Apesar da grande quantidade de aplicativos de gerenciamento de imagens, a solução da Microsoft pode ser tudo o que você precisa.
Se você não é um fotógrafo profissional, dificilmente vale a pena gastar dinheiro comprando um aplicativo como o Adobe Lightroom para organizar as suas imagens. Nesse caso, existem várias opções gratuitas de software que você pode usar, porém, no Windows, uma das mais recomendadas é o Windows Live Photo Gallery.
Parte da suíte de aplicativos Windows Live Essentials – que contém programas como o Messenger e o Movie Maker –, aGaleria de Fotos (como é chamado em português) oferece facilidade e funcionalidade. A principal vantagem do programa é contar com a rede do Windows Live, facilitando o compartilhamento das suas fotos, e ser otimizado para o Windows pela própria Microsoft.
Desde o começo
Depois de instalar a suíte Live Essentials, você não precisa nem mesmo abrir a Galeria de Fotos para utilizar seus recursos. É necessário apenas ter uma câmera fotográfica, sendo que até a do celular serve.
Para importar as imagens e adicioná-las à Galeria de Fotos, você deve conectar – normalmente através de um cabo USB – a câmera ao computador. Durante a primeira conexão entre os dois equipamentos, o Windows buscará os drivers necessários para a sua máquina fotográfica e, depois de terminado esse processo, apresentará a janela de “Reprodução Automática”.
Nesta janela, selecione a opção “Importar imagens e vídeos usando o Windows Live Galeria de Fotos”. Para automatizar esse processo – importando tudo automaticamente sempre que você conectar sua câmera – basta marcar a caixa de seleção “Sempre fazer isso para imagens”, tornando essa a ação padrão do sistema.
Escolhendo e marcando
A próxima janela exibida apresenta duas opções: “Revisar, organizar e agrupar itens para importação” oferece a possibilidade de você escolher quais imagens serão importadas, além de facilitar a organização das fotos; enquanto “Importar todos os itens agora” transfere todas as imagens e vídeos para a Galeria de Fotos.
A segunda opção habilita ainda um campo de texto chamado “Marcas”, no qual você pode adicionar tags de metadados às imagens transferidas.
Clicando em “Mais opções”, as preferências de importação – como a remoção das imagens da câmera depois de transferidas para o computador – podem ser padronizadas.
Organização antes de importar
Como a transferência de todos os itens nem sempre é desejável, recomenda-se – na maioria dos casos – utilizar a primeira opção do diálogo de importação. A janela de organização apresenta as imagens separadas por grupo, e permite a seleção de quais serão transferidas para o computador, além de oferecer a possibilidade de adicionar marcas a grupos específicos.
Para decidir quais fotos devem ser consideradas pela Galeria de Fotos, basta clicar em “Exibir todos os N itens”, e decidir individualmente se cada imagem será transferida. Perceba que vídeos – ao contrário das fotos – não mostram miniaturas e são representados apenas por um ícone.
Depois de adicionar as tags – usando o link "Adicionar marcas" – e escolher quais imagens serão importadas, acione o botão “Importar”, que as fotografias serão enviadas para a Galeria de Fotos do Windows Live.
A Galeria de Fotos
Todos os processos que você desempenhou durante a importação – como adição de marcas, agrupamento de arquivos e outros – são possíveis dentro do Windows Live Galeria de Fotos. Além disso, compartilhamento e algumas edições básicas também estão disponíveis dentro do software da Microsoft. Porém essa segunda parte é assunto para um outro artigo.
Divirta-se aproveitando a facilidade de ter todas as fotografias e vídeos digitais transferidos rápida e facilmente para seu computador, e nunca mais se perca em pastas enormes com milhares de arquivos, graças à Windows Live Galeria de Fotos.
Confira as dicas que o Blog do Igor separou para você e pare de fazer feio na hora de enviar emails.
Você sabia que os emails existiam antes mesmo de haver a internet? Pois, em 1965, um sistema primitivo foi desenvolvido para que computadores pudessem trocar mensagens mesmo estando separados por distâncias enormes. Mais de 40 anos se passaram e a grande maioria dos usuários ainda utiliza os serviços da maneira errada.
O Blog do Igor separou uma série de dicas para que você possa utilizar as mensagens de email da melhor forma possível. Ou seja, sem encher as caixas de entrada de seus amigos com mensagens indesejadas ou poluídas e sem formatação. Confira quais são as principais reclamações dos usuários em relação ao assunto.
Não encaminhe correntes para todos os contatos
“Samara morreu aos 13 anos, em 1454, e vai atormentar a todos aqueles que não encaminharem esta mensagem”. Acredite, isso não é verdade! Pense bem antes de encaminhar uma corrente para seus contatos, além de ser muito chato receber esse tipo de email, grande parte delas carrega links maliciosos.
Não utilize o campo Cc, e sim o Cco
É sabido que na internet existe uma infinidade de usuários que não estão conectados apenas para se divertir ou trabalhar, mas para se aproveitarem de pessoas inocentes e lucrar com isso. Uma forma de conseguir isso é capturando endereços de email e então vendendo para empresas especializadas em spam.
Enviando mensagens de email com cópia (Cc), todos os destinatários ficam visíveis para os outros, facilitando a ação dos ladrões de endereço (e dificultando a leitura da mensagem). Evitar esse problema é muito simples, tudo o que você precisa fazer é utilizar o campo de cópia oculta (Cco) e assim ninguém fora você sabe quem mais recebeu sua mensagem.
Visual limpo: não encaminhe mensagens sem formatação
Encaminhar mensagens é fácil, pois o tempo tomado é praticamente inexistente. E já que ninguém gastou tempo para escrever, uma ótima maneira de fazer seus textos ficarem mais leves é formatando as mensagens. Basta apagar listas de contatos e comentários perdidos nas mensagens para que seu email fique mais elegante e muito menos enfadonho.
Não encaminhe todas as mensagens
Fale a verdade: você já recebeu milhares de mensagens lindas em PowerPoint e se sentiu tentado a enviar para todos os seus amigos. Agora imagine se todos tivessem a mesma ideia... Não demoraria para que as caixas de entrada de todos ficassem lotadas e os servidores começassem a cair.
