamente sobre o botão “Editar”. Escolha a aba “Configurações IPv4”. Na caixa de texto referente aos servidores DNS, insira os endereços:208.67.222.123, 208.67.220.123. Clique em “OK” e reinicie o sistema.

Configurando o Ubuntu

Mac OS (Versões Leopard)

Clique sobre a maçã da Área de trabalho e selecione a opção “Preferências de sistema”. Escolha o ícone referente à Rede e escolha a primeira conexão apresentada na janela de conexões. Vá para a janela de configurações avançadas e insira os endereços: 208.67.222.123 e 208.67.220.123. Clique em “OK” para finalizar.

O Mac é fácil de ser configurado

Considerações finais

Esperamos que as dicas tenham sido úteis para todos os usuários que desejam bloquear os acessos a sites pornográficos e também os banners que podem ser colocados em outras páginas. Caso queira desfazer as ações, basta seguir os mesmos passos explicados acima, mas retirando os endereços DNS do FamilyShield.

Mouseless: um mouse invisível para o seu computador

E se você pudesse realizar todas as operações básicas do mouse sem precisar utilizá-lo? Mouseless é um projeto que elimina o objeto, mas não sua funcionalidade.

Mouse invisível? Sim, isso é possível e funciona. Mouseless é um projeto que está sendo desenvolvido nos laboratórios do MIT (Massachusetts Institute of Technology), uma das universidades de tecnologia mais conceituadas do mundo.

O nome desta ideia – Mouseless – significa “sem mouse”. E é exatamente isso que acontece: você utiliza o computador, executando todas as funções básicas que seu mouse realiza, mas sem utilizar um objeto para isso.

Segundo os pesquisadores, apesar de novas tecnologias para uso do PC surgirem a cada dia, o mouse segue sendo um item essencial. A praticidade de utilizar os botões direito e esquerdo e movimentar o cursor é algo já familiar aos usuários.

Mouseless

Portanto, a ideia é seguir utilizando estes gestos já tão comuns para nós, mas sem a necessidade de um mouse. Através de um laser e de uma câmera digital localizados ao lado do computador, é possível cobrir uma boa parte da superfície onde você coloca sua mão para movimentar o mouse.

O laser e a câmera possuem radiação infravermelha, o que significa que são capazes de captar calor. Conectados ao computador, enviam a informação de onde está sua mão e os movimentos que ela faz. Observe o vídeo abaixo:

Sua mão fica posicionada como se estivesse mesmo operando um mouse. Seus cliques e movimentos do cursor são detectados e você pode utilizar o Mouseless como um acessório normal. Ou seja, clicar no botão direito ou esquerdo e até dar dois cliques para abrir um aplicativo.

Mouseless

Por ora, só as ações mais básicas de um mouse podem ser captadas e interpretadas pelo computador. No entanto, os cientistas já trabalham para ampliar o número de gestos identificáveis.

Em breve, será possível realizar movimentos que apliquem zoom na tela, multitoque, rolar páginas, etc, como em uma tela touchscreen. Qualquer tipo de movimento realizado na superfície captada pela câmera e pelo laser poderá ser adicionado ao Mouseless.

Os cientistas afirmam que o modelo que aparece no vídeo e nas imagens custou apenas U$ 20 para ser construído e, pelo menos nelas, mostra-se muito eficiente. Será que em breve teremos mouses invisíveis em nossos computadores?

LG Tag: celular conceitual em que a simplicidade reina

Falar ao celular com as mãos livres? O conceito do LG Tag vai tornar a forma como nos comunicamos descomplicada. Conheça o design arrojado deste aparelho que poderá fazer parte do seu dia a dia.

Entretanto, a maioria das pessoas não usufrui de tantas funcionalidades disponibilizadas nos celulares mais modernos, os chamados smartphones. Um dos motivos para que isso aconteça é que existem outros aparelhos eletrônicos que realizam tais tarefas com maior qualidade, como netbooks, câmeras digitais de alta resolução, players portáteis e, agora com mais intensidade, tablets.

Então por que gastar mais dinheiro com ferramentas que você não utiliza? Esta foi a visão da empresa de design Speed Studio Design ao criar o LG Tag, um conceito de celular com foco na simplicidade e portabilidade.

Surpreenda-se com este conceito de celular.

Fonte da imagem: Speed Studio Design

Design arrojado

Ao bater o olho nos desenhos divulgados, o primeiro ponto impactante é seu design circular. O aparelho ganha um aspecto visual arrojado, moderno e diferenciado. As cores, ao menos neste momento de desenvolvimento conceitual do eletrônico, seguem o padrão da marca - uma forma de criar uma identidade visual da organização.

