Seja, Bem Vindo.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Fevereiro de 2010: qual o melhor navegador?

O Blog do IGOR testou os cinco navegadores mais difundidos atualmente. Confira os resultados.

Alguns usuários de navegadores menos conhecidos se arriscam a dizer que o melhor browser que existe é aquele que pouca gente usa, pois ele tem suas falhas menos exploradas — já que não faz sentido que hackers tentem quebrar a segurança de um programa que pouca gente usa.

Em parte, isso é verdade. Em parte. Assim como pouca gente os utiliza, e por consequência, poucas falhas são exploradas, a compatibilidade de navegadores pouco usados também é extremamente limitada e a disponibilidade de ferramentas adicionais para eles é praticamente inexistente.

Índice

1. Polêmica
2. Os candidatos
3. Como? Quando? Onde?
4. O que foi avaliado?
Índice4.1. Testes de compatibilidade e desempenho
4.1.1. Velocidade de abertura e carregamento
4.1.2. Consumo de memória
4.1.3. Acid2
4.1.4. Acid3
4.1.5. Peacekeeper
4.2. Funcionalidades e personalização
5. Os resultados
5.1. Compatibilidade e desempenho
5.1.1. Velocidade de abertura e carregamento
5.1.2. Memória usada
5.1.3. Acid2
5.1.4. Acid3
5.1.5. Pontuação Peacekeeper
5.2. Funcionalidades e personalização
6. Análise final

1. Polêmica

A pergunta que dá título a este artigo é extremamente perigosa, pois pode ter diversas respostas sem que nenhuma esteja errada. No entanto, a melhor resposta o Blog do IGOR se encarrega de apresentar (tom de mistério e tambores rufando): depende. Pedimos desculpas de antemão se essa resposta não satisfaz os leitores mais exigentes, mas seria irresponsabilidade dizer que este ou aquele navegador de internet é melhor ou pior.

Logicamente, o parágrafo acima só é verdade se levarmos em conta os cinco navegadores testados. Existe muita coisa ruim por aí, e é por isso que não vale a pena falar delas — lembrando que o fato de não testarmos outros navegadores não significa que eles sejam piores. Todos os browsers testados por nós são ótimos porque cumprem as tarefas para as quais foram programados e das quais nós, usuários, criamos graus diferentes de expectativa de qualidade.

Polêmica

Não podemos afirmar se determinado browser é pior ou melhor, simplesmente porque isso é muito relativo. O desempenho de um navegador varia por inúmeros motivos: configuração do computador usado, sistema operacional, quantidade de aplicativos abertos simultaneamente, velocidade da conexão, quantidade de plugins, extensões, barras de ferramentas ou outros complementos, além de diversas outras características.

Outro fato que nos “proíbe” de dizer que o navegador X, Y ou Z é o melhor pode ser descrito por um ditado mais que conhecido de todos: “gosto não se discute”. Aqui mesmo, na redação, temos usuários de Firefox, Opera, Internet Explorer, Chrome e diversos outros. Cada um, quando questionado, defende com unhas e dentes o navegador que utiliza.

Levando tudo isso em consideração, submetemos cinco candidatos a diversos testes, com critérios que hoje são considerados indispensáveis para o bom desempenho de um browser. Fizemos tudo isso e deixamos que você, leitor e usuário do Blog do IGOR, chegue à conclusão de qual é o melhor navegador da atualidade.

2. Os candidatos

Google Chrome, Opera, Internet Explorer 8, Mozilla Firefox e Safari.

3. Como? Quando? Onde?

Dedicamos toda esta semana para os testes. Ou seja, foram cinco dias de pesquisas — para definirmos quais testes são relevantes e quais características deveriam passar pelo crivo da postagem do Blog do IGOR —, formatações, instalações, desinstalações e execuções exaustivas dos candidatos.

A máquina usada como cobaia é um Dell Dimension C521, com um processador AMD Athlon 64 rodando a 2.2 GHz, com 2 GB de memória RAM, Windows XP com Service Pack 3. Cada navegador foi testado em um ambiente completamente limpo.

Isto é, formatamos a máquina, instalamos o Windows, o próprio navegador e fizemos os testes sem alterar qualquer configuração padrão do browser, ou mesmo do sistema. O procedimento foi repetido para os cinco navegadores testados.

Dessa forma, garantimos que os testes não seriam distorcidos e todos os browsers trabalhariam nas mesmas condições. Vale lembrar que o Internet Explorer leva certa vantagem, pois é pré-carregado juntamente com o sistema operacional. Mas lendo este artigo, você perceberá que essa vantagem de nada adianta.

4. O que foi avaliado?

Um navegador deve ser capaz de executar diversos tipos de tarefas, e fazer isso com rapidez. Também é necessário que ele seja capaz de renderizar e exibir as páginas de acordo com as especificações das linguagens disponíveis hoje para programação — CSS, XML, HTML, JavaScript, DOM, etc.

4.1. Testes de compatibilidade e desempenho

Abrir as páginas de maneira rápida é indispensável, pois evita que a paciência do usuário se esgote e ele resolva procurar outro navegador. Veja abaixo como procedemos para verificar a compatibilidade e velocidade dos candidatos.

4.1.1. Velocidade de abertura e carregamento

Para cada navegador, fizemos testes cronometrando o tempo demorado por eles para abrir, do momento em que o Enter é pressionado até o programa entregar o controle ao usuário. Foram medidos os tempos de abertura nas seguintes situações:

bullet Primeira execução após instalação;

bullet Segunda execução (com a página inicial padrão);

bullet Tempo levado para abrir a janela sem qualquer site sendo carregado;

bullet Tempo para abrir uma nova aba vazia;

bullet Tempo para abrir a janela com sete abas, com sites definidos como página inicial nas configurações do browser — alguns navegadores não permitem a abertura simultânea de vários sites como página inicial. Para esses casos, salvamos a sessão e reiniciamos o navegador com os sites abertos anteriormente. Isso não distorce o tesde de nenhuma forma;

bullet Tempo para abrir uma nova aba contendo uma página web, a partir do clique em um link na aba anterior.

*Exceto pelo teste da primeira execução, todos foram cronometrados três vezes para garantir que nenhuma interferência, seja de hardware ou outros softwares, distorcesse o teste. O resultado final é uma média dos três tempos.

4.1.2. Consumo de memória

O uso de memória também é extremamente importante, pois quanto mais memória o navegador utiliza, mais lento fica seu processamento, bem como o desempenho do computador como um todo.

Usamos o Gerenciador de tarefas do Windows para verificar a quantidade de memória utilizada nas situações abaixo, exceto pelo Google Chrome. Para ele, usamos o relatório de memória do próprio navegador, pois é aberto um processo para cada aba, o que distorce a medição mostrada pelo Gerenciador de Tarefas do Windows.

Consumo de memória  do Safari com sete abas abertas.

bullet Primeira execução;

bullet Consumo, com página inicial padrão;

bullet Execução com página em branco;

bullet Consumo com sete sites abertos, cada um em uma aba.

4.1.3. Acid2

Criado por um grupo chamado “Web Standards Project”, o Acid2 verifica se o browser é capaz de organizar o layout das páginas de acordo com as especificações do CSS 2.1, bem como aspectos da interpretação do código HTML, imagens no formato PNG e processamento de dados.

Para passar no Acid2, o navegador deve exibir uma imagem exatamente como a de referência, que mostramos abaixo.

O nariz deve ficar azul.

*No teste real, passando o mouse sobre a imagem, o nariz da figura ficará azul. Sem o mouse, ele é preto.

4.1.4. Acid3

A versão mais recente do teste Acid dá prioridade para a desenvoltura com que o navegador processa DOM (Document Object Model) e o JavaScript, que são tecnologias cada vez mais utilizadas, principalmente em sites que já contemplam as especificações da web 2.0, responsável por um maior grau de interatividade do usuário com a internet.

