Agora você pode visitar os entes queridos e receber boas lembranças sobre eles diretamente no seu celular, graças à nova tecnologia além túmulo.
Infelizmente todo mundo tem de enfrentar o inimigo mais temido de todos os tempos: a morte. Por mais que o ser humano tente, não há uma fórmula específica para conseguir a vida eterna. Aliás, é provável que nunca encontrem um meio para viver para sempre.
Por se tratar de algo incontrolável e imprevisível, as pessoas geralmente buscam apenas uma coisa: o descanso apropriado para o ente querido, motivo que incentiva as pessoas a investirem em objetos de luxo para que a pessoa amada tenha um funeral apropriado.
Obviamente, não falaríamos no assunto se não fosse para abordar uma nova tecnologia. Sim, por incrível que pareça existe uma novidade interessante nesta área: a RosettaStone (que não tem relação alguma com a real Pedra de Rosetta).
Para a grande maioria a morte é o fim de tudo, contudo algumas pessoas consideram-na apenas como uma fase de transição. Independente da crença, a morte geralmente traz tristeza ao coração de todos, pois tal acontecimento é inesperado e muitas vezes injusto. Sendo assim, vamos conhecer uma tecnologia que pode fazer a morte ser menos dolorida e que prolongue a memória da pessoa amada.
A tecnologia onde você nunca imaginou
É realmente complicado falar sobre esse assunto, porque é um tema que faz todos refletirem. Normalmente as pessoas preferem lembrar-se da morte apenas quando acontece uma tragédia, pois assim podem curtir a vida com mais tranquilidade.
Todavia existe muita gente preocupada com tais momentos, principalmente as empresas do ramo. Tais companhias atuam numa área complicada, porém fundamental para que as pessoas enfrentem os momentos tristes com o mínimo de preocupação.
Depois de inventarem caixões de diversos formatos, materiais e decorações, investirem em covas com sistema de ventilação e monitoria com câmeras e construírem cemitérios com as mais diversas tecnologias, surge uma ideia inusitada: uma empresa decidiu prolongar a memória dos entes queridos, através da Pedra de Rosetta (nome simbólico para a tecnologia).
Ao invés de você usar uma lápide comum (que mostra apenas o nome e a data da pessoa falecida), é possível usar a Pedra de Rosetta para informar diversos dados sobre a vida do ente querido. Sendo assim, seria possível lembrar-se dos momentos felizes, sem ter de sentir uma tristeza profunda toda vez que você visita o túmulo daquele seu amigo ou parente.
Como funciona?
A Pedra de Rosetta é construída pela empresa Objecs LLC que cria uma lápide dotada de um chip interno. Tal chip pode armazenar informações diversas (como a história, os hobbys e até fotos) da pessoa falecida. O site RosettaStone informa que o chip pode conter mais de mil palavras e uma imagem.
Além da possibilidade de criar uma lápide nova, o consumidor pode optar por uma Pedra de Rosetta para ser instalada em memoriais já existentes. O item tecnológico para túmulos é pequeno e permite que os parentes e amigos acessem aos dados através da internet ou então na própria pedra.
A pedra possui alguns botões que permitem aos visitantes ativarem a comunicação com celulares compatíveis com a tecnologia NFC-RFID. Infelizmente não há informações sobre a possibilidade de trocar dados via Bluetooth, porém é provável que a empresa forneça opções com tal recurso.
Você escolhe
O site oficial da Pedra de Rosetta exibe um comparativo entre a tecnologia fornecida por eles e as lápides comuns. Confira no quadro abaixo as diferenças:
Infelizmente ainda não há uma empresa desse tipo no Brasil, todavia é possível efetuar a compra da nova tecnologia no site oficial da RosettaStone. O preço? Por 195 dólares (quase 400 reais) você pode adquirir a sua Pedra de Rosetta, mas isso não inclui o valor do frete. Aproveite e confira um exemplo na página oficial daRosettaStone.
GPS mais desenvolvido, redes sociais revolucionárias e novas maneiras de fazer compras. Faça um passeio pela realidade aumentada e veja como esta tecnologia pode mudar a nossa vida nos próximos anos.
Quando assistimos aos filmes de ficção com ambientação no futuro é comum vermos carros voadores, computadores holográficos com inteligência artificial bem desenvolvida e, principalmente: um estilo de vida nunca antes visto.
Nesse fabuloso mundo, tudo parece um video game, pois simples objetos são capazes de trazer informações interessantes e tornar a nossa vida mais fácil.
Em filmes com robôs superdesenvolvidos, bons ou malignos, como "Robocop" ou "Exterminador do Futuro", podemos ver na tela o que eles estão enxergando, com análises precisas sobre tudo o que está ao redor deles. Agora, imagine se pudéssemos “ter” os olhos deles e usufruir dessa tecnologia também. Bem, isso já existe e chama-se realidade aumentada.
A tecnologia dentro de nossas casas
Apesar de ter incríveis possibilidades, sempre é importante pensar em como algo pode tornar o conforto dentro de nossas casas ainda melhor (ou quem sabe, pior). Imagine abrir a geladeira e ser exibido um marcador que indica quanto leite ainda há na caixinha ou se algo já passou da data de validade, por exemplo.
Você poderia acessar receitas com apenas uma simples digitada no ar e encontrar tudo o que precisa para cozinhar por meio de ligações da sua cozinha. Já os três minutos de preparo de um macarrão seriam contados com uma barra de progresso.
Entretanto, tudo tem um lado controverso. No caso do vídeo acima é como a publicidade passaria a invadir o nosso espaço de lazer e poluir tudo em troca de dinheiro, produtos mais baratos ou até gratuitos.