A portabilidade foi um dos quesitos priorizados pelos designers. Com isso, as dimensões do LG Tag são reduzidas: o conceito apresenta 55 milímetros de diâmetro e 10 milímetros de espessura. Ele deve ocupar pouquíssimo espaço ao ser armazenado e ser muito leve.

Design arrojado, moderno e diferenciado!

Fonte da imagem: Speed Studio Design

Como você deve ter percebido, o modelo não possui nenhum botão externo. A parte frontal conta com uma tela sensível ao toque, para que o usuário consiga acessar as funções do celular. No lado interno existe um alto-falante para a transmissão dos sons, um logotipo da marca em alto-relevo e o clip para fixação na orelha da pessoa.

Quando menos é mais

Conforme já explicitado anteriormente, o objetivo do LG Tag é simplificar a maneira como nós usamos os celulares. Portanto, suas funcionalidades não trazem uma hiperconexão com a internet, uma câmera com alta resolução de imagens nem sistemas complexos de navegação.

Quanto mais simples, melhor.

Fonte da imagem: Speed Studio Design

As opções e ferramentas do conceito (incluindo agenda, histórico de chamadas, código de segurança e configurações do aparelho) são acessadas através da tela de toque simples e sistema de rolagem lateral ou por comandos de voz. Outras tarefas mais complexas podem ser executadas com a conexão do LG Tag com outro aparelho mais potente, para a troca de dados e acesso a redes sociais, por exemplo.

Basicamente, este modelo é um celular simples para receber e realizar ligações. Os diferenciais do LG Tag são suas dimensões, peso e a possibilidade de conversar sem a necessidade de utilizar as mãos!

O que você achou deste conceito de celular para a LG? Será que ele proporcionará tanta praticidade e ganhará espaço nesse mercado tão concorrido? Faça seu comentário!

terça-feira, 22 de junho de 2010

Novos Eletrônicos: Positivo Mini 510

Em primeira mão: Positivo pode lançar um computador semelhante ao Mac Mini.

Muita gente acha que um computador desktop é um incômodo por ser grande demais. Isso porque são grandes gabinetes pesados e mal desenhados que ocupam mais espaço do que alguns usuários podem oferecer. Se você é uma dessas pessoas, está mais do que na hora de conhecer um outro tipo de computadores de mesa.

Não se trata de um novo modelo de notebook, estamos falando dos computadores Mini, também conhecidos com nettops (em alusão à comparação entre netbooks e notebooks). O grande nome deste segmento é o Mac Mini, da Apple, que já vem conquistando fãs há algum tempo e, a cada nova geração, o faz com mais poder.

Mas se você não é um usuário que se adéqua ao perfil dos fanáticos pela Apple, surge uma nova opção de nettop para os brasileiros, criada por uma das maiores empresas de eletrônicos do Brasil. Trata-se do Positivo Mini 510, o primeiro nettop desenvolvido por uma empresa brasileira, a Positivo Informática.

Primeiras imagens do novo computador

Dados sobre o lançamento oficial deste computador ainda são um grande mistério. Nem mesmo a assessoria de imprensa da Positivo Informática possui informações concretas acerca deste novo aparelho. Mas para presentear os usuários, o Baixaki conseguiu as especificações e detalhes deste aparelho, por meio de uma fonte anônima.

Especificações e detalhes técnicos

Apesar de ser pequeno (4 cm de altura, 17,7 cm de largura e 18 cm de comprimento) e leve (apenas 2,5 Kg), o Positivo Mini 510 garante alguns bons recursos de hardware para os usuários que quiserem testá-lo.

O processador do Positivo Mini 510 é Intel Atom de 1,6 GHz (modelo similar aos utilizados por netbooks) com chipset gráfico NVIDIA MCP7A - Ion. Com 2 GB de memória, a placa-mãe suporta a expansão de pentes de memória para até 4 GB. Além disso o disco rígido SATA de 5400 RPM possui espaço para 500 GB de arquivos.

Também conta com uma placa gráfica NVIDIA GeForce 9300 – Ion, unidade de leitura e gravação ótico com suporte para CDs e DVDs, leitor de cartões com suporte para os formatos SD, MMC e MS e placa de rede sem fio interna.