Referência do Acid3.

O teste Acid3 mostra diversos quadrados coloridos que são preenchidos gradualmente, bem como uma porcentagem que varia de 0 a 100, que significa exatamente a porcentagem de testes realizados em que o navegador foi aprovado. Quanto mais próximo de 100, maior é a compatibilidade do navegador com as especificações vigentes.

DOM é o nome da forma como diversas tecnologias são integradas para modificar dinamicamente as páginas da internet. Diversos sites grandes já possuem elementos criados usando DOM, evitando que uma nova página tenha que ser carregada a cada clique do usuário, aumentando assim a velocidade de navegação, pois o uso de largura de banda é menor.

4.1.5. Peacekeeper

A Futuremark é uma das empresas de benchmarking mais respeitadas do mercado. Ela desenvolve testes para diversos itens e o mais utilizado é o que verifica a qualidade com que as placas de vídeo atuais processam imagens em 3D. O Peacekeeper faz avaliações mais pesadas que os testes Acid, mas testa as mesmas características.

Peacekeeper

Os resultados do Peacekeeper são exibidos na forma de uma pontuação que soma os números de aprovações de cada um dos testes. Quanto maior a pontuação, melhor a performance do navegador para os itens testados.

4.2. Funcionalidades e personalização

Como já mencionamos, não faz sentido avaliarmos a qualidade de extensões, temas ou outros itens subjetivos, mas podemos colocar à prova a quantidade de possibilidades dadas ao usuário para que ele adapte o browser às suas necessidades.

Não atribuímos pontos para os navegadores nesses quesitos. Só fizemos um comparativo de quais têm e quais não têm as características verificadas, pois certos tipos de personalização podem ser considerados completamente inúteis para algumas categorias de usuário, assim como poderíamos deixar de fora algum complemento utilizado por outros.

5. Os resultados

5.1. Compatibilidade e desempenho

Nossas avaliações não nos surpreenderam, e provavelmente não o farão com você, pois todos os navegadores tiveram desempenho similar ao que já é de conhecimento geral. O Google Chrome foi o grande campeão, tirando nota máxima no Acid3 e saindo disparado no teste do Peacekeeper.

5.1.1. Velocidade de abertura e carregamento

Como o Internet Explorer 8 já vem com o Windows, ele foi o primeiro a sofrer na mão do Blog do IGOR. Porém, no Windows XP, a versão do Internet Explorer não é a 8 e, por isso, tivemos que fazer o download e instalação, tornando o teste mais justo, pois todos os navegadores passaram por isso.

Internet Explorer 8

Parece que os desenvolvedores de software adoram fazer propaganda de si mesmos quando alguém resolve instalar um de seus programas. Todos os navegadores, ao serem abertos logo após a instalação, direcionaram o usuário para as páginas de boas-vindas da empresa desenvolvedora.

O pior desempenho nesse quesito foi do Safari, que carrega uma pesada animação logo no início, dando a impressão de que está travado enquanto ela não inicia. Ele levou absurdos 17 segundos para mostrar tal animação. O Chrome teve desempenho excelente, mas vale lembrar que a página inicial do Google também é extremamente leve.

O Opera, com seu desenho bonitão e arrojado, acabou tropeçando um pouco na primeira inicialização, por causa da pesada página de Speed Dial. De qualquer forma, todos os navegadores, exceto o Safari, foram extremamente rápidos na primeira inicialização, geralmente levando poucos segundos para entregarem o comando ao usuário.

SpeedDial do Opera

Da mesma forma, nas demais inicializações, todos melhoraram os tempos de abertura, exceto quando mandamos que eles abrissem sete abas ao mesmo tempo. Mesmo assim, não houve grandes problemas de desempenho. Lembre-se de que o navegador vai ficando mais lento à medida que mais informações vão sendo agregadas a ele — extensões, histórico e arquivos temporários são os grandes vilões.

No caso específico do Firefox, houve ocasiões em que fechamos e clicamos duas vezes no ícone do programa e nada aconteceu. Ou seja, algumas vezes o navegador simplesmente se recusou a abrir.

Veja abaixo o gráfico comparativo dos tempos de abertura. O tempo está em segundos, com precisão de três dígitos após a vírgula. Quanto menor a barra, mais rápida foi a inicialização naquele passo.

O mais rápido.

Velocidade de abertura.

Legenda
Passo 1: Primeira execução;

Passo 2: Segunda execução, com página inicial padrão;

Passo 3: Execução com página em branco;

Passo 4: Abrir nova aba vazia;

Passo 5: Abrir a janela do navegador com sete abas e os seguintes sites: Blog do Igor, Orkut, Google, Youtube, Cocheita Feliz, Yahoo, Yahoo Respostas.

Passo 6: Abrir página em nova aba a partir de link.

5.1.2. Memória usada

Quem tem memória de sobra no PC (2 GB ou mais), geralmente não precisa se preocupar com a quantidade comprometida pelo navegador, a menos que haja muitos complementos instalados nele. Nos testes, não houve grandes problemas neste quesito e todos os navegadores se saíram bem, não passando do pico de 160 MB.

O gráfico abaixo mostra o consumo de memória de cada um dos navegadores durante os diferentes passos dos testes de desempenho de tempo. A legenda é a mesma do item anterior, então você pode tomá-la como referência. Nos passos 4 e 6, não foi medida a quantidade de memória, pois esse consumo de memória é irrelevante.

O que consome menos memória nos momentos críticos.

Uso de memória.

O modo correto de interpretar o gráfico acima é olhar primeiramente as três primeiras barras (azul, vermelha e verde). A tendência é que o uso de memória caia da direita para a esquerda, como é possível verificar nos gráficos do Firefox e, melhor ainda, no do Safari — isso não quer dizer que esses dois navegadores se deram melhor no consumo de memória, mas se comportaram como o esperado.

Estranhamente, o Internet Explorer 8 consumiu mais memória na segunda inicialização do que na primeira, apesar de não ter sido alterada qualquer configuração e de na primeira execução serem necessários diversos procedimentos de configuração. É desnecessário dizer (mas nós falamos mesmo assim) que em se tratando de inúmeras abas abertas, o Internet Explorer deixa muito a desejar, pois ele foi o que mais usou memória.

O Chrome, apesar de ter se saído melhor na maioria dos testes, foi um dos três que mais consumiram memória quando abrimos todos os sites da NZN de uma só vez. O Firefox, como podemos perceber, foi o que consumiu menos memória, o que nos dá a impressão de que ele é melhor no tratamento de diversas abas abertas ao mesmo tempo.

5.1.3. Acid2

No teste Acid2, os navegadores deveriam ser capazes de exibir corretamente a imagem de referência exibida anteriormente (aquela com o sorriso). Todos os navegadores conseguiram mostrar perfeitamente a imagem e o nariz azul quando o mouse era passado em cima.

Todos compatíveis com os testes do Acid2

5.1.4. Acid3

O Acid3 foi o responsável pela desgraça de um ou outro navegador. O Internet Explorer teve o pior desempenho, mas isso já era esperado, pois a própria Microsoft já declarou que seu foco não é “passar no teste Acid”. Nós, usuários, realmente preferíamos que fosse, pois isso conferiria mais confiança ao IE8, já que os testes Acid são respeitados mundialmente.

No Acid3, somente Internet Explorer 8 e Mozilla Firefox não obtiveram a 100% de aprovação nos testes. O Firefox, no entanto, ficou a somente 6% de ser perfeito. Já o Internet Explorer fez vergonhosos 12% de aprovação, o que nos fez repetir o teste diversas vezes para verificar distorções.