Por isso pense bem antes de encaminhar as mensagens que recebe. Leve em consideração que os seus contatos são heterogêneos, o que faz com eles não tenham os mesmos gostos e, portanto, não se interessem pelos mesmos assuntos. Evitando esta prática você para de perder pontos com seus amigos virtuais.
Não mande mensagens para quem não pode acessá-la
Cuidado ao enviar mensagens pessoais para contas de email empresariais. Além de tomar o tempo da outra pessoa, é possível que ela fique muito constrangida em alguns casos. Se a mensagem contiver conteúdo adulto, informe isso no assunto; se ela contiver muitas imagens, faça o mesmo, pois assim o seu colega não ocupará a banda da internet com mensagens que não pode ler no momento.
NÃO SEJA AGRESSIVO. Ops, Caps!
LETRAS MAIÚSCULAS FAZEM PARECER QUE QUEM ESCREVEU A MENSAGEM ESTAVA GRITANDO. Por isso, desligue o Caps Lock. E mais, evite tecer comentários com muitos palavrões, pois além de parecer muito grosseiro, os emails com palavrões perdem o foco principal, que é difundir alguma informação.
Não seja prolixo
Se você quer dizer alguma coisa para alguém, o melhor a fazer é dizer diretamente. A menos que esteja declarando seu amor para sua melhor amiga, ir direto ao assunto é sempre a melhor opção. Isso evita que seus contatos desistam de ler a mensagem até o final e também evita que o destinatário se perca em um mar de informações irrelevantes para aquele momento.
Não prolifere o caos
Fim do mundo, gripe suína, ataque terrorista ou refrigerante causador de câncer; tudo isso já foi motivo de preocupação para os seres humanos. Mas evite repassar informações de fontes duvidosas, pois esse tipo de mensagem só colabora para que o caos seja instaurado na internet.
Não clique em links desconhecidos
Esta dica não se limita aos emails, mas é muito importante. Sempre que algum usuário desconhecido enviar algum link para você, pense muito bem antes de clicar sobre ele. Além de ser muito provável que seu computador seja infectado por algum vírus, sua conta de email pode ser invadida e todos os seus contatos podem ser atacados pelo mesmo capetinha cibernético. Se você não resistir, antes de clicar posicione o mouse sobre o link e veja na Barra de status do navegador para onde você será encaminhado de verdade.
Não responda sem verificar os destinatários
Esta dica foi criada especialmente para quem possui grupos de email. Ao receber alguma mensagem, preste muita atenção na hora de respondê-la, pois não são raros os casos de pessoas que respondem para apenas uma pessoa, ou em piores situações, respondem para todos pensando que estão enviando para apenas uma. Constrangimento certo.
A moda tridimensional invadiu os computadores e agora quer dominar nos notebooks. Conheça todas as novidades do 3D portátil e comece a poupar seu dinheiro.
Todas as notícias apontam para um único futuro: o tridimensional. Depois dos jogos 3D nos computadores, do investimento massivo em tecnologias para reprodução nos cinemas, da introdução das televisões com imagens tridimensionais e dos anúncios de games com direito ao novo recurso, chegou a vez dos notebooks disporem das belíssimas imagens que saltam para fora da tela.
Bem-vindo ao 3D
Há algum tempo atrás publicamos um artigo que falava sobre o lançamento de um Toshiba com tecnologia Blu-ray 3D, o qual era dotado de uma placa de vídeo soberba, processador de alto desempenho e outras configurações invejáveis. E não é só os notebooks 3D da Toshiba que são assim, pois todas as fabricantes focam esforços nos games e filmes de Alta Resolução, afinal, esse é o propósito dos notebooks 3D.
Mas não servirão para outros fins? Com certeza a ideia é migrar diversos aplicativos e atividades para o 3D. Sendo assim, no futuro será possível criar uma apresentação de slides e visualizá-la em três dimensões. Claro que outras tantas funções devem ser acrescentadas aos poucos, mas tudo exige muito tempo de desenvolvimento.
A aposta
Muitas fabricantes estão apostando fundo na tecnologia 3D e isso é possível notar pela quantidade de notebooks que já dispõe do recurso. Toshiba, ASUS, LG, Sharp e muitas outras planejam vender muitos notebooks em 2010, porém anunciam que o grande faturamento deve ocorrer em 2011, época em que haverá até 30% de crescimento nas vendas. Será mesmo?
No que depender de países desenvolvidos é provável que os notebooks 3D realmente virem um sucesso, mas o preço não deve agradar a todas as classes sociais. No Brasil é possível que bem pouca gente invista no tridimensional e não apenas pelo quesito preço, porém o aspecto “utilidade” conta muito.
A pergunta chave é justamente essa e a resposta pode ser mais simples do que você pensa. Como você já deve ter notado, os computadores portáteis com tecnologia tridimensional são especialmente criados para jogos e filmes tridimensionais, sendo que a usabilidade fica limitada no cotidiano.
Além disso, para visualizar as imagens 3D é preciso utilizar óculos compatíveis com a tecnologia do notebook, sendo que cada usuário necessita de um. Ou seja, caso você queira assistir a um filme junto com os amigos no seu novo notebook, terá de ter uma coleção de óculos para que cada um possa desfrutar das cenas que saem da tela.
Não querendo ir contra a tecnologia, mas o 3D nos notebooks é muito mais uma futilidade do que uma necessidade. Os perfis de usuários restringem-se muito as atividades básicas, sendo que apenas os gamers vão optar por um notebook deste padrão. Vale lembrar, que nem tudo terá versão em 3D, sendo que é mais interessante optar por um PC desktop com placa e óculos 3D, do que pensar em mobilidade aliada ao novo recurso.
E não falando apenas em jogos, devemos lembrar que os filmes em 3D que rodarão nos notebooks não serão tão impressionantes quanto os que poderão ser visualizados em TVs tridimensionais. Por quê? Óbvio, a tela de qualquer notebook dificilmente passa de 17 polegadas e há toda uma complicação para iniciar o Windows, acessar o programa multimídia, para então assistir ao filme.
Claro que no final a decisão cabe a cada um, todavia a jogada arriscada das fabricantes baseia-se apenas no capitalismo, onde as pessoas realmente migram toda hora para novos produtos sem cogitar muito o quanto vale a pena.