Detalhes técnicos

Um dos grandes diferenciais do Positivo Mini 510 é o teclado sem fio. No formato ABNT, possui as 71 teclas padrão, 8 para comandos multimídia, 10 de aplicativos, 4 teclas para comandos de internet e um touchpad incluso. Este touchpad integrado ao teclado possui funções multitoque, similar aos dos notebooks mais novos.

Quanto às conexões para periféricos, há 1 porta E-SATA, 5 portas USB (1 frontal e 4 traseiras), entrada e saída de áudio, conexão para cabo de rede (RJ45) e 1 conexão HDMI. Ao que tudo indica, o Positivo Mini 510 será vendido no varejo já com o sistema operacional Windows 7 Home Premium instalado e também com Microsoft Word e Excel 2010 Starter.

Como já foi dito, ainda não há informações concretas sobre datas ou valores que serão cobrados pelo Positivo Mini 510. As informações deste artigo podem ainda ser alteradas pela Positivo Informática antes do lançamento oficial.


Otimize o uso da bateria de seu notebook e garanta o máximo de tempo de aproveitamento

Descubra os principais recursos que drenam a carga da bateria e confira dicas para melhorar o desempenho de seu notebook.

A maioria das preocupações que donos de notebooks têm está relacionada com o tempo de duração da bateria do dispositivo. E elas vão muito além de simplesmente se preocupar em ter carga o suficiente para terminar uma apresentação ou conseguir matar tempo em um aeroporto enquanto se espera pela hora do embarque.

Uma situação bastante comum, especialmente para quem não tem muita familiaridade com o mundo dos gadgets é que, após um tempo relativamente curto de uso, a bateria utilizada perca sua potência. Não é incomum ouvir casos em que após alguns meses um notebook que costumava durar 6 horas desconectado precise recarregar totalmente após cerca de 2 horas.

Mesmo que atualmente quase todo dispositivo utilize baterias de Ion-Lítio, que não sofrem do famoso efeito memória, é natural que após algum tempo de uso haja desgaste do dispositivo devido a processos químicos. Porém, o que mais se vê por aí são baterias que deveriam funcionar perfeitamente durante cinco anos sendo descartadas após pouco mais de um ano por negligência de cuidados do usuário.

Neste artigo vamos apontar algumas das principais situações que diminuem a vida útil das baterias, fornecendo dicas simples que vão garantir perdas mínimas de carga. Quanto mais cedo você começar a aplicá-las, melhor – embora o foco sejam as baterias de notebooks, os exemplos mostrados aqui servem para dispositivos como celulares, MP3 players e câmeras fotográficas.

Os principais vilões

Para maximizar o tempo que a bateria de seu notebook dura, é importante detectar os principais consumidores de energia do aparelho. Em um dispositivo moderno, o grande vilão responsável por esgotar a bateria em pouco tempo são as telas em LCD – quanto maior a intensidade da iluminação, maior a probabilidade de que logo seja preciso conectar o computador à tomada.

Em segundo lugar vem o hardware da máquina, incluindo o processo, placa de vídeo e chipset, que, apesar de representar quase 40% do consumo de bateria, tende a variar conforme o usuário. Afinal, uma plataforma voltada exclusivamente para jogos tende a consumir muito mais carga do que um notebook utilizado simplesmente para navegar na internet e acessar editores de texto.

Embora o gráfico seja bastante esclarecedor, deixa de lado alguns fatores que influenciam bastante no desempenho da bateria de um notebook. O principal negligenciado são os dispositivos USB conectados ao computador, como pendrives e discos rígidos móveis, que podem consumir boa quantidade de recursos em pouquíssimo tempo.

Outro ponto que não é levado em consideração pela maioria dos usuários é que a forma como a recarga é feita interfere no comportamento da bateria. Afinal, por mais que uma bateria de Ion-Lítio não sofra do efeito memória, não saber lidar direito com ela pode representar uma queda relevante na vida útil do dispositivo.

Como prolongar a vida útil da bateria

Agora que você conhece os principais vilões que consomem a bateria de seu notebook, é hora de conhecer os métodos mais eficientes para evitar que a carga acabe durante aquela viagem longa ou no momento de apresentar um trabalho importante. As sugestões apresentadas abaixo são feitas de forma bastante simples, e requerem somente alguns minutos de seu tempo.

Alterar opções de energia

Uma das formas mais eficientes de ponderar a forma como computador trabalha com a energia disponível é ajustar as opções de energia através das configurações do próprio Windows. Para isso, acesse o Painel de Controle do computador e selecione a opção “Opções de Energia” no XP, ou siga o caminho “Painel de Controle>Sistema e Segurança> Opções de Energia” no Windows 7.