O entretenimento
O uso de realidade aumentada nos jogos já se mostrou extremamente eficiente, pois é uma maneira diferenciada de interagir e extremamente interessante.
Os brinquedos ganham um propósito completamente novo e podem ser ligados imediatamente à tecnologia. Por exemplo: as crianças podem ter bichinhos virtuais e brincar com eles como se fossem de verdade, ou mirar para uma caixa cheia de peças e ver como montar um brinquedo.
Graças à tecnologia, assistir à televisão pode ser uma experiência completamente nova, com informações que "pipocam" ao lado da tela sobre o programa que passa no momento, por exemplo. Outra possibilidade seria o acesso imediato aos produtos que aparecem na tela, como as roupas dos atores ou os móveis do cenário de um seriado.
Passeando pelas ruas da realidade aumentada
Imagine que você está passeando pelas ruas de alguma cidade realmente grande e precisa saber como chegar até alguma estação de metrô. Hoje, com uma série de aplicativos que existem para os smartphones, basta sacar seu aparelho celular, abrir um certo aplicativo de realidade aumentada e o GPS imediatamente indica para você o local para o qual você deve seguir.
Isso é uma união de várias tecnologias diferentes em um único aparelho: GPS, internet móvel, acelerômetros e bússola. A precisão é incrível e indica tudo o que está em sua proximidade como se você realmente estivesse dentro de um video game, com a indicação por uma seta da direção a ser seguida e um mapa que mostra como chegar ao destino.
E, da mesma maneira que a realidade aumentada junto à televisão pode indicar itens para comprar, também pode mostrar críticas sobre os locais por onde você passa apenas apontando o aparelho para eles. Assim é possível saber na hora se vale a pena ou não frequentar um estabelecimento.
Não dá mais para negar: as nossas vidas estão hoje mais públicas do que nunca. É claro que isso é uma escolha, já que, em teoria, ninguém sai por aí criando perfis seus em redes sociais. Podemos optar por compartilhar com uma rede de amigos ou com todos absolutamente qualquer coisa: fatos interessantes que aconteceram, fotos de alguma viagem ou uma música preferida.
Com a realidade aumentada, bastaria uma breve apontada com seu aparelho para uma pessoa para ver quem ela é, quantos amigos tem e alguma foto junto com um breve perfil que a descreva. E, rapidamente, alguém pode compartilhar informações pelo ar, ao apontar um aparelho para o outro. É como se fosse o fim dos telefones anotados em guardanapos.
Da mesma forma que na televisão, você pode fotografar alguém com alguma roupa de que tenha gostado e fazer uma busca para ver onde comprá-la. Mas fica um questionamento: será que isso vai funcionar? Será que as pessoas não vão achar ruim o fato de serem fotografadas e identificadas na rua por estranhos? Isso vai se tornar verdade? Como vai funcionar?
Na verdade, a realidade aumentada se faz presente da maneira citada neste artigo desde que os últimos smartphones foram lançados, pois trazem toda a tecnologia necessária. Entretanto, é claro que ainda faltam estudos, desenvolvimentos e até novos conceitos para que esta “realidade” se torne realmente uma realidade.
Além de tudo, é importante que façamos os questionamentos sobre a utilização da realidade aumentada e da internet, para que não tenhamos invasão de privacidade por estranhos e publicidades excessivas. Ou seja: de um lado temos grandes possibilidades e redes sociais avançadas e, do outro, a invasão de privacidade. Mas, uma coisa é certa: boa parte do que foi citado aqui será a pura realidade nos próximos 5 ou 10 anos.
Você sabe quais são os 10 tipos de usuários que mais utilizam a rede social da Google? Saiba quais são e como identificar cada um deles.
Orkut! Quem não tem um perfil na rede social mais popular do Brasil, já teve. E isso não é um crime, é muito divertido passar alguns minutos por dia lendo sobre a vida alheia, discutindo nos fóruns e até mesmo procurando uma nova gatinha para paquerar pelas páginas de recados.
Nesse ambiente descontraído existem os grupos mais peculiares de pessoas. As comunidades provam isso, quem é que nunca se deparou com um perfil desconhecido e disse: “uau, mas esse cara é igualzinho a mim!”. Isso prova também que os usuários do Orkut podem ser delimitados em grupos. Confira agora quais são as 10 grandes delimitações:
Poser / Bombado
Fotos em que aparecem cheios de roupas de inverno; comunidades relacionadas à física quântica ou que declarem o amor à família; perfil com poesias de Paulo Leminski... Isso é tudo o que você não vai encontrar nas páginas dos “sarados” do Orkut. Aliás, poesia nenhuma pode ser vista, afinal este tipo de usuário que diz: “Imagens valem mais do que mil palavras”.
Fotos em frente ao espelho, geralmente sem camisa para mostrar os músculos abdominais cultivados com muito amor e carinho, são quase uma regra. Mas o rosto também é um item importante; se está querendo se tornar um membro deste grupo, lembre-se de não olhar diretamente para a câmera, pois a expressão de desdém é parte vital da construção.
Outro detalhe interessante é o álbum de fotos. Balada, balada, balada. Você deve ter algum amigo assim, daquele tipo que posta fotos abraçado com todas as meninas que encontra na noite, inclusive com imagens de baixa resolução, tiradas dos sites especializados em cobertura de eventos. Fotos mostrando a câmera também são muito importantes.
Artista incompreendido
Há muitos serviços na internet que permitem a criação de scraps completamente personalizados. Com apenas uma foto, é possível criar um GIF animado, com fundo musical e uma poesia muito bem escrita para desejar uma belíssima tarde ou um ótimo final de semana para todos os seus contatos. Bonito, não?