Prepare-se para fazer um empréstimo
Muitas pessoas pensam seriamente na compra de um notebook e geralmente avaliam diversas configurações antes de realmente decidir o modelo que vão comprar. Dentre tantas características, o preço é um dos que mais influencia na decisão do notebook, fator que deve afastar as pessoas da compra de um notebook 3D.
Atualmente os preços de notebooks 3D são superiores a 2 mil dólares, sendo que alguns modelos chegam próximo a 3 mil. O que isso significa? Basicamente significa que o produto é voltado somente para quem realmente tem dinheiro sobrando. Por aqui não há previsão alguma de chegada de um modelo 3D, sendo que o preço deve flutuar acima dos 10 mil reais.
Tudo isso? Sim. Considerando que os notebooks de alto desempenho, sem tecnologia 3D, custam facilmente 8 mil reais, não há porque cogitar valores abaixo disso. Enfim, dito tudo isso, queremos saber sua opinião. Afinal, a promessa dos notebooks 3D vai ser uma realidade? Você compraria um computador portátil com tal recurso?
Um novo conceito de eletrônicos de bolso está chegando!
Quem viveu o começo da era digital sabe da dificuldade que era para imprimir alguma coisa, no tempo em que impressões coloridas valiam uma fortuna e só podiam ser encontradas em gráficas. Nos dias de hoje a impressora tornou-se um acessório comum, e agora pode ser levado para qualquer lugar, dentro do bolso.
Pelo menos é isso que propõe o conceito de impressora criado pelo designer Yuexun Chen. A Instant Cartridge Printer, nome com o qual a ideia foi batizada, é uma impressora que cabe no bolso e pode ser levada para qualquer lugar, além de ecologicamente correta.
O que ela tem de ecológica?
Não há como negar que a palavra ecologia está presente neste novo conceito de impressora. Para começar, a carcaça do aparelho seria feita de papel reciclado, mais precisamente de caixa de leite, usado diariamente por milhares de pessoas mundo afora. Isso seria mais do que suficiente para proteger a parte mecânica do aparelho.
Além disso, as impressões também seriam feitas apenas em papel reciclado. Uma vez que o número total de impressões for alcançado, o usuário se desfaz do aparelho e adquire um novo. A intenção ao pensar em uma impressora toda feita com materiais recicláveis é justamente baixar o custo do aparelho.
Tamanhos variáveis
Outra característica interessante proposta por Yuexun Chen é o tamanho variável da impressora. A ideia é que o usuário adquira o aparelho de acordo com o tamanho do papel. A princípio dois tamanhos estariam disponíveis: para fotos (disponível em versão colorida e monocromática) e A4 (apenas versão monocromática).
Criar um produto inovador não significa complicar a vida do usuário. Por isso, o idealizador da Instant Cartridge Printer pensou em um processo simples para a impressão. Depois de tirar a proteção, o usuário só teria que conectar a câmera na entrada USB presente no aparelho, escolher a foto e mandar imprimir.
A energia para o funcionamento da mecânica seria provida por uma bateria interna, com carga suficiente para o número de impressões proposto pelo aparelho. Tudo isso dentro de uma caixinha de leite! Dá para imaginar?
Conheça as tecnologias apresentadas neste grande sucesso do cinema e saiba quais delas saíram da ficção para o nosso cotidiano.
Prever o futuro e agir no presente, modificando em benefício próprio o rumo dos acontecimentos. Quem nunca se imaginou em uma situação como essa? Se na vida real o máximo que conseguimos foi conhecer um polvo capaz de acertar os resultados da Copa do Mundo, no cinema e na literatura exemplos como esses não faltam.
Dirigida por Steven Spielberg e estrelada por Tom Cruise a produção Minority Report – A Nova Lei, lançada em 2002, apresentou ao mundo dezenas de novas ideias e tecnologias que poderiam virar realidade no ano de 2054, período em que se passa a história baseada em um conto do escritor Philip K. Dick.
Entendendo Minority Report
O ano é 2054. Dez anos antes pesquisadores descobriram um método, baseado em três seres cognitivos (Pré-Cogs) capazes de prever com quatro dias de antecedência um crime. Com isso foi criada uma polícia de “pré-crimes”, habilitada para localizar o evento e impedir que ele aconteça.
Durante seis anos o sistema se mostrou perfeito, sem que nenhum crime ocorresse na cidade norte-americana de Washington. Porém, uma possível falha humana - ou uma tentativa de enganar o sistema - coloca toda a tecnologia em xeque.
Para construir o futuro de Minority Report, Spielberg se reuniu com um grupo de especialistas de diversas áreas e tecnologias durante três dias para uma conferência. Das ideias de algumas das mentes mais brilhantes da atualidade saíram algumas projeções do mundo em que viveremos daqui a 50 anos. Como será que eles estão se saindo?
Computadores com interface baseada em gestos
Uma das cenas mais emblemáticas de Minority Report é a de John Anderton (Tom Cruise) acessando informações diante de uma enorme tela curva de computador apenas movimentando as mãos.
Como um maestro regendo uma orquestra, seus movimentos de “arrastar e soltar”, “zoom” e “slideshow” lembram muito os utilizados na atualidade com as tecnologias touchscreen. No filme o personagem utiliza uma espécie de luva, com pontos azuis (spots) na ponta dos dedos. Sobre a tela um sensor capta o movimento dos spots fazendo a “leitura” da ação.
Exemplo de interface gestual criada por pesquisadores espanhóis.
Felizmente não precisaremos esperar até 2054 por esta novidade. As interfaces baseadas em gestos estão se tornando cada vez mais comuns e já é possível dizer que esta é uma tendência para os próximos anos. Consoles como o Microsoft Kinect, Nintendo Wii ou mesmo o PlayStation 3, com o acessório Move, se utilizam da mesma concepção tecnológica.
Alguns celulares já são capazes também de reconhecer o movimento do usuário sem que ele precise tocar na tela. Ainda não temos uma tecnologia como essa para os computadores domésticos, mas sem dúvida é possível afirmar que trata-se apenas de uma questão de tempo.
Holografia 3D
A principal proposta da tecnologia 3D é aproximar as imagens do espectador, fazendo com que ele viva de maneira mais intensa uma experiência visual. Em Minority Report John Anderton tem em sua casa uma grande tela que projeta imagens holográficas.