O sistema operacional dispõe de vários planos que fazem o balanço entre desempenho e economia de energia, permitindo que o usuário ajuste os valores conforme o desejado. Quando se trata de notebooks, o recomendado é que o plano escolhido seja o “Economia de Energia” ou no máximo o “Equilibrado”, mesmo em momentos em que não é preciso poupar bateria.

Após selecionar o seu perfil, clique em “Alterar configurações do plano” para ter acesso a opções avançadas que permitem um maior controle sobre a forma como a energia é utilizada. Na janela seguinte pode-se ajustar o tempo que demora a apagar o monitor em caso de inatividade, e quanto tempo o dispositivo leva para suspender atividades.

Já a opção “Alterar configurações de energia avançadas” deve ser acessada somente por quem tem conhecimento avançado sobre a forma como o computador funciona. A partir da janela aberta pode-se alterar a forma como o dispositivo é resfriado (através dos coolers ou diminuindo o desempenho dos componentes) ou diminuir a carga reservada para o processador, rede sem fio ou placa de vídeo.

Ajuste o brilho do monitor

Os monitores LCD são os maiores vilões no que diz respeito ao consumo de bateria dos notebooks. Portanto, a maneira mais fácil de poupar alguns minutos de carga é ajustar o brilho da tela para que esta consuma menos energia – deixe somente o nível necessário para que a leitura não se torne desconfortável.

A maioria dos notebooks dispõe de teclas de atalho próprias que realizam esse ajuste, normalmente precisando que o usuário aperte uma tecla de comando em combinação com outra qualquer. Como cada fabricante adota um padrão diferente, recomenda-se consultar o manual de fábrica em caso de dúvidas sobre como acessar essa função.

Desabilite hardware desnecessário

Possui um notebook com conexão Bluetooth que não está utilizando? Então trate de entrar no Painel de Controle e desabilitar o dispositivo. Da mesma forma, caso esteja em um voo ou local onde não há acesso Wi-Fi, desabilite a placa de rede correspondente. Mesmo quando não estão recebendo ou enviando dados, esses dispositivos podem sugar a bateria de um notebook em poucos instantes, especialmente quando se encontram no processo de buscar uma rede de acesso próxima.

Da mesma forma, deixe desconectado qualquer dispositivo USB desnecessário, e certifique-se de habilitar a opção que permite ao Windows desligar automaticamente dispositivos que não estão sendo usados. Evite a todo custo utilizar PC Cards, pois estes dispositivos são conhecidos por acabar em pouquíssimo tempo mesmo com as baterias mais poderosas.

Outro ponto importante que é deixado de lado por muita gente é a quantidade de RAM disponível – quanto maior, menos energia o computador gasta. Isso porque, quanto menos memória está disponível, maior a quantidade de vezes que o Windows tem de descartar dados antigos para abrir espaço para novos e, consequentemente, maior o gasto de energia.

Mate processos desnecessários

Além de permitir que programas realmente importantes sejam acessados com maior velocidade, encerrar processos desnecessários garante alguns minutos extras de uso que podem fazer a diferença em uma viagem ou apresentação.

A forma mais eficiente de garantir um bom uso do computador é iniciar junto à máquina somente softwares essenciais, e recorrer ao Gerenciador de tarefas sempre que desconfiar de algum processo que continua a agir mesmo com o software correspondente encerrado.

Use o modo de hibernação quando possível

Uma das dúvidas mais recorrentes dos donos de notebooks é entre optar pelo modo de Hibernação ou deixar o dispositivo em espera. A diferença é que, enquanto o primeiro método desliga totalmente o computador e salva dados dos aplicativos abertos, o segundo simplesmente desliga o monitor e o disco rígido, continuando a consumir energia.

Outra vantagem do modo Hibernar é que somente o botão de ligar o computador pode tirar o sistema operacional deste modo, enquanto qualquer processo agendado (como a procura de vírus, por exemplo) pode desligar o modo de espera e utilizar a bateria sem o conhecimento do usuário.

Dicas para cuidar bem da bateria

Agora que você conferiu algumas dicas para diminuir o consumo de energia de seu notebook, é hora de prestar atenção no modo como faz a recarga da bateria e utiliza o computador.

O primeiro ponto que deve ser levado em conta é a temperatura – quanto maior, mais chances de que em pouco tempo seja necessário trocar a bateria, isso sem contar nos riscos ao resto do hardware. Portanto, evite ambientes com pouca ventilação e certifique-se de que as saídas de ar do aparelho estão sempre livres.