Seria, se isso não fosse uma prática cotidiana. Faça um teste: abra sua página de recados e volte pelo menos cinco dias no histórico. Se houver mais de três recados supercoloridos de algum dos seus amigos, esse é com certeza o usuário que se encaixa da definição de artista incompreendido do Orkut. É bem provável que você identifique a sua tia nesse perfil.
Espião
Os espiões são verdadeiras “velhinhas de janela”; sabem de tudo o que acontece com os outros usuários da rede social. O grande trunfo deles é saber se esconder em um local onde não haveria como se esconder: alteram as configurações de privacidade para que possam futricar nas páginas alheias sem deixar rastros.
Em casos mais graves, os espiões do Orkut chegam a criar contas falsas na rede social para que possam assistir de camarote às cenas mais loucas da internet. Acessam perfis desconhecidos para saber com quem seus amigos estão conversando e acham muito ruim quando alguém acessa o seu perfil. Afinal: “o Orkut não é lugar para xeretas”, dizem eles.
Caso você tenha se identificado com o perfil, não há motivos para se desesperar. Afinal de contas, quem é que nunca se sentiu tentado a ir atrás de coisas sobre os amigos? Ex-namorados, então... Não há um que nunca tenha fuçado nas páginas de recados da antiga paixão.
Jogador
A lista de atualizações dos seus amigos vive cheia de informações referentes ao Colheita Feliz? Então lamentamos informar, mas alguns de seus amigos se encaixam perfeitamente no perfil dos usuários viciados em jogos de rede social. É o tipo de pessoa que possui a conta apenas para poder jogar e grande parte dos amigos foi conhecida pelo próprio jogo.
Os sintomas mais frequentes para este tipo de usuários vão desde a inaptidão para acessar a página de recados e responder aos outros amigos (você já enviou uma mensagem e esperou dias até que respondessem?); até crises de raiva (devido a problemas com os resultados obtidos) e ansiedade extrema (acontece quando ficam mais de três horas sem acessar o Orkut para prosseguir avançando no ranking do game).
Se você já ouviu alguma reclamação de seus amigos por demorar para responder aos recados e sofre muito esperando até que chegue o horário de poder continuar a jogar, há grandes chances de você estar completamente encaixado neste perfil.
Carente
Sabe aquele cara que coloca “Por que a gente não pode mandar no coração?” como mensagem pessoal do MSN? Pois ele também existe no Orkut, desde que foi instaurado o sistema de postagem de status nos perfis. Repare bem nas suas atualizações para ver se você encontra algo parecido.
São os usuários carentes que geralmente fazem isso. Letras de músicas tristes também são muito comuns, pois mostram toda a tristeza que eles sentem e ainda há chances de despertarem a curiosidade nos amigos, que podem acabar se sentindo com vontade de ceder os ombros para algumas lágrimas.
Você pode colocar seu amigo neste grupo se ele atender a algum dos seguintes quesitos: a) constantes atualizações com a mesma frase para que esteja sempre visível; b) mantém fotos da ex-namorada no álbum. Se ao invés de identificar seus amigos, você identificou a si mesmo: é hora de lavar o rosto e voltar a viver.
Miguxo
“AdOhRuH KkuANduH mEuzX MigUxxUsx mi deIxxam ixcrépisz”. Felizmente hoje esse tipo de frase está menos comum no Orkut, mas já foi difícil passear pelas comunidades e conseguir entender tudo o que estava sendo dito por lá. O usuário Miguxo não é assim por má intenção, ele é apenas seguidor de uma tendência, mas sabemos que nem toda tendência é boa.
O miguxês já fez parte de muitos usuários. Faça um teste: lembre-se de 2004, quando você criou o seu primeiro perfil no Orkut. Será que você nunca usou um K no lugar de um C? Será que você “naum” era desse tipo também? (Nota do autor: eu já fui!).
O famoso
Onze entre dez adolescentes já quiseram ser famosos. Até meados da década passada, ser famoso significava estar na capa das revistas, ter seu nome falado nos jornais ou então ser reconhecido por onde quer que esteja. O tempo passou e o mundo mudou. Os significados também mudaram.
Hoje a palavra “fama” se resume ao número de amigos que alguém possui no Orkut. Possuir apenas um perfil é para os fracos, para ser respeitado é preciso que você tenha pelo menos três ou quatro perfis lotados de fãs. Esse é o único tipo de usuário que nunca parou para pensar em excluir a conta da rede social.
Quando alguém o adicionar e você perceber que já possui essa pessoa na lista de contatos, verifique se não é o “Perfil nº2”. O mais engraçado é perceber que grande parte dos amigos se repetem em vários perfis. Assim fica fácil lotar as listas de contatos, não é mesmo?
O novato
Você ligou o seu computador, conectou-se à internet e entrou no Orkut. Na página inicial está alguém que você nunca viu na vida pedindo para ser adicionado à sua lista de amigos? Procurou amigos em comum e não encontrou ninguém que pudesse levar a uma conclusão possível? Pois o Blog do Igor, orgulhosamente apresenta: o novato!
Há várias características que podem definir um usuário novato. As mais comuns são: adição de todos os perfis que encontrar pelo caminho; perfil com pouca, ou nenhuma, informação; muitos amigos “fake” (Boi Bandido, Xuxa Verde, etc) e página de recados repleta de mensagens parecidas com: “Ahm, desculpe, mas quem é você?”.
Você está no Orkut há anos e ainda tem 200 amigos, mas possui um amigo que mal entrou na rede social e já está com mais de 400 contatos. Verifique a página de recados dele para conferir se não estamos diante de um comum caso de “usuário novato”.
O criador
“Eu não tenho Orkut” foi uma das comunidades que mais bombou no início da rede social, há mais de 5 anos. Além dela, outras como “Isso é uma comunidade” e “As pessoas mais feias do mundo” também fizeram muito sucesso, mas com o tempo acabaram caindo no esquecimento dos usuários mais antigos.