Nela, ele confere vídeos antigos de sua família e consegue ter a nítida sensação de que seu filho ou sua esposa estão “junto com ele” na sala de estar. Infelizmente, a holografia ainda não chegou a um ponto tão avançado assim, mas isso não significa que ela não tenha atingido um limiar interessante.
Primeira exibição holográfica utilizada pela CNN.
Durante a cobertura da última eleição para a presidência dos Estados Unidos, no segundo semestre de 2008, a rede de televisão norte-americana CNN apresentou o recurso de holografia para “materializar” uma repórter que estava em Chicago dentro dos estúdios da emissora em Nova York.
O resultado impressionou mais ainda por ter sido transmitido pela TV, mas na prática ainda é muito caro e difícil ter experiências com boa qualidade de imagem. Se a tendência do 3D se confirmar junto ao consumidor, a holografia pode ser um passo futuro, ampliando as possibilidades do novo formato.
Detecção de identidade via íris
Em todos os lugares da cidade, seja no shopping, no metrô ou no ambiente de trabalho, em Minority Report o reconhecimento de identidade é feito através da leitura da íris. O sistema biométrico é a base principal de segurança, garantindo que não exista uma pessoa com identificação igual a outra.
Os sensores biométricos ainda não estão em todos os lugares, mas já são mais do que uma realidade na atualidade. A técnica consiste em um scanner que quando acionado obtém uma imagem em alta resolução do objeto, neste caso a íris.
Sistema de identificação biométrica utilizado em escola de Nova Jersey, nos EUA.
Depois de capturada a imagem é comparada com todas as outras disponíveis em um banco de dados. Embora exija equipamentos de alto custo para análise, a íris é uma característica muito confiável para identificar as pessoas. É imutável com o passar dos anos e quase impossível de ser clonada.
Ainda levará algum tempo para que cheguemos a um nível igual ao que é mostrado no filme, com leitura e reconhecimento em questão de poucos segundos e, em alguns casos, a distâncias de mais de 100 metros, mas essa é mais uma novidade que, de certa forma, aos poucos se integra em nosso dia a dia.
Publicidade personalizada
No mundo de Minority Report os outdoors, cartazes e displays de lojas são todos interativos. Munidos de sensores de leitura biométrica, eles captam e identificam quem é a pessoa que está passando diante deles e individualmente são capazes de oferecer um produto de acordo com o interesse do consumidor.
Tecnicamente estamos muito longe de chegar a uma situação como essa. No entanto, em termos conceituais, isso já acontece na prática. Em diversos pontos comerciais, como shoppings centers, por exemplo, é possível receber mensagens pelo celular via Bluetooth de maneira automática a partir de totens espalhados pelo local.
Sequência de Minority Report com anúncios interativos.
A personalização das ofertas, baseada no histórico de comportamento do usuário, na prática já existe em diversos sites de e-commerce. O que ainda não existe é a abordagem direta, via áudio ou vídeo, durante um passeio pelas ruas da cidade.
Outras implicações de ordem ética devem impedir que um sistema como esse venham a se tornar realidade tão cedo. Se por um lado parece uma boa ideia receber ofertas personalizadas ao entrar em uma loja, por outro isso significa abrir mão completamente de sua privacidade, consequência com que muitos ainda não estão dispostos a arcar.
Jetpacks
Uma das maneiras apresentadas para locomoção em 2054 é a utilização de Jetpacks. Experiências com eles já existem há muitas décadas, mas até então nenhuma tecnologia tornou possível voar livremente pelos céus de maneira segura e confiável. Até então.
Uma empresa da Nova Zelândia desenvolveu um Jetpack comercializável que, ao que tudo indica, chega às lojas neste ano. O Martin Jetpack, no entanto, ainda tem um preço proibitivo, cerca de US$ 250 mil por unidade.
Imagem: Martin Jetpack/Divulgação.
Nos Estados Unidos ainda estão em estudo leis de regulamentação do tráfego aéreo de veículos e a expectativa é que elas sejam aprovadas somente daqui a dez anos. Esse período será utilizado para identificar as necessidades e apontar como serão constituídas as aerovias para veículos de usuários civis.
Outro item em que o produto ainda deixa a desejar é o consumo de combustível. Dezoito litros de gasolina garantem uma autonomia de voo de apenas 30 minutos. Já para os gordinhos outra má notícia: o limite de peso para utilizar o aparelho é de 108 quilos.
Pré-crime
Toda a trama de Minority Report se desenvolve em função do sistema de pré-crime, uma tecnologia baseada nos Pré-Cogs, seres dotados de alta capacidade cognitiva e capazes de prever um crime antes mesmo que ele aconteça. Na vida real a chance de que algo do gênero exista um dia é remotíssima.
No entanto, isso não significa que não seja possível prevenir crimes ou mesmo surtos de doenças, combatendo suas causas e minimizando o impacto deles junto à população. Nesse quesito algumas ferramentas colaborativas surgidas na internet podem ajudar a evitar tragédias anunciadas.
Um desses sistemas é a WikiCrimes. Trata-se de uma plataforma colaborativa baseada no sistema Google Maps. Qualquer usuário pode acessá-la e registrar a ocorrência de um crime em qualquer ponto do mundo. O sistema cruza os dados e aponta quais são as áreas do mapa com maiores índices de criminalidade, assim você pode evitá-las ou solicitar aos órgãos públicos um reforço no policiamento do local.
Outra utilização inteligente de dados para prever situações é o Google Flu. Trata-se de um mecanismo que cruza os dados de busca referentes à gripe e identifica de quais locais eles estão vindo. Um surto de gripe em determinada região, por exemplo, provoca um aumento nas buscas por termos relacionados naquela localidade. De posse desses dados fica mais fácil tomar medidas imediatas de combate à proliferação do vírus.
Veículos movidos a levitação magnética
Um dos maiores sonhos de consumo dos espectadores de Minority Report são os carros apresentados no filme. Eles são capazes de se deslocar velozmente de maneira horizontal e vertical, sem que seja preciso dirigi-los. Esse fenômeno exibido na produção é possível graças a uma tecnologia chamada levitação magnética.