Desempenho do IE8 no Acid3.

Nas repetidas vezes que executamos o Acid3 no IE8, o navegador só conseguiu chegar a 20% de aprovação. Ou seja, sites com tecnologias de ponta provavelmente aparecerão de forma incorreta ou exibirão mensagens de erro.

Três candidatos empataram no Acid3.

5.1.5. Pontuação Peacekeeper

O Peacekeeper foi o teste que melhor ilustrou a batalha entre os cinco navegadores testados. O site disponibiliza um endereço permanente com os testes realizados, para que você possa justamente comparar os resultados com os testes de outros navegadores instalados em sua máquina.

O gráfico abaixo fala por si mesmo. O Google Chrome foi o campeão disparado, apesar de ficar extremamente lento com muitas extensões instaladas — assim como o Firefox, o Opera e qualquer navegador que suporte a adição de complementos.

O Chrome foi o campeão na auditoria de compatibilidade.

Se você quiser conferir nossos testes em detalhe, clique aqui para ir para a URL permanente. Clicando no nome de cada um dos navegadores, você pode ver detalhes da pontuação, que mostram as categorias de recursos avaliados pelo teste.

5.2. Funcionalidades e personalização

Chegamos ao item que causa discórdia entre a maioria dos usuários que gostam de defender o programa que usam. Alguém poderia, por exemplo, achar que estamos depreciando a qualidade do Internet Explorer — apesar de os testes de desempenho mostrarem que ele é o mais lento de todos.

Internet ExplorerPorém, é importante lembrar que o navegador da Microsoft ainda é o mais utilizado no mundo, não só porque já vem com o Windows, mas porque é um dos mais amigáveis, simples e que satisfazem as necessidades de usuários que não precisam de adicionais, como gerenciamento e sincronização de senhas, visualização de abas e diversos outros complementos que, para esses usuários, só fazem qualquer navegador ficar mais lento.

Por outro lado, o usuário mais hardcore certamente preferirá navegadores alternativos. O Firefox deve ganhar um destaque especial por ter o suporte para extensões desde as suas primeiras versões, fazendo com que hoje seja ele o que tem a maior oferta e variedade de adicionais disponíveis.

O Opera é o navegador com uma das interfaces mais interessantes de todas. A ideia de poder visualizar o conteúdo das abas e redimensioná-las é extremamente útil e original para quem quer ou precisa de algo mais visual a fim de gerenciar as dezenas de abas abertas.

MiniTabs

O Google tem se mostrado extremamente preocupado com a experiência do usuário na internet — até porque o sistema operacional anunciado pela empresa será totalmente dedicado à internet. Prova disso são as melhorias quase diárias implantadas ao Chrome.

Ele já suporta a instalação de extensões de forma rápida e fácil, possui uma interface sem frescuras, é extremamente rápido e o melhor de tudo: é compatível com as tecnologias de ponta disponíveis na atualidade.

SafariO Safari (para o sistema Windows!) ficou no final porque, honestamente, não há motivo para baixar um navegador tão simples e escasso de recursos, além de não ter opções de personalização — não possui temas e não tem possibilidade de instalação de extensões. Apesar de ter se saído bem nos testes do Peacekeeper, o Safari não oferece nenhuma vantagem em relação aos outros navegadores, a menos que o nome Apple transmita pompa o suficiente para convencer você.

6. Análise final

Como dissemos na longa introdução, avaliar navegadores é como querer comparar um sorvete de uva com um de banana. É tudo uma questão de preferência. Entretanto, se a banana estiver estragada, certamente você não vai querer comê-la, certo?

Pense nisso fazendo uma analogia com o resultado dos nossos testes de desempenho e compatibilidade: o “sabor” do navegador, ou seja, seus adicionais, interface e supérfluos também são importantes, mas na hora da escolha, pense também se optar pelo navegador mais bonito é realmente a melhor solução.

Como uma dica final, recomendamos que você comente com outras pessoas os testes aqui vistos, para confirmar as afirmações que fizemos e comprovar o que o Blog do Igor demonstrou nas avaliações. De qualquer forma, espera-se que você fique satisfeito com sua decisão.


Por que não se deve utilizar dois ou mais antivírus?

É comum ouvir pessoas dizendo “pô, estou com dois antivírus instalados lá em casa e mesmo assim meu computador foi contaminado”. Infelizmente a quantidade de antivírus não determina o nível de proteção de um computador. Na grande maioria das vezes, o resultado surtido é inverso do pretendido: ao invés de proteger mais o computador, este fica ainda mais vulnerável. Mas por que isso acontece?

Primeiramente devemos ressaltar que estamos tratando exclusivamente de softwares antivírus, tais como Avast!,Norton AntiVirus e Kaspersky Anti-Virus. Aplicativos destinados ao combate de spywares, adwares, entre outras pragas, costumam servir de ótimos complementos para os primeiros.

Utilizar mais de um software antivírus não é necessariamente um problema, mas sempre será medida ineficaz no combate aos vírus. Na melhor das hipóteses, pode ocorrer de um aplicativo deixar algumas ameaças passarem batidas e o outro interceptá-las — isso é raro, mas pode acontecer. Sendo assim, seu computador estará um pouco mais protegido, já que teoricamente um antivírus está complementando o outro. Mas agora veja os pontos críticos desta prática:

Consumo de recursos do sistema

Para manter seu computador protegido em tempo real, os softwares antivírus iniciam serviços em segundo plano automaticamente com o Windows. Comumente, eles são responsáveis pelo consumo de uma parcela generosa de recursos — memória e processamento. Se mais de um software antivírus estiver em execução, mais serviços estarão trabalhando em segundo plano e sua máquina terá o desempenho notavelmente afetado.

Dois antivírus no computador dificilmente se entendem.Incompatibilidade entre aplicativos

Uma situação comum no uso de dois ou mais softwares antivírus no computador é o desentendimento entre ambos os aplicativos. Isso acontece porque cada desenvolvedor projeta seus programas para trabalharem de maneiras diferentes. Sendo assim, é comum ver softwares antivírus detectando ameaças colocadas em quarentena pelo outro e vice-versa. Outro fato que costuma ocorrer é o ato da interceptação de uma ameaça em que os dois softwares a detectam. Como ambas as ferramentas bloqueiam o arquivo malicioso, por vezes torna-se impossível removê-lo. Um impossibilita a ação do outro.

Devido a esses problemas, muitos softwares hoje trazem mecanismos em seus instaladores que detectam a presença de outros aplicativos conflitantes, impossibilitando a instalação até que o(s) outro(s) softwares sejam desinstalados da máquina.

Em suma: as chances de você ter a proteção da sua máquina prejudicada são muito maiores do que tê-la aprimorada. O interessante mesmo é combinar aplicativos que se complementam, que desempenhem funções específicas. E o mais importante: utilizar o computador com cautela, procurar navegar em sites confiáveis e manter seus programas sempre atualizados.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

FarmVille: do Facebook direto para o MSN

Sua fazenda não ficará mais restrita ao Facebook e ganhará o mundo.

Entrar em redes sociais simplesmente para procurar amigos, parentes e colegas de trabalho não é mais prática da maioria dos membros de redes como Orkut, Facebook e MySpace. Com a inauguração do suporte para os “aplicativos”, essas redes inseriram-se também na categoria de fontes de entretenimento, devido aos diversos jogos que implantaram, sem que o usuário precise visitar outras páginas ou se deslogar do serviço.

Um dos mais conhecidos jogos disponíveis para o Facebook é o FarmVille (você já deve ter sido convidado por um dos seus amigos), no qual os usuários devem gerenciar tudo o que acontece em suas próprias fazendas.