Felizmente (felizmente?), há um tipo de usuário que surgiu para reviver todos os grandes sucessos. Trata-se do usuário criador, que cria comunidades pensando ser uma grande novidade, mas esquece de ver se já não há outros exemplares com o mesmo nome. Aquele seu amigo que vive mandando convite para comunidades que ele criou é exatamente assim.
Geralmente são usuários que almejam ser “famosos” na rede social, pois passam por todas as páginas de recados possíveis para divulgar as criações. “Eu amo minha mãe” e outras comunidades com milhares de membros são as mais utilizadas como inspiração para este tipo de usuário.
O descuidado
“Uau, não acredito que você fez isso com a sua noiva”; “Veja aqui as fotos da nossa última festinha”; “Caramba, você ficou realmente linda nesta foto”. Difícil encontrar alguém que nunca tenha clicado em um destes assustadores e tentadores links que chegam às páginas de recados de todos os usuários, pelo menos uma vez por mês.
Clicar uma vez é compreensível, clicar duas é estranho, clicar três é o nosso décimo tipo de usuário. Os descuidados não conseguem aprender a não clicar em links suspeitos e vivem cheios de vírus. Você pode reconhecer um descuidado analisando a sua própria página de recados. Aquele que vive lhe mandando “fotos da festa” é o mesmo que vive clicando nas “fotos da festa”.
Só dez?
Este artigo reuniu os dez tipos mais comuns de usuários da rede social mais popular do Brasil. Agora é sua vez de contar para todos quais são os tipos de usuário que mais incomodam a sua navegação. Em qual perfil você se encaixaria? Aproveite também para dizer se conhece mais algum perfil que não foi citado no Error 404 desta semana. Mas pessoal, não queremos ninguém ficando de mau humor, viu!? O Error 404 é apenas uma brincadeira!
Atualizações do iOS 4 não resolveram problemas com antena e Apple convoca conferência para o iPhone 4. Mesmo assim, o smartphone é eleito o melhor da atualidade.
Você acompanhou o imenso sucesso de vendas do iPhone 4 nas edições anteriores do “Por dentro da maçã” e mais recentemente as reclamações quanto sua funcionalidade. A atualização de firmware disponibilizada esta semana não resolveu o problema e Apple convocou uma coletiva com a imprensa para tratar do problema, dando margem a muitas especulações.
O “Por dentro da maçã” desta semana ainda notícias sobre o lançamento do iPad 3G e do iPhone 4 ao Brasil, rumores sobre uma nova família de iPads de dimensões reduzidas para a leitura digital e os projetos da Maçã para seu próprio Google Earth.
A conferência desta sexta-feira
Enquanto especialistas (ou pessimistas) previam que um recall era a única solução diante da calamidade, a conferência tratou a imperfeição de maneira muito mais simples. Claro que a quantidade de aparelhos vendidos é imensa e que isso resultaria em um prejuízo milionário para a Apple.
Basta a aplicação de um material isolante sobre a superfície da antena para resolver o problema. Diante disso, a empresa oferece uma capa de revestimento gratuita para qualquer usuário do iPhone 4. Quem não estiver satisfeito com a medida, pode ainda optar pelo reembolso do smartphone.
Fonte: Apple.com
Como o número de usuários que declararam sua insatisfação gira em torno de 0,55%, a maçã optou por uma solução simples. Muito do barulho que rondava o lançamento era fruto da mídia e da expectativa dos clientes por um produto perfeito. “Não somos perfeitos. Telefones não são perfeitos.” – desculpou-se Steve Jobs ao final da conferência.
Para o esclarecimento de dúvidas, dicas de uso e a comparação do problema do iPhone 4 com outros aparelhos, a Apple criou uma página com tudo a respeito da antena do aparelho.
Atualizações do sistema
A Apple disponibilizou esta semana a atualização 3.2.1 e 4.0.1 para iPad e iPhone 4 respectivamente. Para o tablet, as correções melhoram a conectividade Wi-Fi, acabam com os problemas de congelamento na reprodução de vídeos e adicionam o Bing ao sistema de buscas entre outros implementos.
Já o smartphone corrigiu a calibragem do sistema que mede a qualidade do sinal do aparelho. Isto não resolve os problemas com a antena e tampouco educa o usuário a segurar o aparelho de maneira adequada, apenas exibe a receptividade real do telefone – antes mostrada acima do efetivo.
A atualização de ambos os aparelhos está disponível no iTunes, basta plugar seu iPhone ou iPad para que o aplicativo cuide do processo.
Não diga que não avisei!
Segundo o Bloomberg, Steve Jobs já havia sido informado por um engenheiro da companhia que a antena poderia causar problemas no equipamento. Ruben Caballero, especializado em antenas, havia detectado a possível falha no smartphone ainda no ano passado.
Fonte: Greg Kumparak
Como de praxe, Steve Jobs nada comentou sobre o assunto, reservando todos os comunicados para a conferência marcada para esta sexta-feira às 14 horas de Brasília. Até o momento, o único reconhecimento da maçã quanto aos episódios que marcam a estreia do iPhone 4 dizem respeito ao sistema de calibragem do sinal (corrigidos na atualização acima).
Gênio tecnológico
O título atribuído ao criador da maçã não é nenhum eufemismo por parte do Blog do Igor. O executivo ocupa a primeira posição no ranking da revista Fortune para os “homens mais espertos da tecnologia”. Para a revista, as qualidades inteligência e capacidade de causar impacto são as principais características do adjetivo “esperto”.