Na prática ela existe e é conhecida como Maglev (Magnetic Levitation Transport) e está em testes em linhas de trem de Xangai, na China. Os veículos andam sobre trilhos especiais elevados e ganham propulsão por meio de forças atrativas e repulsivas do magnetismo.
Vídeo de apresentação do trem MagLev Transrapid.
Esses trens conseguem atingir alta velocidade (220 km/h), com relativo baixo consumo de energia e pouco ruído. No entanto, devido ao alto custo de produção, atualmente existe apenas uma linha comercial do gênero no mundo. O Transrapid de Xangai faz um percurso de 30 km em apenas 8 minutos.
Se o custo é alto para trens, imagine então para autovias e veículos individuais. Por mais incrível que pareça, a tecnologia apresentada no filme já é uma realidade, mas infelizmente ainda está longe de se tornar comum no dia a dia das grandes cidades. Quem sabe em 50 anos a situação não mude de figura e você possa estacionar o seu carro na sacada do prédio?
Construindo 2060
Cena de Minority Report. Imagem: 20th Century Fox/Divulgação.
Que tal fazer o mesmo exercício que grandes cientistas fizeram para o filme Minority Report em 2002 e imaginar quais serão as tecnologias de ponta utilizadas daqui a 50 anos? Será que o que vemos nos dias de hoje nos cinemas se tornará realidade?
Pegue carona neste Delorean e viaje ao futuro para conferir quais tecnologias do ano de 2015 profetizadas pelo filme se tornaram realidade em 2010!
O ano é 2015. Carros voam pelos céus das cidades, enquanto as crianças se divertem nas ruas com seus brinquedos flutuantes. Enormes hologramas são projetados de todas as partes para chamar a atenção de quem passa e divulgar uma série de produtos. Nas casas, as pessoas assistem a diversos programas ao mesmo tempo em suas enormes TVs.
Esse é o mundo contemplado pelo doutor Emmet Brown e o jovem Marty McFly ao viajarem no tempo a bordo de um Delorean no filme De Volta para o Futuro. Vindos do ano de 1985, os dois se deparam com um mundo totalmente transformado pela tecnologia e se assombram com a evolução que ocorreu em apenas 30 anos.
Quando a vida imita a arte
Apesar de ser assombrosa para quem viveu na década de 80, a tecnologia do século XXI apresentada no filme não nos parece mais ter saído de um filme de ficção científica. Tanto que muitas das invenções apresentadas em De Volta para o Futuro estão sendo utilizadas como inspiração para elementos na realidade.
Divulgação/UniversalPictures
Isso não é de se estranhar. Como você já viu aqui no Blog do Igor, a ficção sempre foi uma das maiores fonte de ideias para a criação de novas tecnologias. Se os super-heróis já tiveram seu espaço, com o cinema não poderia ser diferente.
Apesar de muita coisa vista na previsão feita por De Volta para o Futuro parecer inverossímil e até mesmo absurda, boa parte delas está sendo recriada com sucesso fora das telonas. Acredite: o mundo visto por doutor Brown e McFly há mais de 20 anos está muito mais próximo de virar realidade do que pensamos.
Prancha voadora
Quem nasceu no início da década de 80 e assistiu ao filme nos cinemas certamente sonhou em ter um Hoverboard, o skate voador utilizado por McFly para escapar de uma gangue no segundo filme. Conforme o que é apresentado no longa-metragem, o brinquedo é a tendência entre as crianças, que o utilizam para passear pela cidade.
Apesar de ainda não termos nada parecido sendo utilizado nas ruas, isso não impede que protótipos de pranchas voadoras sejam desenvolvidos. Um exemplo é a réplica criada pelo artista francês Nils Guadagnin, que além de esteticamente idêntica do apresentado no filme, também flutua de maneira parecida.
A Hoverboard real possui um sistema eletromagnético na parte inferior do skate, para mantê-la suspensa no ar, e um conjunto de lasers para fazer com que a estrutura fique estável. O único problema é que ainda não é possível utilizá-la para passeios, já que o magnetismo não é forte o suficiente para suportar o peso de uma pessoa.
Cadarços automáticos
Outro recurso utilizado por McFly e que se tornou o sonho de consumo de muita gente nos anos 80 eram os tênis que se amarravam automaticamente. Em vez de perder tempo com nós e laços, o calçado tinha um dispositivo que ajustava o tamanho do tênis no pé da pessoa.
A americana Blake Beven decidiu criar um aparelho que simula o efeito de maneira semelhante ao mostrado no filme. Apesar de ser menos prático do que apresentado em De Volta para o Futuro II, o resultado final realmente é um tênis com cadarços automáticos.
Para isso, a jovem instalou um sensor dentro do calçado que capta a pressão do pé e ativa um dispositivo. Isso faz com que os cadarços sejam puxados até que o tênis fique firme no pé do usuário. Para retirá-lo, o mesmo aparelho faz a função contrária, ou seja, utiliza o sensor para soltar os cadarços.
Carros voadores
“Para o local que a gente vai, não precisamos de estradas”. Logo no final do primeiro filme, doutor Brown explica para Marty McFly que no futuro as pistas foram substituídas por vias aéreas, já que todos os veículos em 2015 voam.
Essa é uma previsão bastante comum do futuro. Além de De Volta para o Futuro, outros filmes e desenhos já mostravam nossos céus como ruas, a exemplo do filme O Quinto Elemento e o desenho Os Jetsons.
Ainda estamos um pouco longe de vivermos em um mundo assim, mas isso não significa que não estejamos tentando.
Outros já saíram do papel e estão prontos para ir às ruas (ou aos céus). É o caso do Transition, da empresa americana Terrafugia, que obteve autorização do governo dos Estados Unidos para poder ser fabricado e deve chegar às lojas no fim do ano. Estima-se que o preço do veículo seja de US$ 194 mil.
Ele é uma espécie de mistura entre carro e avião: em vias terrestres é controlado como um automóvel normal, mas basta abrir suas asas para que possa levantar voo. O Transition é movido a gasolina e é capaz de alcançar uma velocidade de até 185 km/h.