Você começa somente com alguns lotes de terra e poucas plantas sendo cultivadas, mas deve aumentar sua produção, construir estábulos, criar animais e realizar diversas atividades inerentes ao gerenciamento de uma fazenda.

Farmville

Quem já conhece o Farmville vai gostar da novidade que o Facebook, a Zynga (desenvolvedora do Farmville) e a Microsoft estão preparando: a integração do jogo com a rede MSN Games, através do Facebook Connect.

Isso significa que você não precisará mais se logar no Facebook quando quiser cuidar da sua fazenda, pois ela também estará disponível nos sites participantes da rede MSN Games e, claro, no Windows Live Messenger.

A mudança é um grande passo para jogos que antes eram um simples passatempo, pois eles serão “promovidos” à categoria de casuais, ganhando milhões de novos usuários e se espalhando por diversas outras redes.

Da mesma forma, outros desenvolvedores de jogos provavelmente se sentirão confortáveis para disponibilizar suas criações em outro sites e serviços, melhorando a divulgação e conquistando cada vez mais pessoas.

Farmville

Ainda não há muitas informações de que tipo de integração será feita com o Windows Live Messenger, mas esperamos que seja possível jogar direto das janelas de conversa dos seus contatos.
Se você já é jogador do Farmville, essa integração só trará benefícios e aumentará ainda mais o seu vício pelo joguinho. Por outro lado, aqueles que ainda não conhecem o aplicativo, com certeza esbarrarão em algum momento com ele e terão sua curiosidade despertada.

Lâmpadas de nanofibras já são o futuro da iluminação nas casas

Cientistas já trabalham em tipo de lâmpada que deve substituir incandescentes e fluorescentes dentro de pouco tempo. Saiba mais sobre essa tecnologia que vai estar sobre nossas cabeças em breve!

Todos sabem que, até agora, as lâmpadas fluorescentes são mais econômicas e até mais ecológicas do que as anteriores incandescentes. Entretanto, até esse tipo de tecnologia já está sendo passado para trás. Ao contrário das tecnologias existentes hoje, essas lâmpadas de nanofibras têm algo de diferente: não usam mercúrio na sua composição – o que a torna muito mais “verde” do que qualquer outra comercializada.

A nova tecnologia em desenvolvimento pelos cientistas dos Laboratórios RTI já tem avanços muito significativos no que se refere ao uso de nanofibras para emitir luz. Essas fibras são tão pequenas que se quebrarmos a palavra para descobrir seu significado, ficaremos avisados de que estes cientistas estão trabalhando com fibras que têm um bilhonésimo de um metro. São partes muito pequenas que podem ser manipuladas no momento da fabricação.

As lâmpadas do futuro serão mais econômicas!

Dessa maneira, as fábricas podem trabalhar para produzir lâmpadas que consigam conciliar a difícil tarefa de coordenar a intensidade de luz e o consumo de energia. Portanto, o consumidor terá mais opções nas prateleiras. Isso porque além de trabalhar nessa tecnologia, os pesquisadores descobriram duas vertentes. Os refletores de nanofibras e as nanofibras fotoluminescentes são desdobramentos dessa novidade.

Como se trata de um tipo de luz que é emitida a partir das nanofibras, ou seja, elementos sólidos apesar de minúsculos, essas lâmpadas foram inseridas na categoria “lâmpadas de estado sólido” assim como os LEDs e OLEDs. Dessa maneira é possível criar misturas de materiais que permitem um bom aproveitamento de cada watt consumido. A média da lâmpada de nanofibras fica em torno dos 55 lumens por watt de energia.

Isso já faz com que essa tecnologia seja cinco vezes mais eficiente que as atuais lâmpadas incandescentes que já conhecemos há algum tempo. Portanto, não é difícil ver que as próximas lâmpadas serão muito mais eficientes e ecológicas, de maneira a tornar suas antepassadas completamente obsoletas. Além disso, o tipo de luz emitida a partir das nanofibras é bastante agradável.

Boas mudanças
As nanofibras já são parte do nosso futuro!Até agora você nunca viu uma pessoa testando renderizações de luzes quando vai ao supermercado comprar novos focos. Esse cenário está prestes a mudar. O prazo para a chegada dessa nova tecnologia às prateleiras fica em torno dos três aos cinco anos. Então, não será complicado imaginar alguém procurando luzes “branco quente”, “branco neutro” ou “branco suave”.

Já se sabe que as lâmpadas que estão por vir terão um impacto muito significativo no consumo de energia no mundo inteiro. Isso é bastante sensível justamente porque cerca de um quarto de todo o consumo mundial de energia elétrica é dedicado apenas às lâmpadas acesas. Então não é difícil imaginar a redução que essas nanofibras vão causar no cenário atual de consumo de eletricidade.

Explorando as faces da luz
Além de diminuir o consumo e contribuir para a preservação da natureza, as nanofibras permitirão algo que até hoje é um pouco complicado e demanda muito empenho de designers dos mais variados mercados. Imagine um designer de interiores que pode modelar a luz na intensidade certa para um determinado ambiente, ou então um designer de produtos que precise direcionar seu mais novo projeto com uma quantidade X de luz. É uma novidade que permite muitas nuances e usos.

AMD Fusion: novo processador que integrará placa de vídeo está chegando!

Embora o lançamento esteja previsto apenas para 2011, a AMD mostra mais detalhes de seu novo processador, o AMD Fusion.
Quem acompanha o portal Blog do Igor já está por dentro das primeiras novidades que a AMD está preparando em seu mais novo processador, o AMD Fusion. Embora o lançamento desse componente esteja previsto apenas para o ano de 2011, a empresa liberou mais algumas novidades que possivelmente estarão presentes no processador.

Também conhecido como Llano, o AMD Fusion é uma versão melhorada no processador Phenom II, comercializado no mercado atualmente. Além de maior velocidade de processamento, o novo processador traz características que estão presentes graças à compra da ATI pela AMD.

Parece que o ano de 2011 vai ser movimentado no mercado de processadores. Então, confira o que vem por aí com o AMD Fusion.



Recapitulando

Antes de mostrar as novidades fresquinhas do AMD Fusion, é bom relembrar o que já foi falado a respeito do novo processador. Para começar, a característica principal do componente, que também dá origem ao seu nome: unir CPU E GPU, formando o que está sendo chamado de APU (Accelerated Processor Unit).

CPU e GPU, qual a diferença?
É muito comum ver usuários confusos quanto às diferenças entre CPU e GPU. Para entender bem como o Fusion funcionará, é preciso ter essa diferença bem clara. CPU é a abreviação para Central Processing Unit (unidade central de processamento).

Em poucas palavras, a CPU é a responsável por processar praticamente todas as informações do computador. Seria como o cérebro humano, que controla cada movimento do corpo, desde os mais complexos até os mais simples.

GPU, por sua vez, é abreviação de Graphics Processing Unit (Unidade de processamento gráfico). Ou seja, ela é a responsável por todo o processamento gráfico e visual em computadores e video games.

Continuando...
Como você já deve estar imaginando, o Fusion trará em uma mesma peça de silício o processador gráfico e a CPU. Com isso os usuários podem assistir a filmes e rodar jogos 3D sem “fritar” o processador.

Como já era de se esperar, o AMD Fusion promete trazer quatro núcleos de processamento, sendo três deles voltados à CPU e um totalmente dedicado para a GPU. Com esse esquema híbrido, o Llano promete desempenhos excepcionais em diversas tarefas, em especial nas que necessitam de qualidade gráfica elevada.

O que vem por aí

Agora que você já relembrou as novidades anunciadas anteriormente pela AMD, é hora de ficar por dentro das novas promessas da empresa. O AMD Fusion promete trabalhar com velocidade superior a 3 GHz, somando os quatro núcleos.