Um mito que permanece é o de que o ideal é recarregar baterias somente após a carga estar totalmente esgotada – verdade para as antigas de níquel-cádmio, mas algo que pode prejudicar o desempenho de uma feita de Ion-Lítio. Baterias com esta tecnologia atual costumam ter entre 400 a 500 ciclos de vida, e uma recarga completa significa consumir um ciclo inteiro.

Portanto, o recomendado é que a recarga dos aparelhos seja feita de forma constante, mesmo quando ainda há cerca de 40 ou 50% de bateria restante.Segundo fabricantes como a HP, Dell e Apple, só é necessário esvaziar e recarregar totalmente a cada três meses, para calibrar corretamente o medidor que indica a carga disponível.

Outra dica é desconectar a bateria do aparelho quando a carga estiver cheia e o notebook estiver conectado à tomada.Embora não haja dados que comprovem danos nessa situação, a conexão com a rede de força costuma aquecer a bateria, e pequenas quedas no fornecimento podem fazer com que a carga caia para 98% ou 99%, realizando cargas constantes até 100% que consomem importantes ciclos de vida.

Caso seja necessário guardar a bateria em algum lugar, certifique-se de deixá-la com uma carga de cerca de 40% e mantê-la em um lugar bem arejado. Após algum tempo, é normal que a bateria perca alguma carga, e deixá-la muito tempo sem nenhuma energia faz com que perca a capacidade de armazenamento, por isso a necessidade de manter certa carga antes de guardá-la.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Novos Eletrônicos: Libretto W100, o laptop dualscreen da Toshiba que mais parece um tablet

Com duas telas multitouch, Windows 7 e especificações razoáveis, o laptop da Toshiba veio bater de frente com o iPad.

No evento de comemoração dos seus 25 anos de mercado, a Toshiba lançou um gadget muito interessante: o Libretto W100. Ele é um ultraportátil com duas telas multitouch iluminadas por LED, de 7 polegadas cada e resolução de 1024 x 600 pixels.

Apesar de seu formato similar ao de um Nintendo DS, ele vai além de simples tablets e netbooks. A princípio, o aparelho será lançado em edição limitada, pois assim a empresa conseguirá saber a reação do público ao produto sem ter grandes prejuízos em caso de fracasso.

No entanto, é difícil imaginar isso. Afinal, ele conta com Windows 7 Home Premium instalado, processador Intel Pentium U5400 de 1.2 GHz, 2 GB de memória RAM, espaço de armazenamento de 62 GB (em SSD), Wi-Fi no padrão 802.11b/g/n, Bluetooth, webcam de 1.0 megapixel HD com tecnologia de reconhecimento de face Toshiba e entradas para USB e microSD.

Bom para digitar

As duas telas contam com acelerômetro 3D, tornando a experiência de leitura em sua tela parecida com a leitura do mesmo texto num livro ou jornal. O W100 pesa apenas 700 gramas, tem dimensões 20,1 x 12,8 x 3 cm e conta com 6 modos de exibição de teclados virtuais sensíveis ao toque.

Como era de se esperar, o Libretto é multitarefas e pode ser tanto utilizado para navegar na internet, quanto para execução de arquivos multimídia. Quem comprar uma das poucas unidades disponibilizadas no final de agosto, no Japão – posteriormente em mercado como Europa e Estados Unidos –, precisará desembolsar em torno de 1,3 mil dólares (120 mil ienes).

Esse preço é quase o triplo de um iPad, mas se você levar em consideração que o tablet da Apple possui apenas 256 MB de memória RAM – enquanto o iPhone 4 apresenta o dobro –, os 2 GB do Libretto parecem muito interessantes. Fora o preço, outro problema do W100 é que sua bateria de 8 células funciona por um período máximo de 2 horas (4 horas com bateria de alta capacidade).

Suas duas telas funcionam de maneira análoga a um PC com dois monitores. Ou seja, é possível usar ambas para visualizar uma mesma página (retrato ou paisagem) ou cada uma com sua própria janela – por exemplo, uma com janelas do MSN e a outra com o navegador aberto.

Em termos de design, o W100 segue uma linha similar ao Courier da Microsoft (projeto cancelado de booklet) e possui dimensões similares aos antigos “subnotebooks” da linha Libretto da década de 1990. Comparado com os outros tablets já lançados, o da Toshiba é um tanto “quadradão”. Mesmo assim, parece bastante prático, pois cabe facilmente num bolso de casaco, por exemplo.