A aparência híbrida não é exclusividade do modelo da Terrafugia. Basicamente todos os demais projetos também utilizam elementos da aviação para que o veículo voe. Turbinas, hélices frontais ou superiores fazem com que a visão de 2015, com automóveis idênticos aos nossos, mas com propulsão a jato, ainda esteja um pouco distante. Porém, o primeiro passo (ou voo) já foi dado. Agora falta adicionarem uma máquina do tempo.
Video game sem controle
Em uma das cenas de De Volta para o Futuro II, Marty visita uma lanchonete com o tema anos 80 e decide mostrar para algumas crianças como se utilizava uma máquina de fliperama. Ao demonstrar sua habilidade com a pequena pistola de plástico, um dos pequenos exprime seu desprezo pelo video game que ainda utiliza controles.
Com 20 anos de antecedência, o filme previu com exatidão o conceito do Kinect: um acessório que dispensa a utilização de joysticks. Antes chamado de Projeto Natal, ele nem sequer foi lançado, mas já é uma das grandes promessas tecnológicas da Microsoft para o Xbox 360.
Anunciado oficialmente na Electronic Entertainment Expo (E3) deste ano, não é exagero imaginar que, em 2015, todos os outros video games deixem de utilizar controles para movimentar os personagens.
Videoconferência
Outro acerto que De Volta para o Futuro II teve foi em relação às videoconferências. Quando o Marty McFly do futuro recebe uma ligação de seu chefe para ser demitido, o rosto do patrão é exibido em uma tela, por onde os dois conversam.
Apesar de a tecnologia não ter substituído o telefone, como é visto no ano de 2015 do filme, o conceito é exatamente o mesmo daquele com que já estamos acostumados a utilizar. Além disso, comparadas com as imagens feitas em 1989 (ano em que o segundo filme foi rodado), nossa resolução e definição de imagem é muito melhor.
TVs LCD e multiprogramação
Mesmo não tendo sido citadas nos filmes, é evidente que as TVs LCD são uma realidade no futuro apresentado no filme. Na cena em que é exibida a rotina dos McFlys é possível ver uma televisão grande e fina fixada na parede, exatamente igual aos modelos que temos em nossas casas.
Como ela não possui muito destaque na trama, não é especificado se a tela é de LCD, LED ou de outro material, entretanto o conceito é exatamente o mesmo que utilizamos na realidade. Além disso, essas TVs possuem um sistema de multiprogramação que permite ao usuário assistir a vários canais simultaneamente.
Esse tipo de tecnologia também já não é mais exclusividade do cinema. Redistribuidores de sinal já oferecem a possibilidade de dividir a tela de sua TV em vários quadrados para que diversas emissoras sejam exibidas ao mesmo tempo, quase como um mosaico.
Além disso, alguns aparelhos também possuem o chamado sistema “Picture in Picture”, que adiciona um ou mais quadros na tela para que haja transmissão de múltiplos canais simultaneamente.
Óculos com vídeo
Outra tecnologia utilizada pelos McFlys do futuro são os óculos com vídeo. Com eles, as pessoas de 2015 podiam assistir a programas de TV a qualquer hora e em qualquer lugar e eram utilizados normalmente no cotidiano das famílias do futuro.
Se você acha que isso é algo que só vamos encontrar daqui a alguns anos, saiba que esses óculos com vídeos já são realidade. A empresa Vuzix, por exemplo, possui diversos modelos de lentes que exibem filmes como se fossem pequenas televisões portáteis. Além disso, eles podem ser acoplados a dispositivos móveis, como iPhone, e reproduzir filmes com efeito 3D.
Comida reidratada
Quem nunca quis uma máquina que transformasse uma pequena bola de massa em uma enorme e deliciosa pizza, como a utilizada pelos McFlys do futuro em 2015? Apesar de ainda não termos aparelhos que funcionem dessa maneira, já existem alimentos desidratados, que se transformam quando adicionamos água.
Os astronautas, por exemplo, utilizam esse tipo de comida para que ela dure mais no espaço. Antes de sair do planeta, boa parte do alimento é desidratada. Na hora de comer, basta adiciona água para que ele se transforme naquilo que estamos habituados a comer na Terra.
Outro tipo de alimento que segue o mesmo conceito é o popular macarrão instantâneo. Basta adicionar água quente ao pequeno conteúdo do pacote para que ele se transforme em uma rápida refeição. Em alguns casos, há até mesmo acompanhamento desidratado, como ervilha, milho e carne. Falta apenas a máquina que faça isso automaticamente.
Roupa autolimpante
Se você sempre invejou a jaqueta que McFly utiliza devido às suas capacidades autolimpantes, comece a comemorar: a Força Aérea Americana desenvolveu tecidos especiais que, com o auxílio da nanotecnologia, removem a sujeira.
Divulgação/UniversalPictures
Desenvolvida com nanopartículas de fibra com a adição de alguns elementos químicos, esse material impede que suor, bactérias e até mesmo líquidos fixem na roupa. Dessa forma, qualquer tipo de sujeira seja eliminado automaticamente, de maneira semelhante ao que é visto no filme.
Entretanto, esse tecido especial não dispensa a boa e velha lavada, apenas faz com que ela seja menos necessária. O que esse tipo de material consegue é permitir que a mesma peça seja usada por muito mais tempo sem que fique com o aspecto e cheiro de suja. Essa propriedade seria perfeita para a utilização militar, em que os soldados precisam ficar vários dias em o mesmo vestuário.
Leitor biométrico
No ano de 2015 imaginado pelos roteiristas de De Volta para o Futuro, todas as fechaduras tradicionais foram substituídas por um leitor biométrico, que identifica a impressão digital do usuário com a do dono da casa. Além disso, vários outros serviços passaram a utilizar o mesmo sistema.
Apesar de não utilizarmos essa tecnologia da mesma maneira que no filme, já é possível dizer que os leitores biométricos são uma realidade. Empresas utilizam a impressão digital dos funcionários para marcar a entrada e saída no escritório, assim como outras áreas utilizam os dedos como forma segura de comprovar a identidade do usuário.
Contudo, isso não significa que o que vimos nas telas do cinema é irreal. Algumas empresas de segurança utilizam o conceito do filme para criar fechaduras baseadas na leitura da impressão digital. Assim, caso essa tecnologia popularize-se, você pode abandonar as chaves em casa e nunca mais sofrer por tê-las esquecido em cima da mesa.