Fonte: Wikipedia
Outras qualidades publicadas sobre Jobs são “visionário” e “showman”. O vice-presidente de Design Industrial da empresa Jonathan Ive também foi elogiado pela revista Forbes, o responsável pelo desenho do iPad e do iPhone foi escolhido como o “designer mais esperto”.
A oportunidade da Microsoft
“O iPhone 4 pode ser o Windows Vista da Apple”, afirma Kevin Turner - porta-voz da Microsoft. Embora resolvidos, os problemas relatados pelos usuários do Windows Vista denegriram a imagem do sistema operacional. A empresa de Bill Gates encara como positivas as dificuldades enfrentadas pelo smartphone da Apple.
Diante do lançamento do Windows Phone 7, isso poderia colaborar com a empresa que nunca se destacou no ramo dos portáteis. Turner afirma que uma das certezas do novo sistema é que seus usuários não precisam se preocupar com a forma com que seguram o aparelho durante as ligações.
O melhor da atualidade, mas não recomendo!
A última crítica sobre o smartphone da Apple veio da Consumer Reports. Após testar o aparelho e comprovar o problema da queda de sinal, o serviço não recomenda o aparelho aos compradores. Também concluiu que a operadora norte-americana AT&T não é a principal culpada, como apontada por outras fontes.
Fonte: Apple.com
A parte controversa é que a Consumer Reports também apontou o gadget como o melhor smartphone da atualidade. Além dos quesitos telefônicos, foram avaliados quesitos como tela, navegação, recursos multimídia e durabilidade da bateria. Como levou a melhor na pontuação final, o aparelho não recomendado foi eleito o melhor do segmento. Irônico, não?
Novos comerciais focam no FaceTime
Deixando a polêmica um pouco de lado, novos comerciais do iPhone foram divulgados. A exemplo do vídeo que você conferiu na 18ª edição do “Por Dentro da Maça”, a publicidade do produto continua focando o recurso FaceTime - solução de videochamadas pela internet.
Conheça ela:
Corte de cabelo:
Sorria:
A grande novidade:
FaceTime para todos
Não é difícil deduzir que o FaceTime é uma das maiores apostas da maçã para a nova geração de smartphones. O recurso é tentador, mas, até então era considerado uma exclusividade dos usuários do iPhone 4.
Ouvem-se fortes rumores que a Apple pretende ampliar a rede de videochamadas para todos seus usuários através das contas de email, mais precisamente do Apple ID. Assim, o recurso estará disponível para versões anteriores do smartphone, iPod Touch, iPad e mesmo para computadores Mac.
Nova linha de iPads pode estar a caminho
Rumores ainda não confirmados reportam a chegada de uma nova linha de iPads menores ainda para este ano. Além do tradicional modelo com 9,7” de tela, seriam lançados versões com 7” e 5,6”. Acredita-se que as versões compactas se destinariam à leitura digital (e-readers).
Fonte: Wikipedia
Ouve-se falar que os novos tablets contariam com tela OLED, aquelas extremamente finas e flexíveis. Mas a grande pergunta que surge é: sem as funções telefônicas do iPhone e com as dimensões de um iPod Touch, o que diferenciaria o produto do player portátil da Apple?
iPad 3G e iPhone 4 no Brasil ainda este ano
A chegada do tablet com internet móvel ao território nacional foi confirmada para outubro. Segundo o presidente da Claro, João Cox, nenhuma operadora terá privilégio para estrear o aparelho antes das demais. “As vendas do iPad 3G vão começar ao mesmo tempo para todas as teles, no quarto trimestre deste ano”, afirmou Cox.
O mesmo critério de não exclusividade foi mantido para o início das vendas do iPhone 4 no Brasil. O smartphone deve chegar às teleoperadoras no terceiro trimestre do ano, provavelmente em setembro.
Nada de Blu-Ray?
A Blu-Ray Disc Association comenta a opinião de Steve Jobs em relação às mídias de alta capacidade. Bem ao contrário do incentivo recebido pelo console Playstation 3 da Sony, a maça declara que os drives de Blu-Ray não são necessários diante da conveniência dos conteúdos web.
A associação foi bastante clara ao defender que a mídia está longe de representar um fracasso e comparou o ritmo crescimento do formato com mídias anteriores e que até o final do ano, o Blu-Ray estará em 18 milhões de casas só nos Estados Unidos e que não é desta vez que a internet vai derrotar as mídias ópticas.
iPhone 4 desbloqueado
Um membro do iPhone Dev Team publicou uma foto do novo smartphone da Apple usando uma rede de telefonia canadense. A demora para se o obter um jailbreak para o aparelho se deve aos ajustes feitos para o novo sistema para iOS 4. O grupo ainda não liberou as ferramentas para o público, pois aguardam as mudanças do novo firmware.
Enquanto isso, George “GeoHot” Hotz – famoso pelos serviços de jailbreak nos smartphones da maçã – declarou o fim de suas atividades. Através de seu blog pessoal e dos perfis no Twitter, o hacker declarou que o desbloqueio de aparelhos não passava de um hobbie e que fora um erro publicar uma foto com falsa de um iPhone 4 desbloqueado.
As extensões do Safari 5 estão chegando
A exemplo da iniciativa do Firefox, o suporte a extensões baseadas em padrões abertos da web foi anunciado para a quinta versão do navegador da Apple. Nesta terça-feira, desenvolvedores cadastrados receberam um email da maça alertando-os do iminente lançamento das extensões para o Safari 5.
As extensões já podem ser enviadas para a equipe técnica do browser e alguns usuários já testam extensões criadas por alguns usuários, mas tudo continua informal. Divulgar seu trabalho na Safari Extensions Gallery não parece uma má ideia.