Cada um dos núcleos de CPU contará com 1 MB de memória cachê L2 e TDP entre 2,5 W e 25 W (leia aqui uma explicação simplificada sobre TDP). A AMD ainda não anunciou qual será o TDP total do processador (CPUs mais GPU).

Mas, de acordo com a empresa, se os três núcleos de processamento estiverem trabalhando em sua frequência total, o TDP poderá ficar entre 10 watts e 100 watts. Esse valor pode aumentar consideravelmente com o chip gráfico, já que componentes de processamento visual são famosos por devorarem energia e gerarem muito calor.

Há, no entanto, uma tecnologia que pode ajudar a diminuir o TDP. É a chamada propagação de energia por núcleo, apresentada este mês pela AMD em São Francisco, na International Solid State Circuits Conference.

Com essa tecnologia, quando um núcleo não está sendo utilizado ele é desligado e a energia é então distribuída entre os demais cores do processador. Além de economizar energia, isso ajuda a diminuir a dissipação de calor do componente.

O AMD Fusion traz ainda suporte nativo para o DirectX 11, da Microsoft, permitindo um desempenho gráfico superior na execução de aplicativo pesados e games de última geração.

Para ajudar a entender um pouco melhor como funcionará a nova arquitetura dos processadores AMD, não deixe de conferir a imagem abaixo. Ela mostra como é o esquema dos componentes atuais e como provavelmente será o do AMD Fusion.



Entendendo o TDP

Com tanta tecnologia de processamento nova que surge, é inevitável que os componentes do PC trabalhem cada vez mais rápido. Essa crescente rapidez faz com que a máquina trabalhe mais e, consequentemente, produza mais calor.

Para que o calor excessivo produzido no interior do computador não queime nem prejudique o funcionamento dos seus componentes, é necessário haver o resfriamento deles e é este o papel destinado ao cooler.

O TDP é o acrônimo de Thermal Design Power (projeto de força térmica). Em poucas palavras, é a quantidade de energia que o cooler precisa utilizar para dissipar o calor produzido pelo processador. Quanto menos energia ele utilizar, maior será a economia para o usuário.

Um processador com 20 W TDP, por exemplo, significa que o cooler precisará de pelo menos 20 W energia para resfriar o componente de maneira aceitável, ou seja, o suficiente para que o processador não queime.

Obviamente, quanto maior o número de núcleos de um processador, maior será o calor dissipado por ele e, como consequência, o TDP também será maior.





Para quando e para quem?

O AMD Fusion é mais voltado para notebooks com uma configuração comum, ou seja, aqueles destinados a usuários domésticos, que utilizam o computador para tarefas simples. De acordo com a empresa AMD, haverá também um modelo do Fusion voltado para desktops, com a mesma capacidade de processamento dos computadores portáteis.

Embora o lançamento do novo processador da AMD tivesse programado para 2009, utilizando tecnologia de fabricação de 45nm, a empresa resolveu adiar a colocação do componente no mercado até que a tecnologia de 32 nm fosse concebível. Com isso é possível construir um componente menor, mas com uma eficiência enérgica muito maior.

Dessa maneira, a empresa anunciou que alguns protótipos do AMD Fusion poderão ser vistos ainda neste ano, mas o lançamento oficial está previsto apenas para 2011.



A ideia do Fusion é sem dúvida muito interessante, e os resultados ao criar a APU (CPU + GPU) parecem animadores, mas por enquanto é necessário esperar até que as primeiras unidades sejam liberadas para testes e as primeiras impressões do produto apareçam.

A AMD promete mais do que uma simples fusão entre chip gráfico e CPU. E quanto a você, usuário, o que está achando de toda essa tecnologia? Não deixe de compartilhar sua opinião com o Blog do Igor.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Imagem em 3-D revela cratera marciana com riqueza de detalhes

Uma nova imagem em terceira dimensão divulgada pela Nasa revelou detalhes da cratera Mojave, em Marte. A foto, tirada pela sonda Mars Reconnaissance Orbiter, mostra que materiais rochosos ficam apoiados nas paredes da cratera, o que pode ser considerado um padrão desse tipo de formação no planeta.


(Imagem/Nasa)


A Mojave, uma das maiores crateras marcianas, tem cerca 10 milhões de anos e 60 quilômetros de diâmetro, um tamanho considerável para sua idade, segundo astrônomos da agência espacial americana. Por causa destas características, ela pode ajudar os cientistas a entenderem melhor a geologia do planeta, já que formações desse tamanho geralmente são bem mais afetadas pela erosão, sedimentação e outros processos geológicos. Crateras jovens como a Mojave revelam informações sobre o processo de impacto, derretimento e depósitos no solo de Marte.

Segurança: o que fazer quando o computador foi infectado por um vírus?

Aprenda o que fazer caso sua máquina seja contaminada por uma das diversas pragas que rondam a internet.

Falar de vírus de computador já se tornou algo bastante comum e parte do cotidiano de quem utiliza computadores, seja em casa ou em seu local de estudo ou trabalho. É conhecimento comum que é preciso se proteger dessas ameaças, que podem simplesmente prejudicar o funcionamento do computador ou até roubar informações importantes, como informações de acesso a emails ou até senhas de banco.

Infelizmente, por mais cuidados que se possa tomar, não é difícil ser infectado por um desses programas maliciosos. Caso isso tenha acontecido com você, não precisa entrar em pânico e dar o computador como perdido. Neste artigo, mostraremos um passo-a-passo completo indicando qual o melhor procedimento a tomar quando um vírus entra no computador.


Os vírus de computador são nada mais que programas maliciosos, que utilizam falhas de segurança do sistema operacional ou programas para realizar ações não autorizadas pelo usuário. Os tipos existentes são bastante diferentes entre si, e o grau de perigo que representam ao computador varia. Para facilitar a compreensão, vamos dividir os vírus em quatro categorias.

Vírus comum: É um pequeno pedaço de software que pega carona no código de outro programa, como um editor de texto. A cada vez que esse programa for executado, o código malicioso entrará em ação, com a chance de reproduzir sua ação para outros programas.

Vírus de email: A principal característica desse tipo é a capacidade de viajar anexados a mensagens de email aparentemente inofensivas. Costumam se reproduzir automaticamente, enviando mensagens automáticas para toda a lista de contatos do usuário. Alguns mais perigosos não precisam nem que o usuário execute algum programa, apenas ao abrir o email já ocorre a infecção.

Cavalos de tróia (Trojan): O nome desses programas tem origem na mitologia grega, no episódio que narra a queda da cidade de Tróia. Em geral são programas disfarçados, que prometem realizar uma função quando na verdade abrem uma porta de acesso para um hacker acessar os dados presentes no computador. Ao contrário dos vírus comuns e worms, eles não se reproduzem automaticamente, sendo necessária a interação entre usuários para espalhá-los.

Worms: Um worm é um tipo específico de vírus que tem como preferência se espalhar por redes de computador. Uma cópia do software faz uma análise da rede utilizada para detectar outras máquinas que possuam falhas de segurança para invadi-las, e a partir daí continuar seu processo de reprodução. Em geral, worms simplesmente servem como uma forma de gerar dor de cabeça, consumindo recursos como banda de internet ou memória do sistema.



Existem diversas formas de lidar com programas maliciosos presente no computador. Normalmente, o antivírus instalado exibe um alerta indicando a existência de um problema. Nos casos mais comuns, basta seguir as instruções do programa para proteger o sistema e eliminar qualquer arquivo ou processo que prejudique o funcionamento.