Hologramas
Se Marty McFly assustou-se com a propaganda holográfica do filme Tubarão 19, o que ele acharia de ver o lendário Monstro do Lago Ness sendo projetado na baía de Tóquio, no Japão?
O pequeno show que a Sony em homenagem à “Nessie” foi para divulgar o longa-metragem Meu Monstro de Estimação. Apesar de a qualidade das projeções ser bem diferente, a proposta vista na realidade e na ficção é exatamente a mesma: a holografia utilizada na publicidade para divulgar uma obra cinematográfica.
Por outro lado, ainda não temos a mesma capacidade de utilizar esse recurso em larga escala em vários anúncios no ano de 2015. O que vemos em De Volta para o Futuro é a holografia sendo usada em um cinema no meio da rua, enquanto a ação da Sony foi muito mais isolada. Mas não custa nada imaginar que logo ela será utilizada da mesma maneira, não é mesmo?
Entre 2010 e 2015
Não é preciso um Delorean transformado em máquina do tempo para imaginarmos o que realmente nos espera em 2015. Apesar de não termos ideia de quais produtos e tecnologias serão criadas dentro de cinco anos, podemos imaginar tendências e caminhos para os quais os recursos atuais vão evoluir.
Porém, e daqui a 30 anos? Da mesma forma que imaginaram um futuro totalmente avançado em 1985, as previsões para 2040 também seriam vagas e com vários pontos que talvez nunca se concretizassem. Aí sim realmente precisaríamos da ajuda de uma máquina do tempo.
Conheça algumas dicas para evitar dores de cabeça e não ter informações confidenciais circulando na mão de qualquer um na rede.
Privacidade. Com o sucesso das redes sociais junto ao público e uma facilidade cada vez maior em se obter os mais variados tipos de informação na rede mundial de computadores, poucas palavras foram tão debatidas ao longo dos últimos anos. Até que ponto é possível controlar a exposição de informações pessoais e se proteger de usuários mal-intencionados?
Especialistas em informação na rede divergem ao apontar os limites para essa invasão. Se por um lado muitas das informações disponíveis são preenchidas pelos próprios usuários, por outro não há como ter certeza de que maneira esses dados serão utilizados e, ainda pior, nas mãos de quem poderão cair.
O assunto mais uma vez veio à pauta nesta semana por conta de um vídeo divulgado no YouTube - e já removido - que ficou conhecido como “caso Sorocaba”, no qual duas mulheres discutem em razão de uma suposta traição conjugal descoberta a partir de históricos de email e conversas via internet.
Pensando nisso, o Blog do Igor selecionou algumas dicas para você não entregar suas informações confidenciais com facilidade para qualquer um que navegue na rede, garantindo um pouco mais de privacidade, até onde isso for possível.
Orkut: diga-me com quem andas e te direi quem és
No Brasil, o Orkut é disparado a rede social com maior número de usuários. Desde a sua chegada ao país, o site conquistou o público e se tornou sinônimo de rede social. Por conta disso, acabou se tornando natural que muitos usuários encontrassem em suas páginas uma grande possibilidade para fazer novas amizades.
No entanto, da mesma maneira como é fácil encontrar informações e perfis completos de outros usuários, você também fica exposto a milhões de pessoas e, dependendo da informação que você disponibilize em sua página pessoal, pode encontrar problemas futuros.
Um exemplo simples: pode parecer inocente o fato de você tornar público o número do seu celular, mas nas mãos de uma pessoa mal-intencionada seu número pode virar motivo para um trote e você pode acabar se tornando vítima de um falso sequestro - modalidade em que os bandidos dizem ter como refém uma pessoa conhecida sua.
A regra, em casos como esse, é o bom senso. Por isso, evite divulgar informações que possam comprometê-lo futuramente. Números de telefone, endereços que deixem claro onde você mora e estuda ou a exata localização para onde você está indo podem transformá-lo na isca perfeita para assaltantes.
Outro problema recorrente acontece nos depoimentos. Muitos usuários costumam repassar mensagens confidenciais como depoimentos, colocando a informação “não aceitar” no título para que o destinatário não autorize a publicação. Tenha em mente que ao fazer isso você está colocando uma informação confidencial nas mãos de outra pessoa, mas a responsabilidade continua sendo única e exclusivamente sua. Em casos como esse, evite o Orkut e use o email.
Uma imagem vale mais do que mil palavras
Um dos usos mais comuns nas redes sociais é a postagem de fotos. Muitas pessoas têm no Orkut, no Facebook ou em qualquer outra rede uma referência em hospedagem de imagens. Assim, na hora de enviar as fotos para o site, além daquelas inofensivas podem surgir outras em poses menos comportadas ou mesmo com conteúdo erótico.
Saiba que uma vez que elas forem publicadas, ficam disponíveis para que outros possam copiá-las e utilizar de diversas maneiras. Assim, não estranhe se surgirem montagens ofensivas ou mesmo as imagens forem parar em sites de conteúdo adulto.
A melhor maneira de controlar a proliferação delas pela rede é justamente evitando a publicação. Se alguém sacanear você, pode até ser possível reverter a situação, mas o estrago feito à sua imagem e à sua moral pode ser irreparável. Outra vez, vale o alerta: bom senso nunca é demais.
Arquivos guardados a sete chaves
Se você compartilha um computador com outras pessoas e não quer que elas vejam parte do conteúdo guardado, a melhor maneira de se proteger é criar senhas para as suas pastas confidenciais. Como medida complementar, crie uma conta de usuário para cada uma das pessoas que utiliza o PC.
Evite deixar arquivos com códigos bancários, senhas de sites ou número de documentos em pastas de fácil acesso ou sem nenhuma proteção. Tome cuidado também com as senhas utilizadas durante a navegação. Evite memorizar endereços de login e senhas e desative a opção de autocompletar nos campos de formulário. Por fim, não se esqueça de limpar o histórico de navegação antes de desligar o PC.
Mensageiros e emails
Você ofenderia alguém em um documento e o registraria em cartório? Muito provavelmente não. Pois saiba que ao escrever uma ofensa em um email, sua correspondência poderá servir como prova em um processo judicial. Isso não significa que você precise escrever sempre numa linguagem formal, mas use o bom senso.