Firefox sincronizado
E já que o assunto são navegadores, a raposa está a um passo de abocanhar a maçã. Foi disponibilizado na Apple Store o Firefox Home, uma espécie de sincronizador de dados entre seu desktop e seu iPhone. Claro que seu desenvolvimento é completamente livre!
Será muito interessante contar com uma navegação compartilhada entre o desktop e o smartphone, mas enquanto o navegador não sai do papel, sua função é bastante limitada.
A maçã prepara seu próprio Google Earth
Isso meso, por que se envolver com as burocracias de compatibilidade entre softwares e licenças se a Apple pode desenvolver seu próprio aplicativo de exploração do globo terrestre? Isso mesmo, a firma canadense de softwares interativos 3D Poly9 acaba de ser comprada pela empresa de Steve Jobs.
Fonte: Poly9
Isto clareou a decisão da maça de adquirir os direitos da companhia de mapeamento Placebase. Aliados, o potencial tecnológico das duas empresas dá a Apple os alicerces para o desenvolvimento de um serviço similar ao Google Maps. A exemplo de um dos projetos da Poly9, o aplicativo Globe consome apenas 303 kb, rodando facilmente em qualquer plataforma.
Estas foram só algumas das notícias da Apple desta semana, aguarde novidades sobre a conferência na tarde desta sexta-feira. Esperamos que as dificuldades com o iPhone 4 sejam resolvidas sem que isso comprometa a imagem da maçã. Não perca a próxima edição do “Por Dentro da Maçã” na semana que vem.
Colocamos os dois tipos de interface para lutar dentro de um ringue. A luta foi boa!
Senhoras e senhores, sejam bem-vindos a mais um combate da série Versus, na qual colocamos lado a lado duas tecnologias concorrentes e comparamos seus pontos fortes e fracos. O vencedor não é determinado durante o combate, mas sim pelos comentários dos usuários, que estão livres para argumentar e defender o lutador de sua preferência.
Nesta edição, no canto azul temos a combinação campeã mouse e teclado, que possui o cinturão de campeão quando o assunto é interface de uso. O desafiante é o novato touchscreen, que ocupa cada vez mais espaço e pretende tomar o lugar do campeão que há mais de 30 anos domina os computadores.
Os competidores estão preparados para o soar dos gongos, e os técnicos acabam de dar as últimas instruções e deixar o ringue. Agora cabe à torcida de cada lado incentivar os competidores e definir quem será o vencedor deste confronto que tem tudo para mudar o jeito como lidamos com tecnologia nos próximos anos.
Praticidade e design
Apresentado pela primeira vez há mais de 40 anos, o mouse se mostrou uma verdadeira revolução, permitindo um uso mais prático e inteligente do computador. Em vez de fazer tudo por meio de linhas de comando, o dispositivo permitiu a criação de interfaces gráficas mais confortáveis ao usuário comum (o maior exemplo disso é a criação do Windows).
Como está aí há várias décadas, a combinação mouse e teclado serve como base para todos os softwares disponíveis no mercado, indo desde editores gráficos até jogos. O processo de aprendizado é simples, possibilitando que crianças e adultos utilizem o computador de forma fácil.
Tudo bem, não há nada de errado com o mouse, mas é muito mais confortável navegar por um ambiente em que basta tocar no lugar desejado para realizar uma ação. Além de não ter que ficar dependendo de uma flechinha, as interfaces baseadas no toque permitem maior precisão, mostrando-se a opção ideal para a escrita manual ou durante a realização de desenhos.
De que adianta acessar tudo com um toque dos dedos se não dá para acessar várias funções ao mesmo tempo? Com o mouse e o teclado dá para acessar tudo de forma muito mais rápida, basta configurar corretamente os atalhos utilizados. É claro, isso exige um pouco de uso da memória, mas nada realmente complicado.
De que adianta poder configurar diversos atalhos se o aprendizado é demorado e difícil? Quem cresceu utilizando mouse e teclado pode não ter dificuldades, mas a combinação não é nem um pouco atrativa para quem tem mais idade ou nunca se interessou pelo mundo da informática.
Com o touchscreen, até mesmo sua mãe ou avó que nunca se aproximaram de um computador conseguem ter uma experiência confortável e aprender o funcionamento básico em poucos segundos. E como a maioria do público está mais interessada em fazer uma tarefa por vez de forma bem feita, desaparece a necessidade de atalhos para acessar várias funções simultâneas.
Conforto
Como é uma tecnologia que já está disponível há um bom tempo, é difícil encontrar alguém que tenha crescido em ambiente urbano e nunca tenha de lidar com a combinação mouse e teclado. Seja para trabalhar, como forma de entretenimento caseiro ou até mesmo para fazer saques em agências bancárias, esses dispositivos são quase onipresentes no cotidiano.
Isso sem contar que a experiência com o touchscreen é difícil dependendo do tamanho ocupado pelo aparelho. Caso seja muito pequeno, como em um celular, o usuário deixa de ver o que está acontecendo porque se vê forçado a ocultar partes da tela com o dedo. Já em monitores com grandes dimensões, é muito grande o esforço para percorrer toda sua dimensão com os dedos.
Assim como toda uma geração cresceu acostumada com a combinação mouse e teclado, é questão de tempo até que o touchscreen seja considerado algo comum e a tecnologia anterior pareça coisa de museu. Do mesmo modo que os defensores das velhas máquinas de datilografar tiveram que se adaptar aos editores de texto, os usuários do mouse vão acabar se acostumando com as interfaces dependentes do toque.
Isso sem contar que a combinação de mouse e teclado não está livre de proporcionar desconforto para seus usuários – quantos casos de lesões por esforço repetitivo não acontecem pelo uso diário desses dispositivos? Não é à toa que fabricantes estão colocando interfaces sensíveis ao toque em teclados e mouses com o objetivo de fornecer uma experiência mais confortável e que exige menos esforço físico.