Infelizmente, é bastante comum o antivírus só detectar a ameaça quando ela já se espalhou e está fora de controle. Isso acontece nos casos em que o software malicioso é um tipo novo, para o qual ainda não existe uma vacina correta. Assim como no corpo humano, as infecções se propagam em velocidade maior quando não há nenhum tipo de anticorpo disponível. Mas calma, não é preciso se desesperar nesse tipo de situação. Seguindo os passos listados abaixo, é grande a chance de deixar o computador totalmente livre de qualquer vírus.

Utilizando a Restauração do Sistema do Windows

Utilizar a Restauração do Sistema pode ser uma boa alternativa quando o vírus causa algum tipo de dano permanente aos arquivos de sistema. É possível “voltar no tempo” até um ponto anterior à infecção, recuperando dados importantes e até mesmo eliminando a ação de alguns vírus.
Infelizmente, esse recurso nem sempre é útil, pois alguns softwares maliciosos conseguem desabilitar essa função do Windows, e até mesmo se fazer presente nos pontos de restauração criados pelo usuário. Caso você deseje, pode acessar o artigo “Como funciona a Restauração do Sistema” para uma descrição mais detalhada deste recurso.

Verifique quais programas iniciam junto com o Windows

É muito comum o vírus que invadiu a máquina configurar automaticamente a execução de algum arquivo próprio quando a máquina é executada. Assim como os demais programas do sistema, esse processo é exibido na lista dos processos abertos automaticamente quando o Windows é iniciado.

Impedir que determinados programas sejam executados é uma tarefa bastante simples, que pode poupar bastante dor de cabeça. Caso você detecte qualquer processo suspeito ou de origem incerta, pode desabilitar sua execução sem nenhuma culpa. O recomendado é que somente sejam iniciados junto do Windows o antivírus e aqueles programas que você realmente usa de forma constante. O artigo “Removendo programas que inicializam automaticamente com o Windows” dá informações detalhadas sobre como realizar esse processo.

Caso você não tenha certeza sobre a confiança de determinado processo, uma dica útil é pesquisar pelo seu nome em sites de busca. É muito fácil encontrar descrições detalhadas sobre o nome utilizado pelo arquivo executável de vários programas. Além disso, caso você perceba que realmente possui um vírus na máquina, pode acessar sites e fóruns em que outros usuários narram histórias e apresentam soluções.

Só lembre-se de tomar cuidado ao escolher qual fonte utilizar. Muitas pessoas mal intencionadas utilizam de histórias fictícias oferecendo soluções que na verdade vão contaminar ainda mais o computador.

Faça uma análise completa do computador

Um dos passos mais demorados, mas que também se apresenta como uma das soluções mais seguras. Simplesmente abra o software antivírus presente no sistema, certifique-se que a última atualização está instalada e faça uma varredura completa de todas as unidades de disco do computador.

A Microsoft disponibiliza um software totalmente gratuito chamado de Ferramenta de Remoção de Software Mal-Intencionado, que ajuda a remover alguns dos programas mal intencionados mais facilmente encontrados. Esta ferramenta é atualizada mensalmente, e é possível fazer seu download tanto pelo site da empresa quanto pela atualização automática do Windows. Como é totalmente gratuita e não entra em conflito com outros softwares antivírus, é uma boa opção sempre manter uma cópia atualizada no computador.

Vale lembrar que o programa só deve ser utilizado como uma forma de proteção emergencial, e não possui recursos suficientes que justifiquem sua utilização como um substituto a softwares antivírus. Portanto, não o mantenha como forma exclusiva de proteger o computador.

O processo de análise dos arquivos presentes no disco rígido pode demorar bastante, dependendo no número de documentos que você possuir, e é recomendado que o usuário não utilize nenhum outro programa simultaneamente. Após o término do processo, serão exibidos os arquivos infectados detectados, e o programa antivírus apresentará a opção de apagar estes documentos ou deixá-los em quarentena, caso a exclusão não seja possível.

Utilizando o modo de segurança do Windows

Muitas vezes o programa utilizado pelo usuário não será capaz de apagar o arquivo executável utilizado pelo vírus por restrições do próprio Windows, que impede a exclusão de processos que estão sendo executados atualmente. Uma alternativa para resolver esse problema é realizar a análise utilizando o modo de segurança do sistema.

Nesse modo, somente é permitida a execução de processos essenciais para o funcionamento do computador, o que pode barrar a ação de vírus que abrem automaticamente quando o Windows é iniciado. Para mais detalhes de como acionar o modo de segurança, acesse o artigo “Como Iniciar em Modo de Segurança”.

Computador iniciado em Modo de Segurança

Não é possível indicar qual o melhor software antivírus disponível no mercado, pois programas famosos como o Norton, Kapersky, Avast e AVG apresentam muitas similaridades entre si quando se trata de banco de dados e capacidade de proteção. Uma boa opção é testar cada um dos softwares antes de determinar qual o mais adequado para o uso que você pretende fazer. O artigo “Teste seu antivírus” dá dicas bastante úteis nesse sentindo, possibilitando uma escolha mais consciente do usuário.

O que fazer quando o vírus é colocado em quarentena?

Muitas vezes o antivírus utilizado não é capaz de apagar algum arquivo infectado, ou simplesmente opta por deixá-lo em quarentena. Caso isso aconteça, não é preciso se preocupar ou achar que o vírus ainda está infectando o computador e tentar eliminar os documentos infectados manualmente.

Assim como quando acontece uma doença em um ser humano, o processo de quarentena isola os processos contaminados, monitorando a evolução de seu comportamento durante certo tempo. É como quando alguém pega alguma doença desconhecida: não é possível iniciar o tratamento sem antes observar bem os sintomas apresentados, permitindo que os médicos decidam pela melhor forma de medicar o paciente.

Quando um arquivo é enviado para quarentena, o primeiro passo a tomar é verificar seu conteúdo, para determinar se simplesmente não é algum documento do qual o sistema não reconheceu a veracidade. Caso você conheça o material e saiba que ele é confiável, basta simplesmente aplicar a vacina presente no antivírus. Após essa operação, já é possível utilizar o arquivo tranquilamente.

Na situação de você encontrar arquivos desconhecidos, é preciso tomar algumas precauções extras. Muitos vírus têm origem em páginas da Internet, e utilizam extensões como JS e SCR, representando um maior risco de propagação. O recomendado nestes casos é deixar o arquivo em quarentena e enviar o material à fabricante do antivírus utilizado para uma análise mais profunda. Depois disso, o mais recomendado é utilizar o software instalado no computador para apagar estes arquivos suspeitos.

Vírus detectados em computadores ligados por redes

Quando é detectado que um vírus está infectando diversos computadores ligados em rede, os passos que devem ser tomados são os mesmos. A única diferença é que é preciso verificar com atenção todas as máquinas infectadas, para ter a certeza de que o problema foi corrigido em todas elas. Não adianta nada limpar os vírus de somente um computador, se ele é constantemente infectado novamente pelos outros usuários da rede.

O passo mais fácil para descobrir se um computador é responsável por infectar outros é monitorar os picos de upload da rede. Caso alguma atividade anormal seja detectada, é bem provável que o vírus esteja utilizando esta máquina para infectar as demais. Monitorar a atividade de rede também permite detectar casos em que o vírus monta uma verdadeira rede zumbi entre os usuários infectados. Mais detalhes sobre isso podem ser encontrados neste artigo.

Utilizando ferramentas de proteção complementares

Antes de qualquer coisa, não saia correndo para baixar todos os softwares antivírus que encontrar pela frente. Ao contrário do que o senso comum possa dizer, mais programas não significam mais proteção, justamente o contrário. Colocar dois programas na mesma máquina causa uma situação em que são dois competidores lutando pelos mesmos recursos de proteção, o que causa uma série de conflitos de operação. O resultado final é que nenhum realiza o papel que deveria, deixando o computador totalmente desprotegido.