Não escreva informações confidenciais para pessoas desconhecidas e não envie em uma mensagem nada que você não diria pessoalmente para outra pessoa. Em mensageiros, a regra é a mesma. Além disso, evite adicionar pessoas que você não conhece ou não sabe qual é a procedência.
Perfis falsos são um verdadeiro convite para que bandidos virtuais tenham acesso a informações confidenciais suas, seja de maneira automática ou mesmo através de uma conversa na qual a pessoa finge estar interessada em informações suas, como trabalho por exemplo, para se aproveitar e obter outros dados confidenciais.
Você já foi vítima de algum golpe ou passou por algum constrangimento na internet em razão de informações divulgadas de maneira inocente em uma rede social? Que outras medidas você adota para se precaver de incômodos virtuais? Participe deixando o seu comentário.
Aprenda a utilizar o Cooliris, complemento para os navegadores IE, Firefox e Chrome.
Cooliris é um complemento para os navegadores Internet Explorer, Mozilla Firefox e Google Chrome que conquistou os usuários rapidamente. Isso porque ele transforma seu navegador de internet em um verdadeiro espetáculo de imagens, som e vídeo!
O número de opções oferecidas pelo Cooliris é grande. É possível, por exemplo, assistir a canais de TV, fazer compras online, ouvir música e ainda ficar por dentro de tudo o que está rolando mundo afora através do canal de notícias.
Para utilizar todas as funcionalidades presentes no Cooliris sem problemas, o Blog do Igor preparou este tutorial. Por meio dele, o usuário aprende a utilizar todas as opções do complemento para os navegadores de maneira simples e direta. Confira!
Pré-requisitos
Para utilizar o Cooliris, é só ter o complemento instalado em um dos três navegadores suportados: Internet Explorer, Firefox ou Google Chrome. Você pode baixar a ferramenta com os links listados abaixo.
Mozilla Firefox
Google Chrome
Internet Explorer
Observação: Para ilustrar os passos do tutorial, o navegador utilizado foi o Mozilla Firefox. O motivo para essa escolha foi o simples fato de o programa estar instalado e atualizado na máquina que foi usada. Os procedimentos exibidos abaixo são exatamente os mesmos para qualquer navegador.
Colocando a mão na massa
Agora que você já instalou o complemento no navegador de sua preferência, é hora de aprender a utilizar as funcionalidades do Cooliris. Primeiro acesse a tela do serviço, digitando na Barra de endereços o endereço:www.cooliris.com.
Cadastrando...
O cadastro não é obrigatório para a utilização do Cooliris. Mesmo sem estar logado o usuário pode aproveitar as ferramentas e funcionalidades oferecidas. No entanto, opções como a criação de favoritos só podem ser acessadas e utilizadas por usuários cadastrados.
Fazer o registro no Cooliris é bem fácil. Na Barra de ferramentas presente na parte inferior da tela, clique no botão configurações, como mostra a imagem abaixo. Na tela que aparecer, acesse a aba "Register"(Registro) e preencha os campos com os dados solicitados.
Após clicar em "Register now" (Registrar agora) uma mensagem de confirmação será enviada para o seu email. É preciso clicar no link enviado para ativar sua conta. Feito isso, você já pode utilizar os serviços do Cooliris livremente.
Configurações
Aproveitando que a opção para acessar as configurações foi citada, é hora de conhecê-la um pouco melhor. A tela de personalização permite a alteração de várias opções do complemento. Em [1] você altera o modo com o qual o mural de imagens é exibido. É possível desabilitar o zoom das miniaturas desmarcando a opção "Allow Zooming" (Habilitar zoom).
Outras configurações como inverter o scroll do mouse ("Invert Mouse Scroll"), iniciar em tela cheia ("Launch to Full Screen") e abrir os links em uma nova aba ("Link into a new Tab") também pode ser modificadas.
As opções [2], [3] e [4] possibilitam que o usuário modifique o ângulo máximo, a velocidade de rolagem e o número de linhas da parede de imagens. Para deixar o complemento com uma cara diferente você pode modificar o plano de fundo exibido. É só indicar o caminho da imagem no campo "URL or File" (Endereço ou arquivo).
Na coluna mais à direita, indicada por [5], é possível alterar o tempo que cada slide ficará à mostra durante a exibição das imagens em forma de apresentação. Depois de modificar todas as opções desejadas, não se esqueça de clicar em "Save settings" (Salvar configurações) para salvar o que foi alterado. Para retornar à tela principal do complemento é só clicar no link indicado por [6].
Channels e Busca
O legal do Cooliris é que o usuário conta com diversos canais de música, cinema, TV, jogos e entretenimento. Por meio deles você acessa conteúdo exclusivo como fotos e vídeos e se diverte com games.
No canto esquerdo da tela principal do complemento você encontra todos os canais oferecidos, além de ter acesso às pastas do seu computador para navegar entre as imagens presentes no disco. É só clicar em um dos links e aguardar até que as imagens, ou jogos, sejam exibidos na tela.
Além disso, o Cooliris também transforma suas buscas em sites como Google e YouTube em algo muito mais divertido. No campo de busca, localizado no topo da tela, o usuário pode escolher se deseja procurar por um conteúdo nos canais do complemento ou em outros sites, como Google Images, Bing, Flickr, Picasa, YouTube e BlinkX.
O resultado das buscas é exibido na tela do Cooliris, cheio de efeitos e com navegação bem mais simples. A ferramenta também insere um link para que você insira a imagem ou o vídeo no site do próprio serviço, como mostrado abaixo.
Navegando pelas imagens e vídeos
Cooliris traz duas formas de navegar entre as imagens e os vídeos exibidos na tela do complemento. A primeira delas é utilizando o próprio mouse. Com o botão scroll do dispositivo é possível dar zoom no painel de resultados. Com um dos botões do mouse pressionados (direito ou esquerdo), se o usuário arrastar o mouse poderá navegar pelas demais telas de imagens e vídeos.
A outra maneira de visualizar as diversas telas de resultado do Cooliris é utilizando a Barra de rolagem no rodapé da tela. Tudo bem simples e repleto de efeitos para tornar a navegação descomplicada e cheia de estilo.