Personalização
Imagine um teclado em que, dependendo da aplicação aberta, alteram-se os botões para facilitar o uso. Em vez de simples teclas, você tem à sua disposição níveis de cores e atalhos para trocar entre as diversas ferramentas em poucos segundos. Da mesma forma, em um jogo aparecem somente os botões utilizados, evitando confusões com teclas desnecessárias.
É esse tipo de revolução que o touchscreen proporciona – menus sensíveis ao contexto apresentado na tela, sem nenhuma espécie de limitação física devido a uma quantidade pré-determinada de botões. Clique neste link para conferir um artigo que fala mais sobre a tecnologia aplicada em teclados.
Embora não seja possível encontrar tanta versatilidade em um dispositivo só, há diversos mouses e teclados feitos especialmente para jogos eletrônicos, design gráfico e outras atividades diversas. É claro, geralmente o preço cobrado é maior do que por um dispositivo comum, mas a qualidade encontrada compensa.
O que se destaca nessa área sem dúvida são os mouses, que contam com opções com botões laterais com atalhos configuráveis e diversas opções de design que se encaixam perfeitamente nos mais variados tamanhos de mão. Tudo bem que não tem toda a versatilidade de uma interface touch totalmente reconfigurável, mas é mais do que o suficiente para uma experiência confortável.
Limpeza
Qualquer dispositivo baseado em toque, independente da tecnologia que use, em poucos minutos de uso está cheio de marcas de digitais e totalmente engordurado. Como a maioria das pessoas não se importa em lavar as mãos antes de usar os aparelhos, em poucos instantes a tela fica uma sujeira total.
Assim, quem tem um dispositivo baseado no toque é obrigado a comprar uma capa de proteção e andar constantemente com produtos de limpeza. A não ser, é claro, que seja do tipo que não se importa em não conseguir ver nada na tela além de digitais e riscos provocados pelo uso indevido.
Faça a seguinte experiência: vire o teclado de ponta-cabeça e o sacuda durante alguns minutos e veja a quantidade de sujeira que surge. Mesmo lavando a mão após cada atividade e evitando realizar refeições em frente ao computador, o design de um teclado é bastante convidativo para que poeira se aloje entre as teclas.
Com o mouse, acontece a mesma coisa – e o pior, muitos aparelhos, se abertos para limpeza, são difíceis de montar novamente. Assim, muitas vezes a única solução realmente higiênica é jogar fora o dispositivo sujo e comprar um novo, o que não é nada atrativo, mesmo que se tenha pagado pouco dinheiro para adquirir o mouse.
A decisão do usuário
Como é costume na série Versus, quem define o vencedor do conflito não é o Blog do Igor, mas sim a opinião de cada usuário. Você acredita que o mouse e o teclado continuarão sendo a forma dominante de interagir com sistemas operacionais ou está no lado dos que acreditam que as interfaces por toque são melhores e chegaram para mudar a forma como lidamos com a tecnologia?
Este protótipo tem cara de ficção científica, mas pode estar mais próximo do que parece.
Holograma. Guarde bem esta palavra em sua cabeça, pois ela representa um conceito que é cada vez mais objeto de estudo e desenvolvimento de designers, principalmente aqueles que criam produtos com display.
Neste artigo, você vai conhecer um celular sem display. Isso porque ele usa um holograma tridimensional para exibir qualquer imagem. Ficou curioso? Então preste atenção!
Para contextualizar, vamos recapitular o conceito de holograma. Resumidamente, é a projeção de uma imagem em 3D. A sensação é muito realista, com todos os efeitos de luz sobre ela. E só é necessário ter luz para isso.
Você encontra um artigo completo sobre holografia clicandoaqui. Não deixe de ler.
O Trou
Trou é o nome de um projeto de celular desenvolvido por Mac Funamizu. Ele simplesmente não tem tela. No lugar, um espaço vazio com pequenos projetores nas bordas dá vida a qualquer imagem.
Imagine receber uma ligação e poder ver a pessoa do outro lado da linha projetada bem na sua frente? Ou então observar um mapa tridimensional de qualquer área? Ambicioso, futurista e bastante Sci-Fi, não? Confira nestas imagens.
Além de muito inovador, o projeto do Trou tem ideias ótimas para aproveitar o vão que seria a tela. Por exemplo, usar como pulseira e carregar o aparelho bem discretamente.
Vale ressaltar que este aparelho é ainda um conceito. As imagens são apenas representações gráficas. Pelo que é possível perceber, trata-se de um aparelho extremamente fino e portátil, feito com materiais macios e flexíveis.
O teclado, logo abaixo do projetor, parece simples, apenas com as teclas numéricas além de botões para chamada e exploração de menus. Em uma das imagens, é possível identificar um cliente de email.
Este não é o primeiro protótipo do coreano Mac Funamizu. Ele também desenvolveu o Drew, um celular-relógio que projeta hologramas tridimensionais. Não se engane pelo tamanho do aparelho, pois a área de projeção não se limita aos limites dele.
A holografia, apesar de tema dos mais inacreditáveis filmes de alta ficção, é um conceito que parece cada vez mais próximo do cotidiano. O Trou ainda está “no papel”, mas não duvide que o aparelho esteja disponível em 2020.
Novo projeto americano pretende criar e distribuir energia limpa com painéis solares espalhados pelas estradas de todo o país.
O efeito estufa está mais forte e a tendência é que os danos causados ao planeta sejam mais severos e constantes. As indústrias não querem parar de fabricar os mais diversos produtos e tudo funciona à base de energia elétrica.