Você acha que o Libretto W100 tem futuro e/ou representa uma ameaça para o iPad? Qual sua opinião sobre o aparelho em si (design, tamanho e especificações)?


O computador que desafia a inteligência humana

A IBM quer desafiar a mente humana. Para isso está desenvolvendo o Watson, um supercomputador para participar de um quiz americano. Estariam as máquinas superando nossa inteligência?

A IBM (International Business Machines) é uma das empresas mais tradicionais e poderosas do mundo tecnológico. O desenvolvimento de computadores com altíssimo desempenho de processamento de dados e investimentos em inteligência artificial (a tecnologia que possibilita a criação de robôs e androides nos filmes) são algumas das características mais fortes da organização.

Para estimular seus colaboradores e provar a qualidade de seus produtos, a multinacional afronta a inteligência humana através de desafios nada comuns. É posta em prática a velha e tão discutida disputa entre o homem e a máquina.

A “bola da vez” é descobrir quem é capaz de “pensar” com maior eficiência: o supercomputador Watson ou o maior campeão do programa norte-americano Jeopardy?

Esse é o Watson

Os engenheiros da IBM vêm desenvolvendo ao longo dos últimos três anos o Watson (o nome foi uma homenagem ao fundador da empresa, Thomas J. Watson). O objetivo da equipe é fazer com que este computador muito potente (e bota potente nisso!) vencer o quiz televisivo mais famoso dos EUA, o Jeopardy.

Neste programa distribuído pela CBS Television Distribution, três participantes são dispostos em frente a um painel com 30 monitores, nos quais são exibidas frases relacionadas com os mais diversificados temas - como política, ciência, artes, história e cultura popular. Para pontuar, cada concorrente deve formular uma pergunta que teria a frase escolhida como resposta.

Qual seria o verdadeiro desafio para o Watson?

Diferente, não é mesmo? Aqui no Brasil nenhum reality show apresentou tal formato, apenas no modelo em que o apresentador faz uma pergunta e o participante responde. Se essa forma de competir já é estranha, uma máquina tem dificuldades muito maiores.

O verdadeiro desafio

Eis que está o maior desafio do Watson: interpretar os enigmas, as ironias, as sutilezas e a subjetividade que possa existir no conteúdo apresentado durante a disputa. Sem falar nas infinitas possibilidades de assuntos abordados, no pouco tempo de processamento dos dados e na compreensão e adaptação das perguntas em uma linguagem humana (muito mais complexa que os símbolos estáticos da linguagem de computadores).

Um dos possíveis concorrentes para o supercomputador da IBM é Ken Jennings, vencedor de 75 edições consecutivas do programa, acumulando um montante de US$ 2,52 milhões no ano de 2004. Para ser justo, Watson não terá conexão com a internet durante o evento, que, segundo os boatos da web, deve ocorrer em 2011.

Estamos sendo superados pelas máquinas?

Esta não será a primeira vez que a IBM põe à prova a eficiência da inteligência do ser humano. Em 1997, o computador chamado Deep Blue contou com um processamento de 200 milhões de movimentos de xadrez por segundo para derrotar o campeão mundial da modalidade, o russo Garry Kasparov.

A derrota foi muito contestada na época e indícios de adulterações durante a partida foram motivos de reclamação por parte de Kasparov. Ele teria pedido uma revanche, mas a IBM não topou e “aposentou” o Deep Blue. Seria isso uma tentativa de encobrir alguma malandragem realizada?

As tecnologias dominam o mundo.

Deixando de lado as especulações e polêmicas, fato é que as empresas de tecnologia investem pesado em sistemas cada vez mais potentes e parecidos com a forma que o homem processa informações. Afirmar que máquinas já podem imitar o funcionamento do cérebro humano é uma precipitação.

Entre dilemas éticos e expectativas futuristas, o que não podemos negar é que os computadores chegam mais longe a cada dia que passa. Quem ganha com isso? No fundo todos nós saímos vencedores, seja com novos equipamentos para a área da saúde, inovações nos meios de comunicação ou a forma como os negócios são administrados. A tecnologia e o homem sempre andarão juntos rumo à prosperidade.

As tecnologias se renovam constantemente.

Aonde a capacidade de processamento e de inteligência artificial das máquinas pode chegar? Corremos risco de sermos dominados por supercomputadores ou isso não passa da ficção cinematográfica? Deixe sua opinião no espaço destinado para comentários!


Adeus aos recados invisíveis do Orkut

Recentemente, o Orkut passou por mais uma reforma, desta vez voltada à forma de envio e visualização dos recados. Acontece que as mudanças não foram muito bem aceitas por todos os usuários e, depois de inúmeras reclamações, o recurso que selecionava o alcance dos recados foi excluído da comunidade.