A solução para deixar os arquivos mais protegidos contra a invasão de softwares maliciosos é a instalação de programas anti-spyware. É preciso deixar bastante claro porque é necessário ter tanto um bom antivírus quanto um anti-spyware no mesmo computador.

Antivírus são responsáveis por eliminar programas que em sua maioria causam lentidão no sistema, impedindo o funcionamento correto de alguns programas. Além disso, é comum que estes programas destruam dados e arquivos importantes presentes no disco rígido. Já os anti- spywares capturam softwares espiões, que possuem a função de coletar informações do usuário, normalmente com a intenção de cometer práticas ilegais.

Devido a estas características próprias a cada tipo de programa é que é possível utilizá-los na mesma máquina sem nenhum problema de conflitos. É claro, existem softwares que realizam ambas as funções, mas é preciso desconfiar deles, pois quase sempre alguma das proteções prometidas não é tão eficiente quanto à de um programa dedicado exclusivamente a determinada função.

Quem está indeciso sobre qual anti-spyware utilizar pode conferir a seleção feita pelo Blog do Igor, no Baixaki indicando cinco dos programas mais acessados na categoria. Clique aqui para acessar.

Mantenha uma cópia do HijackThis instalada no computador

O número de pragas encontradas na internet é tão grande que existem programas maliciosos que nem os melhores antivírus e anti-spywares do mercado são capazes de solucionar. A maioria até detecta alguns destes problemas, mas são incapazes de providenciar uma alternativa que realmente proteja o computador do usuário.

Nestes casos, recomendamos a utilização do HijackThis, programa que faz uma varredura completa de tudo o que você possa imaginar. São analisados todos os arquivos, pastas e processos do computador, além do registro de sistema e integridade dos controles ActiveX instalados.

O software atua principalmente na remoção de barras de tarefas estranhas e addons não autorizados instalados no navegador de internet. O grande mérito que possui é solucionar a maioria dos problemas que detecta, além da possibilidade de criar um relatório completo sobre tudo que foi analisado. Através dos dados obtidos, uma pessoa que possua um bom conhecimento sobre computadores pode detectar e eliminar facilmente qualquer programa malicioso que esteja atuando.

O Baixaki dispõe de um passo-a-passo completo, com todas as instruções necessárias para utilizar o HijackThis corretamente. Clique aqui para acessar.


Caso você tenha seguido todos os passos listados acima, e nenhum resolveu o problema, a solução mais fácil é simplesmente formatar o computador, reinstalar todos os programas e configurar novamente as preferências de cada usuário. Com uma instalação nova, está garantida a segurança do sistema, já que todos os códigos maliciosos presentes no computador terão sido eliminados. O artigo “Como formatar o Windows” dá instruções completas sobre como formatar o computador com segurança.

Caso você opte por essa solução, lembre-se sempre de fazer backup dos arquivos pessoais que deseja manter, verificando-os antes para ter a certeza de que nenhum deles é hospedeiro do vírus que infectou o computador. Assim que reinstalar o sistema operacional, a primeira coisa a fazer é baixar todas as atualizações disponíveis e instalar softwares de antivírus e anti-spyware. Somente após estes procedimentos é que você deve voltar a utilizar o computador normalmente.

Vale mencionar que alguns usuários até preferem utilizar essa opção como a primeira alternativa quando um vírus é detectado. Isso porque o processo de formatar e reinstalar o sistema operacional muitas vezes é mais rápido do que esperar que o antivírus termine a varredura do sistema e solucione o problema.


Como já diz o ditado popular, é muito melhor prevenir do que remediar. Algumas atitudes bastante simples podem ser tomadas durante o uso cotidiano do computador para evitar que vírus tomem posse de seu sistema. Seguindo os passos abaixo, dificilmente algum vírus causará grandes dores de cabeça.

Mantenha os programas de proteção atualizados

Computadores desatualizados correm mais risco de contrair infecções e sofrer invasões do que aqueles que possuem as versões mais recentes dos programas responsáveis pela proteção da máquina. Com o surgimento de cada vez mais pragas, os softwares também não ficam atrás e constantemente estão fortalecendo sua base de dados e gerando vacinas contra ameaças. Portanto, um antivírus atualizado terá mais capacidade de combater invasores.

Utilize uma máquina virtual e evite programas desconhecidos

Máquinas virtuais emulam sistemas operacionais dentro de um computador real. Por exemplo, é possível utilizá-las para utilizar o Windows XP em um computador com o Windows Vista instalado. Elas estão sujeitas às mesmas ameaças que o sistema principal, mas é bastante improvável que um vírus adquirido durante sua utilização passe para o sistema principal. Como é muito mais prático formatar uma máquina virtual do que o sistema principal, elas se apresentam como uma boa alternativa de proteção aos dados do computador.

Sempre desconfie de sites que oferecem soluções imediatas para todos os problemas do computador, bastando para isso o download de um programa. Normalmente estes arquivos são vírus ou trojans disfarçados, e só servem para roubar dados do usuário e danificar os dados presentes no disco rígido.

Desconfie de mensagens e emails suspeitos

Essa prática é bastante comum em redes sociais, e a maioria das pessoas já está acostumada a receber spams, mas não custa nada reforçar a ideia. Sempre desconfie de qualquer mensagem que envolva contas bancárias, prêmios fabulosos ou informações pessoais. A maioria delas simplesmente são tentativas de enganar o usuário, forçando-o a instalar programas maliciosos no computador.

Portanto, além de não confiar em conteúdo enviado por desconhecidos, também desconfie de mensagens estranhas enviadas por quem você conhece. Muitas vezes estas pessoas estão infectadas, e o vírus simplesmente enviou uma mensagem automática para todos os contatos dela.

Verifique o endereço do site que você está acessando

Uma situação cada vez mais comum é a construção de páginas idênticas às de grandes sites da internet, que acabam escondendo links para vírus ou que sustentam atividades criminosas. É muito comum ouvir histórias de pessoas que acreditavam estar acessando o site de um banco pessoal só para descobrir que os dados inseridos foram roubados.

Portanto, sempre desconfie de endereços semelhantes, mas que utilizam domínios diferentes. Preste atenção se o site que você está acessando não está hospedado em locais suspeitos, como “.cjb.net”, “.blogspot.com” e até domínios mais confiáveis como “.net” e “.org”. Para uma maior segurança, caso desconfie de um determinado endereço, procure o nome do site que deseja acessar em um site de buscas qualquer. Normalmente o primeiro resultado apresentado será o oficial.

Procure estar sempre informado sobre novas ameaças

Na era da internet, é cada vez mais verdadeira a frase: informação é poder. Quanto mais ligado você estiver nas notícias sobre ameaças virtuais, mais fácil será proteger o computador. Acima de tudo, não tenha medo de assumir que não sabe de alguma coisa e parta para a pesquisa. É melhor perder alguns minutos certificando-se que algum site ou mensagem é confiável do que perder horas tentando eliminar algum vírus ou formatando o sistema operacional.


O que um antivírus precisa ter para ser eficiente?

Confira quais são as principais funcionalidades que um antivírus deve possuir para ser considerado bom.

Com os computadores conectados à internet quase 100% do tempo, fica cada vez mais evidente a necessidade da utilização de um bom programa antivírus. A todo instante são lançados novos softwares maliciosos na rede mundial, todos sedentos para encontrar uma máquina desprotegida para começar a infecção.

Devido a essa instantaneidade nos acontecimentos e à crescente variação nos arquivos infecciosos, os antivírus devem ser mais completos e estáveis, visando proteger os computadores dos usuários e destruir qualquer forma de vírus, trojan ou qualquer outro malware que tente se alocar nos discos locais.