Enquanto isso, as pessoas de todos os países querem continuar usando seus carros para ir até a esquina. E pior, cada pessoa quer ter um carro e ninguém pensa no planeta, pois todo mundo sempre joga a culpa nas empresas e no governo. Todavia, parece que ao menos o governo americano vai tentar amenizar o problema.
Apesar de ser um dos principais países que se recusaram a assinar o Protocolo de Kyoto, os EUA parecem ter mudado um pouco de ideia e agora apresentam um projeto inovador: as estradas solares. Com uma nova tecnologia e uma quantia absurda de dinheiro, o governo americano pretende criar energia limpa e fornecer força para o país sem prejudicar o meio ambiente.
Bem-vindo ao futuro
Já imaginou se em vez de asfalto as estradas fossem pavimentadas com painéis solares? Scott Brusaw pensou nisso e propôs ao governo. A ideia do criador da Solar Roadways é usar painéis fabricados com um material de alta resistência para suportar o peso dos veículos que trafegam o dia todo e ao mesmo tempo aproveitar para captar energia solar e transformá-la em eletricidade.
Tal energia seria utilizada para “alimentar” a estrada, a qual teria toda sua sinalização dependente da energia solar. Sendo assim, não seriam mais necessárias pinturas no chão para indicar os alertas sobre as limitações de trânsito na estrada, como: “Reduza a velocidade”.
Além disso, seria possível exibir mensagens sobre o tráfego na atual rodovia, ou seja, onde há acidentes e outros empecilhos, as mensagens poderiam informar com antecedência algo como “Avenida bloqueada”. E mais, a estrada solar também permitira que todos os semáforos utilizassem energia limpa para controlar o tráfego.
Apesar de parecerem ousadas, todas essas ideias são apenas parte do real projeto que pretende fornecer energia para todo o país. A Solar Roadways quer usar a energia solar captada nas estradas para manter as casas iluminadas e os carros elétricos funcionando.
Mais surpresas para o futuro
Com a possível adoção das estradas solares, a empresa de Scott Brusaw pretende estender o projeto para os estacionamentos, os quais poderão fornecer energia aos estabelecimentos próximos. E aí que está um detalhe que deve levar muitas empresas a terem interesse na nova tecnologia.
Para exemplificar, podemos pensar numa loja que esteja no meio de uma estrada qualquer e não tenha muitos clientes. Caso este estabelecimento forneça energia elétrica gratuita é bem provável que a clientela aumente — isso pensando na ideia hipotética de um futuro repleto de carros elétricos.
E não para por aí, pois os benefícios da energia solar nos estacionamentos poderiam abranger os próprios estabelecimentos, os quais funcionariam independentes de quaisquer usinas ou centros de energia. Sendo assim, muitos locais teriam seus próprios geradores de energia e possuiriam energia constante.
Para completar o projeto, a ideia dos painéis solares em estradas e estacionamentos traria uma novidade interessantíssima para as cidades. Segundo o site oficial da Solar Roadways, a instalação do novo sistema permitira a independência dos postes de energia, o que tornaria o visual das cidades mais bonito e menos poluído.
Além disso, seria possível uma manutenção mais rápida e precisa nos casos de problemas elétricos, visto que os painéis gerariam energia independente para determinados blocos de casas e estabelecimentos.
Como fazer isso?
Instalar as placas solares é a parte fácil do projeto, sendo que o grande empecilho no momento fica por conta do desenvolvimento de um material mais resistente para utilizar nas estradas. Vale salientar que as placas solares usadas em estradas com certeza serão dotadas de um sistema bem desenvolvido que capte toda a energia possível (algo muito melhor do que é utilizado atualmente).
A iluminação nos estradas não seria problema, porque tudo seria baseado na tecnologia dos LEDs e num método eficiente que possibilite a visibilidade das mensagens durante o dia. Os geradores para armazenar e distribuir a energia podem ser algo já existente ou equipamentos novos e mais precisos (ainda não foi dito nada a respeito).
O real problema
Se tudo é tão maravilhoso e se a implementação não é impossível, por que não fazer? A resposta é óbvia: dinheiro! Os painéis solares não são baratos (até mesmo nos EUA custam um valor alto) e a instalação de uma enormidade de painéis solares é inviável num primeiro momento.
Pensando nisso, o governo americano forneceu 100 mil dólares para a Solar Roadways mostrar um protótipo funcional da tecnologia. Caso o resultado impressione os poderosos por trás do dinheiro, é possível que o território americano comece a ganhar as novas estradas e tenha quase 100% de estradas solares em cerca de 5 anos.
Atualmente um metro quadrado de painel solar custa facilmente mais de 2 mil reais, o que significa que um quilômetro (com pista dupla) de estrada sairia por mais de 20 milhões de reais. Claro que estes cálculos são efetuados com base nos painéis disponíveis no mercado, mas com a nova tecnologia pode ser que tudo fique bem mais barato.
Para ter uma ideia, a estrada solar acima citada produziria energia de sobra para sustentar uma cidade com 5 mil habitantes (que consuma aproximadamente 3 milhões de kWh por ano). É importante frisar que as estradas com painéis solares precisarão de poucas reformas, pois durarão até 25 anos.
Esses dados são muito interessantes e devem influenciar os governos de todo o mundo que com certeza podem achar interessante a possibilidade de se livrar das reformas intermináveis em estradas e ainda fornecer uma forma mais eficiente de energia para a população. Eles só não vão gostar mesmo é de desembolsar tanto dinheiro para que tudo aconteça. Confira agora um vídeo (em inglês) que fala sobre o assunto e mostra diversas imagens e opções para o futuro da tecnologia:
Enfim, a proposta está aí, a tecnologia pode virar realidade e apesar dos problemas não custa sonhar. Não é mesmo? Vamos torcer para que dê certo e o mundo possa ficar mais limpo e livre da poluição.