Um grande mal-entendido

A privacidade dos recados sempre foi importante para os usuários do Orkut, no entanto, a única forma de se obter total sigilo era através do campo “Depoimentos”. Com a recente atualização, aparentemente qualquer recado enviado se tornaria público e seria exibido na página de todos seus amigos, similar ao modelo Twitter.

Logo do Orkut.

Acontece que o funcionamento não se deu bem assim. Ao enviar recados os usuários na verdade tinham a opção de escolher quais pessoas teriam acesso a ela. A opção “Todos” apenas vinha marcada como padrão. Os recados seriam assim muito mais flexíveis, podendo se tornar visíveis a todos, para um determinado grupo ou tão privados quanto os depoimentos definidos como “não aceite”.

Como fica?

Diversas comunidades foram criadas na tentativa de desfazer o recurso que, aparentemente, exterminava a privacidade dos recados. Tantas reclamações chegaram aos ouvidos atentos da Google, que voltou atrás nas atualizações e optou por uma transformação muito mais singela.

Os recados voltaram à sua forma tradicional (disponíveis apenas na caixa de quem os recebeu, mas visíveis a todos os amigos) e os usuários contam com o recurso “Conte para seus amigos!” destinado a enviar mensagens públicas. Já para enviar recados privados, continuamos a distorcer o campo destinado aos depoimentos.

As mensagens do Orkut jamais foram privadas para seus amigos, qualquer amigo seu pode entrar em sua página de recados antes de você e ficar sabendo de tudo o que se passa em sua vida. Parece que aí está a verdadeira graça da comunidade e o motivo para tantas reclamações: bisbilhotar os recados alheios não seria possível com a atualização.

A Google promete solucionar o impasse com a privacidade nas mensagens do Orkut, esperamos que desta vez sua funcionalidade seja compreensível a todos os usuários.

Por dentro da maçã

Confira as novidades de mais uma semana da empresa de Steve Jobs: sucesso na pré-venda do iPhone 4, novo App na AppStore, e muito mais.
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Nesta semana, as novidades no pomar de Jobs não deram muitos frutos em relação ao anúncio de novas tecnologias. Contudo, se o assunto for a pré-venda do iPhone 4, a história muda totalmente de figura.

Pré-venda do iPhone 4

Logo no primeiro dia da pré-venda, o iPhone 4 bateu recordes nunca antes vistos. Para você ter ideia da magnitude do acontecimento, basta saber que o volume inicial de reservas do aparelho foi dez vezes maior que o do iPhone 3GS – comparado com o primeiro dia de pré-venda deste.

Além disso, o número de acessos à loja virtual da Apple superou em três vezes (13 milhões) o número de acessos do recorde anterior. Isso foi tão inesperado que o site caiu diversas vezes e muitos potenciais compradores ficaram sem conseguir encomendar o novo brinquedo.

A empresa de Jobs anunciou que mais de 600 mil aparelhos foram encomendados. Quem conseguiu encomendar antes da queda do sistema, receberá em casa seu iPhone 4 no dia do lançamento oficial, 24 de junho.



Más notícias para quem não encomendou em tempo: o estoque de aparelhos foi esgotado e o novo lote estará disponível somente por volta do dia 14 de julho – ou seja, com duas semanas de atraso em relação ao prazo anteriormente previsto. Para conseguir efetuar a pré-compra nesse segundo lote, basta acessar a loja online da empresa quando ela for liberada novamente.

Os pedidos antecipados do iPhone 4 foram realizados por consumidores de países como Estados Unidos, Reino Unido, França, Japão e Alemanha. Já no Brasil, a previsão para a disponibilização no mercado é para setembro.

Outra razão para a suspensão temporária da pré-venda, ocorrida por causa do congestionamento da loja virtual da Apple, foi um grande número de erros ocorridos nos pedidos: após enviar suas informações, o resumo da compra mostrava os dados de outra pessoa. Até isso ser revolvido a pré-venda não volta – afinal, na semana passada os emails de 114 mil usuários de iPads foram divulgados na rede, por causa de uma falha de segurança.

Com medo de não conseguir seu iPhone 4 no dia do lançamento – provavelmente por causa dos problemas acima –, o texano Justin Wagoner montou acampamento em frente à Apple Store da Know Street, em Dallas. Sim, ele começou a fila com uma semana inteira de antecedência. Mas, não pense que ele foi desprevenido. Ele levou consigo: saco de dormir, cadeira, comida, bebida e energia para suas bugigangas.