Mas quais são os pontos que o usuário deve analisar na hora de escolher um antivírus? A resposta é um pouco extensa, mas o Blog do Igor separou onze pontos-chave para que os usuários fiquem mais tranquilos com seus programas.

Proteção residente

Identificação de vários malwares

Existe uma gama enorme de softwares especializados em cada um dos tipos diferentes de malwares e que procuram apenas trojans, só spywares ou keyloggers. Hoje, um bom antivírus não deve ser limitado a apenas um desses tipos de arquivos maliciosos, mas deve buscar e exterminar qualquer tipo de vírus.

Proteção em tempo real

Por muito tempo, os antivírus faziam buscas por problemas no disco rígido apenas quando o usuário ordenava que a ação fosse realizada. Isso é coisa do passado, pois com os computadores online o tempo todo, antivírus que não possuem proteção em tempo real (verificação constante de todos os dados trocados entre máquina e servidores) devem ficar longe dos computadores.

Opções de varredura

Nem sempre o usuário dispõe de tempo para fazer uma verificação completa em todo o disco rígido. Ou então às vezes é necessário que sejam escolhidos apenas alguns arquivos ou pastas. Antivírus devem poder ser configurados para que realizem varreduras rápidas ou profundas, disponibilizando também opções de locais para escaneamento.

Pragas disseminadas

Agendamento

A possibilidade de marcar verificações automáticas também é um ótimo diferencial que alguns antivírus oferecem aos seus clientes. Alguns permitem que sejam marcadas varreduras periódicas, que podem ser mensais, semanais, diárias ou em qualquer outra frequência escolhida pelos usuários.

Desligamento automático

Aclamada pelos usuários que não dispõem de tempo hábil para verificações durante o funcionamento do computador, esta função permite que a máquina seja desligada automaticamente após o fim das verificações. Desse modo o usuário ordena as varreduras apenas no tempo ocioso do computador, sem que isso atrapalhe suas atividades.

Verificação de mídias removíveis

Um dos maiores disseminadores de pragas virtuais é o pendrive. Os usuários conectam o dispositivo de memória em um computador infectado e logo todos os outros já estão contaminados também. Antivírus com verificação automática de mídias removíveis podem contribuir bastante para evitar esse tipo de infecção.

Verificação de pendrives

Proteção em emails

Outra fonte de infecção que incomoda bastante é o correio eletrônico. Os melhores softwares de proteção contra vírus devem ser integrados aos serviços e softwares gerenciadores de email para evitar que os usuários sejam contaminados com vírus anexados às mensagens recebidas.

Criar disco de boot

Há alguns tipos de arquivos maliciosos que desativam os arquivos de inicialização dos antivírus, ou mesmo do próprio sistema operacional. Antivírus que permitam a criação de discos de boot podem ser muito úteis para os usuários conseguirem realizar verificações antes mesmo de o sistema operacional ser inicializado.

Pouco uso de memória

Muitos usuários reclamam que os antivírus pesam muito nos computadores enquanto as varreduras estão sendo realizadas, o que impede que outras atividades sejam executadas durante esse período. Programas de proteção leves, que rodem em segundo plano, podem resolver esse problema e agradar bastante aos usuários que não são incomodados pelo peso da verificação.

Varreduras simultâneas

Em alguns momentos os usuários precisam fazer verificações rápidas de um disco removível ou mesmo de uma pasta independente no sistema, ao mesmo tempo em que estão sendo feitas varreduras completas do computador. Antivírus que permitem essas varreduras simultâneas ganham pontos, por evitarem a necessidade de que a verificação principal seja interrompida pelo usuário.

Varreduras simultâneas

Atualizações frequentes do banco de dados

O banco de dados de um antivírus contém todas as informações referentes aos vírus e outros arquivos maliciosos que podem danificar o sistema. Como em todos os dias são lançadas novas pragas, o antivírus deve estar sendo constantemente atualizado para evitar que os computadores sejam infectados por arquivos maliciosos novos.

Anti-rootkit

Rootkits são os malwares que utilizam técnicas de programação para se camuflarem dos softwares de segurança. Não são todos os antivírus que fazem verificações profundas a ponto de encontrar esses arquivos maliciosos, portanto os que possuem essa característica ganham muitos pontos e conquistam muitos usuários.

Cuidado com falsos-positivos

Alguns antivírus reconhecem arquivos comuns de instalação como se fossem arquivos maliciosos. Caso desconfie dos resultados obtidos com alguma verificação, o Blog do Igor recomenda que o arquivo seja enviado ao site Vírus Total, assim ele será verificado pelos principais antivírus do mercado, notificando se o arquivo é mesmo um malware, ou se é um falso-positivo.

Verificações constantes

Conclusão

É importante ressaltar a importância do uso de um bom software antivírus para qualquer perfil de usuário, seja um usuário comum ou um gamer, por exemplo. São os antivírus que garantem a proteção e o bom funcionamento dos computadores, pois sem arquivos maliciosos os sistemas ficam mais estáveis e, por consequência, mais rápidos.

Por isso mantenha sempre um bom antivírus instalado em seu computador, mas lembre-se de que não adianta apenas deixá-lo instalado. Devem ser realizadas atualizações diárias na base de dados e também devem ser programadas verificações completas com frequência para garantir a segurança do computador.

Importante lembrar que mais de um antivírus instalado no computador pode gerar conflitos e anulações de funcionalidades, o que ocasiona instabilidade e problemas de segurança, além disso, é recomendado possuir também um firewall eficiente alocado no sistema.

Conte para o Blog do Igor qual é o antivírus que você utiliza. Realiza varreduras frequentes e mantém sempre a base de dados atualizada? Diga também que outras funções você acha que um antivírus deve possuir.

Conheça as novas cédulas do Real!

O Banco Central acaba de anunciar a renovação das cédulas do Real. As mudanças melhorarão a segurança e a tecnologia das notas.

O Real, criado em 1994, mostrou-se uma moeda estável e forte em nosso país e no mundo. Hoje ele é utilizado amplamente em transações de todos os tipos, o que demanda melhorias nas cédulas. Tendo em vista o aumento da segurança do nosso dinheiro, o Banco Central anunciou a renovação das cédulas brasileiras. No primeiro semestre deste ano chegam os modelos de 50 e 100 reais.

Valores, temas e cores básicas das cédulas atuais serão mantidos, o que não causará nenhuma confusão ao lidar com as novas notas. A diferença mais visível será o tamanho delas, crescente demodo proporcional ao valor da cédula.

Objetivos

O objetivo principal da renovação das cédulas do Real é dificultar a ação de falsários. A tecnologia empregada na impressão das notas utilizará o que há de mais moderno nesse sentido. O resultado é uma cédula melhor trabalhada e desenhada, com todos os detalhes já conhecidos em termos de segurança - marca d’água, registro coincidente e imagem latente – e a adição da faixa holográfica nas notas de 50 e 100 reais.

A diferenciação no tamanho também é importante para que deficientes visuais possam lidar com seu dinheiro sem a necessidade de ajuda. Embora mais caras para produzir – cerca de 28% -, as notas serão mais duráveis que as atuais, o que compensará o investimento inicial ao longo do tempo.

E as notas antigas?

Você não precisa se preocupar com o que fazer com as notas antigas durante a chegada das novas cédulas. Elas serão substituídas gradativamente, sem perder seu valor. A ideia é que a emissão das notas antigas cesse aos poucos e seu desgaste natural as retire de circulação para dar lugar às novas.

A ideia geral é causar o mínimo de impacto possível na mudança das cédulas. Nos próximos meses perceberemos a chegadas das notas de 50 e 100 reais, o que dará uma boa impressão de como será a troca. Segundo o Banco Central, esses valores são os mais visados pelos falsificadores e merecem urgência na melhoria da segurança das cédulas.

Banner

Banner