Mais iPhone 4: características físicas e algumas especulações

Rumores de meados de maio foram confirmados. Diferente do iPhone 3GS e iPad, o iPhone 4 conta com nada menos do que o dobro de memória RAM: 512 MB! Tamanho aumento se dá para que o aparelho aguente rodar todas as novidades do iOS 4 em seu display de alta resolução, como o sistema multitarefas e aplicativos pesados como o iMovie – para edição de vídeos em HD.



Disponível inicialmente com 16 ou 32 GB, o iPhone 4 poderá possuir um espaço de armazenamento oito vezes maior no próximo ano. Tal aumento será graças à Toshiba: recentemente ela conseguiu produzir um chip com capacidade de 128 GB. Ou seja, basta ter dois deles no aparelho para alcançar 256 GB de espaço!

Entretanto, nem tudo são pomos maduros em relação à nova atração do pomar: há um bicho da maçã pronto para estragar a festa. Técnicos da empresa norte-americana “iFix your i” realizaram um teste de resistência com a tela de um iPhone 4 (sem os componentes internos): deixaram-no cair de um metro de altura, três vezes seguidas.

Nas duas primeiras quedas, nenhum problema. Na terceira, todavia, a tela do aparelho trincou completamente. É preciso ter em mente que os resultados num aparelho completo (com os componentes internos, de fato, dentro dele) provavelmente difeririam deste. No entanto, eles provavelmente seriam mais drásticos – afinal, sem nada dentro o aparelho fica mais leve.

Novo Mac mini

Seguindo a tendência de construção do MacBook Pro, o novo Mac mini recebeu corpo de alumínio monobloco e consume apenas 10 watts quando em repouso – ou seja, “pequeno” e “econômico” são palavras que o descrevem perfeitamente.



Apesar do tamanho diminuto, suas configurações são robustas o suficiente para que qualquer consumidor procurando qualidade, pondere se o compra ou não. Além disso, considerando sua qualidade, o preço praticado está na média de um PC de configurações parecidas. Para mais detalhes sobre este pequeno notável, confira o artigo “O novo Mac Mini chega com tudo!”.

App de iPhone para acessar a Apple Store

No mesmo dia do início da pré-venda do iPhone 4, a AppStore lançou um aplicativo gratuito para os consumidores norte-americanos, o Apple Store. Como o próprio nome sugere, o app é responsável por abrir uma página com os principais destaques de produtos da empresa e possibilitar a encomenda deles. Disponível somente nos Estados Unidos, é possível sonhar que algum dia o aplicativo ganhe uma versão para o pomar tupiniquim.

App Find My iPhone gratuito por dois meses

O serviço de localização Find My iPhone serve para localizar aparelhos perdidos ou roubados e, no segundo caso, apagar remotamente informações pessoais do telefone. Quem possui conta norte-americana no iTunes agora tem a chance de baixar e usar gratuitamente este aplicativo durante dois meses. Porém, precisará pagar a anualidade do MobileMe para continuar a usá-lo.



MobileMe Mail disponível para todos os usuários

O email do MobileMe acaba de sair da fase beta de testes e agora está disponível para todos que estiverem dispostos a pagar a taxa anual de 99 dólares do serviço. Seu visual ficou muito mais parecido com o iPad Mail e ganhou algumas melhorias de performance – como: mais segurança, suporte para visualização widescreen e compacta, barra de formatação e compactação de arquivos num só clique.

iTunes Store Brasil ganha seção de podcasts

Aos poucos as possibilidades da iTunes norte-americana migram para a versão brasileira da loja virtual da Apple. Antes inacessível senão por meio da loja internacional, agora a seção de podcasts foi adicionada à iTunes Store Brasil. Em outras palavras, agora o usuário tem a chance de assinar os podcasts transmitidos pela jukebox virtual da empresa de Steve Jobs.

Ainda sobre o iTunes, a empresa lançou, nesta semana, a versão 9.2 do programa. Como principais destaques, ela traz melhorias no desempenho – maior rapidez ao realizar backups, ao carregar bibliotecas de músicas e ao navegar por elas usando todas as artes gráficas disponíveis – e suporte para iOS 4.



As novidades desta semana giraram, principalmente, em torno do iPhone 4 – como não poderia deixar de ser. No entanto, não deixe de conferir a 17ª edição do nosso “Por dentro da maçã” e descubra se mais novidades terão aparecido até lá!

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